quinta-feira, 2 de abril de 2020

Os potinhos de siri!


Colocando a família para elaborar mais uma saborosa receita!

E na continuidade do que iniciamos nesta coluna na semana passada - trazer receitas que possam ser elaboradas em família, com os filhos auxiliando na elaboração e preparo durante este tedioso período de isolamento. E a dica desta semana é algo saboroso e muito fácil de preparar, cujos ingredientes você encontra nos supermercados abertos para dar o suporte a população. Trata-se dos Potinhos de Siri. Confira!



Ingredientes:
(rende 6 porções)

500g de carne de siri
300g de filé de peixe branco
Molho de 2 tomates
1 cebola picada
2 dentes de alho picados
3 colheres sopa de azeite de oliva
1 colher sopa de azeite de dendê
150 ml de leite de coco
3 fatias de pão de forma esmigalhados
Pimenta preta moída na hora
Meia xícara salsinha picada
Meia xícara de farinha de rosca
Meia xícara queijo parmesão ralado

Preparo:

Processe o filé de peixe branco para deixá-lo como se fosse um guisado. Aqueça o azeite de dendê e o de oliva numa panela. Junte a cebola e o alho e retoque. Peça a um dos filhos que coloque o pão numa tigela e derrame o leite de coco e deixe o pão absorver e umedecer. Reserve. Junte a carne de siri e o filé de peixe guisado. Refogue e em seguida some o molho de tomate, tempere com o sal, pimenta e salsinha e deixe cozinhar por cerca de 10 minutos. Junte o pão e o leite de coco onde foi hidratado e misture bem. Corrija o sal e a pimenta e deixe cozinhar por mais 10 minutos. Desligue e peça para a garotada que monte os potinhos de cerâmica ou louça colocando um pouco do cozido em casa um. Junte a farinha de rosca e o queijo ralado, misture e coloque uma pouca cobertura sobre cada potinho. Aqueça o forno a 200o.C e leve os potinhos para gratinar por cerca de 15 minutos. Sirva regado com gotas de limão!

quarta-feira, 1 de abril de 2020

Rapariga da Quinta Colheita Selecionada 2017


A região do Alentejo em Portugal é exuberante na produção de vinhos tintos dotados de corpo, maciez, coloração e carga aromática. São vinhos com ótima concentração de fruta e frescor. Lá são produzidos vinhos desde a época dos romanos em suas andanças conquistatórias e até hoje muitos rótulos são fermentados em ânforas, um tipo de vaso feito de terracota. As principais castas lá cultivadas são a Trincadeira, a Aragonês, a Alicante Bouchet, a Castelão e a Touriga Nacional, entre outras. Com mais de 22 mil hectares de vinhedos plantados, a região de Alentejo produz, anualmente, cerca de 88 milhões de litros de vinho, sendo responsável pela maior parte da produção de vinhos de Portugal. Um dos vinhos tintos jovens produzidos nesta saborosa região vinícola é o Rapariga da Quinta Colheita Selecionada 2017 com sua cor rubi brilhante, aromas destacados de frutas vermelhas (cerejas em especial), levemente alcoólico, fresco, mineral, e com notas defumadas, de hibisco e melaço. No paladar mostra taninos suaves, macios, boca frutada, amplo final e ótimo retrogosto. É elaborado pelo corte de Aragonez, Alicante Bouschet e Cabernet Sauvignon e produzido pela Luís Duarte Vinhos.  

Amadurece 6 meses em barricas de carvalho francês.

Combina com carnes vermelhas assadas churrasco, bacon, massa a bolonhesa, berinjela assada, tomate seco e queijos médios.

Ideal ser servido na temperatura de 15 a 17°C e possui 14% de graduação alcoólica.

Você encontra os vinhos portugueses na Wein Haus, loja especializada em vinhos, localizada na Rua João Pessoa 895, Santa Cruz do Sul, fone (51) 3711.3665, whatsapp (51) 98416.6407 e site www.weinhaus.com.br e que neste período de restrições pelo Covid-19 possui serviço de tele entrega de vinhos a domicílio, confira!

E lembre-se: se beber, NÃO DIRIJA!     

quinta-feira, 26 de março de 2020

As torradinhas TikTok!


O resgate da família no entorno da mesa será um dos grandes legados deste estado de calamidade.

O isolamento social é inevitável e extremamente necessário para a proteção das vidas de todos. Ficar em casa, resguardados e saindo o mínimo possível é a melhor maneira de vencermos esta guerra impiedosa contra um inimigo que sequer usa armas. E conscientizar as pessoas próximas a fazer a mesma coisa, o nosso dever. Neste novo ambiente que se instala, criam-se novas rotinas o que num primeiro momento não é fácil e nem é festa, exige isto sim boa vontade e criatividade. E de hoje e pelas próximas semanas irei trazer receitas que possam ser elaboradas em família, com os filhos auxiliando na elaboração e preparo destas lidas na cozinha, o mais democrático lugar da casa! Portanto a primeira receita é a de Torradinhas TikTok (se você não sabe o que é TikTok pergunte a seus filhos maiores de 7 anos!!!). Confira!


Ingredientes:
(para 4 pessoas)

4 fatias de pão caseiro de sua escolha
2 ovos
4 fatias de salamito italiano
4 folhas de alface
4 fatias de tomate
4 fatias de queijo
Azeite de oliva
Temperos frescos para decorar

Preparo:

O primeiro passo é todos lavarem as mãos e higienizarem com álcool em gel. Depois um dos membros da família lava bem os tomates e a alface usando um pouco de vinagre e deve cortar as fatias de tomate e adequar as folhas de alface ao tamanho das fatias de pão. Peça ao filho mais velho que prepare uma omelete com os ovos usando uma pitada de pimenta, orégano e sal apenas. Assim que pronto reservar. O outro filho pode montar as torradas na seguinte ordem: colocar sobre cada fatia de pão regada com um fio de azeite de oliva o queijo, o salamito, o tomate, a alface, a omelete e finalizar com os temperos frescos. Aquecer uma frigideira antiaderente com um fio de azeite e colocar as torradas para dar uma leve tostada! Dispor as torradas numa única tábua ou em pratinhos individuais. Reunir todos no entorno da mesa e servir em seguida! Bom apetite e cuidem-se neste período de quarentena!


quarta-feira, 25 de março de 2020

Don Guerino Sinais Riesling 2019


A Riesling é uma das mais tradicionais castas brancas, extremamente aromática e com exponencial personalidade. É originária da Alemanha onde teve seu cultivo iniciado pelos romanos nos vales do Mosel e do Reno. Esta uva apresenta duas variações, a “Renana” de maior qualidade e a “Itálica” menos expressiva. Adapta-se muito bem aos climas mais frios, como Alemanha, França, Áustria, Canadá e também pela Austrália e outros países como o Brasil. Em todas as regiões, deve apresentar acidez destacada, o que é uma de suas principais características. Seus aromas primários mais encontrados são petroláceos (petróleo, querosene, diesel, borracha), minerais (fósforo, pólvora, ferro, alumínio), frutas brancas (maçã verde, pêra, pêssego e damasco) e florais (flores brancas e amarelas, pétala de rosas). Na boca além da acidez destacada possui álcool equilibrado e corpo médio. Os aromas podem entregar grama cortada, mel, manteiga, petroláceos, minerais, tangerina, melão e flores. 

Um dos exemplares nacionais desta casta é o Don Guerino Sinais Riesling 2019, produzido pela vinícola de Alto Feliz. Possui cor palha claro com nuances esverdeadas, nariz mineral, fruta branca (sidra, melão, pêssego, abacaxi), flor de laranjeira, muito fresco e agradável. Boca com fruta branca macerada, leve, fresco, ótima acidez e persistência.

Harmoniza com saladas, canapés, frutos do mar na chapa, casquinha de siri e algumas carnes brancas.

Ideal ser servido na temperatura de 6 a 8°C e possui 13% de graduação alcoólica.

Você encontra os vinhos Don Guerino na Wein Haus, loja especializada em vinhos, localizada na Rua João Pessoa 895, Santa Cruz do Sul, fone (51) 3711.3665 e site www.weinhaus.com.br

E lembre-se: se beber, NÃO DIRIJA!     

Alimentos que auxiliam a fortalecer o sistema imunológico


Imunidade é o nome que se dá à capacidade do organismo de se defender de invasores, no caso vírus, bactérias ou fungos. Quando ela está baixa, as pessoas ficam muito mais propensas a ter pequenas e grandes infecções e quadros como gripes. Para evitar o contágio com o coronavírus uma das dicas dos profissionais da saúde é consumir alimentos que ajudem a fortalecer esta imunidade. O ideal é dar suporte ao corpo para melhorar as defesas do organismo. Segue algumas dicas de alimentos que fortalecem o sistema imunológico:


- gengibre, própolis, cardamomo, alecrim, orégano e cúrcuma: com efeito anti-inflamatório natural, devem ser incluídos nas receitas do dia a dia, inclusive em sucos;

- laranja, limão, abacaxi, kiwi, acerola, ameixa, uvas: ricas em flavonoides, ajudam no combate os radicais livres, prevenindo o envelhecimento celular. As frutas cítricas: laranja, acerola, kiwi, tomate, além de brócolis, couve e pimentão verde e vermelho são ricas em vitamina C, antioxidante que aumenta a resistência do organismo;

- alho e cebola: possuem ação antiviral;

- alimentos com ômega 3: sementes, folhas escuras, azeite, peixes e leguminosas são ricos nessa gordura “do bem".  Os vegetais verdes escuros citados(brócolis, couve, espinafre) são ricos em ácido fólico e auxilia na defesa do organismo, e também pode ser encontrado no feijão, cogumelos (como o shimeji e o shiitake) e a carne de fígado;

- abacate, chia, linhaça, peixe e coco: contêm gorduras boas;

- alimentos ricos em zinco: carne, cereais integrais, castanhas, sementes e leguminosas (feijão, lentilha, ervilha, grão de bico) são ricos em zinco, nutriente que combate resfriados, gripes e outras doenças do sistema imunológico;

- oleaginosas: além de zinco, as nozes, castanhas, amêndoas  são ricos em vitamina E. Ela é benéfica, principalmente para os idosos, agindo no combate à diminuição da atividade imunológica por conta da idade.

quinta-feira, 19 de março de 2020

O espetinho de frutos do mar!


Que tal um churrasco diferente?

O verão está acabando neste final de semana e com lá se vão os períodos de calor e os banhos de piscina, rio, mar, mangueira ou chuveiro gelado! Mas algumas boas e leves receitas do clima quente todos podem cultivar na entrada do outono, como este preparo de frutos do mar em espetinhos levados ao fogo da churrasqueira. Confira!


Ingredientes:
(para 4 pessoas)

250g de filé de salmão
250g de camarão médio/grande
250g de filé de cação
250g de tentáculo de polvo já cozido
10 tomates cereja médios
1 pimentão pequeno vermelho
1 pimentão pequeno amarelo
1 pimentão pequeno verde
1 cenoura
1 cebola cortada em pétalas grandes
2 colheres de sopa de azeite de oliva
1 dente de alho picadinho
Salsinha picadinha
Suco de 2 limões
Pimenta líquida e sal à gosto
Espetinhos de madeira

Preparo:

Cortar o salmão e o cação em cubos de cerca de 3 cm. Cortar os tentáculos de polvo previamente cozidos por cerca de 45 minutos em fatias de cerca de 3 cm. Cortar os pimentões em pedaços de tamanho semelhante aos peixes. Fatiar a cenoura em fatias de 1 cm. Reservar tudo. Preparar o tempero colocando numa tigela o suco de limão, azeite de oliva, alho, salsinha, pimenta e sal. Misturar bem e reservar na geladeira. Mergulhar os espetinhos de madeira em água para molhá-los – assim quando forem a brasa não queimarão com o calor da churrasqueira – e em seguida montá-los colocando uma peça de cada vegetal e uma peça de cada fruto do mar em cada espetinho. Tempere pincelando a mistura colocada na geladeira. Leve a grelha da churrasqueira por cerca de 10 a 15 minutos virando para assar de todos os lados. Sirva!  


terça-feira, 17 de março de 2020

Alto Las Hormigas Tinto 2018 - um tinto com aporte de branco!


O vinho mendocino Alto Las Hormigas Tinto 2018 é um blend de uvas tintas como dito mas que leva um corte de uva branca na sua composição: 48% de Bonarda, 45%  de Malbec e 7% de Sémillon. A Sémillon contribui na acidez e na leveza do conjunto, aportando um toque inusitado a este argentino. Já havia provado rótulos tintos aportados com castas brancas no Uruguai pelas mãos do amigo e sommelier Daniel Arraspide em minhas andanças por lá. Este rótulo da linha de entrada da bodega apresentou coloração rubi profundo e brilhante com nariz percebendo inicialmente um ataque alcoólico, depois frutas vermelhas silvestres, groselha, cereja, framboesa, violetas, também couro, toque salgado e defumado. Boca com médio corpo, acidez presente, mas taninos redondos, leve mentolado, tostado e fruta presente, ampla persistência.

Este tinto não passa por barricas mas amadurece 9 meses em tanques de concreto.

Harmoniza com churrasco, risoto de cogumelos e cogumelos recheados, massa a bolonhesa, charcutaria e queijos duros.

Ideal ser servido na temperatura de 16 a 18°C e possui 13,5% de graduação alcoólica.

Você encontra os vinhos da Bodega Alto Las Hormigas na Wein Haus, loja especializada em vinhos, localizada na Rua João Pessoa 895, Santa Cruz do Sul, fone (51) 3711.3665 e site www.weinhaus.com.br

E lembre-se: se beber, NÃO DIRIJA!     

quinta-feira, 12 de março de 2020

O caldo de mexilhões!


Este molusco exótico e recheado de sabor é o principal ingrediente deste caldo delicioso!

O mexilhão é um molusco muito consumido como fonte de alimento. Vive numa grande variedade de habitats, de áreas entre marés a zonas completamente submersas, com uma vasta gama de temperaturas e salinidade. Desde o século XIII já era cultivado na Europa e ainda hoje junto coma China são os principais produtores seguidos do Chile e da Nova Zelândia. O mexilhão é a espécie de molusco mais versátil em termos de apresentação e embalagem. Pode ser vendido a granel, pré-embalado, a vácuo, pronto para ser utilizado. Pode ser encontrado com ou sem casca. E este molusco ilustra a receita de hoje, o Caldo de Mexilhões!


Ingredientes:
(para 6 pessoas)

500g de mexilhão com ou sem cascas
2 batatas cortadas em cubos
2 colheres de sopa de azeite de oliva
1 colher de chá de azeite de dendê
1 cebola picadinha
2 dentes de alho picadinhos
2 tomates sem sementes e sem pele picado
1 pimentão verde picado
1 pimentão vermelho picado
100ml de leite de coco 
Pimenta líquida e sal à gosto
Salsinha picadinha

Preparo:

Em uma panela, em fogo médio, cozinhe a batata na água até amaciar. Deixe amornar, bata no liquidificador com a água do cozimento e reserve. Em uma panela, em fogo médio, aqueça os azeites. Refogue a cebola, o alho, o tomate e o pimentão por 2 minutos. Adicione o mexilhão e refogue por 3 minutos. Acrescente o leite de coco e deixe levantar fervura. Adicione a batata batida para engrossar o molho. Deixe levantar fervura, desligue o fogo e tempere com sal e pimenta. Sirva em seguida salpicado com salsinha e com pães torrados.


quarta-feira, 11 de março de 2020

Os enólogos brasileiros afirmam: 2020 será a melhor safra de vinhos de todos os tempos!



“Estamos diante da safra das safras”. Emocionado com o que viu nesta colheita da uva, o presidente da Associação Brasileira de Enologia (ABE), Daniel Salvador, comemora o resultado de um ano de trabalho junto ao vinhedo. Segundo ele, o comportamento climático e as condições técnicas atuais foram determinantes para considerar esta safra a melhor de todos os tempos. A avaliação chega de todas as partes, a partir da troca de informações entre enólogos que atuam nas mais diversas regiões produtoras do Brasil.
“Esta vindima foi bela, uma escultura, um monumento que a natureza nos deu. Deste momento em diante é conosco”, declara o presidente. “Estamos tendo a oportunidade de colocar em prática tudo o que aprendemos na escola e com a experiência adquirida. É um misto de alegria e satisfação que emociona. Não se faz um vinho sozinho. E este ano, a mãe natureza fez a sua parte de forma esplêndida. Agora, nós, enólogos, precisamos ter a sensibilidade e o conhecimento suficientes para gerar o melhor vinho com equilíbrio, sintonia”, destaca.
O presidente chama a atenção para a possibilidade de conhecer um patamar de vinhos que serão descobertos em breve. Nunca o Brasil, tanto vinícolas, quanto enólogos, esteve tão preparado tecnicamente, com profundo conhecimento, precisão na Viticultura e Enologia, para receber e processar uma matéria prima de tamanha qualidade. “Os primeiros resultados são surpreendentes. Esta safra veio para coroar todo esforço empenhado em anos de trabalho e pesquisa. Não há cidade, região ou estado, que ousa falar mal desta safra. Os elogios vêm de todas as partes, de todos com quem conversei”, complementa.


Todo vinho tem uma longa caminhada. E com esta performance, certamente novos vinhos surgirão, com novas propostas, novos estilos, novas descobertas. “Chega a ser cinematográfico. Peguei um cacho de Merlot na mão e me emocionei. Só pensei em dizer Obrigado à mãe natureza. Me senti forte, realizado e inspirado para transformar esta uva no melhor vinho que já fiz na vida”, conclui.



terça-feira, 10 de março de 2020

Casa Valduga Identidade Marselan 2014 - que vinho instigante!


Uma das mais surpreendentes regiões vitivinícolas do Brasil está na Serra do Sudeste, mais precisamente em Encruzilhada do Sul, berço para uvas que fogem das tradicionais. De lá saem vinhos elaborados com Touriga Nacional, Teroldego, Barbera, Ancellota, Arinarnoa, Alicante Bouschet e Marselan entre outras. Uma da vinícolas mais antigas e desbravadoras naquela região é a Casa Valduga, que produz o excelente Casa Valduga Identidade Marselan 2014. A Marselan é uma casta oriunda do cruzamento da Cabernet Sauvignon (acidez) com a Grenache (leveza e versatilidade). Tal vinho possui cor rubi que preenche a taça com sua profundidade. Traz aromas evoluídos com muita fruta vermelha (cereja em especial), também balsâmico, baunilha, couro, tabaco doce, especiarias e toque mineral. Em boca é confortável, entrega taninos suaves e macios, equilibrado, médio corpo, frutado, balsâmico e tabaco no final e ampla persistência.  Estagia por 8 meses em carvalho francês.

Harmoniza com carnes vermelhas assadas, bife a parmegiana, massas com molho quatro queijos e queijos médios.

Ideal ser servido na temperatura de 16 a 18°C e possui 13% de graduação alcoólica.

Você encontra vinhos Casa Valduga na Wein Haus, loja especializada em vinhos, localizada na Rua João Pessoa 895, Santa Cruz do Sul, fone (51) 3711.3665 e site www.weinhaus.com.br

E lembre-se: se beber, NÃO DIRIJA!      

quinta-feira, 5 de março de 2020

A massa com molho de linguiça!


A linguiça é um dos mais democráticos embutidos e o ingrediente principal na receita de hoje!

A linguiça que conhecemos por aqui nasceu em Portugal onde é chamada de enchido. A linguiça tem vocação para juntar gente e para criar clima de festa. É um prato de fácil preparo, aceita variados acompanhamentos e pode ser servida tanto na entrada ou como prato principal. E lá na sua origem milenar quando o caçador abatia um animal muito grande, maior do que a capacidade de consumo da tribo, picava-se a carne, temperava-se com sal e ervas e a preservava nas tripas dos animas. E é a linguiça que ilustra a receita de hoje, acompanhe!



Ingredientes:
(para 4 pessoas)

500g de massa tipo penne ou farfale
300g de linguiça suína defumada fatiada
1 colher de sopa de azeite extra virgem
1 cebola média picadinha
2 dentes de alho picadinhos
2 xícaras de caldo de galinha
2 xicaras de molho de tomate
Meia xícara de creme de leite
1 xícara de queijo cheddar ralado
Cebolinha verde fatiada a gosto
Sal e pimenta a gosto

Preparo:

Em uma panela adicione o azeite e aqueça, junte a cebola e a linguiça e cozinhe até dourar levemente. Junte Adicione o alho, misture bem e junte o caldo de galinha, o molho de tomate, o creme de leite e tempere. Cozinhe a massa e assim que estiver “al dente”, escorra e junte ao molho. Misture bem em fogo baixo. Desligue, misture metade do queijo e mexa bem. Depois despeje o restante do queijo por cima e cubra a panela por cerca de 5 minutos. Salpique com a cebolinha verde fatiada e sirva!  

Você sabia?



A linguiça existe há mais de 4 mil anos e tem origem romana. Seu nome seria um derivado da palavra “luganega”, referente a lucano. Os lucanos foram um povo de origem samnita, que se estabeleceu na região montanhosa da Itália meridional no século V a.C. Muitos séculos atrás essa tribo comandou grande parte daquela península,  deixando como legado para os romanos o método de embutir carnes. A linguiça foi apresentada ao Brasil pelos portugueses, que lá é chamada de enchido. Originalmente a linguiça era feita com carne de porco, alho, cebola e páprica; atualmente existe uma infinidade de derivações deste embutido tradicional na mesa dos brasileiros.

quarta-feira, 4 de março de 2020

Ramirana Carmenere Gran Reserva 2008 - que vinhaço!


Continuamos na dica desta semana com comentário sobre mais um vinho de guarda, desta vez de um tinto chileno elaborado com uma das uvas ícones daquele país, a Carmenére. O Ramirana Carmenere Gran Reserva 2008 é produzido pela Vinícola Ventisquero, dos vinhedos situados no Vale do Maipo. Com 12 anos de safra e sabedor que o vinho chileno evolui muito bem quando adormecido a expectativa era enorme e realmente foi atendida em sua plenitude! Os aromas exuberantes logo saltaram para fora da garrafa ao ter a rolha retirada com uma doçura de frutas vermelhas e negras maduras e maceradas, compota e um toque de baunilha e melaço, além de chocolate e um toque terroso. Bela coloração rubi púrpura, brilhante e profunda. Boca sedosa, plena, frutada doce, leve tostado, taninos macios, redondos e equilibrados, ampla persistência e retrogosto ótimo!

Envelheceu 12 meses em barris de carvalho francês.

Harmoniza com carnes vermelhas em molho escuro, algumas caças, queijos fortes e maduros.  

Ideal ser servido na temperatura de 18°C e possui 14% de graduação alcoólica.

Você encontra vinhos Carmenére chilenos na Wein Haus, loja especializada em vinhos, localizada na Rua João Pessoa 895, Santa Cruz do Sul, fone (51) 3711.3665 e site www.weinhaus.com.br

E lembre-se: se beber, NÃO DIRIJA!     

quinta-feira, 27 de fevereiro de 2020

A pasta com molho de tomates secos!


O tomate é um ingrediente milenar que desidratado dá origem a este molho saborosíssimo!

Os tomates secos são uma iguaria exótica e deliciosa e que tem sua utilização datada desde séculos atrás, tendo sido inicialmente desidratados pelo sol quente dos vilarejos ao Sul da Itália! Lá o pomodori secchi é originariamente produzido de forma artesanal o que ainda ocorre apenas trocado o sol pelo forno quente e o encurtamento do tempo do processo que antes durava dias e agora leva em média, de três a cinco horas para ficar pronto. O sucesso da produção de tomate seco é atribuída à variedade utilizada, que deve ter frutos de parede grossa, com poucas sementes e boa firmeza. Nos últimos anos este ingrediente de sabor agridoce vem mostrando significativa expansão na gastronomia de todo o mundo, incluindo a brasileira, onde chegou a partir da década de 60. A iguaria pode ser utilizada em grande parte de pratos como antepastos, canapés, salgados, risotos, massas, pizzas e até mesmo, nas carnes vermelhas, frutos do mar e frango. Uma receita muito fácil e saborosa de ser preparada é a Pasta com Molho de Tomates Secos, cuja receita segue abaixo.


Ingredientes:
(para 4 pessoas)

500g de talharim
200g de tomates secos
250g de nata
250g de requeijão cremoso
50g de manteiga
Azeite de oliva
Alecrim
Pimenta do reino moída e sal à gosto

Preparo:



Em um processador ou liquidificador juntar o tomate seco, a nata, o requeijão e o fio de azeite de oliva e bater bem até a mistura ficar bem diluída. Aquecer a manteiga em uma panela e adicionar a mistura feita no processador e em fogo baixo ir mexendo aos poucos e juntar a pimenta, o sal e uma pitada de alecrim. À parte, cozinhar o talharim, escorrer e juntar ao molho, misturando bem para incorporar. Servir e decorando com tomates secos, queijo parmesão ralado e endro desidratado.    

quarta-feira, 26 de fevereiro de 2020

Don Giovanni Merlot 2006


Guardado de longa data ainda possuía em minha adega um exemplar, filho único, de Don Giovanni Merlot 2006, vinho produzido pela vinícola homônima em Pinto Bandeira, na Serra Gaúcha. Ainda estava ótimo, o que é marcante para um vinho com 14 anos de safra, mas não surpreendente pois trata-se de um vinho gaúcho produzido num terroir diferenciado que privilegia a guarda. 

Deixei-o no decantador arejando por cerca de uma hora para depois provar este vinho que mostrou-se equilibrado, elegante e macio. Apresentou cor púrpura e rubi muito brilhante e trouxe ao nariz aromas frutados (cassis e ameixa) e evoluídos com tabaco, tostado – café - e toque herbáceo. Na boca revelou-se estruturado, com ótimo equilíbrio, acidez na medida, taninos redondos e maduros. Vinho de média persistência e confortável retrogosto. Envelheceu em barris de carvalho, americano e francês por cerca de 8 meses.

Vai muito bem com carnes grelhadas de bovino, cordeiro e suíno e ainda harmoniza com massas com molhos vermelhos e de funghi.

Ideal ser servido na temperatura de 16°C e possui 13% de graduação alcoólica.

E lembre-se: se beber, NÃO DIRIJA!     

quinta-feira, 20 de fevereiro de 2020

A fraldinha recheada na brasa!

Macio e saboroso, este corte fica uma delícia preparado na brasa da churrasqueira!

A fraldinha é um corte bovino que fica localizado entre a ponta da costela e a perna traseira do boi e também é chamado de vazio, mas não pega aquela parte da gordura. Geralmente possui cerca de 1,5 kg e altura de 3 a 5cm. Muito consumida nos Hermanos Argentina e Uruguai, o melhor preparo é na brasa. Em inglês leva o nome de flank steak, em francês, é bavette e em italiano, brasatto. É constituída de fibras musculares mais grossas e longas o que deixa a carne mais macia e suculenta. E a receita de hoje se utiliza deste corte recheado na brasa! Confira


Ingredientes:
(para 4 pessoas)

1kg de fraldinha bem fina
2 colheres de sopa de azeite de oliva
2 colheres de sopa de vinagre balsâmico
2 dentes de alho amassados
1 cálice de vinho branco seco
2 pimentões vermelhos assados e abertos
3 colheres de sopa de salsinha picada
10 fatias de presunto
Folhas de manjericão fresco
3 colheres de sopa de parmesão ralado
Pimenta do reino moída e sal à gosto

Preparo:

Prepare uma marinada para a carne misturando o azeite de oliva, o vinagre, o alho, o vinho e a pimenta. Disponha a fraldinha num saco plástico e derrame a marinada sobre ela, depois feche bem o saco e deixe marinar na geladeira por cerca de 4 horas. Se a fraldinha for grossa, abra pela lateral e faça dois bifões mais finos. Após, retire do tempero mas não jogue fora e coloque a carne numa tábua e tempere com sal. Disponha sobre a fraldinha os pimentões, a salsinha, as fatias de presunto, as folhas de manjericão e polvilhe com parmesão. Enrole a carne no sentido do comprimento com barbante. Leva a churrasqueira para assar a média altura por cerca de 30 minutos virando algumas vezes. Aqueça numa frigideira o líquido da marinada temperando com sal e deixe reduzir por cerca de 10 a 15 minutos. Reserve. Retire a carne do fogo, deixe descansar por 5 minutos, retire o barbante e corte em fatias de cerca de 3 cm cada. Regue com a redução da marinada e sirva acompanhado de arroz branco e salada de folhas verdes. 

quarta-feira, 19 de fevereiro de 2020

Enrique Foster Malbec 2014 Edición Limitada

O vinho tem a capacidade de proporcionar um estado de relaxamento lento e gradual no transcorrer do seu desarrolho. Ele se inebria com o contexto em que foi aberto e, por isso, cada garrafa é diferente da outra, mesmo sendo a mesma garrafa, do mesmo produtor, mesma safra e uva. E nada melhor que abrir um vinho de um grande produtor, mas sem pompa e circunstância, apenas pela curiosidade em degustá-lo. 

Assim foi com o tinto mendocino Enrique Foster Malbec 2014 Edición Limitada. Um vinho definitivamente elegante, complexo e encantador! De imediato a sua cor rubi violeta prende o olhar e estimula a curiosidade sobre o que está por vir. Logo ao aproximar a taça do nariz desperta aromas carregados de frutas negras, com notas que remetem a café e tabaco – características vindas das barricas de carvalho francesas onde descansa por 14 meses. Esta palheta de aromas insinua o palato que acomoda sua maciez, estrutura, equilíbrio e ampla persistência.   
             
Faz par com carnes vermelhas grelhadas, também vegetais por este método coctivo, além de carnes de caça na panela e carne de suíno no forno.

Possui 14,6% de graduação alcoólica e o ideal é ser consumido na temperatura entre 15 a 17oC.

E lembre-se: se beber, NÃO DIRIJA!     

sexta-feira, 14 de fevereiro de 2020

Vinícola Aurora está completando 89 anos de fundação hoje!

Líder de mercado, Vinícola Aurora celebra 89 anos com faturamento histórico de R$ 558 milhões


A tradição atrelada a tecnologia de ponta contam a história da Vinícola Aurora, a maior cooperativa do segmento do Brasil. Prestes a completar 89 anos, em 14 de fevereiro (sexta-feira), a empresa alçou voos muito mais altos daqueles imaginados pelas 16 famílias produtoras de uva de Bento Gonçalves que a fundaram em 1931. Hoje, a Aurora conta com a dedicação de 1,1 mil famílias associadas, em 11 municípios, e o engajamento de 500 funcionários divididos em três unidades em Bento Gonçalves e outra em Pinto Bandeira.  

A arte de criar e reinventar, associadas a virada tecnológica, fazem com que a empresa – uma das mais antigas do setor – continue mirando para longe do horizonte. Em 10 anos, o faturamento quase triplicou, atingindo R$ 558 milhões em 2019, o melhor desempenho de toda sua história. O resultado, mais uma vez, a consolida como a vinícola que mais fatura no país e também como líder de mercado nas categorias de vinhos finos, sucos de uva e coolers. O suco representa cerca de 60% da receita total da empresa.

As exportações também vêm se destacando. Em 2019, 756 mil garrafas foram comercializadas para mais de 20 países, sendo Paraguai, China e Estados Unidos os principais compradores.

Por ano, são envasado 64,5 milhões de litros de produtos vinícolas, divididos em 220 itens que compõe o portfólio das 13 marcas da vinícola. Sem falar das novas bebidas: a cada safra, são, em média, cinco lançamentos. Atualmente, os vinhos, espumantes, sucos de uva, destilados e cooler da Aurora estão em todos os estados brasileiros e no Distrito Federal. São Paulo, Rio Grande do Sul e Rio de Janeiro lideram o ranking.
         
Nessas quase nove décadas, a agricultura familiar continua sendo a base de sustentação do negócio: mais de 60 variedades de uvas Vitis Vinífera, Americanas e Híbridas são cultivadas pelos associados em 2,8 mil hectares nas cidades de Bento Gonçalves, Veranópolis, São Valentim do Sul, Guaporé, Cotiporã, Monte Belo do Sul, Santa Teresa, Pinto Bandeira, Vila Flores, Farroupilha e Garibaldi. Todas as propriedades ficam dentro de uma raio de 50 quilômetros da unidade industrial da vinícola, o que garante melhor frescor da fruta e evita a fermentação indesejada.

Se na primeira vindima coletiva (1932) foram colhidos 317 mil quilos de uva, hoje os números impressionam, com a produtividade de cerca de 85 milhões de quilos da fruta (entre associados e terceiros) representando, aproximadamente, 15% do total da safra gaúcha para processamento. Durante a vindima, as unidades da vinícola chegam a receber 2,5 milhões de quilos da fruta por dia.   
           
“A Aurora elabora produtos que atendem a todos os públicos, desde o suco de uva, passando pelos diferentes estilos de vinhos e espumantes, desde linhas mais simples até rótulos premium, até opções de soft drink, como o Keep Cooler. As bebidas são resultado do esforço e dedicação de famílias que estão sempre em busca da matéria prima de qualidade e com procedência. São pequenos produtores que unidos formam a maior vinícola do Brasil”, ressalta o diretor superintendente da cooperativa, Hermínio Ficagna.
          
Duplicar o faturamento nos próximos cinco anos é um dos objetivos da vinícola Aurora com a nova unidade inaugurada em maio de 2019 no Vale dos Vinhedos, em Bento Gonçalves. A nova planta industrial é a primeira fábrica do Brasil com certificado LEED versão 4.0, ou seja, é 100% sustentável. A unidade possui uma área total superior a 18 mil metros quadrados, com estrutura para abrigar o crescimento contínuo da vinícola por décadas.        

O diretor superintendente da cooperativa, Hermínio Ficagna, lembra que as conquistas obtidas nesses 89 anos só foram possíveis graças à dedicação de vitivinicultores, à constante modernização do parque industrial, à alta tecnologia das unidades e aos rigorosos padrões exigidos nos processos de produção.       
    
“O cuidado extremo com a rotina produtiva, observado a partir da plantação das mudas ao engarrafamento do produto, faz parte da receita de crescimento constante da Aurora durante todos esses anos”, analisa o superintende.

Os números:

Agricultura familiar:
· 1,1 mil famílias associadas;
· 2,8 mil hectares de área cultivada em 11 municípios da Serra Gaúcha: Bento Gonçalves, Veranópolis, São Valentim do Sul, Guaporé, Cotiporã, Monte Belo do Sul, Santa Teresa, Pinto Bandeira, Vila Flores, Farroupilha e Garibaldi;
· Mais de 60 variedades de uvas cultivadas. Entre as principais: Merlot, Cabernet Sauvignon, Chardonnay e Pinot Noir (Vitis Viníferas) e Isabel, Concord, Seibel e Bordô (Americanas e Híbridas);
· Previsão para a safra 2020: 85 milhões de quilos de uva, representando cerca de 15% da estimativa estadual.    
    
Estrutura:
· 135 mil metros quadrados de área construída no município de Bento Gonçalves. Em 2009, eram 110 mil metros quadrados;        
· Capacidade de recebimento de uva na unidade industrial: 2,5 milhões de quilos por dia. Em 2009, eram 1,9 milhões de quilos por dia;         
· Tanques de aço inox com capacidade de estocagem de 74 milhões de litros;
· 375 barricas de carvalho francês e americanos;
· 500 funcionários. Em 2009, eram 322 profissionais;        
· Responsável pela vinificação: Flávio Zílio (enólogo-chefe).

Comercializações:
· R$ 558 milhões em faturamento em 2019, o melhor desempenho dessas quase nove décadas. Em 2009, foram R$ 196 milhões;        
· 64,5 milhões de litros envasados em 2019: 13,5 milhões de vinhos tranquilos; 4,1 milhões de espumantes; 42,7 milhões de sucos de uva; 3,3 milhões de cooler; 181 mil de filtrado doce e 528 mil de frisante. Em 2009, o total foi de 26 milhões de litros;        
· Produtos vendidos para todos 26 estados brasileiros e o Distrito Federal, sendo São Paulo, Rio Grande do Sul e Rio de Janeiro os principais compradores;
· 756 mil garrafas exportadas para mais de 20 países, sendo Paraguai, China e Estados Unidos os principais compradores;
· Escritórios administrativos no Rio Grande do Sul, São Paulo e Rio de Janeiro e representantes comerciais em todos os estados brasileiros e no Distrito Federal;
· Representes comerciais na China, nos Estados Unidos e em Portugal, além de importadores em outros países;
· 220 produtos, divididos em 13 linhas: Aurora, Pequenas Partilhas, Casa de Bento, Conde Foucauld, Marcus James, Keep cooler, Sangue de Boi, Contry Wine, Maison de Ville, Sain Germain, Prestige, Brazilian Soul (marca destinada ao mercado externo) e Clos des Nobles.

Enoturismo:
· Pioneira no enoturismo na Serra Gaúcha (1967);
· 202 mil visitantes em 2019: 12,22% a mais que o mesmo período do ano anterior (180 mil turistas). Em 2009, passaram pelo espaço 136 mil turistas.   
     
Premiações:
· Vinícola mais premiada do país, com 698 condecorações conquistas em concursos brasileiros e internacionais, sendo 41 delas em 2019, em certames como o Decanter Wolrd Wine Awards (Inglaterra), International Wine Challenge (Inglaterra), Challenge International du Vin (França), Vinalies International (França), CataD'Or Wine Awards (Chile) e Vinus (Argentina).

quinta-feira, 13 de fevereiro de 2020

O bolinho de bacalhau!

Na beira da piscina, no barzinho, na varanda de casa, o bolinho de bacalhau combina com qualquer ambiente!

O bolinho de bacalhau é adorado por quase todos e é um dos mais consumidos nos balcões de bares, botecos e bistrôs do mundo e sua proximidade com um chope bem gelado, uma caipirinha ou mesmo um vinho português causa inveja a muitas harmonizações enogastronômicas. Lá em Portugal eles se chamam pastéis e são moldados na colher de sopa podendo ser servidos na temperatura ambiente. Aqui no Brasil são conhecidos como bolinhos e devem ser comidos quentes. A história deste peixe é milenar. Os vikings são considerados os pioneiros na descoberta do cod gadus morhua, espécie que era farta nos mares que navegavam. Como não tinham sal, secavam o peixe ao ar livre, até que perdesse quase a quinta parte de seu peso e endurecesse como uma tábua de madeira, para ser consumido aos pedaços nas longas viagens que faziam pelos oceanos. Mas foram os bascos, povo que habitava a divisa da Espanha e França e conhecedores do sal através de registros do século XI que faziam o comércio do bacalhau curado, salgado e seco.  Já os portugueses descobriram o bacalhau no século XV, na época das grandes navegações e logo foi incorporado a sua cultura alimentar sendo até hoje uma de suas principais tradições. E foram estes que trouxeram o bacalhau para o Brasil na época do descobrimento donde nos acompanha até hoje! Confira a receita do bolinho de bacalhau!
  


Ingredientes:
(para 20 unidades)

500 g de batata cozida
750 g bacalhau (cozido e desfiado)
1 dente de alho picado
Meia xícara cebola picada
Meia xícara salsa picada
1 clara de ovo batida em neve
Meia colher de chá de noz moscada
2 litros de óleo para fritar

Preparo:

Amassar a batata e deixe esfriar, juntas as batatas e o bacalhau. Depois acrescentar os demais ingredientes até obter uma mistura homogênea. Preparar os bolinhos no formato de croquete e fritar em óleo quente. Servir acompanhado de limão, azeite de oliva e pimenta.

terça-feira, 11 de fevereiro de 2020

Otto Nature Sur Lie 2016

Outro dia degustei mais um dos bons rótulos Sur Lie - termo francês que significa “sobre as borras” – vindo da Serra Gaúcha e que comemora os 8 anos da Adega Refinaria de Bento Gonçalves. O Otto Nature Sur Lie 2016 é elaborado 100% com uvas Chardonnay e repousa sob as leveduras por no mínimo 36 meses.

De cor amarelo palha com reflexos dourados possui turbidez devido as leveduras presentes. Perlage fino e persistente, volumoso e formador de bela coroa densa e longeva. Seus aromas trazem frutas brancas cítricas - abacaxi, pomelo, maçã - floral, massa de pão, brioche e toque mineral. Boca com ótima estrutura, firme, marcante, vibrante na acidez e que pede acompanhamento gastronômico. Seco em boca, ótima cremosidade, larga persistência. Delicado e bruto, uma simbiose em autólise!

Tal espumante merece companhia de um sem número de alimentos, desde os tradicionais frutos do mar, saladas, frango, vegetais e mesmo alguma carne como a de cordeiro. 

Possui 12% de graduação alcoólica e o ideal é ser consumido na temperatura entre 4 a 6oC.

E lembre-se: se beber, NÃO DIRIJA!     

quinta-feira, 6 de fevereiro de 2020

O frango com abacaxi e pimentão!


Nada como uma receita que junte carne, legume e fruta no mesmo preparo!

Depois de algumas semanas de férias deste nobre espaço enogastronômico retorno cheio de novas e receitas para os assíduos leitores! E a receita de hoje envolve três ingredientes fáceis de preparar e muito saborosos, atendendo de forma rápida e eficiente qualquer almoço ou jantar. Confira o preparo do frango com abacaxi e pimentão!  



Ingredientes:
(para 4 pessoas)

4 sobrecoxas de frango desossadas
8 fatias de abacaxi de areia
2 pimentões vermelhos
Cebolinha verde fatiada
1 colher de sopa de manteiga
1 colher de sopa de azeite de oliva
4 colheres de sopa de açúcar cristal
Suco de 1 limão
Pitada de orégano
Sal e pimenta preta moída à gosto

Preparo:

Tempere o frango com o suco de limão, sal e pimenta e reserve. Corte os pimentões pela metade limpe e tempere com sal e orégano. Aqueça uma frigideira com o azeite de oliva e a manteiga e sele os pimentões até murcharem. Reserve. Em seguida frite as sobrecoxas até ficarem douradas e passadas. Retire e reserve. Limpe a frigideira, adicione o açúcar, deixe caramelizar no fogo baixo e disponha as fatias de abacaxi, virando após cozinharem no caramelo. Monte o prato colocando duas fatias de abacaxi, uma fatia do pimentão sobre estas e por fim disponha o frango sobre ambos. Salpique com a cebolinha verde picadinha e sirva!