quarta-feira, 20 de novembro de 2019

Aniversário Wein Haus


Para encerrar 2019, a Wein Haus convida seus clientes para celebrar seu aniversário e saborear no dia 5 de dezembro, entre as 19 e 22h, uma tendência mundial: o coquetel com menu degustação, elaborado pela Garni Foods com partir de pães artesanais de fermentação natural com ingredientes selecionados e preparados para surpreender seu paladar. Tudo isso acompanhado de mais de 25 rótulos de vinhos e espumantes! Garanta já seu ingresso na loja pelo valor de R$ 100! 

Outras informações podem ser obtidas pelo telefone 3711-3665 e e-mail weinhaus@weinhaus.com.br 

terça-feira, 19 de novembro de 2019

Rutini Cabernet Malbec 2016 - um clássico!


Mendoza e todo seu contexto entregam mais de 1.200 vinícolas que juntas produzem mais de 15 mil rótulos de vinho! Ou seja, se alguém passasse a sua vida inteira bebendo somente vinhos daquela região argentina não conseguiria provar todos os rótulos por lá produzidos! Entre tantas mendocinas, a Rutini Wines é uma das mais tradicionais vinícolas argentinas datada de 1885. É desta vinícola que vem o vinho comentado desta semana, o Rutini Cabernet Malbec 2016, um corte de 50% Malbec e 50% Cabernet Sauvignon.

Possui bela cor rubi brilhante a ao olfato aromas com frutas vermelhas frescas (cereja e amora), balsâmico, toque mineral, hibiscos e chá preto. Boca com ótima pegada, taninos redondos, fresco e com acidez presente, fruta destacada e pimenta preta. Ampla persistência. A Cabernet Sauvignon trouxe estrutura e a Malbec a fruta e maciez neste blend mendocino.

Este vinho evolui por 12 meses em barricas de carvalho francês (50%) e americano (50%) de primeiro uso e cravou 92 pontos no Guia Descorchados.

Este vinho faz um bom par gastronômico com carnes vermelhas de pouca amédia gordura assadas, legumes grelhados e queijos de média cura.

Possui 13,9% de graduação alcoólica e o ideal é ser consumido na temperatura entre 16 e 18oC.

Você encontra os vinhos Rutini na Wein Haus, loja especializada em vinhos, localizada na Rua João Pessoa 895, Santa Cruz do Sul, fone (51) 3711.3665 e site www.weinhaus.com.br.

E lembre-se: se beber, NÃO DIRIJA!     

segunda-feira, 18 de novembro de 2019

Mitos e verdades da dieta vegana


Nutricionista da MOTHER Nutrients, Alessandra Luglio fala sobre a alimentação sem produtos animais


A sociedade está cada vez mais engajada com as causas animais e também com a preservação do meio ambiente. Prova disso é o crescente número de pessoas que tem mudado seu estilo de vida e forma de alimentação para fazer a sua parte na preservação do futuro do planeta. De acordo com uma pesquisa da GlobalData (2018), 70% de toda a população mundial está diminuindo ou abandonando o consumo de carne. Nos Estados Unidos, o número de pessoas que se declaram veganas subiu 600% nos últimos 3 anos.
Essa nova visão, que já chegou com força no Brasil, está intimamente ligada a uma mudança de pensamento e comportamento, onde consumidores estão mais interessados em saber de onde vem a comida, quais são os seus impactos sobre o meio ambiente e o que ela causa na vida dos animais.

Mesmo sendo um tema amplamente discutido mundo afora, a dieta vegana ainda provoca certas dúvidas sobre os valores nutricionais dos alimentos ingeridos e sobre a saúde dos adeptos. Por isso, convidamos a Alessandra Luglio, nutricionista e consultora da MOTHER Nutrients, empresa que produz suplementos alimentares à base de plantas, para falar sobre as verdades e mitos da Dieta Vegana.

Veganos podem sofrer de deficiência nutricional

MITO. "É um grande mito que cerca a dieta vegana. A normalidade é consumir alimentos de origem animal. Quando se exclui, parece que faltou algo, o que não é verdade. É bom deixar que claro que nós somos onívoros, ou seja, podemos escolher comer vegetais ou alimentos de origem animal. Não somos como os leões, por exemplo, que são carnívoros. E através dos alimentos vegetais nós conseguimos todos os nutrientes necessários para a vida humana, para a manutenção da saúde e para a nossa vitalidade. Existe uma exceção hoje, devido ao estilo de vida moderno que nós humanos levamos, é o aporte da vitamina B12. Ela é uma vitamina sintetizada por bactérias que estão no solo. A vitamina B12 não está dentro dos alimentos, mas na parte externa dos alimentos. Como a maioria dos humanos hoje vive em cidades e sem contato direto com o solo (consumimos alimentos lavados, descascados, comemos de garfo e faca), acabamos não tendo contato direto com a vitamina B12. Por isso, quando excluímos os alimentos de origem animal, acabamos não tendo contato com essa vitamina. Isso acontece porque os animais não fazem a higiene como os humanos e, ao contrário de nós, eles estão em contato com o solo e eles acumulam a vitamina B12 e por isso, o consumo de animais faz com que tenhamos essa vitamina. Mas é importante dizer que ela não foi sintetizada por eles. No caso da alimentação vegana, a vitamina B12 pode ser suplementada".

A dieta vegana ajuda na performance

VERDADE. "Hoje, com a evolução dos estudos e também com a prática por profissionais atletas da dieta vegana, já temos muito embasamento e muitos dados que comprovam que quem faz uso de uma dieta totalmente estrita vegana (à base de vegetais íntegros, come muitos cereais, leguminosas, frutas, legumes, verduras, sementes, castanhas) e tem uma dieta altamente rica em todos os nutrientes e, principalmente vitaminas, minerais e antioxidantes estão totalmente relacionados com a melhora de performance no esporte. Uma dieta vegetariana, livre de alimentos de origem animal, também faz com que não exista o consumo excessivo de proteínas. É que o consumo excessivo de proteínas leva a alguns problemas relacionados a performance, como por exemplo, digestão lenta. Um atleta que tem um processo de digestão lento reduz a performance. Além disso, o excesso de proteína, que é muito preconizado em dietas convencionais, acaba trazendo malefícios por conta da acidose que causa. A quebra de proteínas gera metabólitos secundários que acidificam o corpo e interferem diretamente na performance. Já uma dieta à base de vegetais é mais alcalina (o que ajuda na geração de energia), ela é rica em antioxidantes (que neutralizam os radicais livres que ajudam na performance), tem uma digestão mais rápida. Além disso, vários estudos mostram que o sangue de quem segue uma dieta vegana estrita é menos viscoso, mais fluido e com isso, os músculos recebem uma melhor irrigação, ajudando a levar mais oxigênio e mais nutrientes, o que também reflete em uma melhora na performance. Todos esses fatores somados mostram que sim, uma dieta vegana (rica e nutritiva, com o acompanhamento de um profissional), ajuda na performance em geral".

Uma dieta vegana deixa você mais fraco

MITO. "Quem faz esse tipo de afirmação está baseada em mitos de que a dieta vegana vai trazer algum tipo de carência. Obviamente uma dieta desequilibrada e carente pode levar ao cansaço e fraqueza, o que não é verdade e não é o que é observado na prática de quem segue uma dieta vegana".

Veganos perdem peso com facilidade

VERDADE. "Isso acontece pelo fato de que, ao retirar alimentos de origem animal, você acaba retirando drasticamente o teor de gordura da sua dieta. Com isso, você passa o dia consumindo menos calorias. O que faz uma pessoa perder peso, seja em uma dieta vegana ou não, é ela consumir menos calorias do que ela gasta. Quando se trata de veganos estritos no esporte, é um ponto de merece atenção pelo fato de um atleta que gasta muitas calorias, ele precisa estar atento e complementar essas calorias. Ou seja, ele precisa comer mais: mais arroz, mais feijão e mais proteínas vegetais para complementar tudo o que ele gasta".

Dieta sem carne não traz bons ganhos de hipertrofia

MITO. "A relação entre carne e hipertrofia muscular é um mito. Vale aqui citar uma frase de Patrick Baldwin, 'Como você vai ser forte como um touro sem comer carne? Você já viu um touro comendo carne? Não, porque os touros são vegetarianos'. Então, contanto que você faça a ingestão correta do seu aporte de proteínas seguindo uma dieta vegana, você terá hipertrofia igual a uma pessoa que come carne".

É uma dieta cara e com poucas opções

MITO. "A dieta vegana é uma das formas mais eficazes de você melhorar o seu portfólio alimentar. Hoje temos um modelo ocidental de comer baseado em alimentos de origem animal, onde as carnes, os queijos e os ovos são os pratos principais. Quando excluímos essa quase uma dúzia de alimentos, nos deparamos com a possibilidade de comer muitos outros e aumenta o seu leque de opções. Nós temos uma enorme variedade de leguminosas, como feijão, lentilha, ervilha, grão de bico, soja de vários formatos e variedade, e ainda cereais, raízes, frutas, verduras, legumes, sementes que acabam sendo pouco explorados na alimentação convencional. Quando saímos do estigma do 'ser tradicional', e se sente em uma condição de seguir um modelo diferenciado, você se abre e amplia muito mais as suas opções. E todos os alimentos citados são baratos se comparados às proteínas animais, que acabam sendo a parte mais cara da dieta. O que acontece é que as pessoas acabam querendo buscar substitutos aos alimentos de origem animal na versão vegetal, como por exemplo o leite vegetal, a carne vegetal, o queijo vegetal e isso, infelizmente ainda, por questões de uma demanda muito pequena e por conterem matérias primas mais caras, como as castanhas e os laticínios, encarece os produtos".


quinta-feira, 14 de novembro de 2019

O camarão com mjadra!


Uma delícia de receita árabe para este feriadão!

A cozinha árabe me fascina, tanto pela sua história quanto pelo seu exotismo. Entre tantos pratos com apreço que tenho um dos que mais faço é a mjadra, pela facilidade e pelos ingredientes de cômodo achado. Foi esta a base que me levou a misturar um prato tipicamente árabe com um fruto do mar bem ao gosto do brasileiro, o camarão. Como a receita criada ficou muito apetitosa trouxe-a para este espaço e apresento-lhes o Camarão com Mjadra.


Ingredientes:
(para 4 pessoas)

1 xícara (chá) de lentilhas lavadas e escorridas
1,5 xícaras (chá) de arroz parbolizado
2 xícaras (chá) de água
Duas colheres (sopa) xícara de azeite
1 cebola grande cortada em rodelas
1 kg de camarões grandes com rabeta mas sem casca
Uma colher de sopa de manteiga
Uma colher de sopa de azeite de oliva
Uma taça de vinho branco seco
Um dente de alho picado
Uma cebola pequena picada finamente
Raspas de casca de limão
Suco de um limão
Salsinha picada
Castanha de caju picada
Sal e pimenta do reino à gosto

Preparo:

Numa panela, leve as lentilhas para cozinhar na água até ficarem ligeiramente macias. Enquanto isso aqueça em uma panela o azeite e frite as cebolas até que fiquem douradas. Retire as cebolas com a escumadeira e reserve. Coloque no azeite que ficou na panela, as lentilhas e o arroz. Tempere com sal e junte água até completar o cozimento. Retire do fogo e coloque as cebolas por cima. Reserve. Temperar o camarão com limão, meio cálice de vinho e sal. Reservar. Em uma panela wok aquecer a manteiga e o azeite mexendo para misturar bem. Juntar o alho e a cebola e fritar. Em seguida somar os camarões que devem ser secados em papel toalha antes de ir ao fogo. Temperar com mais sal, pimenta e as raspas de limão. Assim que ficarem esbranquiçados juntar o restante do vinho e deixar levantar fervura. Montar o prato usando uma xícara para moldar a mjadra, adicionar o camarão, salpicar a salsinha picada e a castanha de caju e envolver com o molho resultante do cozimento.    

Você sabia?


Mjadra é o nome do prato de origem árabe que leva em seu preparo a reunião de alguns práticos e nutritivos ingredientes, tais como lentilha, arroz e bastante cebola frita, que são unidos e preparados a base de sal e azeite. Ainda a receita do preparo original envolve a utilização de canela em pó, pimenta branca e noz moscada. Pode ser servida como prato principal ou acompanhamento e além disso pode ser degustada quente ou fria.    



quarta-feira, 13 de novembro de 2019

Emiliana Adobe Reserva Syrah 2017 - um Syrah difrente!


A dica desta semana vêm do Chile, lá do Vale do Rapel, trata-se do vinho tinto Emiliana Adobe Reserva Syrah 2017, produzido pela vinícola homônima. Este rótulo vêm da linha orgânica – na verdade praticamente toda a vinícola adota o cultivo orgânico – e é um Syrah diferente, com uma carga herbácea destacada.

Possui uma coloração rubi violáceo quase turva. Ao nariz traz frutas negras – groselha e cereja destacada – com cassis, além do referido herbáceo, couro, tabaco e toque terroso. Já na boca repete o herbáceo com fruta macerada e final lácteo. Seus taninos são macios, redondos e sedosos. Médio corpo e ampla persistência.~

20% do vinho passa por barricas francesas por 6 meses.

Pelas suas características trazidas a taça, este vinho acompanha variados tipos de carnes vermelhas preparadas assadas ou grelhadas, também com lasanhas e risotos condimentados e queijos duros.

Possui 14% de graduação alcoólica e o ideal é ser consumido na temperatura entre 16 e 18oC.

Você encontra os vinhos Emiliana na Wein Haus, loja especializada em vinhos, localizada na Rua João Pessoa 895, Santa Cruz do Sul, fone (51) 3711.3665 e site www.weinhaus.com.br.

E lembre-se: se beber, NÃO DIRIJA!     

quinta-feira, 7 de novembro de 2019

A sopa de cebola!


Estruturada e substanciosa, esta sopa vai lhe surpreender!

Esta deliciosa sopa que leva cebola como ingrediente principal é um clássico da cozinha francesa e talvez um de seus pratos mais antigos. Como usa cebola- econômica e fácil de cultivar - se tornou conhecida como a “sopa dos pobres”. Mas reza a lenda que ela foi criada pelo Rei Luis XV numa noite em uma de suas caçadas e cozinheiro como era, descobriu que tinha apenas cebola, manteiga e champanhe. Misturou os poucos ingredientes e criou a primeira sopa de cebola francesa.  Tal passagem ganhou a corte e a nobreza e trouxeram uma fama a esta receita que ganhou outros ingredientes (caldo de carne, pão, queijo gruyère entre outros) e se espalhou pelo mundo independente de ser o prato da realeza ou dos servos. A seguir a receita da Sopa de Cebola!


Ingredientes:
(para 4 pessoas)

1 kg de cebola branca cortadas em fatias finas
6 colheres de sopa de manteiga
4 dentes de alho picadinhos
1,5 litro de caldo de carne
150 ml de vinho branco
2 colheres e meia de sopa de farinha de trigo
1 molho de bouquet garni
Sal e pimenta do reino a gosto
Queijo gruyère e pão para finalizar.

Preparo:

Em uma panela grande, doure levemente a cebola na manteiga. Acrescente o alho, deixe dourar, depois adicione a farinha e mexa bem. Deglaceie (soltar os resíduos do fundo da panela usando bebida alcoólica ou outros líquidos como água, geralmente é feito para dar cor ou sabor a molhos e outros preparos) com o vinho branco e deixe reduzir 1/3 antes de acrescentar o caldo de carne. Coloque o bouquet garni (vários galhos de ervas frescas amarrados com barbante, como um buquê de flores, para ser mergulhado no líquido do cozimento) e cozinhe em fogo baixo por 45 minutos. Retire o excesso de espuma. Acerte o sal e a pimenta. Para servir, aqueça a sopa, disponha em cumbucas individuais, acrescente o pão, o queijo e leve ao forno para gratinar. Sirva a seguir.

   


Festival Gaúcho do Porco no Rolete terá sua 19a. edição neste domingo!


E domingo, dia 10 de novembro, é dia de curtir mais uma edição (a 19ª!) do Festival Gaúcho do Porco no Rolete ocorre neste domingo na localidade de Linha Nova, interior de Santa Cruz do Sul. Serão mais de 40 porcos assados inteiros, no rolete, servidos a partir do meio-dia além de buffet variado, com carne bovina e galeto. O almoço pode ser comprado ao valor de R$ 30,00. 


E a tarde haverá animação da Banda Félix Hoppe e do Grupo Eventos, a partir das 13h30min. Em seguida, pelas 15h30min, quem sobe ao palco é Banda Magia Musical e, às 18h30min, a Banda Sétimo Sentido. 

A previsão de público para o almoço do festival, que é organizado por voluntários da própria comunidade, é de cerca de 1.500 pessoas.


Pavilhão Comunitário de Linha Nova – Linha Nova – Estrada Geral – Santa Cruz do Sul – telefone (51)99954.7110

*Foto: Lula Helfer