quinta-feira, 15 de novembro de 2018

Os espetinhos à moda do Mediterrâneo!



Um prato fácil, acessível, rápido e que casa muito bem com este clima que se inicia!

A receita de hoje foi idealizada em cima de alguns experimentos muito interessantes e tomou corpo com o acréscimo de um molho próprio da Europa Mediterrânea, valorizando os sabores das carnes e dos legumes e popularizando a sua feitura. A seguir, vai a sugestão saborosa dos Espetinhos à moda do Mediterrâneo!



Ingredientes:
(porção para 4 pessoas)

250 g de filé mignon ou maminha
250 g de pernil de cordeiro
100 g de bacon
1 abobrinha pequena cortada em fatias
1 pimentão pequeno verde
1 pimentão pequeno vermelho
1 pimentão amarelo
2 tomates
1 cebola média
Sal e pimenta à gosto

Preparo:

Cortar as carnes em cubos de cerca de 3 a 4 cm (quanto mais grossos, mais tempo levarão para assar). Temperar todas com o sal e a pimenta. Reservar. Fatiar o bacon para acrescentar na montagem dos espetinhos. Cortar os tomates em 6 partes (deixar com semente e pele). Para os pimentões e a cebola ter cuidado para cortar em pedaços semelhantes aos pedaços de tomate.  Temperar com sal e gotas de limão. Utilizar aqueles espetinhos de madeira (palitos de cerca de 20 cm que se compra em qualquer supermercado) para montar. Preparar como se fosse um xixo: um pedaço de tomate, um de pimentão, um pedaço de cebola, maminha, bacon, abobrinha, cordeiro, bacon, cebola, abobrinha, e assim por diante. Calcula-se cerca de 4 espetinhos por pessoa. Preparar o molho para pincelar sobre os espetinhos enquanto estes estiverem assando: picar alho, sálvia e tomilho frescos, vinho branco, adicionar azeite de oliva, pingos de vinagre, sal e pimenta preta e misturar tudo. Levar os espetinhos ao forno pré-aquecido a temperatura de 200 graus por cerca de 20 a 25 minutos. A cada cinco minutos pincelar os espetinhos com o molho. Retirar e servir com o acompanhamento a escolher.

Você sabia?

A culinária mediterrânea busca um estilo alimentar mais saudável com pratos mais coloridos, menos calóricos e com ingredientes frescos na sua elaboração. A cozinha mediterrânea começou em países da Europa, Ásia e África, principalmente Itália e Espanha, Grécia, Israel e Egito. Essa alimentação consiste em diminuir o consumo de gordura e aumentar o consumo de alimentos naturais no dia a dia, principalmente a ingestão diária de peixes, carnes magras,  outros frutos do mar, oleaginosas, legumes, derivados cereais e óleos vegetais saudáveis, como azeite de oliva ou óleo de coco, que melhoram a saúde como um todo. Mas além disso instiga os seus seguidores a mudar o seu comportamento os aliando a prática diária de atividades físicos.

quarta-feira, 14 de novembro de 2018

Pascal Marty realiza degustação entre os vinhedos da Peterlongo


Enólogo francês consultor da Peterlongo oportunizará uma experiência ao ar livre para  degustar produtos exclusivos de forma descomplicada em meio à natureza e no embalo de música ao vivo

Vinhos e espumantes prestes a chegar ao mercado, um jardim cercado por vinhedos, música ao vivo e um castelo construído em 1930. Este será o cenário do 2º Tasting Peterlongo, programado para este sábado, 17 de novembro, das 17h às 19h, na Vinícola Peterlongo, em Garibaldi (RS). No comando, o enólogo francês Pascal Marty, winemaker da vinícola, e a enóloga responsável, Deise Tempass. Ingressos são limitados e estão à venda no varejo da vinícola e no site www.sympla.com.br.

A experiência vai oportunizar ao público uma degustação descontraída, guiada por um dos principais enólogos do mundo, responsável por liderar projetos de vinhos ícones como o Almaviva e o Opus One. A ideia não é seguir um caráter técnico, mas sim aproveitar a energia do local. A degustação será acompanhada durante todo o tempo por música ao vivo à sombra de uma nogueira centenária cercada por vinhedos e ladeada pelo Castelo Peterlongo.

Às cegas, os seis rótulos selecionadas serão de vinhos e espumantes que estão prestes a chegar ao mercado, antecipando para este seleto grupo o que vem por aí. “Além de viver uma experiência agradável, também queremos saber quais as impressões do consumidor. Por isso, ao invés de uma ficha técnica, cada participante elegerá de forma espontânea seus três produtos preferidos”, explica Deise.

“Vamos reunir pessoas que têm em comum o gosto pelo vinho, mas que estão dispostas a compartilhar uma vivência que foge o tradicional e que valoriza o trabalho do enólogo. Ou seja, vamos unir a degustação com a socialização da bebida, porém de um jeito leve e até divertido”, destaca Marty.

Os produtos somente serão divulgados ao final da avaliação. Ao término, todos receberão Certificado de Participação. Ingressos já podem ser adquiridos no varejo da vinícola ou pelo www.sympla.com.br. O valor por participante é de R$ 120. Em caso de mau tempo a experiência será transferida para o interior da vinícola.
   


terça-feira, 13 de novembro de 2018

Chan de Rosas Albariño Clássico 2016 - a Galícia numa taça!


É tempo de dias quentes e longos e nada melhor que encerrar uma tarde degustando um vinho branco fresco e refrescante! 

A dica é o Chan de Rosas Albariño Clássico 2016, espanhol da região da Galícia elaborado com esta uva tradicional na Península Ibérica.  De coloração amarelo palha muito brilhante este exemplar é permeado por ótimas notas de frutas brancas frescas e secas – abacaxi, melão, pêssego - e flores. Um viés mineral e salgado completa a análise.

Em boca é muito fresco, mineral e untuoso e não passa por carvalho. Ótima acidez e convidativo para a harmonização com comida.
Vai bem desde bebido sozinho e na companhia de pratos de fruto do mar, cozinha japonesa, canapés, saldadas, queijos moles e mesmo moquecas.

Possui 13% de graduação alcoólica e o ideal é ser consumido na temperatura de 8 a 10oC.

Você encontra o vinho Chan de Rosas na Wein Haus, loja especializada em vinhos, localizada na Rua João Pessoa 895, Santa Cruz do Sul, fone (51) 3711.3665 e site www.weinhaus.com.br

E lembre-se: se beber, NÃO DIRIJA!     

quinta-feira, 8 de novembro de 2018

O bolinho de polenta com rabada e agrião!


O petisco Extraordinário é uma das maravilhas que podem ser degustadas em Vitória

A capital do Espírito Santo entre tantas belezas naturais tem na gastronomia – lá é o berço da Moqueca Capixaba – outro de seus pontos fortes. E por ser uma cidade litorânea os petiscos a beira-mar e as comidas de boteco possuem uma ímpar relevância neste contexto. E uma das estrelas da culinária de boteco ganhou sua versão em bolinho no restaurante Regina Maris em Vila Velha, cidade colada a capital, e quiosque K3 em Camburi: falo dos bolinhos de polenta recheados com rabada e agrião petisco denominado “Extraordinário”! Esta delícia preparada com esmero foi finalista do Concurso Roda de Boteco editado na capital capixaba e entornos anualmente. Esta delícia é muito fácil de fazer e principalmente, ótima de comer! Confira o preparo do bolinho de polenta com rabada e agrião:


Ingredientes:

200g de fubá de milho
200g de milho verde
2 dentes de alho refogado
1 cebola pequena
30 ml de óleo de soja
200g de flocos de milho
1 ovo
300g de rabada desfiada
Um maço de agrião picado refogado
Sal a gosto
Óleo de soja para fritar

Preparo:

Bata no liquidificador o milho, a cebola, o sal e o alho com água. Coloque essa mistura para ferver e depois despeje o fubá, mexendo até soltar da panela. Faça os bolinhos e recheie com a rabada pré-preparada e desfiada misturada com agrião. Passe os bolinhos no ovo batido e no floco de milho, e frite no óleo. Arrume os bolinhos em panela de barro e sirva com molho de pimenta de cheiro e galhinhos de agrião. Sirva com vinagrete, molho tártaro ou molho de pimenta.



quarta-feira, 7 de novembro de 2018

Casa Valduga Sur Lie Brut Nature - você escolhe o tempo de contato com as leveduras!


Quando fala-se em espumante lembra-se sempre daquela bebida delicada, leve e sedutora.  Não se pensa em algo bruto, inebriante e forte. Mas outro dia mais uma vez quebrei este paradigma degustando o Casa Valduga Sur Lie Brut Nature 30 meses um dos últimos lançamentos da vinícola do Vale dos Vinhedos. 

Fiquei deveras impressionado com a qualidade do que encontrei na taça! A começar com a tampa – pois este espumante não recebe rolha, mas sim a tampa de garrafa originária de sua autólise coberta com cera. Sur lie é a técnica que permite que a bebida permaneça em constante evolução, na presença de leveduras, até a abertura da garrafa. 

Um espumante com linda cor dourada, bastante cítrico e com uma acidez capaz de harmonizar com diversos pratos. Tal espumante não passa pelo dégorgement – que em francês significa degola – ou seja, não ocorre a remoção das partículas residuais sólidas que precipitam na garrafa durante a fermentação – e não tendo dégorgement não há adição de licor de expedição, por isso é um espumante nature. Por não passar por este afinamento, a autólise das leveduras ocorre enquanto a garrafa mantem-se fechada, ou seja, esse é o grande diferencial deste rótulo pois ele continua envelhecendo até ser aberto! 

Além disso vai ao mercado somente após 30 meses de maturação mínima. É elaborado pelo método tradicional com  80% de Chardonnay e 20% de Pinot Noir e 10% repousa em barricas de carvalho francês por 10 meses. Mostrou coloração turva dourada e fino e persistente perlage. Aromas com frutas brancas e tropicais, amêndoas e leve fermento. Boca fresca, cremosa, ótimo corpo e acidez, cítrico e persistente. Uma delícia!

Faz par gastronômico com quase tudo: entradas, saladas, canapés, frutos do mar, comida japonesa e tailandesa e o que mais você quiser.

Recebeu 93 Pontos do Guia Descorchados 2018.

Possui 12% de graduação alcoólica e o ideal é ser consumido na temperatura de 4 a 6oC.

Você encontra os espumantes e vinhos Casa Valduga na Wein Haus, loja especializada em vinhos, localizada na Rua João Pessoa 895, Santa Cruz do Sul, fone (51) 3711.3665 e site www.weinhaus.com.br

E lembre-se: se beber, NÃO DIRIJA!     

terça-feira, 6 de novembro de 2018

A salada grega!


Quero dizer a todos os não apreciadores de salada que esta categoria da gastronomia não se resume apenas a alface, tomate e cebola escaldada em água quente. As saladas podem compor um leque extenso de opções em qualquer jantar, recepção ou descontraído bate-papo com amigos. No preparo de uma boa salada pode-se usar um mix de verdes, frutas, queijos, legumes grelhados, molhos à base de mel, mostarda, limão, geleias e iogurtes. Também a utilização de carnes como rosbife, suíno e frango e até frutos do mar – o coquetel de camarão, por exemplo, não deixa de ser uma salada – no preparo tornam um simples antepasto numa refeição quase completa. Em minha casa principalmente aos finais de domingo – após os inveterados churrascos do almoço - ou nos áureos dias de verão, a salada é o prato principal, acompanhada de sucos, espumantes, vinhos brancos ou mesmo água com gás e por vezes chamam muita atenção aos que por lá transitam, ferrenhos defensores dos carboidratos. E é a receita da Salada Grega com pitadas tupiniquins que segue adiante, acompanhe:


Ingredientes:
(para 4 pessoas)

Um maço de folhas de hortelã
Um maço de rúcula
100g de queijo feta ou tipo labned (na falta destes, iogurte natural)
Sementes de uma romã pequena
300g de berinjela cortada em fatias bem finas
Meio dente de alho picado finamente
3 colheres de sopa de azeite de oliva
Pimenta branca

Preparo:

Aqueça metade do azeite de oliva em uma frigideira antiaderente e disponha o alho. Assim que liberar o aroma, junte as berinjelas fatiadas e deixe fritar bem de um lado (em torno de um minuto ou até a berinjela ficar dourada), junte o restante do oliva, tempere com sal e vire o outro lado por mais um minuto. Reserve. Lave bem a rúcula e o hortelã e seque bem. Disponha a berinjela formando um colchão, junte aleatoriamente as folhas verdes, quebre com a mão minúsculos pedacinhos de queijo e polvilhe por cima assim como as sementes de romã. Tempere com boa quantia de azeite de oliva e sal. O vinagre pode afetar a harmonização destes sabores conjugados, por isso não recomendo o seu uso.

domingo, 4 de novembro de 2018

Wood Hotel inaugura em Gramado e traz restaurante com conceito slow food capitaneado pelo chef Rodrigo Bellora



Nem só de fondue e chocolate artesanal vive a gastronomia de Gramado, no Rio Grande do Sul. Com a inauguração do Wood Hotel, no último dia 17 de outubro, a cidade ganhou não apenas uma opção de hospedagem com vibe de metrópole e localização estratégica na região central, mas também um novo espaço para comer e beber bem: o Wood Lounge Bar & Restaurante.

Sob o comando do premiado chef Rodrigo Bellora, o restaurante apresenta menus sazonais inspirados pela filosofia slow food, com valorização de ingredientes frescos de pequenos produtores locais e versões contemporâneas de pratos típicos da Serra Gaúcha. O café da manhã é um dos diferenciais da casa, com versão estendida até às 17h. Entre as opções do cardápio estão brioche com ovo mollet e panceta frita; salada de frutas com mel fermentado de abelhas nativas e cuca na chapa quente com quenelle de nata.

Para as demais refeições, servidas das 18h às 23h durante o período de soft opening, há um cardápio dividido em quatro tempos diferentes, ideais para compartilhar e comer com as mãos ou talheres. Seguindo a proposta do atendimento despojado do Wood, o menu não exige uma ordem pré-determinada para os pedidos, bastando para o hóspede ou visitante se deixar guiar pelo paladar ou, quem sabe, pelo aroma do prato servido na mesa ao lado.
Pães e focaccias preparados no forno à lenha, carnes cozidas em baixa temperatura, massas e embutidos artesanais se destacam entre as criações de Bellora, que ficou conhecido pelo trabalho desenvolvido no restaurante Valle Rústico, de Garibaldi. “Nossa rede de pequenos produtores é a fonte de inspiração do menu e a equipe é o coração dessa cozinha, sempre estudando para criar pratos incríveis. É o que chamamos de Cozinha de Natureza”, diz o chef.


Na seção “De Lamber os Lábios”, por exemplo, há opções como o caldinho de feijão crioulo com coentro e aipim frito; a Sopa da Colônia, com brodo de aves com capeletti artesanal; e Raízes e Barriga, que leva tubérculos da estação, bacon artesanal e agrião picante. A charcutaria trazida por imigrantes alemães e italianos também marca presença com a tábua de copa, socol, salame, panceta e legumes servidos com mostarda.

Outros destaques do menu são a salada de PANCs (plantas alimentícias não-convencionais) com creme de amendoim e minilegumes; os snacks de polenta brustolada com milho orgânico e ragu de bochecha bovina; e o Gado de Cima da Serra, um prato assinatura de Bellora que leva costela laqueada com demi glacê de butiá, farofa aromática de milho e cúrcuma e legumes vivos.

A experiência se completa com o bar do hotel, que promete ser a melhor escolha para quem busca uma opção descontraída para curtir a noite de Gramado. A carta é repleta de drinques clássicos e autorais, cervejas regionais, gins, uísques, vodcas e bourbons do mundo inteiro, servidos em um ambiente com ótima seleção musical que convida hóspedes e visitantes a aproveitarem ao máximo o espaço, sem hora para sair.  Para esse trabalho, o Wood Hotel teve a consultoria do empresário e bartender Gustavo Wiesel, que já atuou em bares de São Paulo e hoje é proprietário de um dos mais badalados bares/restaurantes de Gramado, o Toro.


O Wood Hotel é o quarto empreendimento do Grupo Casa da Montanha, que tem outros três hotéis no Rio Grande do Sul: os hotéis Casa da Montanha e Petit Casa da Montanha, ambos em Gramado, e o Parador Casa da Montanha, em Cambará do Sul.  Em comum, todas as propriedades se caracterizam pela boa localização, atendimento personalizado e excelência na prestação de serviços.

Serviço
Wood Hotel
Rua Mário Bertoluci, 48, Centro – Gramado/RS
Contato: (54) 3295-7575
reservas@casadamontanha.com.br / www.woodhotel.com.br