segunda-feira, 13 de setembro de 2021

Que tal um jantar a bordo da Maria Fumaça?

Menu assinado por diversos chefs será servido em seis vagões no dia 24 de setembro. Ingressos limitados estão à venda



O ‘Trem do Vinho’ desembarca em Garibaldi, Capital Brasileira do Espumante, no dia 24 de setembro, para mais um emblemático ‘Jantar a bordo da Maria Fumaça’, integrando a programação do Garibaldi Gastrô 2021. Abastecida com aromas que vão temperar a experiência de apenas 150 pessoas, a locomotiva chega acompanhada por sete vagões. Para embarcar nessa viagem pelos sentidos é necessário adquirir o ingresso antecipadamente pelos links www.wine-locals.com/passeios/garibaldi-gastro-jantar-na-maria-fumaca ou www.sympla.com.br/garibaldi-gastro-2021__1287538.

Iluminada e com seu tradicional apito, a ‘Maria’ sai de Bento Gonçalves e estaciona na plataforma da Estação Férrea de Garibaldi, onde as pessoas imediatamente embarcam em seis vagões para viver e sentir a emoção de um jantar, no mínimo, inusitado. Com assentos marcados, todos vão se acomodando seguindo os protocolos de segurança que o momento exige. Do lado de fora, a maquinista deste grande evento é a presidente da Associação Gastrô Serra Gaúcha, Catherine Nicolao Tedesco, que dará as boas-vindas, juntamente com o Quarteto de Jazz da Orquestra Municipal.

Enquanto isso, os chefs convidados aumentam o fogo e dão as últimas pitadas em suas receitas. Do puchero ao confit de pato, passando pelo tortéi de abóbora, eles assinam o menu da noite harmonizado com vinhos e espumantes de vinícolas da Serra Gaúcha. Mas a jornada pelos aromas começa com uma seleção de pães, queijos gaúchos, charcutarias artesanais e legumes fermentados e finaliza com Devil's cake com crumble de raspas de limão bergamota e sorvete de Erva Mate com granizado de chocolate branco.

Ao término do jantar, o Quarteto de Jazz invade o último vagão, onde estão os chefs, para a festa na ‘cozinha’. Ao mesmo tempo, a Maria Fumaça, com todas suas luzes acesas, percorre os trilhos até Carlos Barbosa, retornando a Garibaldi, onde todos desembarcam para o brinde final, além da banca do café com a William & Sons Coffee Co. e os mini grostolis da chef Odete Bettu Lazzari.

O patrocínio é da Fruki – Água da Pedra, Orquídea, Sicredi, Super Apolo, Tramontina e William & Sons Coffee Co. Apoio: Apeme, Cooperativa Vinícola Garibaldi, Famiglia Valduga, Família Salton, Giordani Turismo, Miolo Wine Group, Prefeitura de Garibaldi, Sebrae, SEGH e Uvibra – Consevitis, Governo do Estado do Rio Grande do Sul  Hotel oficial: Casacurta.

INGRESSOS

Como? Pelo Site do Wine Locals: www.wine-locals.com/passeios/garibaldi-gastro-jantar-na-maria-fumaca ou pelo site do Sympla – https://www.sympla.com.br/garibaldi-gastro-2021__1287538

Quanto? R$ 220 por pessoa

 

 MENU JANTAR A BORDO DA MARIA FUMAÇA

BOAS VINDAS

Seleção de pães, queijos gaúchos, charcutarias artesanais e legumes fermentados

Harmonização com Espumante Garibaldi Prosecco Rosé

ENTRADA QUENTE

Puchero à moda Chef Marcos Livi

Harmonização com Arte Brut Famiglia Valduga

PRIMEIRO PRATO

Tortéi de abóbora finalizado com manteiga e sálvia

Harmonização com Miolo Single Vineyard Cabernet Franc

PRATO PRINCIPAL

Confit de pato, arroz vermelho com hachuras e amendoim, fruta grelhada

Harmonização com Domenico Salton Campanha Marselan & Tannat

SOBREMESA

Devil's cake com crumble de raspas de limão bergamota e sorvete de Erva Mate com granizado de chocolate branco.

Harmonização: Limoncello/Licores

 

quinta-feira, 9 de setembro de 2021

A concha de picanha recheada!

  

 Uma carne nobre como a picanha não merece ter como destino nas sobras do churrasco um requento ou um picado!

 

Sabe aquele medalhão de picanha preparado na brasa que sobra do churrasco? Pois é, costumeiramente acaba-se comendo aquecido no micro-ondas ou picado num carreteiro ou quiçá estrogonofe. Mas este medalhão pode ser enriquecido com alguns ingredientes e transformado num novo e singular prato. A receita de hoje traz as dicas de como fazer a Concha de Picanha Recheada. Primeiramente se faz necessário cortar o medalhão pela parte da gordura abrindo-o mas sem cortar até o fim (ideal é deixar cerca de um dedo de ligação). O medalhão ficará semelhante a uma concha. Daí é só seguir o preparo abaixo e se deliciar com esta criação, acompanhe!

 


Ingredientes:
(para 4 pessoas)
 
4 medalhões de picanha que sobraram do churrasco
200g de queijo provolone defumado ralado
1 pimentão vermelho fatiado
1 cebola fatiada
Azeite de oliva
Pimenta preta à gosto
Orégano desidratado à gosto

 

Preparo:

 

Aqueça azeite de oliva numa frigideira e refogue até murchar o pimentão e a cebola, um de cada vez. Tempere com sal durante o preparo e reserve. Aqueça o forno a 200oC por 10 minutos. Monte a concha abrindo a picanha e colocando dentro dela o queijo, sobre este orégano e pimenta preta, depois uma camada de cebola e outra de pimentão. Levar ao forno pré-aquecido e deixar por cerca de 10 minutos até o queijo derreter. Retirar e servir acompanhado de arroz e salada verde.

 

Você sabia?

 

A picanha é um dos cortes preferidos dos brasileiros e dos estrangeiros que vêm conhecer as churrascarias daqui. Cada carcaça possui duas peças de picanha e cabe ressaltar que do terceiro veio em diante já não é mais picanha mas sim coxão duro, um corte bem mais singelo. Outra dica para um bom corte de picanha para churrasco é escolher uma carne que tenha cerca de 4 a 5 centímetros de altura, algo como dois ou três dedos. A picanha mais “baixa” pode significar que a carne não veio de um boi de qualidade superior. A capa de gordura também merece atenção, pois deve ser uniforme, sem falhas ou buracos. Além disso, deve ter pelo menos 1 centímetro de altura. Na hora do preparo outra dica de ouro é selar a picanha, processo que garante sua suculência. Para isso, coloque a carne a 15 cm da brasa (sem labaredas), com a gordura virada para cima. A gordura da picanha é importante para a hora de assar, pois é capaz  de amaciar a carne na medida certa e dar aquele sabor característico do corte. Após alguns minutos, vire a gordura para baixo e aguarde o mesmo período. Depois, pode-se optar por cortar a carne em bifes grossos e terminar de assá-la na churrasqueira. Além da gordura, atente-se também para o ponto da picanha se deseja garantir a maciez da carne. A recomendação é manter o centro da carne do vermelho ao rosado para servir. *Fonte: emporio481.com.br

segunda-feira, 6 de setembro de 2021

Defesa Touriga Nacional/Syrah 2019 - que gostoso vinho!

 


A vinícola Herdade do Esporão de Portugal é uma das mais tradicionais daquele país d´além mar. Tem diversas linhas de vinhos tanto brancos quanto rosés e tintos. A linha Defesa é uma de suas linhas de entrada e já se apresenta com notável qualidade deixando claro o cuidado da vinícola na elaboração de seus rótulos. O Defesa Touriga Nacional/Syrah 2019 entrega excepcional custo-benefício mostrando-se delicioso em suas características e bem balanceado no corte destas duas castas cultivadas na região do Alentejo.

É um vinho equilibrado, bem feito, e que não passa em barrica.

Possui coloração rubi quase turvo e muita fruta ao nariz com ameixas e amoras silvestres, toque terroso e violetas. Em boca é amplo, redondo, saboroso.  A fruta retorna e traz um final de boca e retrogosto macio e amplo. 

Se dá bem na harmonização com ragú com polenta cremosa, paleta de cordeiro assada, capelete na manteiga e sálvia, picanha e costela na brasa, risoto de cogumelos e queijos média cura.

Possui 14% de graduação alcoólica e o ideal é degustá-lo na temperatura de 16 a 18oC.

E lembre-se: se beber, NÃO DIRIJA! 

segunda-feira, 30 de agosto de 2021

29ª Avaliação Nacional de Vinhos bate novo recorde no número de amostras inscritas: 400!

 



A primeira edição foi em 1993 com 42 amostras. De lá para cá, a Avaliação Nacional de Vinhos participou ativamente da evolução da produção nacional, tornando-se a maior degustação de vinhos de uma safra do mundo. Consolidada como o maior momento do vinho brasileiro, cruzou essas 29 safras integrando regiões produtoras e enólogos de todo o país, promovendo e divulgando a bebida que hoje é reconhecida dentro e fora do Brasil. Depois da ‘Safra das Safras’ em 2020, o vinho brasileiro alcançou um patamar até então inédito e vive hoje seu melhor momento. O novo recorde de amostras no evento reflete o bom período. São 406 amostras de 56 vinícolas dos estados da Bahia, Rio Grande do Sul, Santa Catarina e São Paulo.

O presidente da Associação Brasileira de Enologia (ABE), enólogo André Gasperin, ressalta que agora começa uma grande operação, envolvendo diversas etapas. “Encerradas as inscrições das amostras, agora partimos para a coleta direta dos tanques ou barricas e na sequência a degustação às cegas por dezenas de enólogos”, destaca.

O resultado será apresentado ao vivo pelo canal da ABE no Youtube no dia 6 de novembro. O kit das 16 garrafas de 187 ml, criado no ano passado, conquistou o público, que pode acompanhar a Avaliação ao vivo, além de compartilhar a experiência entre amigos no aconchego de casa, na empresa entre colegas ou em ambientes abertos, garantindo maior segurança a todos. Este ano, o formato se repete. Para isso, o público vai precisar esperar até o dia 28 de setembro para adquirir os kits, que este ano terá três ao invés de duas taças personalizadas, permitindo que mais pessoas vivam a experiência. A venda será através do site www.enologia.org.br. Quem nunca participou da Avaliação pode acessar o link https://www.youtube.com/watch?v=X7tshQ7iCTg e assistir a edição anterior. Mais de 7 mil pessoas já visualizaram.

quinta-feira, 26 de agosto de 2021

O presunto criado com mãos de vinho!

  

 O presunto cru gaúcho Gran Nero chega ao mercado nascido pelo empreendedorismo de um enólogo!

 


O presunto – ou pernil de porco conservado - próximo ao que conhecemos hoje surgiu há quase 9 mil anos possivelmente a partir da domesticação dos porcos no antigo Egito e depois seguido pelos romanos onde a carne do animal abatido era salgada – e mais tarde defumada  - e conservada desidratada para o consumo por longos períodos. A palavra “presunto” deriva do latim "persunctu" que significa “enxuto”. Já no século XIX a produção já mais elaborada e curada se espalhou pelo mundo e eis que chegou ao Brasil e agora na Serra Gaúcha, a partir das mãos de Edegar Scortegagna, enólogo chefe da vinícola Luiz Argenta em Flores da Cunha, ex-presidente da ABE – Associação Brasileira de Enologia e também empresário e produtor do Gran Nero, o primeiro presunto cru da Serra Gaúcha. E nesta entrevista exclusiva para a Gazeta do Sul e blog Eu, Gourmet este torcedor colorado que morou alguns anos na Itália fala sobre a sua recém lançada iguaria.    

 


De onde surgiu a ideia de produzir presunto cru?

Nasceu em 2001 quando fui pela primeira vez à Itália e conheci o produto.

 

Por que na Serra Gaúcha?

Porque aqui é minha casa, onde nasci e me criei e sempre acreditei no potencial do povo daqui.

 

É possível juntar as atividades de elaboração de vinhos e produção de presunto?

Com certeza, são dois produtos muito similares, a única coisa que muda é a matéria-prima. Faço sempre a seguinte comparação entre suíno e videira: Raça – Variedade; Cruzamentos de raças – Clones e novas variedades; Alimentação específica  - solo; Comportamento de uma vara de porcos – Terroir; Abate – Vinificação; Cura – maturação.

Ambas as atividades precisam de tempo e paciência.  

 


Como foram as pesquisas e testagens para se chegar ao presunto ideal?

Começou em 2010 com desenvolvimento de raças e alimentação, em seguida fizemos mais de 300 presuntos para testar entre 2010 e 2016. Foi assim que chegamos ao modelo ideal. Em parceria com a Embrapa de Concórdia/SC.

 

De onde surgiu o nome Gran Nero?

Esta marca surgiu a partir do porco preto que faz parte do cruzamento -chamamos de Nero - remetendo a um porco de raça nobre.

 

Há demanda no Brasil para tal produto com valor agregado alto?

Sim, nos últimos 10 anos o brasileiro aprendeu e continua aprendendo a valorizar as coisas boas do Brasil, isso se dá com vinho, queijos e muitos outros produtos alimentares que estão sendo produzidos com ótima qualidade.

 

O que diferencia o Gran Nero dos demais presuntos crus?

O principal diferencial de qualidade do nosso presunto é o sabor acentuado devido à baixa concentração de sal o que deixa o produto suave, quase adocicado e com uma deliciosa gordura que se derrete na boca. Os aromas remetem para frutas secas e nozes.


 

Qual a sua referência a nível mundial em se tratando de presunto?

Sem dúvidas o Pata Negra espanhol com 48 meses de maturação, um produto raro de se encontrar no Brasil e de valor agregado alto.

 

Qual a sugestão de consumo? Como degustá-lo?

Sempre importante degustar a temperatura ambiente, assim fica mais saboroso. Tem várias opções, com figos, com melão, em um sanduíche com queijo leve, sobre um queijo brie flambado, em pizzas, enrolado nos grissinis, enfim, muitos jeitos.

 

Há mais alguém produzindo presunto cru no Brasil?

Existem outros dois produtores que fazem em escala como nós: a Sadia em SC e outra empresa em SP.



 

Onde o consumidor pode encontrar o Gran Nero?

Estamos Abrindo pontos em todo o RS neste momento e também em SC, SP, MG e BA. Ou o consumidor pode adquirir diretamente conosco pelo fone/whatsapp (54) 99107 2157

 

Com qual vinho você harmonizaria o seu presunto?

Melhor harmonização se dá com um espumante brut, porém, também pode funcionar com um Sauvignon Blanc de boa acidez, um Chardonnay barricado (mas não com muita madeira), um Pinot Noir mais leve. Sugiro evitar os tintos potentes.

 

E aproveitando seu trabalho enquanto enólogo da vinícola Luiz Argenta, qual a expectativa para a safra 2022?

A expectativa é sempre grande, ainda mais depois de um inverno muito rigoroso onde as videiras puderam descansar muito bem. Agora quanto ao restante ainda é cedo e deveremos aguardar o início da brotação para confirmar mais detalhes!

  

Você sabia? 


O presunto cru dependendo do local onde é feito, da raça do porco, da alimentação e do modo como ele é criado, tem destacada variação de sabor. Pode ser Serrano, Ibérico, Pata Negra, Prosciutto, Presunto de Parma com alguns com até 4 anos de maturação controlada. Os presuntos serranos são mais curtos, os ibéricos mais largos e pesados, o prosciutto é mais macio e rosado. A alimentação do porco além da raça influencia diretamente no sabor do presunto. Para a fabricação do presunto serrano, os suínos são alimentados com cereais; no caso dos ibéricos, também conhecidos como Pata Negra, os animais são alimentados com bolotas que são frutos das castanheiras espanholas). O presunto de Parma são alimentados com uma ração de cevada, milho e soro do leite entre outras coisas.

quarta-feira, 25 de agosto de 2021

Miolo Lote 43 2018 - você pode degustá-lo ajoelhado, pois todos entenderão a sua reverência!



Desarrolhado neste final de semana que passou o Miolo Lote 43 2018 foi motivo de elogios e reverências e tido como o melhor vinho entre os abertos no almoço entre amigos – razão de ser do vinho, ou seja, agradar a quem o bebe. Elaborado com um corte de tradicionais castas daquela vinícola - 60% Merlot e 40% Cabernet Sauvignon – e com passagem de 12 meses em barricas de carvalho francês. Um vinhaço, repleto de cor, aromas exuberantes e um paladar estruturado, complexo e que seduz no primeiro gole. 

Possui coloração rubi profundo com halo violáceo e logo ao ser servido exala aromas de frutas vermelhas e negras em compota – ameixa, cereja, framboesa – além de tabaco, chocolate e leve tostado. Boca redonda, plena, com taninos sedosos que preenchem o paladar com muito prazer e volume. Trata-se de um vinho “nobre” afinal com a nova legislação brasileira é assim que se denomina este filho de Baco com seus 15% de graduação alcoólica.

Foi eleito o Melhor Vinho Brasileiro de 2018 na Grande Prova De Vinhos 2018.

Na harmonização suculentos assados de carnes vermelhas, carnes de caça com molhos estruturados, queijos de média cura combinam muito bem ou mesmo degustá-lo desnudo, sem comida é um ótimo programa.

Possui 15% de graduação alcoólica e o ideal é degustá-lo na temperatura de 16 a 18oC.

E lembre-se: se beber, NÃO DIRIJA! 

quinta-feira, 19 de agosto de 2021

O charquicán chileno!

  

 Originária do povo Inca o charquicán traz além de sabor, centenas de anos de cultura à mesa!

 

Charquicán é um prato típico presente em várias das culturas América do Sul, sendo que cada país instrumenta os ingredientes a sua maneira. Tem origem nos povos antigos andinos que habitavam as cordilheiras e ali viviam o seus dias. A palavra vem de uma mistura entre duas línguas: quéchua e mapudungún. Nestas línguas, “charquicán” significa “carne seca cozida” pois no passado esta era a carne usada sendo que “charqui” é qualquer carne defumada e seca (bovina suína ou mesmo peixe) sendo que a carne era preservada dessa maneira. No Chile é um dos pratos representativos daquela cozinha e pode ser feito com carne, frango ou apenas vegetais onde a abóbora e a batata são itens indispensáveis ao seu preparo. Confira a receita do Charquicán chileno aqui!

 


Ingredientes:
(para 4 pessoas)
 

500 gramas de carne bovina picada
1 cebola picada
2 dentes de alho picados
250 g de abóbora, descascada e cortada em cubos
4 batatas médias descascadas e cortadas em cubos
1 xícara de milho
2 xícaras de caldo de vegetais ou água fervente
1 colher de chá de páprica doce
Pitadas de cominho
Meia colher de chá de orégano seco
Sal e pimenta à gosto
Azeite de oliva
4 ovos

 

Preparo:

 

Aqueça uma colher de azeite de oliva em uma panela e acrescente a cebola cozinhando até dourar e junte o alho. Em seguida disponha a carne picada e deixe fritar. Adicione a abóbora, a batata, o sal, a pimenta, o orégano, o cominho e a páprica, mexa bem, adicione 2 xícaras de caldo de legumes ou água e cozinhe por cerca de 20 minutos em fogo médio. Com um espremedor de batatas esmague os ingredientes dentro da panela e junte o milho. Cozinhe por mais 5 minutos, corrija o tempero e desligue. Frite os ovos deixando a gema mole, sirva o charquicán em porções individuais e sobre este os ovos.

 

Você sabia?

 

Os incas foram uma importante civilização pré-colombiana que desenvolveu um vasto império na região andina. O Império Inca estendia-se por territórios que atualmente correspondem à parte da Colômbia até o norte do Chile e Argentina totalizando mais de 4 mil quilômetros. Os incas, assim como os astecas, constituíram uma civilização complexa notabilizada pela construção de um enorme sistema de estradas. Essa civilização desapareceu a partir da conquista realizada pelos espanhóis no século XVI. Dominavam a região de Cuzco desde, pelo menos, o ano 1000, porém, a partir do século XV, iniciaram um processo de centralização e conquista territorial. Os povos conquistados por eles eram obrigados a pagar impostos, e as regiões dominadas eram integradas ao império por meio da construção de estradas (os incas possuíram mais de 40 mil quilômetros de estradas). Estima-se que o Império Inca possuísse em torno de seis a dez milhões de habitantes. Nessa vasta população, existiam, pelo menos, 30 idiomas diferentes. A base da economia era a agricultura que produzia tudo o que os incas possuíam. A alimentação baseava-se no milho e na batata, no entanto, os incas também produziam grandes quantidades de itens como algodão e pimenta. A fertilidade da agricultura dos incas era resultado do uso de uma técnica conhecida como curvas de nível. Os incas, assim como havia acontecido com os astecas, tiveram sua decadência precipitada com a chegada dos espanhóis mais precisamente pelo conquistador espanhol Francisco Pizarro.

Fonte: www.brasilescola.com.br