terça-feira, 19 de junho de 2018

Origem Merlot 2016 - vale o quanto pesa!


A linha Origem – vinhos de entrada da Vinícola Casa Valduga – possuem rótulos Chardonnay, Cabernet Sauvignon e Merlot, todos vinhos de excelente custo-benefício. O Origem Merlot 2016 provei esta semana e gostei! Vinho jovem e fácil de beber, redondo, frutado e de harmonização tranquila. Um daqueles vinhos leves e que não precisam de firula para beber, como todo vinho deveria ser.

Possui cor rubi violáceo brilhante e traz aromas com muita fruta, framboesa, ameixa e cereja ao nariz, também alcaçuz e um toque herbáceo lembrando funcho. Em boca é seco, frutado, com médio corpo, bom final e retrogosto. Seus taninos são suaves e cômodos, equilibrado na acidez e álcool.

Possui 13% de graduação alcoólica e o ideal é ser degustado na temperatura entre 14 e 16°C.

Harmoniza bem com carnes vermelhas na brasa, legumes na chapa, cogumelos, pizzas, algumas massas, canapés ou mesmo em carreira solo.

Você encontra os vinhos da Casa Valduga na Wein Haus, loja especializada em vinhos, localizada na Rua João Pessoa 895, Santa Cruz do Sul, fone (51) 3711.3665 e site www.weinhaus.com.br

E lembre-se: se beber, NÃO DIRIJA!     

quinta-feira, 14 de junho de 2018

Chuleta na chapa ao molho de Syrah!



Na continuidade das receitas de carne e vinho a de hoje é deliciosa!

Cresci comendo chuletinhas preparadas na chapa! Fossem de boi ou de porco, cortadas finas, seladas rápidas e temperadas somente com sal e pimenta preta, acompanhadas de arroz, feijão e aquela saladinha de agrião. E saudoso com esta lembrança preparei a receita que segue abaixo juntando algumas coisas a mais, inclusive vinho! A seguir a receita da chuleta na chapa ao molho de Syrah!


Ingredientes:
(para 4 pessoas)

4 peças de chuleta com cerca de 500g cada ou 5cm de altura
6 tomates italianos sem pele e sementes picado
1 taça de vinho Syrah
1 dente de alho picadinho
1 cebola pequena picadinha
2 colheres de sopa de manteiga
Meia colher de chá rasa de açúcar cristal
2 colheres de sopa de azeite de oliva
1 pitada de chimichurri desidratado
Sal e pimenta do reino moída na hora

Preparo:

Aqueça um fio de azeite de oliva numa panela e refogue o alho e a cebola. Em seguida junte os tomates e em fogo médio refogue cozinhando. Tempere com o açúcar, sal e pimenta. Sendo necessário faça pequenas correções com água fervente para não secar demais. Salpique com o chimichurri e junte o vinho, aumentando o fogo para o álcool evaporar – uns 3 minutos, mexendo sempre. Prove e corrija o tempero. Reserve. Em uma frigideira antiaderente aqueça um quarto da manteiga e um quarto do azeite de oliva. Disponha uma das peças de chuleta, tempere com sal, pimenta e em fogo alto sele durante 3 a 4 minutos de cada lado, repetindo o tempero. Reserve e faça o mesmo procedimento com as demais peças. Aqueça o forno a 200oC e leve as chuletas para assar por cerca de 15 a 20 minutos, pois devem ficar ao ponto. Retire, aqueça o molho e junte a carne. Sirva acompanhado de arroz branco preferencialmente.

Você Sabia?

O chimichurri é um molho é um molho tradicional na Argentina e no Uruguai e preparado à base de salsinha, alho, cebola, tomilho, orégano, pimenta vermelha moida, pimentão, louro, pimenta do reino negra, mostarda em pó, salsão, vinagre e azeite de oliva para preparar churrasco ou acompanhar outras comidas. 

Também pode ser utilizado em algumas marinadas, pizzas e sanduíches. 


Você encontra cortes de carne bovina e de cordeiro além de complementos para o churrasco, como acessórios, queijos, frios, molhos, belisques e bebidas- cervejas e vinhos – além de cestas para presentes na Sorro Carniceira, na Rua Marechal Deodoro 05, fone (51)3902-0630 em Santa Cruz do Sul, e o horário de funcionamento é de terça a sexta das 10:30 às 13:00 e das 16:00 às 21:00, sábados das 09:00 às 13:00 e das 15:00 às 21:00, domingos e feriados das 09:00 às 13:00.   



sábado, 9 de junho de 2018

Oito Medalhas Gran Ouro no Brazil Wine Challenge



Destaque para o Brasil, Chile e Portugal que dividem o pódio com a conquista de oito Medalhas Gran Ouro, enaltecendo a qualidade das amostras participantes


Das 611 amostras inscritas no 9º Brazil Wine Challenge (BWC) – Concurso Internacional de Vinhos do Brasil, 193 foram premiadas, sendo oito com Medalha Gran Ouro (de 93 a 100 pontos) e 185 com Medalha de Ouro (de 88 a 92,9 pontos). Dos 18 países representados, nove tiveram rótulos classificados entre os 30% reconhecidos com as maiores pontuações. O grande destaque ficou com o trio Brasil, Chile e Portugal, que conquistaram o maior número de medalhas, além de dividir o pódio das Gran Ouro. O evento é uma realização da Associação Brasileira de Enologia (ABE).

Seis júris deram a volta ao mundo pelos vinhos em 13 horas de degustações. De terça a quinta (5 a 7 de junho), as manhãs seguiram a mesma rotina. De taça em taça, cada mesa degustou em média, por dia, 34 amostras, numa maratona que passeou entre vinhos brancos, tintos e rosés, espumantes e destilados. O silêncio que tomou conta do Centro de Eventos do SPA do Vinho, Hotel & Condomínio Vitivinícola somente foi quebrado com aplausos sempre que uma amostra atingia notas superiores. “É uma alegria para nós da Associação Brasileira de Enologia realizar um evento deste porte, reunindo vinhos e espumantes de excelência do mundo inteiro. Poder conferir uma Gran Medalha de Ouro é motivo de comemoração, pois exalta a qualidade do produto independente da bandeira que carrega”, vibra o presidente da ABE, Edegar Scortegagna.


Único no Brasil com a chancela da Organização Internacional da Vinha e do Vinho (OIV) e da União Internacional de Enólogos (UIOE), o BWC chega a sua nona edição registrando a maior representatividade de sua história, despontando como um dos mais importantes e respeitados concursos internacionais de vinhos das Américas. “Produtores do mundo todo reconhecem o potencial do mercado brasileiro. Prova disso, foram as inscrições de 18 países de todos os continentes. O Brazil Wine Challenge é, com certeza, a maior vitrine de vinhos do país”, salienta Scortegagna. A qualidade das amostras também é destacada pelo presidente. “Não tivemos nenhuma Medalha de Prata. Isso porque os 30% mais pontuados atingiram nota para Medalha Gran Ouro e Ouro, numa demonstração de excelência”, explica.
Para a vice-presidente da OIV, Cláudia Quini, o concurso é importante tanto para os produtores de vinhos dos 18 países participantes quanto para o mercado vitivinícola. “O Brazil Wine Challenge é um balizador e uma importante ferramenta de divulgação. Integra o calendário da OIV e é regido por normas internacionais, desde a entrega dos vinhos com apenas duas pessoas tendo contato com os produtos, até regras rígidas de temperatura e degustação. Portanto, é um dos principais momentos dos vinhos no Brasil e na América Latina”, ressalta.


O presidente da Associação dos Enólogos do Chile, Eugênio Lira, que esteve representando a UIOE, enfatiza o alto nível técnico do concurso. “A avaliação seguiu critérios rígidos e isso é fundamental para o trabalho dos enólogos e para o mercado. A qualidade técnica dos enólogos brasileiros há de ser reverenciada”. Lira também destaca os espumantes brasileiros. Segundo ele, os melhores da América Latina. “Os espumantes são ótimos e os vinhos brasileiros estão evoluindo muito e de forma muito rápida nos últimos anos. As vinícolas possuem capacidade tecnológica e técnica compatível ao que há de melhor no mundo”, conclui.

O concurso contou com um sistema de avaliação totalmente informatizado, que garantiu maior agilidade e segurança na captação e tabulação dos dados. Implantado ainda na edição de 2010, o sistema apresenta excelente desempenho, colocando a avaliação entre as mais organizadas do mundo.


PREMIAÇÕES - Oito Medalhas Gran Ouro e 185 Medalhas de Ouro

Argentina – 5 Ouro
Austrália – 1 Ouro
Bolívia – 1 Ouro
Brasil – 3 Gran Ouro e 105 Ouro
Chile – 2 Gran Ouro e 34 Ouro
Grécia – 1 Ouro
Nova Zelândia 3 Ouro
Portugal – 3 Gran Ouro e 28 Ouro
Uruguai – 7 Ouro

Brazil Wine Challenge 2018
Pais
Empresa
Produto
Medalha
Brasil
Empresa Brasileira de Vinificação
YOO Nature 2012
Gran Ouro
Brasil
Vinícola Galvão Bueno
Bueno Espumante Bellavista Desirée Brut Rosé 2016
Gran Ouro
Brasil
Vinícola Maximo Boschi
Maximo Boschi Espumante Biografia 2011
Gran Ouro
Chile
Viña Carta Vieja S.A
Carta Vieja Reserva Syrah 2016
Gran Ouro
Chile
Viña Requingua
Toro de Piedra Grand Reserve - Syrah/Cabernet Sauvignon 2016
Gran Ouro
Portugal
Casa Ermelinda Freitas - Vinhos
Casa Ermelinda Freitas Moscatel de Setúbal Superior 2007
Gran Ouro
Portugal
Cooperativa Agricola Sto. Isidro de Pegões
Vinhas de Pegões Syrah 2017
Gran Ouro
Portugal
Quinta D'Amares - Vinicultura
Quinta D'Amares Alvarinho, Loureiro 2017
Gran Ouro

 * fotos: Jeferson Soldi

quinta-feira, 7 de junho de 2018

A ruiva e o Cabernet Franc!


Margot enraizou-se na vida de Rogerinho embriagando-lhe com seu conhecimento sobre vinhos!  


Mais que um modismo passageiro, a culinária praticada pelos apreciadores da boa cozinha veio para ficar. O que agora contribui para a disseminação deste hobby são as diversas formas de expressar a criatividade e o bom gosto através dos malabarismos em forno e fogão. A identificação entre o gourmet e os seus apetrechos ocorre pelo fato de que este apenas se envolve com a cozinha quando assim desejar, quando tiver inspiração e tempo para tal, diferente dos cozinheiros diários que labutam, muitas vezes, para saciar a fome dos desesperados em volta da mesa, sem uma motivação artística, tornando o que para alguns é um prazer, uma obrigação. A cozinha acabou tornando-se o ambiente que acolhe os amigos, descontraído e moderno, um laboratório de paladares, cheiros e texturas.

A culinária está amplamente enraizada em nosso cotidiano. Outro dia li um artigo bem interessante sobre um método de seleção de novos profissionais utilizado por uma empresa recrutadora do centro do país, que em uma das etapas classificatórias para a oportunidade existente, acompanhava a elaboração de um prato a critério do candidato. A habilidade na cozinha não era avaliada, mas sim várias outras características de sua personalidade, tais como criatividade, improvisação, organização, administração do tempo, planejamento e objetividade. Quem diria que algo que sempre foi uma necessidade física – matar a fome - pudesse criar horizontes tão diversos daquela finalidade?  E colada na gastronomia vêm o vinho, esta bebida milenar do deus Baco que desperta tantas alegrias ao ser consumida, fazendo muito mais que o papel de companhia ao prato.    

E neste oceano até mesmo “causos” e histórias sobre receitas, ingredientes, bebidas e fatalidades espalham-se por aí. O vinho, logo ele, avinagrou na boca do amigo Rogerinho – um apaixonado pela arte das panelas - na tentativa de esquecer uma ex-namorada, uma belíssima ruiva que o deixou a ver navios. O Rogerinho trabalhava na capital naquela época, dentista, especializado em próteses e implantes, levava uma vida confortável construída em cima de sua competência e centenas de pacientes. Adepto as motocicletas circulava pela cidade com sua Harley Davidson preto fosco e num dos semáforos da vida conheceu a Margot, uma ruiva de olhos verdes e rosto salpicado de charmosas sardinhas. Sua pele branca e corpo escultural fizeram o dentista se anestesiar em sua própria saliva. Pois a conheceu melhor, se envolveram, se apaixonaram. Ela cultivava particular afeto pelos pratos preparados por ele, cozinheiro dedicado e metódico. Gostava e entendia muito de vinhos com especial apreço pelos argentinos mesmo a contragosto do Rogerinho que nutria admiração pelos vinhos gaúchos. 

Passaram bons momentos juntos até que algo inusitado aconteceu. Num domingo qualquer discutiram sobre um dos vinhos, às cegas ela chutou fosse um Petit Verdot  argentino afinal, conhecia sobre o tema. Rogerinho, um contraventor no mundo do vinho, disparou fosse um Cabernet Franc gaúcho. Entre veementes discorrimentos sobre aromas, paladar e olfato quase derramaram as taças. E, encerrando o assunto, descobriram o vinho retirando-lhe a capa negra que o envolvia para elucidar seu rótulo. E impressionantemente o Rogerinho acertou a uva e a nacionalidade, deixando Margot arrasada e brava com a sua petulância de bebedor amador. Ela saiu soltando as tranças, com os olhos marejados e o rímel escorrendo-lhe as sardas faciais. Bateu a porta sem olhar para trás e desapareceu. Dizem que mudou-se para a Argentina e percorre até hoje bodega por bodega fazendo degustações para tentar entender onde errou. 

E o Rogerinho? Ele acusou o golpe. Ainda se recupera mas lá se vão quase 5 anos. Por vezes ainda lhe verte a lembrança do semblante da moça ao perceber a taça de Cabernet Franc refletida sobre o granito de sua bancada.           

terça-feira, 5 de junho de 2018

Brazil Wine Challenge – Concurso Internacional de Vinhos do Brasil começa hoje!



A mais representativa edição da história do Brazil Wine Challenge – Concurso Internacional de Vinhos do Brasil começa hoje e segue até sexta-feira, 8 de junho, em Bento Gonçalves, na Serra Gaúcha. São 611 amostras de 18 países da América, África, Ásia, Europa e Oceania. A importante tarefa de avaliar os rótulos está nas mãos de 50 especialistas de sete país. O 9º BWC é uma realização da Associação Brasileira de Enologia (ABE).



A volta ao mundo pelos vinhos dá largada na manhã desta terça, quando enólogos, sommeliers e jornalistas da Argentina, Bolívia, Brasil, Chile, Itália, Portugal e Uruguai, divididos em seis júris, começam a degustar amostras da África do Sul, Alemanha, Argentina, Austrália, Bolívia, Brasil, Bulgária, Chile, China, Espanha, Estados Unidos, França, Grécia, Itália, México, Nova Zelândia, Portugal e Uruguai.

O concurso chega a sua 9ª edição com o maior número de países de sua história. Único no Brasil com a chancela da Organização Internacional da Vinha e do Vinho (OIV), maior e mais importante instituição do vinho do mundo, e da União Internacional de Enólogos (UIOE), o BWC desponta como um dos mais respeitados concursos internacionais de vinhos das Américas. Diante desse reconhecimento, a OIV estará representada pela sua vice-presidente, Cláudia Quini, uma das principais personalidades do mundo do vinho da atualidade. O presidente da Associação dos Enólogos do Chile, Eugenio Lira, estará representando a UIOE.

As degustações serão realizadas no Centro de Eventos do SPA do Vinho Hotel & Condomínio Vitivinícola – hotel oficial do evento - na parte da manhã, seguindo normas internacionais. O concurso conta com um sistema de avaliação totalmente informatizado, que garante maior agilidade e segurança na captação e tabulação dos dados. Implantado ainda na edição de 2010, o sistema apresenta excelente desempenho, colocando a avaliação entre as mais organizadas do mundo.

À tarde, degustadores internacionais e jornalistas visitarão vinícolas e provarão da gastronomia regional numa programação paralela ao evento.

ORIGEM DAS AMOSTRAS

África – África do Sul

América – Argentina, Bolívia, Brasil, Chile, Estados Unidos, México e Uruguai

Ásia – China

Europa – Alemanha, Bulgária, Espanha, França, Grécia, Itália e Portugal

Oceania – Austrália e Nova Zelândia


DEGUSTADORES
  


1.                  Alejandro Cardozo - Presidente de Júri                - Uruguai

2.                  Ari De Mari - Presidente de Júri               - Portugal

3.                  Carlos Abarzúa - Presidente de Júri - Chile

4.                  Dirceu Scottá - Presidente de Júri - Brasil

5.                  Eugenio Lira - Presidente de Júri - Chile

6.                  Fernando Pettenuzzo - Presidente de Júri - Uruguai

7.                  Adriano Miolo - Degustador - Brasil

8.                  Aldemir Dadalt - Degustador - Brasil

9.                  Anderson Schmitz - Degustador - Brasil

10.               André Donatti - Degustador - Brasil

11.               Andreia Debon - Degustador - Brasil

12.               Antonio Czarnobay - Degustador - Brasil

13.               Bruno Motter - Degustador - Brasil

14.               Camila H. Coletti - Degustador - Brasil

15.               Carlos Cabral de Mello - Degustador - Brasil

16.               Carlos Paviani - Degustador - Brasil

17.               Carlos Zanus - Degustador - Brasil

18.               Cláudia A. Stefenon – Degustador - Brasil

19.               Claudia Inés Quini – Degustador - Argentina

20.               Clóvis Boscato – Degustador - Brasil

21.               Daniel Dalla Valle – Degustador - Brasil

22.               Deborah Villas-Bôas Dadalt – Degustador - Brasil

23.               Diego Adami – Degustador - Brasil

24.               Éder Caldart – Degustador - Brasil

25.               Eduardo Milan – Degustador - Brasil

26.               Etiene Gomes de Carvalho – Degustador - Brasil

27.               Firmino Splendor – Degustador- Brasil

28.               Franco Francescatto – Degustador - Brasil

29.               Gerardo Aguirre Castellanos – Degustador - Bolívia

30.               Gilberto Pedrucci – Degustador - Brasil

31.               Ismar Pasini – Degustador - Brasil

32.               João Paulo Mazzilli - Degustador - Brasil

33.               João Valduga – Degustador - Brasil

34.               José Fernando Werlang               - Degustador - Brasil

35.               José Venturini – Degustador - Brasil

36.               Jurandir Nosini – Degustador - Brasil

37.               Luciano Scomazzon – Degustador - Brasil

38.               Lucindo Copat – Degustador - Brasil

39.               Marcel Miwa – Degustador - Brasil

40.               Marco Merguizzo - Degustador                - Brasil

41.               Mauro Celso Zanus – Degustador - Brasil

42.               Mauro Cingolani – Degustador - Itália

43.               Miguel Angel Codatto – Degustador - Argentina

44.               Miguel Vicente Almeida – Degustador - Portugal

45.               Pablo Hugo Crovetto - Degustador - Uruguai

46.               Pablo Ugarte – Degustador - Chile

47.               Paula Schenato – Degustador - Brasil

48.               Ricardo Morari – Degustador - Brasil

49.               Sylvia Cava – Degustador - Chile

50.               Thomas Bolzan – Degustador – Brasil

 * fotos: arquivo ABE


sábado, 2 de junho de 2018

APAE promove 2ª edição do Vinho & Arte




A Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais – APAE em parceria com a enóloga Maria Amélia Duarte Flores, realiza no dia 08 de junho - sexta-feira, no Villa Martin, em Santa Cruz do Sul, a 2ª edição do Vinho&Arte


O evento tem como objetivo proporcionar um momento especial aos convidados, para que possam degustar vinhos das vinícolas parceiras, acompanhado de uma deliciosa mesa de pães, pastas e frios produzida pela equipe do Hilda G. A arte também terá seu momento de destaque, e após a degustação, haverá show com Marta Pereira. Os convites ao valor de R$ 120,00 estão disponíveis com a Diretoria Social e na APAE. Toda a renda obtida com o evento é destinada à manutenção das atividades da Entidade, que atende atualmente 370 pessoas com deficiência intelectual e/ou múltipla. 


O evento conta com o apoio do Laboratório Santa Cruz, Tirolez, Hemmer, Excelsior, Hilda G, Villa Martin, Gasima, Decorare, Inovare, Perfil, Seeg, Pão Nosso, Chalé Empório de Pães Artesanais e Super Miller.  Mais informações pelo fone 3711 3098 ou e-mail comunicacao@apaescs.com.br.



quinta-feira, 31 de maio de 2018

O estrogonofe com queijo gorgonzola!


A origem é confusa, mas o sabor é único e não há quem não goste de estrogonofe!

O estrogonofe é quase uma unanimidade! Assim como a pizza, rara é a pessoa que não gosta deste pedacinhos de carne em creme de leite. Com tanta popularidade assim o estrogonofe ocupa lugar entre os dez pratos mais vendidos no mundo! Dizem que tal preparo nasceu na Rússia czarista do século XIX - segundo historiadores e que o nome vem da família russa Stroganov donde o conde e diplomata Pavel Stroganov teve importante atuação política no reinado de Alexandre I (1777-1825) – ou então a um de seus cozinheiros franceses. Mas a cronologia não é exata e alguns cogitam que o nome pode ser um derivado do verbo “strogat” que, em russo, significa uma expressão como “cortar em pedaços”. Com a Revolução de 1917 e a imigração dos russos para a Europa, a receita chegou à França, onde foi refinada e a adição de champignons, páprica e mostarda é creditada ao cozinheiro francês Thierry Costet, que viveu na Rússia no final do século XIX. Já a utilização de ketchup e uísque na receita foi popularizada pelos Estados Unidos já no século XX. E o uso do gorgonzola para intensificar o sabor é recorrência deste que vos escreve! Confira o Estrogonofe com queijo gorgonzola!


Ingredientes:
(para 4 pessoas)

500g de carne de boi picada em cubinhos (preferencialmente filé mignon ou miolo de entrecote)
100g de queijo gorgonzola picado
Uma cebola picadinha
Um dente de alho picadinho
Três tomates maduros sem pele e sementes picados
150g de cogumelos frescos ou em conserva fatiados
100ml de creme de leite
Sal e pimenta preta moída e páprica à gosto
Uma dose de uísque ou conhaque
Uma colher de sopa de catchup
Óleo de girassol ou outro
Uma colher de sopa de manteiga

Preparo:

Aqueça a manteiga e um fio de óleo numa panela. Junte a carne picada e no fogo alto deixe fritar. Assim que dourar retire da panela e reserve. Volte a adicionar um fio de óleo e junte o alho e a cebola para fritar. Assim que murcharem, some o tomate e deixe cozinhar para formar o molho. Precisando adicione um pouquinho de água fervente. Quando o molho estiver pronto processe o mesmo para ficar homogêneo, devolva a carne reservada para a panela e tempere com sal, páprica e pimenta preta. Adicione o gole de uísque ou conhaque e deixe evaporar o álcool. Junte o gorgonzola e o cogumelo, o catchup e cozinhe por cerca de 5 minutos, desligue e em seguida junte o creme de leite mexendo bem. Sirva acompanhado de arroz branco e batata-palha e use salsinha para decorar.

Você sabia?


O Gorgonzola é um queijo originário da cidade de mesmo nome, perto de Milão, na Itália. É conjuntamente com o francês Roquefort um dos queijos com maior notariedade no planeta, elaborado a partir de leite de vaca. Conhecido genericamente como queijo azul, pelo abundante crescimento do mofo Penicillium roqueforti, possui tonalidade azul-esverdeado, com sabor e aroma característico, salgado e tendendo ao picante. Tem cheiro forte e gosto forte. Os italianos gostam de saborear o gorgonzola de duas formas, que julgam ser as mais perfeitas: gorgonzola com aipo e gorgonzola com mel – este último é apreciado, geralmente, depois do jantar, como uma sobremesa. É o terceiro queijo mais consumido de toda a Itália atrás apenas do parmigiano e do grana padano. É diferente de seu primo - Roquefort - em receitas e origens. Em resumo o Roquefort tem origem francesa e é produzido com leite cru de ovelha e tem textura bastante cremosa. A massa do queijo depois de pronta passa por um processo que se chama “piquage”, garantindo as condições para o crescimento dos fungos. Depois de todas as etapas de produção do queijo concluídas, a maturação final deve ser de no mínimo cinco meses. O Gorgonzola é feito a partir do leite cru da vaca. Ambos são bem cremosos, mas até mesmo pelo leite de ovelha, o roquefort se diferencia pela intensidade do sabor.

Você encontra cortes de carne bovina - como os para estrogonofe - e de cordeiro além de complementos para o churrasco, como acessórios, queijos, frios, molhos, belisques e bebidas- cervejas e vinhos – além de cestas para presentes na Sorro Carniceira, na Rua Marechal Deodoro 05, fone (51)3902-0630 em Santa Cruz do Sul, e o horário de funcionamento é de terça a sexta das 10:30 às 13:00 e das 16:00 às 21:00, sábados das 09:00 às 13:00 e das 15:00 às 21:00, domingos e feriados das 09:00 às 13:00.