sexta-feira, 22 de março de 2019

ProWein na Alemanha gera US$ 2 milhões em negócios para vinícolas brazucas



Os mais de 500 atendimentos feitos pelas 11 vinícolas brasileiras com compradores de 20 países, no estande coletivo do Wines of Brasil, durante os três dias de ProWein – encerrada ontem (19) –, em Düsseldorf, na Alemanha, podem resultar em US$ 2 milhões em negócios nos próximos 12 meses. A projeção é cerca de 25% superior à edição anterior, realizada em 2018. A presença brasileira na principal feira de vinhos do mundo foi viabilizada pelo Instituto Brasileiro do Vinho (Ibravin) e pela Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil), com o apoio da Secretaria do Desenvolvimento Econômico e Turismo do Rio Grande do Sul (Sedetur/RS).


Na 15ª participação consecutiva do Wines of Brasil no evento, o país apresentou o novo posicionamento setorial, ‘A Sparkling New World’ (Espumantes do Novo Mundo, em tradução livre), apostando na promoção exclusiva das borbulhas verde-amarelas. Neste ano, no estande coletivo estavam presentes as vinícolas Aurora, Bueno Wines, Casa Perini, Casa Valduga, Garibaldi, Lidio Carraro, Miolo, Peterlongo, Pizzato, Salton e Zanlorenzi.

Diego Bertolini, gerente de Promoção do Ibravin, acredita que, além de auxiliar na prospecção de negócios, a feira validou a nova estratégia setorial, o que pôde ser percebido na procura maior dos importadores da Europa, Ásia e Américas pelas borbulhas brasileiras. O interesse também foi observado com a presença de duas Master of Wine e das principais revistas especializadas internacionais, que estavam buscando mais informações sobre o setor e querendo conhecer mais rótulos.

“Estamos muito confiantes que em um médio prazo consolidaremos o Brasil também como referência na produção da bebida no Hemisfério Sul junto ao consumidor final. Neste momento, os esforços estão voltados ao trade, onde além de qualidade, o custo-benefício da bebida vai atraindo os importadores dos países-alvo do projeto”, explica Bertolini, referindo-se a Estados Unidos, Reino Unido e China.

Segundo as vinícolas participantes, o que mais despertou o interesse dos visitantes ao estande foi a qualidade e a diversidade de estilos dos espumantes nacionais, que vão desde o Moscatel ao Nature, e também os diferentes métodos de elaboração, do Asti, passando pelo Charmat até o Champenoise.    
      
“Foi mais um ano muito importante, com um trabalho coletivo fantástico. Conseguimos fechar alguns negócios, prospectamos vários outros. É notório que a cada ano que passa o Brasil fica mais reconhecido. As pessoas que não conhecem nossos produtos, quando provam, se impressionam. Estamos no rumo certo para sermos conhecidos mundialmente”, chancela Cleverson Koltz, diretor administrativo de uma cooperativa vinícola de Bento Gonçalves.

Anderson Tirloni, gerente de exportação de uma empresa do Vale dos Vinhedos que participa do evento desde a primeira edição, concorda com Koltz: “A cada ano somos mais vistos e lembrados. Percebemos que o espumante brasileiro está despertando bastante interesse no consumidor europeu, asiático e americano. O Brasil tem um brilhante futuro, e o espumante também vai puxar o crescimento de outros produtos vinícolas. Fizemos muitos contatos com boas expectativas de fechar negócios. Em todos os anos que participamos, esta foi uma das feiras mais movimentadas em que já estivemos”. 

Participando pela primeira vez da ProWein, Salomão Szafir, diretor de exportação de uma vinícola da Campanha Gaúcha, avaliou positivamente a estreia da empresa no evento: “ A feira foi espetacular. Teve muita gente interessada, mostrando que o Brasil cresceu muito em conceito”.



quinta-feira, 21 de março de 2019

O Risoto Carioquinha!



A inspiração veio lá do Rio de Janeiro, mas o feitio é gaúcho!

É sabido que o risoto é um dos mais democráticos pratos elencado junto a massas e pizzas, pois dá ao cozinheiro uma ampla gama de possibilidades de junções e misturas, de ingredientes a temperos, uma Torre de Babel mas onde os insumos se entendem e dão origem a deliciosas receitas, como esta do Risoto Carioquinha!    


Ingredientes:
(para 4 pessoas)

400g de peito de frango desossado
Uma xícara de arroz arbóreo
Meio maço de brócolis
Quatro xícaras de caldo de galinha
Folhas de sálvia frescas
Folhas de salsão frescas
50g de manteiga
Meia xícara de leite
1 dente de alho picadinho
Suco de 1 limão
1 cebola pequena picadinha
50g de bacon cortado em tirinhas
50g de parmesão ralado
Meio cálice de cachaça envelhecida
Sal e pimenta do reino moída

Preparo:

Separar o brócolis do talo e passá-los no vapor por cerca de dois minutos e reservar. Fazer o mesmo com os talos depois de picados, passar no vapor e depois colocar no mixer ou no liquidificador com o leite e processar até ficar bem pastoso. Reservar. Cortar os peitos de frango em cubinhos e temperá-los apenas com o suco do limão. Aquecer em uma panela a manteiga e em seguida acrescentar o alho. Juntar o frango, a cebola e algumas folhas de sálvia e deixar fritar por alguns minutos. Paralelo a isso, tostar o bacon em uma frigideira antiaderente até ficar corado. Separar da gordura e juntar ao frango. Mexer bem, adicionar o talo do brócolis processado com leite e misturar bem, sempre em fogo alto. Somar a cachaça e flambar. Logo em seguida adicionar o arroz arbóreo e adicionar o caldo de galinha somando-o aos poucos. Adicionar sal e a pimenta e deixar cozinhar aos poucos por cerca de 20 minutos. Juntar dois terços do brócolis e o queijo parmesão e abafar a panela. Em separado processar o restante do brócolis com folhas de salsão e duas folhas de sálvia fresca e em seguida levar a mistura para uma frigideira, embeber em meia xícara de caldo de galinha, sal e pimenta e engrossar com amido de milho. Servir o risoto acompanhado do molho de brócolis.              

terça-feira, 19 de março de 2019

Valmarino Petit Verdot 2017 - surpreendente!


A Petit Verdot é uma uva pequena, muito escura, casca firme e amadurecimento tardio que originalmente era cultivada pelos romanos na região de Bordeaux na França onde é usada em cortes por grandes produtores como os chateaus Margaux e Latour. Também é cultivada com as beneficies do clima mais quente na Argentina, Chile, Estados Unidos (Califórnia), Itália (Sicilia) e Espanha.  mostraram um vinho diferente feito com a Petit Verdot que amadureceu melhor por causa das condições climáticas. E também o Brasil entrou neste grupo, ainda timidamente, mas com um bom representante vindo lá de Pinto Bandeira na Serra Gaúcha. 

O Valmarino Petit Verdot 2017 apresenta uma bela cor rubi grená, turva e de lágrimas gorduchas. Sua palheta de aromas é ampla, destacando a fruta negra com amora, cassis e ameixa, depois couro, toque terroso, fumo em corda, pimenta preta, tostado e alguma especiaria. Boca seca, ótima fruta, taninos doces e redondos, longo final.

Passa 12 meses envelhecendo em barricas de carvalho americano de 2º uso.

Faz ótimo par na companhia de massas (molho bolonhesa, pesto e ragu de cordeiro), também com filé a milanesa e parmegiana, cordeiro cozido com legumes e vinho, carnes bovinas assadas e queijos semiduros.

Possui 13,3% de graduação alcoólica e o ideal é ser consumido na temperatura de 18oC.

Você encontra os vinhos e espumantes Valmarino na Wein Haus, loja especializada em vinhos, localizada na Rua João Pessoa 895, Santa Cruz do Sul, fone (51) 3711.3665 e site www.weinhaus.com.br

E lembre-se: se beber, NÃO DIRIJA!     

quinta-feira, 14 de março de 2019

O Ciborgue e as batatas assadas!


Uma mão biônica poderia tudo! Será mesmo?

Meu pai tinha um amigo – disse “tinha” porque faz muitos anos que ele não o vê e não sabe mais notícias dele – o Ciborgue, colega dos tempos de empresa. E eu não entendia o motivo deste amigo ter tal alcunha. Ciborgue para mim era o Lee Majors, o  Homem de Seis Milhões de Dólares, famosa série dos anos 70. O amigo do pai tinha este apelido porque perdera a mão direita num acidente de trabalho e dizia-se que ela fora reconstruída mecanicamente. Isso me causava calafrios. Certa feita meu pai fez um churrasco e convidou algumas pessoas e entre eles o Ciborgue. Não dormi naquela noite anterior pensando nos horrores que ele poderia fazer com aquela mão biônica: imaginei o sujeito abrindo uma lata de sardinha;  jogando futebol de botão;  lavando a louça para a sua mãe; colhendo bergamotas no quintal pois quando se tem sete anos, estas são alguns fazeres habituais que elevavam a imaginação com a mão biônica. No dia do churrasco eu me tranquei no banheiro e não queria sair de jeito nenhum. Fingi que estava no banho, ruim da barriga, escovando os dentes... Mas não teve jeito não, servido o almoço tive que sair sob pena de ter as pernas sapecadas pela varinha de chorão na frente das visitas. Fechei os olhos com medo pois temi em ver o Ciborgue amassando latinha de refrigerante com a mão. Permaneci com os olhos fechados sentado à mesa com a desculpa que um bichinho tinha caído dentro. Servido o coraçãozinho de galinha abri os olhos na hora – não tem moleque que resista a um coração de galinha sendo servido! Foi então que percebi o Ciborgue sentado no outro lado da mesa. Ele me olhava sério com aquele bigodão servindo de base ao nariz. Fitei-o assustado. Logo minha mãe passou as batatas assadas ao sujeito, servindo-o. Imaginei o Ciborgue comendo as batatas... Ele delicadamente pegou aquelas preciosidades assadas e cobertas com oliva e alecrim e levou-as à boca com a mão esquerda, mastigando com vontade e abrindo um sorriso largo para o garoto assustado que o olhava. Era canhoto o Ciborgue!    

A seguir a receita da Batata Assada com Alecrim.


Ingredientes:
(para 4 pessoas)

3 batatas
3 ramos de alecrim
3 colheres (sopa) de azeite
5 dentes de alho com casca
Pitadas de páprica
Sal grosso e pimenta-do-reino moída na hora a gosto

Preparo:

Corte as batatas com casca em gomos, no sentido longitudinal. Coloque as batatas em uma panela, cubra com água e tempere com uma colher de chá de sal grosso. Leve ao cozimento e quando a água começar a ferver deixe por 10 minutos. Retire do fogo e escorra bem as batatas. Coloque as batatas e o alho em uma assadeira e leve ao forno pré-aquecido a 200 °C temperando com azeite de oliva, páprica, sal, pimenta e alecrim. Asse por cerca de 30 minutos. Vire as batatas na metade do assar. Sirva de acompanhamento a carnes ou peixes.

     

quarta-feira, 13 de março de 2019

Vinícola Garibaldi vai sortear um ano de espumante grátis


A Cooperativa Vinícola Garibaldi vai sortear um ano de espumantes grátis aos seus seguidores no Instagram – oportunidade ímpar para conhecer na taça diversos produtos que compõem o portfólio da vinícola brasileira mais premiada em 2018 e carregam a qualidade do terroir da Serra gaúcha. O sortudo receberá o equivalente a uma garrafa por semana, podendo degustar variedades como Moscatel, Brut, Rosé, entre outras, sendo muitas delas premiadas internacionalmente. Para concorrer, basta seguir no Instagram os perfis @coopvinicolagaribaldi e @vineria9 (precisa seguir os dois) e comentar na imagem oficial da promoção (disponível no perfil da Cooperativa Vinícola Garibaldi) citando três amigas(os) diferentes. A participação deve ocorrer até às 23h50min do dia 11/04/2019 e o resultado será divulgado nos perfis oficiais dia 12/04/2019.


Regulamento completo: https://bit.ly/2BGO2Fc.

A Vinícola Garibaldi:

A história da Cooperativa Vinícola Garibaldi começou a ser escrita em 1931, pela união de diversas famílias de agricultores como alternativa para vencer as dificuldades econômicas do país na época. Atualmente, são 400 famílias associadas, localizadas em 15 municípios da Serra gaúcha. Seu portfólio tem 65 produtos distribuídos em 12 marcas, entre espumantes, vinhos tintos e brancos, linhas de exportação, frisantes, filtrados e sucos de uva – além de opções orgânicas e biodinâmicas.

terça-feira, 12 de março de 2019

Cellier du Rhône 2016 - das encostas do rio Rhône para a taça!


A França e suas regiões e regramentos vitivinícolas desafiam os amantes da bebida de Baco a se aprofundar tanto no estudo quanto na “sofrível” tarefa da degustação! A região da Côtes du Rhône é quase uma continuação da Bourgogne, ao sul de Lion. A região se desenvolve nas encostas do rio Rhône e se produz principalmente vinhos tintos sendo as castas Syrah, Cinsault, Grenache, Mourvèdre, Carignan e Counoise as mais cultivadas e que dão origem aos vinhos míticos Hermitage e Chateauneuf-du-Pape. Um exemplar de bom valor a ser provado e encontrado por aqui é o Cellier du Rhône 2016 elaborado pelo corte de Grenache, Cinsaut, Syrah e Mourvèdre.

Possui cor rubi profundo e pronuncia frutas negras ao nariz com destaque para amoras e cerejas além de pimenta preta, café, tostado, couro e ainda um leve herbáceo. Boca firme, taninos redondos e marcantes, café presente, defumado, frutado, acidez na medida.

Estagia 3 meses em barricas de carvalho.

Combina com pratos um pouco mais condimentados e também charcutaria e queijos médios.

Possui 13,5% de graduação alcoólica e o ideal é ser consumido na temperatura de 16 a 18oC.

Você encontra os vinhos franceses na Wein Haus, loja especializada em vinhos, localizada na Rua João Pessoa 895, Santa Cruz do Sul, fone (51) 3711.3665 e site www.weinhaus.com.br

E lembre-se: se beber, NÃO DIRIJA!     

quinta-feira, 7 de março de 2019

A sempre ótima salada!



Que tal uma receita fitness para preparar neste domingo, Dia Internacional da Mulher?

Salada sempre é uma baita pedida! Seja de entrada preparando o estômago para o prato principal ou mesmo como atriz principal no filme gastronômico. E neste domingo, especial data em que se celebra o Dia Internacional da Mulher, pode ser uma ótima dica – ainda mais acompanhada de um belo espumante! Confira abaixo a receita de uma deliciosa salada.


Ingredientes:
(para 4 pessoas)

4 folhas grandes e consistentes de alface americana
12 tomates cereja maduros
100g de queijo ricota
Uma bergamota poncã
Folhas de hortelã fresco
Uma manga pequena e madura
Duas colheres de sopa de mel
50 ml de leite de coco
Suco de um limão espremido na hora
Sal e pimenta branca à gosto
Azeite de oliva

Preparo:

Monte a salada dentro da própria folha de alface. Coloque algumas gotas de limão e uma pitada de sal na folha e acomode-a no centro do prato. Limpe os gomos de bergamota tirando os fiapos e os caroços. Corte os tomates cerejas bem maduros pela metade e pique com as mãos pequenos pedaços de ricota. Distribua tudo - a bergamota, os tomates e a ricota - dentro da alface, cuidando para não sobrecarregar. Corte a manga em pedaços e coloque em um processador ou liquidificador com um pouco de água. Bata bem. Coe a mistura para separar as fibras. Leve o coado para uma panela e em fogo baixo e adicione o leite de coco aos poucos e depois o mel. Misture bem e prove, corrigindo o equilíbrio. Para dar uma citricidade ao molho pode-se juntar caldo de meio limão espremido. Distribua o molho de manga, um fio de azeite de oliva por cima e junte folhas de hortelã frescas para decorar.