quinta-feira, 28 de novembro de 2019

O salmão em tempero marroquino!


Poderíamos dizer que é quase um tipo de escabeche mas com raízes mediterrâneas!

Marrocos é um país do norte da África, na fronteira com o Oceano Atlântico Norte e o Mar Mediterrâneo. Especiarias como páprica, cominho e açafrão são amplamente utilizadas na comida marroquina. Um peixe de polpa firme, como salmão ou peixe de base, é usado para fazer este prato. A receita marroquina de peixe assado é um prato popular feito no Marrocos e na região do Mediterrâneo. O peixe é assado em uma cama de molho marroquino temperado, feito com folhas de coentro ou salsa, cebola, alho, azeitonas e especiarias diversas. Pode ser servido com pão temperado com alecrim e azeite de oliva ou com legumes como batatas ou aspargos e arroz branco.



Ingredientes:
(para 4 pessoas)

4 pedaços de filé de salmão
1 colher de chá de pimenta preta em pó
Meia colher de chá de sal
3 dentes de alho esmagados
4 folhas de coentro picadinhos
4 raminhos de salsa picadinhos
Meia xícara de molho de tomate caseiro
1 colher de chá de cominho em pó
1 pitada de açafrão
1 pitada de páprica
Suco de 1 limão
4 colheres de sopa de azeite de oliva
2 cebolas cortadas em pétalas finas
Meia xícara de azeitonas pretas fatiadas e sem caroço

Preparo:

Prepare uma marinada misturando alho, salsa, coentro, cominho em pó, páprica e açafrão, suco de limão e o molho de tomate, sal, pimenta em pó e metade do azeite em uma tigela grande. Adicione os filés de salmão e envolva-os bem com a marinada. Cubra e deixe marinar na geladeira por 2 horas. Leve uma panela ao fogo e adicione um pouco de azeite, cebola e refogue até que a cebola fique murcha. Some as azeitonas fatiadas e refogue por alguns segundos. Desligue o fogo e reserve. Pré-aqueça o forno a 200°C por 10 minutos. Espalhe as cebolas refogadas com azeitonas em uma assadeira. Coloque os filés de salmão marinado e a marinada e asse por 25 minutos ou até que o peixe esteja cozido. Retire Enquanto estiver servindo, pegue um prato e coloque um pedaço de peixe assado marroquino e com o molho e ingredientes da assadeira.

Você sabia?


Marrocos impressiona em todos os sentidos mas tem na sua gastronomia as maiores virtudes de quem lá visita. A cozinha marroquina é muito diversificada com seus sabores e aromas exóticos e usa muitas especiarias, legumes e frutos secos. O marroquino usa e abusa das especiarias: canela, cominhos, gengibre, sésamo, açafrão e pimenta preta, etc. Isso traz a comida sabores marcantes. As azeitonas, limões e laranjas são muitas vezes usados para confeccionar os pratos também. Por tradição, em Marrocos come-se com a mão direita – o polegar e os três primeiros dedos – e o pão está em todas as mesas como acompanhamento e porque também ajuda a empurrar a comida. Esta mesma tradição manda que se coma de uma única travessa comum, para todos os que se sentarem à mesa. Entre seus pratos mais tradicionais estão o Pão Marroquino, Couscous, Tajine, Pastilla, Kafta entre outros.




segunda-feira, 25 de novembro de 2019

Herdade São Miguel Colheita Selecionada 2017


O final de ano se aproxima – cada vez mais rápido diga-se de passagem – e com ele a promessa de dias mais longos e temperaturas mais altas o que de imediato sugere vinhos brancos e espumantes. Uma ótima sugestão para este período é o vinho branco português da região do Alentejo, o Herdade São Miguel Colheita Selecionada 2017 produzido pela vinícola Casa Alexandre Relvas e elaborado com um corte de 3 uvas: Viognier, Verdejo e Antão Vaz (esta a mais impactante na formação de corpo e estrutura ao vinho). Possui coloração amarelo com reflexos dourados, muito brilhante e límpido. Seus aromas remetem a florais brancos e frutas cítricas tropicais, além de lavanda, funcho, chocolate branco, manteiga e côco. Boca com citricidade e boa acidez, fruta branca em destaque, muito fresco, mineral e com acidez agradável.

50% do vinho estagia em barricas de carvalho francês por cerca de 4 meses.

Harmoniza com frutos do mar, peixes e comida japonesa além de pratos com bacalhau e massas com alguns molhos brancos, também carnes de frango e suíno.

Possui 12,5% de graduação alcoólica e o ideal é ser consumido na temperatura entre 8 e 10oC.

Você encontra dezenas de vinhos portugueses na Wein Haus, loja especializada em vinhos, localizada na Rua João Pessoa 895, Santa Cruz do Sul, fone (51) 3711.3665 e site www.weinhaus.com.br.

E lembre-se: se beber, NÃO DIRIJA!     

quarta-feira, 20 de novembro de 2019

O roll-up de coxão mole!


Este prato de inspiração americana impressiona pelo sabor e praticidade!

Quem disse que um simples bife é algo sem criatividade? Nesta receita oriunda dos ianques com um toque inspirado na culinária italiana o cozinheiro de plantão tem todas as ferramentas para deixar algumas tiras de coxão mole divertidas, saborosas e bem apresentáveis. Confira o preparo  do roll-up de coxão mole!


Ingredientes:
(para 4 pessoas)

1kk de coxão mole cortado em bifes de 1cm espessura no máximo
1 pimentão vermelho cortado em tiras de 1 cm no sentido do comprimento
1 cenoura cortada em tiras de 1 cm no sentido do comprimento
1 abobrinha cortada em tiras de 1 cm no sentido do comprimento
8 colheres de sopa de aceto balsâmico
Meia colher de sopa de mel
Meia colher de sopa de suco de limão
1 colher de sopa de azeite de oliva
Sal e pimenta preta moída à gosto

Preparo:

Coloque o aceto balsâmico, mel e suco de limão em uma panela pequena e leve para ferver em fogo médio por cerca de 10 minutos ou até reduzir pela metade. Aqueça uma frigideira grande e adicione o azeite de oliva, junte os legumes e refogue até ficar crocante, cerca de 5 minutos. Retire e reserve. Corte os bifes em tira de cerca de 5cm de largura, tempere com sal e pimenta e adicione os legumes  (fatias de cada um deles) no centro das tiras de bife, depois enrole e prenda com um palito de dente. Leve a frigideira aquecida com azeite de oliva por cerca de 3 minutos de cada lado e leve ao forno pré-aquecido a 200oC por cerca de 7 a 10 minutos para finalizar. Retire, pincele a redução balsâmica sobre os rolinhos de carne e sirva!


Aniversário Wein Haus


Para encerrar 2019, a Wein Haus convida seus clientes para celebrar seu aniversário e saborear no dia 5 de dezembro, entre as 19 e 22h, uma tendência mundial: o coquetel com menu degustação, elaborado pela Garni Foods com partir de pães artesanais de fermentação natural com ingredientes selecionados e preparados para surpreender seu paladar. Tudo isso acompanhado de mais de 25 rótulos de vinhos e espumantes! Garanta já seu ingresso na loja pelo valor de R$ 100! 

Outras informações podem ser obtidas pelo telefone 3711-3665 e e-mail weinhaus@weinhaus.com.br 

terça-feira, 19 de novembro de 2019

Rutini Cabernet Malbec 2016 - um clássico!


Mendoza e todo seu contexto entregam mais de 1.200 vinícolas que juntas produzem mais de 15 mil rótulos de vinho! Ou seja, se alguém passasse a sua vida inteira bebendo somente vinhos daquela região argentina não conseguiria provar todos os rótulos por lá produzidos! Entre tantas mendocinas, a Rutini Wines é uma das mais tradicionais vinícolas argentinas datada de 1885. É desta vinícola que vem o vinho comentado desta semana, o Rutini Cabernet Malbec 2016, um corte de 50% Malbec e 50% Cabernet Sauvignon.

Possui bela cor rubi brilhante a ao olfato aromas com frutas vermelhas frescas (cereja e amora), balsâmico, toque mineral, hibiscos e chá preto. Boca com ótima pegada, taninos redondos, fresco e com acidez presente, fruta destacada e pimenta preta. Ampla persistência. A Cabernet Sauvignon trouxe estrutura e a Malbec a fruta e maciez neste blend mendocino.

Este vinho evolui por 12 meses em barricas de carvalho francês (50%) e americano (50%) de primeiro uso e cravou 92 pontos no Guia Descorchados.

Este vinho faz um bom par gastronômico com carnes vermelhas de pouca amédia gordura assadas, legumes grelhados e queijos de média cura.

Possui 13,9% de graduação alcoólica e o ideal é ser consumido na temperatura entre 16 e 18oC.

Você encontra os vinhos Rutini na Wein Haus, loja especializada em vinhos, localizada na Rua João Pessoa 895, Santa Cruz do Sul, fone (51) 3711.3665 e site www.weinhaus.com.br.

E lembre-se: se beber, NÃO DIRIJA!     

segunda-feira, 18 de novembro de 2019

Mitos e verdades da dieta vegana


Nutricionista da MOTHER Nutrients, Alessandra Luglio fala sobre a alimentação sem produtos animais


A sociedade está cada vez mais engajada com as causas animais e também com a preservação do meio ambiente. Prova disso é o crescente número de pessoas que tem mudado seu estilo de vida e forma de alimentação para fazer a sua parte na preservação do futuro do planeta. De acordo com uma pesquisa da GlobalData (2018), 70% de toda a população mundial está diminuindo ou abandonando o consumo de carne. Nos Estados Unidos, o número de pessoas que se declaram veganas subiu 600% nos últimos 3 anos.
Essa nova visão, que já chegou com força no Brasil, está intimamente ligada a uma mudança de pensamento e comportamento, onde consumidores estão mais interessados em saber de onde vem a comida, quais são os seus impactos sobre o meio ambiente e o que ela causa na vida dos animais.

Mesmo sendo um tema amplamente discutido mundo afora, a dieta vegana ainda provoca certas dúvidas sobre os valores nutricionais dos alimentos ingeridos e sobre a saúde dos adeptos. Por isso, convidamos a Alessandra Luglio, nutricionista e consultora da MOTHER Nutrients, empresa que produz suplementos alimentares à base de plantas, para falar sobre as verdades e mitos da Dieta Vegana.

Veganos podem sofrer de deficiência nutricional

MITO. "É um grande mito que cerca a dieta vegana. A normalidade é consumir alimentos de origem animal. Quando se exclui, parece que faltou algo, o que não é verdade. É bom deixar que claro que nós somos onívoros, ou seja, podemos escolher comer vegetais ou alimentos de origem animal. Não somos como os leões, por exemplo, que são carnívoros. E através dos alimentos vegetais nós conseguimos todos os nutrientes necessários para a vida humana, para a manutenção da saúde e para a nossa vitalidade. Existe uma exceção hoje, devido ao estilo de vida moderno que nós humanos levamos, é o aporte da vitamina B12. Ela é uma vitamina sintetizada por bactérias que estão no solo. A vitamina B12 não está dentro dos alimentos, mas na parte externa dos alimentos. Como a maioria dos humanos hoje vive em cidades e sem contato direto com o solo (consumimos alimentos lavados, descascados, comemos de garfo e faca), acabamos não tendo contato direto com a vitamina B12. Por isso, quando excluímos os alimentos de origem animal, acabamos não tendo contato com essa vitamina. Isso acontece porque os animais não fazem a higiene como os humanos e, ao contrário de nós, eles estão em contato com o solo e eles acumulam a vitamina B12 e por isso, o consumo de animais faz com que tenhamos essa vitamina. Mas é importante dizer que ela não foi sintetizada por eles. No caso da alimentação vegana, a vitamina B12 pode ser suplementada".

A dieta vegana ajuda na performance

VERDADE. "Hoje, com a evolução dos estudos e também com a prática por profissionais atletas da dieta vegana, já temos muito embasamento e muitos dados que comprovam que quem faz uso de uma dieta totalmente estrita vegana (à base de vegetais íntegros, come muitos cereais, leguminosas, frutas, legumes, verduras, sementes, castanhas) e tem uma dieta altamente rica em todos os nutrientes e, principalmente vitaminas, minerais e antioxidantes estão totalmente relacionados com a melhora de performance no esporte. Uma dieta vegetariana, livre de alimentos de origem animal, também faz com que não exista o consumo excessivo de proteínas. É que o consumo excessivo de proteínas leva a alguns problemas relacionados a performance, como por exemplo, digestão lenta. Um atleta que tem um processo de digestão lento reduz a performance. Além disso, o excesso de proteína, que é muito preconizado em dietas convencionais, acaba trazendo malefícios por conta da acidose que causa. A quebra de proteínas gera metabólitos secundários que acidificam o corpo e interferem diretamente na performance. Já uma dieta à base de vegetais é mais alcalina (o que ajuda na geração de energia), ela é rica em antioxidantes (que neutralizam os radicais livres que ajudam na performance), tem uma digestão mais rápida. Além disso, vários estudos mostram que o sangue de quem segue uma dieta vegana estrita é menos viscoso, mais fluido e com isso, os músculos recebem uma melhor irrigação, ajudando a levar mais oxigênio e mais nutrientes, o que também reflete em uma melhora na performance. Todos esses fatores somados mostram que sim, uma dieta vegana (rica e nutritiva, com o acompanhamento de um profissional), ajuda na performance em geral".

Uma dieta vegana deixa você mais fraco

MITO. "Quem faz esse tipo de afirmação está baseada em mitos de que a dieta vegana vai trazer algum tipo de carência. Obviamente uma dieta desequilibrada e carente pode levar ao cansaço e fraqueza, o que não é verdade e não é o que é observado na prática de quem segue uma dieta vegana".

Veganos perdem peso com facilidade

VERDADE. "Isso acontece pelo fato de que, ao retirar alimentos de origem animal, você acaba retirando drasticamente o teor de gordura da sua dieta. Com isso, você passa o dia consumindo menos calorias. O que faz uma pessoa perder peso, seja em uma dieta vegana ou não, é ela consumir menos calorias do que ela gasta. Quando se trata de veganos estritos no esporte, é um ponto de merece atenção pelo fato de um atleta que gasta muitas calorias, ele precisa estar atento e complementar essas calorias. Ou seja, ele precisa comer mais: mais arroz, mais feijão e mais proteínas vegetais para complementar tudo o que ele gasta".

Dieta sem carne não traz bons ganhos de hipertrofia

MITO. "A relação entre carne e hipertrofia muscular é um mito. Vale aqui citar uma frase de Patrick Baldwin, 'Como você vai ser forte como um touro sem comer carne? Você já viu um touro comendo carne? Não, porque os touros são vegetarianos'. Então, contanto que você faça a ingestão correta do seu aporte de proteínas seguindo uma dieta vegana, você terá hipertrofia igual a uma pessoa que come carne".

É uma dieta cara e com poucas opções

MITO. "A dieta vegana é uma das formas mais eficazes de você melhorar o seu portfólio alimentar. Hoje temos um modelo ocidental de comer baseado em alimentos de origem animal, onde as carnes, os queijos e os ovos são os pratos principais. Quando excluímos essa quase uma dúzia de alimentos, nos deparamos com a possibilidade de comer muitos outros e aumenta o seu leque de opções. Nós temos uma enorme variedade de leguminosas, como feijão, lentilha, ervilha, grão de bico, soja de vários formatos e variedade, e ainda cereais, raízes, frutas, verduras, legumes, sementes que acabam sendo pouco explorados na alimentação convencional. Quando saímos do estigma do 'ser tradicional', e se sente em uma condição de seguir um modelo diferenciado, você se abre e amplia muito mais as suas opções. E todos os alimentos citados são baratos se comparados às proteínas animais, que acabam sendo a parte mais cara da dieta. O que acontece é que as pessoas acabam querendo buscar substitutos aos alimentos de origem animal na versão vegetal, como por exemplo o leite vegetal, a carne vegetal, o queijo vegetal e isso, infelizmente ainda, por questões de uma demanda muito pequena e por conterem matérias primas mais caras, como as castanhas e os laticínios, encarece os produtos".


quinta-feira, 14 de novembro de 2019

O camarão com mjadra!


Uma delícia de receita árabe para este feriadão!

A cozinha árabe me fascina, tanto pela sua história quanto pelo seu exotismo. Entre tantos pratos com apreço que tenho um dos que mais faço é a mjadra, pela facilidade e pelos ingredientes de cômodo achado. Foi esta a base que me levou a misturar um prato tipicamente árabe com um fruto do mar bem ao gosto do brasileiro, o camarão. Como a receita criada ficou muito apetitosa trouxe-a para este espaço e apresento-lhes o Camarão com Mjadra.


Ingredientes:
(para 4 pessoas)

1 xícara (chá) de lentilhas lavadas e escorridas
1,5 xícaras (chá) de arroz parbolizado
2 xícaras (chá) de água
Duas colheres (sopa) xícara de azeite
1 cebola grande cortada em rodelas
1 kg de camarões grandes com rabeta mas sem casca
Uma colher de sopa de manteiga
Uma colher de sopa de azeite de oliva
Uma taça de vinho branco seco
Um dente de alho picado
Uma cebola pequena picada finamente
Raspas de casca de limão
Suco de um limão
Salsinha picada
Castanha de caju picada
Sal e pimenta do reino à gosto

Preparo:

Numa panela, leve as lentilhas para cozinhar na água até ficarem ligeiramente macias. Enquanto isso aqueça em uma panela o azeite e frite as cebolas até que fiquem douradas. Retire as cebolas com a escumadeira e reserve. Coloque no azeite que ficou na panela, as lentilhas e o arroz. Tempere com sal e junte água até completar o cozimento. Retire do fogo e coloque as cebolas por cima. Reserve. Temperar o camarão com limão, meio cálice de vinho e sal. Reservar. Em uma panela wok aquecer a manteiga e o azeite mexendo para misturar bem. Juntar o alho e a cebola e fritar. Em seguida somar os camarões que devem ser secados em papel toalha antes de ir ao fogo. Temperar com mais sal, pimenta e as raspas de limão. Assim que ficarem esbranquiçados juntar o restante do vinho e deixar levantar fervura. Montar o prato usando uma xícara para moldar a mjadra, adicionar o camarão, salpicar a salsinha picada e a castanha de caju e envolver com o molho resultante do cozimento.    

Você sabia?


Mjadra é o nome do prato de origem árabe que leva em seu preparo a reunião de alguns práticos e nutritivos ingredientes, tais como lentilha, arroz e bastante cebola frita, que são unidos e preparados a base de sal e azeite. Ainda a receita do preparo original envolve a utilização de canela em pó, pimenta branca e noz moscada. Pode ser servida como prato principal ou acompanhamento e além disso pode ser degustada quente ou fria.