quarta-feira, 14 de novembro de 2018

Pascal Marty realiza degustação entre os vinhedos da Peterlongo


Enólogo francês consultor da Peterlongo oportunizará uma experiência ao ar livre para  degustar produtos exclusivos de forma descomplicada em meio à natureza e no embalo de música ao vivo

Vinhos e espumantes prestes a chegar ao mercado, um jardim cercado por vinhedos, música ao vivo e um castelo construído em 1930. Este será o cenário do 2º Tasting Peterlongo, programado para este sábado, 17 de novembro, das 17h às 19h, na Vinícola Peterlongo, em Garibaldi (RS). No comando, o enólogo francês Pascal Marty, winemaker da vinícola, e a enóloga responsável, Deise Tempass. Ingressos são limitados e estão à venda no varejo da vinícola e no site www.sympla.com.br.

A experiência vai oportunizar ao público uma degustação descontraída, guiada por um dos principais enólogos do mundo, responsável por liderar projetos de vinhos ícones como o Almaviva e o Opus One. A ideia não é seguir um caráter técnico, mas sim aproveitar a energia do local. A degustação será acompanhada durante todo o tempo por música ao vivo à sombra de uma nogueira centenária cercada por vinhedos e ladeada pelo Castelo Peterlongo.

Às cegas, os seis rótulos selecionadas serão de vinhos e espumantes que estão prestes a chegar ao mercado, antecipando para este seleto grupo o que vem por aí. “Além de viver uma experiência agradável, também queremos saber quais as impressões do consumidor. Por isso, ao invés de uma ficha técnica, cada participante elegerá de forma espontânea seus três produtos preferidos”, explica Deise.

“Vamos reunir pessoas que têm em comum o gosto pelo vinho, mas que estão dispostas a compartilhar uma vivência que foge o tradicional e que valoriza o trabalho do enólogo. Ou seja, vamos unir a degustação com a socialização da bebida, porém de um jeito leve e até divertido”, destaca Marty.

Os produtos somente serão divulgados ao final da avaliação. Ao término, todos receberão Certificado de Participação. Ingressos já podem ser adquiridos no varejo da vinícola ou pelo www.sympla.com.br. O valor por participante é de R$ 120. Em caso de mau tempo a experiência será transferida para o interior da vinícola.
   


terça-feira, 13 de novembro de 2018

Chan de Rosas Albariño Clássico 2016 - a Galícia numa taça!


É tempo de dias quentes e longos e nada melhor que encerrar uma tarde degustando um vinho branco fresco e refrescante! 

A dica é o Chan de Rosas Albariño Clássico 2016, espanhol da região da Galícia elaborado com esta uva tradicional na Península Ibérica.  De coloração amarelo palha muito brilhante este exemplar é permeado por ótimas notas de frutas brancas frescas e secas – abacaxi, melão, pêssego - e flores. Um viés mineral e salgado completa a análise.

Em boca é muito fresco, mineral e untuoso e não passa por carvalho. Ótima acidez e convidativo para a harmonização com comida.
Vai bem desde bebido sozinho e na companhia de pratos de fruto do mar, cozinha japonesa, canapés, saldadas, queijos moles e mesmo moquecas.

Possui 13% de graduação alcoólica e o ideal é ser consumido na temperatura de 8 a 10oC.

Você encontra o vinho Chan de Rosas na Wein Haus, loja especializada em vinhos, localizada na Rua João Pessoa 895, Santa Cruz do Sul, fone (51) 3711.3665 e site www.weinhaus.com.br

E lembre-se: se beber, NÃO DIRIJA!     

quinta-feira, 8 de novembro de 2018

O bolinho de polenta com rabada e agrião!


O petisco Extraordinário é uma das maravilhas que podem ser degustadas em Vitória

A capital do Espírito Santo entre tantas belezas naturais tem na gastronomia – lá é o berço da Moqueca Capixaba – outro de seus pontos fortes. E por ser uma cidade litorânea os petiscos a beira-mar e as comidas de boteco possuem uma ímpar relevância neste contexto. E uma das estrelas da culinária de boteco ganhou sua versão em bolinho no restaurante Regina Maris em Vila Velha, cidade colada a capital, e quiosque K3 em Camburi: falo dos bolinhos de polenta recheados com rabada e agrião petisco denominado “Extraordinário”! Esta delícia preparada com esmero foi finalista do Concurso Roda de Boteco editado na capital capixaba e entornos anualmente. Esta delícia é muito fácil de fazer e principalmente, ótima de comer! Confira o preparo do bolinho de polenta com rabada e agrião:


Ingredientes:

200g de fubá de milho
200g de milho verde
2 dentes de alho refogado
1 cebola pequena
30 ml de óleo de soja
200g de flocos de milho
1 ovo
300g de rabada desfiada
Um maço de agrião picado refogado
Sal a gosto
Óleo de soja para fritar

Preparo:

Bata no liquidificador o milho, a cebola, o sal e o alho com água. Coloque essa mistura para ferver e depois despeje o fubá, mexendo até soltar da panela. Faça os bolinhos e recheie com a rabada pré-preparada e desfiada misturada com agrião. Passe os bolinhos no ovo batido e no floco de milho, e frite no óleo. Arrume os bolinhos em panela de barro e sirva com molho de pimenta de cheiro e galhinhos de agrião. Sirva com vinagrete, molho tártaro ou molho de pimenta.



quarta-feira, 7 de novembro de 2018

Casa Valduga Sur Lie Brut Nature - você escolhe o tempo de contato com as leveduras!


Quando fala-se em espumante lembra-se sempre daquela bebida delicada, leve e sedutora.  Não se pensa em algo bruto, inebriante e forte. Mas outro dia mais uma vez quebrei este paradigma degustando o Casa Valduga Sur Lie Brut Nature 30 meses um dos últimos lançamentos da vinícola do Vale dos Vinhedos. 

Fiquei deveras impressionado com a qualidade do que encontrei na taça! A começar com a tampa – pois este espumante não recebe rolha, mas sim a tampa de garrafa originária de sua autólise coberta com cera. Sur lie é a técnica que permite que a bebida permaneça em constante evolução, na presença de leveduras, até a abertura da garrafa. 

Um espumante com linda cor dourada, bastante cítrico e com uma acidez capaz de harmonizar com diversos pratos. Tal espumante não passa pelo dégorgement – que em francês significa degola – ou seja, não ocorre a remoção das partículas residuais sólidas que precipitam na garrafa durante a fermentação – e não tendo dégorgement não há adição de licor de expedição, por isso é um espumante nature. Por não passar por este afinamento, a autólise das leveduras ocorre enquanto a garrafa mantem-se fechada, ou seja, esse é o grande diferencial deste rótulo pois ele continua envelhecendo até ser aberto! 

Além disso vai ao mercado somente após 30 meses de maturação mínima. É elaborado pelo método tradicional com  80% de Chardonnay e 20% de Pinot Noir e 10% repousa em barricas de carvalho francês por 10 meses. Mostrou coloração turva dourada e fino e persistente perlage. Aromas com frutas brancas e tropicais, amêndoas e leve fermento. Boca fresca, cremosa, ótimo corpo e acidez, cítrico e persistente. Uma delícia!

Faz par gastronômico com quase tudo: entradas, saladas, canapés, frutos do mar, comida japonesa e tailandesa e o que mais você quiser.

Recebeu 93 Pontos do Guia Descorchados 2018.

Possui 12% de graduação alcoólica e o ideal é ser consumido na temperatura de 4 a 6oC.

Você encontra os espumantes e vinhos Casa Valduga na Wein Haus, loja especializada em vinhos, localizada na Rua João Pessoa 895, Santa Cruz do Sul, fone (51) 3711.3665 e site www.weinhaus.com.br

E lembre-se: se beber, NÃO DIRIJA!     

terça-feira, 6 de novembro de 2018

A salada grega!


Quero dizer a todos os não apreciadores de salada que esta categoria da gastronomia não se resume apenas a alface, tomate e cebola escaldada em água quente. As saladas podem compor um leque extenso de opções em qualquer jantar, recepção ou descontraído bate-papo com amigos. No preparo de uma boa salada pode-se usar um mix de verdes, frutas, queijos, legumes grelhados, molhos à base de mel, mostarda, limão, geleias e iogurtes. Também a utilização de carnes como rosbife, suíno e frango e até frutos do mar – o coquetel de camarão, por exemplo, não deixa de ser uma salada – no preparo tornam um simples antepasto numa refeição quase completa. Em minha casa principalmente aos finais de domingo – após os inveterados churrascos do almoço - ou nos áureos dias de verão, a salada é o prato principal, acompanhada de sucos, espumantes, vinhos brancos ou mesmo água com gás e por vezes chamam muita atenção aos que por lá transitam, ferrenhos defensores dos carboidratos. E é a receita da Salada Grega com pitadas tupiniquins que segue adiante, acompanhe:


Ingredientes:
(para 4 pessoas)

Um maço de folhas de hortelã
Um maço de rúcula
100g de queijo feta ou tipo labned (na falta destes, iogurte natural)
Sementes de uma romã pequena
300g de berinjela cortada em fatias bem finas
Meio dente de alho picado finamente
3 colheres de sopa de azeite de oliva
Pimenta branca

Preparo:

Aqueça metade do azeite de oliva em uma frigideira antiaderente e disponha o alho. Assim que liberar o aroma, junte as berinjelas fatiadas e deixe fritar bem de um lado (em torno de um minuto ou até a berinjela ficar dourada), junte o restante do oliva, tempere com sal e vire o outro lado por mais um minuto. Reserve. Lave bem a rúcula e o hortelã e seque bem. Disponha a berinjela formando um colchão, junte aleatoriamente as folhas verdes, quebre com a mão minúsculos pedacinhos de queijo e polvilhe por cima assim como as sementes de romã. Tempere com boa quantia de azeite de oliva e sal. O vinagre pode afetar a harmonização destes sabores conjugados, por isso não recomendo o seu uso.

domingo, 4 de novembro de 2018

Wood Hotel inaugura em Gramado e traz restaurante com conceito slow food capitaneado pelo chef Rodrigo Bellora



Nem só de fondue e chocolate artesanal vive a gastronomia de Gramado, no Rio Grande do Sul. Com a inauguração do Wood Hotel, no último dia 17 de outubro, a cidade ganhou não apenas uma opção de hospedagem com vibe de metrópole e localização estratégica na região central, mas também um novo espaço para comer e beber bem: o Wood Lounge Bar & Restaurante.

Sob o comando do premiado chef Rodrigo Bellora, o restaurante apresenta menus sazonais inspirados pela filosofia slow food, com valorização de ingredientes frescos de pequenos produtores locais e versões contemporâneas de pratos típicos da Serra Gaúcha. O café da manhã é um dos diferenciais da casa, com versão estendida até às 17h. Entre as opções do cardápio estão brioche com ovo mollet e panceta frita; salada de frutas com mel fermentado de abelhas nativas e cuca na chapa quente com quenelle de nata.

Para as demais refeições, servidas das 18h às 23h durante o período de soft opening, há um cardápio dividido em quatro tempos diferentes, ideais para compartilhar e comer com as mãos ou talheres. Seguindo a proposta do atendimento despojado do Wood, o menu não exige uma ordem pré-determinada para os pedidos, bastando para o hóspede ou visitante se deixar guiar pelo paladar ou, quem sabe, pelo aroma do prato servido na mesa ao lado.
Pães e focaccias preparados no forno à lenha, carnes cozidas em baixa temperatura, massas e embutidos artesanais se destacam entre as criações de Bellora, que ficou conhecido pelo trabalho desenvolvido no restaurante Valle Rústico, de Garibaldi. “Nossa rede de pequenos produtores é a fonte de inspiração do menu e a equipe é o coração dessa cozinha, sempre estudando para criar pratos incríveis. É o que chamamos de Cozinha de Natureza”, diz o chef.


Na seção “De Lamber os Lábios”, por exemplo, há opções como o caldinho de feijão crioulo com coentro e aipim frito; a Sopa da Colônia, com brodo de aves com capeletti artesanal; e Raízes e Barriga, que leva tubérculos da estação, bacon artesanal e agrião picante. A charcutaria trazida por imigrantes alemães e italianos também marca presença com a tábua de copa, socol, salame, panceta e legumes servidos com mostarda.

Outros destaques do menu são a salada de PANCs (plantas alimentícias não-convencionais) com creme de amendoim e minilegumes; os snacks de polenta brustolada com milho orgânico e ragu de bochecha bovina; e o Gado de Cima da Serra, um prato assinatura de Bellora que leva costela laqueada com demi glacê de butiá, farofa aromática de milho e cúrcuma e legumes vivos.

A experiência se completa com o bar do hotel, que promete ser a melhor escolha para quem busca uma opção descontraída para curtir a noite de Gramado. A carta é repleta de drinques clássicos e autorais, cervejas regionais, gins, uísques, vodcas e bourbons do mundo inteiro, servidos em um ambiente com ótima seleção musical que convida hóspedes e visitantes a aproveitarem ao máximo o espaço, sem hora para sair.  Para esse trabalho, o Wood Hotel teve a consultoria do empresário e bartender Gustavo Wiesel, que já atuou em bares de São Paulo e hoje é proprietário de um dos mais badalados bares/restaurantes de Gramado, o Toro.


O Wood Hotel é o quarto empreendimento do Grupo Casa da Montanha, que tem outros três hotéis no Rio Grande do Sul: os hotéis Casa da Montanha e Petit Casa da Montanha, ambos em Gramado, e o Parador Casa da Montanha, em Cambará do Sul.  Em comum, todas as propriedades se caracterizam pela boa localização, atendimento personalizado e excelência na prestação de serviços.

Serviço
Wood Hotel
Rua Mário Bertoluci, 48, Centro – Gramado/RS
Contato: (54) 3295-7575
reservas@casadamontanha.com.br / www.woodhotel.com.br


quinta-feira, 1 de novembro de 2018

Brasil recebe pela 1ª vez campeonatos mundiais de café


Semana Internacional do Café irá sediar, em novembro, quatro competições internacionais com a participação de mais de 40 países e milhares de visitantes



É a Copa do Mundo do café e com diversas categorias! E a capital mineira será a sede. De 7 a 9 de novembro deste ano o Brasil receberá pela primeira vez Campeonatos Mundiais de Café e milhares de visitantes internacionais chegarão de todas as partes do globo. As disputas serão destaque dentro da programação da Semana Internacional do Café (SIC), o maior evento nacional do setor e o mais relevante encontro de todas as pontas dessa agroindústria.

Mais de uma centena de competidores premiados se enfrentarão em Belo Horizonte (MG) no preparo e na prova da bebida, representando mais de 40 países. Os quatro mundiais atendem as diversas maneiras de fazer café. O World Latte Art Championship é o desenho no café com leite, habilidade que o barista (profissional que extrai o café) realiza em xícaras para juízes bem criteriosos na avaliação visual. O World Coffee in Good Spirits Championship é o preparo do café com drinques alcoólicos e outros ingredientes que harmonizam com a bebida quente ou fria. O mais famoso deles, o Irish Coffee.

Anteriormente agendados para Dubai, o World Brewers Cup e o World Cup Tasters Championship também serão realizados no Brasil dentro da SIC. O primeiro é a avaliação da performance do barista ao preparar café em método filtrado de sua escolha, assim como o grão usado na competição e o resultado surpreendente de sabor na xícara. Já o Cup Tasters é o campeonato destinado aos provadores de café. Ao competidor é necessário acertar qual é o único café diferente dentre 3 amostras. Após várias rodadas, quem adivinha em menos tempo oito combinações - e erra menos - é o grande vencedor.


Os campeonatos mundiais são organizados pela World Coffee Events (WCE), entidade ligada à Associação de Cafés Especiais – a mais relevante no mundo. O objetivo dos eventos é agregar a comunidade internacional apaixonada pelo café, além de mostrar como o mercado tem profissionais diferenciados no preparo da bebida mais consumida no mundo. “A conquista do país-sede de quatro mundiais é fruto de uma combinação de diversos fatores presentes na Semana Internacional do Café: conexão entre todos os elos do setor, diversidade de públicos nacionais e internacionais, amadurecimento do mercado interno e relevância no incentivo a novos negócios de café especial. Para nós é uma grande oportunidade”, aponta Caio Alonso Fontes, diretor da Café Editora – um dos idealizadores da SIC.

Compradores e produtores

“O Brasil é o maior produtor mundial de café. Somente das lavouras mineiras, sai 1 de cada 5 xícaras de café consumidas no mundo. Tem grande importância histórica, social e econômica. E além da quantidade, o país é reconhecido mundialmente como produtor de cafés de alta qualidade, com muitas origens e sabores”, explica Roberto Simões, presidente da Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de Minas Gerais (Sistema FAEMG), entidade realizadora da SIC.
Além dos mundiais, a Semana Internacional do Café tem como uma das principais ações promover as regiões produtoras de café de Minas Gerais e do Brasil. No evento também são realizadas mesas de prova de café e concursos que reúnem amostras dos melhores grãos colhidos na nova safra, o Coffee of The Year – que premia as espécies arábica e robusta.

“A Semana Internacional do Café torna-se a cada ano mais arrojada. Os eventos mundiais, por si só, asseguram um importante contingente de estrangeiros prestigiando nossa SIC, que se consolida cada vez mais, já ocupando lugar seguro na agenda dos grandes eventos mundiais do setor cafeeiro”, destaca o Secretário de Agricultura, Pecuária e Abastecimento do Estado de Minas Gerais (Seapa), Amarildo Kalil.

O conteúdo de palestras e cursos é também um dos pontos altos do evento que, no ano passado, reuniu 17 mil visitantes, mais de 140 marcas expositoras e iniciou R$ 35 milhões em negócios. “Organizamos no Brasil uma enorme conexão entre os elos da cadeia cafeeira. A SIC será um momento incrível para expandir as oportunidades de fazer negócios de uma forma diferente, que só acontece em um país produtor como o Brasil. E os grandes campeonatos também serão um marco que inspirarão novos empreendedores a entrarem no mundo do café! Queremos convidar a todos para essa jornada que celebra nossa nova safra e cria a oportunidade de provar os melhores cafés do Brasil diretamente dos produtores”, finaliza Priscilla Lins, gerente de agronegócios do Sebrae Minas.

Sobre a Semana Internacional do Café

A Semana Internacional do Café (SIC) é uma iniciativa do Sistema FAEMG, Café Editora, Sebrae e Governo de Minas, por meio da Secretaria de Agricultura, Pecuária e Abastecimento do Estado de Minas Gerais (Seapa) e Codemig. Reunirá de 7 a 9 de novembro de 2018, no Expominas, em Belo Horizonte, Minas Gerais, toda a cadeia produtiva do setor cafeeiro nacional e internacional, em prol do crescimento social e economicamente sustentável do produto brasileiro. O encontro envolve cafeicultores, torrefadores, classificadores, exportadores, compradores, fornecedores, empresários, baristas, proprietários de cafeterias e apreciadores. Durante os três dias são realizados mais de 25 eventos simultâneos focados nas áreas de Mercado & Consumo, Conhecimento & Inovação e Negócios & Empreendedorismo.

Receberá neste ano os mundiais de café World Coffee in Good Spirits Championship (drinques alcoólicos com café) e World Latte Art Championship (desenho no café com leite), World Brewers Cup (preparo de café) e World Cup Tasters Championship (prova de café) organizados pela World Coffee Events e com o National Body da Associação Brasileira de Cafés Especiais (BSCA).

Serviço
Semana Internacional do Café 2018
De 7 a 9 de novembro
Das 11h às 20h
Expominas, Belo Horizonte (MG)
Facebook e Twitter: @semanadocafe
Instagram @semanainternacionaldocafe
www.semanainternacionaldocafe.com.br




quarta-feira, 31 de outubro de 2018

Brasil crava 9 restaurantes na lista do Latin America's 50 Best Restaurants


A lista de 2018 Melhores Restaurantes da América Latina de 2018 foi revelada ontem, 30 de outubro em uma cerimônia de premiação ao vivo, para os principais chefs, mídia e influenciadores, em Bogotá na Colômbia - anfitriã pelo segundo ano, escolhida por causa de sua rica e crescente cena gourmet. Pelo segundo ano, Maido em Lima, Peru, foi coroado como o Melhor Restaurante da América Latina, patrocinado pela S.Pellegrino & Acqua Panna.


Além do conjunto de prêmios anunciados na noite, três prêmios especiais foram revelados no período que antecedeu a cerimônia:
• O Diners Club® Lifetime Achievement Award foi entregue em conjunto a María Elena Lugo Zermeño e Gerardo Vázquez Lugo, de Nicos, na Cidade do México. Esta é a primeira vez que o prêmio foi dado a dois chefs simultaneamente – mãe e filho – devido a sua contribuição para elevar a culinária tradicional mexicana durante várias décadas.
• O elit® Vodka Latin America’s Best Female Chef 2018 foi concedido a Pía León de Central e Kjolle, em Lima. Esta distinção reconhece a carreira e o impacto positivo de uma chef feminina na região.
• O Miele One To Watch Award, que reconhece um restaurante com potencial para fazer parte da lista do Latin America's 50 Best Restaurants nos próximos anos, foi apresentado ao Manu.

A lista e prêmios do Latin America's 50 Best Restaurants é de propriedade e organizada pela William Reed Business Media. A plataforma gourmet procura celebrar e promover ótimos restaurantes e chefs da região e fornecer um guia incomparável para os clientes internacionais.

A Academia do Latin America's 50 Best Restaurants é composta por mais de 250 membros votantes, cada um dos quais é escolhido a dedo por sua opinião especializada sobre o cenário de restaurantes latino-americanos. Os votos desta Academia compõem a lista do Latin America's 50 Best Restaurants, um barômetro anual de bom gosto. A Academia é dividida em quatro regiões: México e América Central, América do Sul (Norte), América do Sul (Sul) e Brasil. Cada região tem um presidente da Academia e 62 outros membros votantes, formados por jornalistas, críticos de gastronomia, chefs, donos de restaurantes e gourmets bem viajados. Cada membro tem que enviar 10 votos sobre o que eles consideram suas melhores experiências de jantar dos 18 meses anteriores; pelo menos quatro desses votos têm que ir a restaurantes fora do seu próprio país.

Confira a lista:

1 Maido Lima, Peru
2 Central Lima, Peru
3 Pujol Mexico City, Mexico
4 Boragó Santiago, Chile
5 D.O.M. São Paulo, Brasil
6 Don Julio Buenos Aires, Argentina
7 A Casa do Porco São Paulo, Brasil
8 Astrid y Gastón Lima, Peru
9 Quintonil Mexico City, Mexico
10 Leo Bogotá, Colombia
11 Tegui Buenos Aires, Argentina
12 Maní São Paulo, Brasil
13 Isolina Lima, Peru
14 Sud 777 Mexico City, Mexico
15 Villanos en Bermudas Bogotá, Colombia
16 Rafael Lima, Peru
17 La Mar Lima, Peru
18 Mishiguene Buenos Aires, Argentina
19 Chila Buenos Aires, Argentina
20 Máximo Bistrot Mexico City, Mexico
21 El Chato, Bogotá Colombia 
22 Parador La Huella Jose Ignacio, Uruguay
23 Harry Sasson Bogotá, Colombia
24 Ambrosia Santiago, Chile
25 Osso Lima, Peru
26 Lasai Rio de Janeiro, Brasil
27 Olympe Rio de Janeiro, Brasil
28 99 Santiago, Chile
29 Maito Panama City, Panama
30 Pangea Monterrey, Mexico
31 Alcalde Guadalajara, Mexico
32 Elena Buenos Aires, Argentina
33 Oteque Rio de Janeiro, Brasil
34 Le Chique Cancun, Mexico 
35 Corazón de Tierra Valle de Guadalupe, Mexico
36 El Baqueano Buenos Aires, Argentina
37 Nicos Mexico City, Mexico
38 Gran Dabbang Buenos Aires, Argentina 
39 Malabar Lima, Peru
40 La Docena Guadalajara, Mexico
41 Rosetta Mexico City, Mexico
42 Aramburu Buenos Aires, Argentina
43 Restaurante 040 Santiago, Chile
44 Proper Buenos Aires, Argentina
45 Mocotó São Paulo, Brasil
46 Narda Comedor Buenos Aires, Argentina 
47 Osaka Santiago, Chile 
48 Amaz Lima, Peru
49 Oro Rio de Janeiro, Brasil
50 Tuju São Paulo, Brasil


terça-feira, 30 de outubro de 2018

ABE escolhe o Enólogo do Ano 2018



A Associação Brasileira de Enologia (ABE) reuniu na noite de sexta-feira, 26 de outubro, cerca de 200 associados para celebrar seus 42 anos e o Dia do Enólogo, festejado na segunda-feira, 22 de outubro. O evento, realizado no Centro Empresarial de Bento Gonçalves, também foi marcado pela entrega do prêmio Enólogo do Ano 2018 para Cedenir Fortunatti, enólogo chefe da Fante Vinhos, Sucos e Destilados, de Flores da Cunha (RS).

Cedenir Fortunatti recebeu o troféu das mãos do presidente da ABE, Edegar Scortegagna

Fortunatti, que ganhou uma viagem técnica internacional,  iniciou sua trajetória como enólogo no final dos anos 1990. Depois do curso Técnico em Enologia, buscou aprimoramento e concluiu a graduação em Viticultura e Enologia em medos de 2008. Bem humorado, se auto-denomina um ‘alquimista das bebidas’. Há quase 20 anos, atua na Fante, uma das maiores empresas de bebidas do país, onde hoje é enólogo chefe e gerente industrial com larga experiência na elaboração de destilados. Pós-graduado em Especialização em Vitivinicultura pela Universidade de Caxias do Sul e também fez MBA em Desenvolvimento de Liderança pela mesma universidade.

A escolha foi feita entre os associados da entidade, no período de 3 a 19 de outubro. Nesta edição, 135 enólogos participaram fazendo suas indicações. O resultado foi homologado mediante regulamento, por uma comissão formada pelo presidente da ABE, enólogo Edegar Scortegagna, por representantes do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia – Campus Bento Gonçalves e pela Embrapa Uva e Vinho, além de enólogos já homenageados com a distinção.

A celebração foi ganhando status ao longo do tempo. Com o objetivo de enaltecer a trajetória do profissional que, durante sua trajetória, soube conduzir seu trabalho, não só qualificando o vinho, mas aportando ao mundo do vinho algo a mais, a distinção é uma justa homenagem aos enólogos que se destacam pela sua atuação.

“Alcançamos as Bodas de Cristal do Enólogo do Ano premiando aqueles que se destacam pela sua atividade como enólogo. Foi um dia especial, pois além de prestar esta justa homenagem, também confraternizamos para festejar os 42 anos da ABE e o Dia do Enólogo. Sempre é um momento de celebrar a vida, o trabalho, a troca, as amizades. E celebramos tudo isso da forma que mais sabemos fazer: brindando com amigos e colegas de profissão. Escolher o Enólogo do Ano é nosso dever. E ser eleito pelos próprios enólogos amplia ainda mais a importância da distinção”, destaca Scortegagna.

O evento também foi marcado pelo sorteio de uma viagem para uma missão técnica da ABE. A iniciativa foi da Vêneto Mercantil que, aproveitamento as comemorações dos seus 30 anos, apostou na ação com foco no aprimoramento técnico dos enólogos. O ganhador foi o enólogo Andrei Julian Bellé.

ENÓLOGOS HOMENAGEADOS

Enólogo do Ano 2004 – Antônio Czarnobay
Enólogo do Ano 2005 – Gilberto Pedrucci
Enólogo do Ano 2006 – Firmino Splendor
Enólogo do Ano 2007 – Adriano Miolo
Enólogo do Ano 2008 – Ismar Pasini
Enólogo do Ano 2009 - Nauro José Morbini
Enólogo do Ano 2010 – Lucindo Copat
Enólogo do Ano 2011 – Daniel Dalla Valle
Enólogo do Ano 2012 – Dirceu Scottá
Enólogo do Ano 2013 – Juliano Daniel Perin
Enólogo do Ano 2014 -  Delto Garibaldi
Enólogo do Ano 2015 – Christian Bernardi
Enólogo do Ano 2016 – Flávio Zílio
Enólogo do Ano 2017 – Carlos Abarzúa
Enólogo do Ano 2018 – Cedenir Fortunatti

* Foto: Jeferson Soldi




segunda-feira, 29 de outubro de 2018

Jantar Harmonizado Weinhaus e o San Marzano Malvasia Nera 2016


Na próxima quinta-feira, 8 de novembro, a Weinhaus estará realizando o Jantar Harmonizado Weinhaus com parceria da Importadora Grand Cru, no espaço gourmet da loja que é especializada em vinhos para Santa Cruz do Sul e região. 

Os vinhos serão apresentados pelo enólogo Joanes Wagner e farão par com os seguintes pratos: entrada - caesar salad harmonizada com vinho San Marzano Sauvignon/Malvasia; primeiro prato - risoto com carne seca, queijo e tomate seco com vinho San Marzano Malvasia Nera e Errazuriz Estate Carmenere; segundo prato - entrecote na brasa com polenta mole e molho de gorgonzola com vinho Zuccardi Q Tempranillo e Pulenta Estate Malbec; sobremesa - Apfelstrudel e sorvete de creme com vinho Vistamar Late Harvest Moscatel.

E um dos vinhos que será degustado é o italiano San Marzano Malvasia Nera 2016 elaborado 100% com esta uva autóctone. Um vinho de coloração rubi muito fácil e agradável de beber, delicado mas encorpado. Intenso buquê com frutas vermelhas – amoras e cereja – chocolate, pimenta preta e especiarias. Ótimo em boca, presença da madeira – envelhece 6 meses em barricas de carvalho francês – mas integrada a fruta. Taninos redondos e macios com amplo e persistente final.

Vai bem com carnes vermelhas assadas, risotos, queijos médios e legumes braseados.

Possui 13,5% de graduação alcoólica e o ideal é ser consumido na temperatura de 16oC.

Você encontra os vinhos San Marzano e faz sua reserva para o jantar harmonizado na Wein Haus, loja especializada em vinhos, localizada na Rua João Pessoa 895, Santa Cruz do Sul, fone (51) 3711.3665 e site www.weinhaus.com.br

E lembre-se: se beber, NÃO DIRIJA!     

quinta-feira, 25 de outubro de 2018

O sushi!


Celebrado no próximo dia 1o de novembro, o Dia Mundial do Sushi, é uma especial data tanto no calendário japonês quanto no brasileiro!

Quem não gosta de sushi, bom sujeito não é! Parodiando Alcione na letra de seu inesquecível samba abro este artigo falando desta iguaria criada quase que por acaso, na tentativa de conservar os peixes há séculos atrás no Japão. Segundo as técnicas desenvolvidas no Sudeste Asiático os filés de peixe cru eram salgados e acomodados em barris de madeira intercalados com camadas de arroz cozido. Com a fermentação natural do arroz, ocorria a liberação de ácido láctico, o que azedava o peixe e garantia sua conservação. O longo processo de armazenamento (de até 3 anos), porém, tornava o arroz impróprio para consumo e somente o peixe era aproveitado. Com o passar dos séculos os períodos de fermentação menores permitia o consumo do arroz e do peixe juntos. Esta é considerada a primeira forma do sushi moderno. E para comemorar o Dia Mundial do Sushi segue a receita tanto para o arroz quanto para o sushi. Você vai precisar de alguns utensílios: uma faca bem afiada; uma esteirinha de bambu (para auxiliar a enrolar os sushis); potinhos individuais para o molho shoyu; uma espátula para espalhar o arroz sobre a alga assim como uma tábua para o preparo e corte dos sushis e um pano úmido.


Ingredientes (arroz):

- 500g de arroz japonês
- 600 ml de água
- 80 ml de vinagre de arroz
- 60g de açúcar
- 15g de sal
- 1g de glutamato de sódio (Ajinomoto)

Preparo:

Lave e escorra o arroz quatro vezes. Deixe descansar por 15 minutos e coloque na panela o arroz e a água fria, tampe e leve ao cozimento em fogo alto até a água ferver. Após, deixe em fogo bem baixo até a água secar. Por fim, o arroz deve descansar por mais 10 minutos, ainda na panela tampada. Junte o vinagre, o açúcar, o sal e o glutamato de sódio, dissolvendo bem. Em seguida, despeje este tempero sobre o arroz e misture com a espátula com movimentos para que o utensílio "corte" o arroz, liberando o amido necessário para dar liga.

Ingredientes (rolinhos de sushi):

- 10 ml de vinagre de arroz
- 250 ml d’água
- 4 a 5 folhas de alga (chamada nori)
- 300g de arroz cozido
- 100g de filé de salmão cortado em fatias finas
- Raiz-forte (chamada wasabi) a gosto

Preparo:

Misture a água e o vinagre em uma tigela e reserve. Para fazer os rolinhos, coloque a esteira de bambu sobre a mesa de trabalho bem limpa, quebre uma folha de alga em duas metades e coloque uma delas sobre a esteira com o lado brilhoso para baixo. Molhe as mãos na mistura de água com vinagre para evitar que o arroz grude nos dedos. Pegue um punhado de arroz e coloque no centro da folha de alga. Com a ponta dos dedos, espalhe regularmente sobre a superfície da alga. Deixe uma faixa de 1 cm sem arroz na parte superior da folha. Com o dedo, afunde um pouco o arroz e coloque uma pequena quantidade de wasabi. Em seguida, coloque as fatias de salmão sobre o arroz. Levante a borda frontal da esteira e role delicadamente o conjunto em um movimento contínuo. Continue com este procedimento de maneira que a borda superior se junte à borda inferior. Pressione levemente para compactar e manter o formato de roliço. Quando chegar à parte da alga não coberta pelo arroz, continue formando um rolo com as duas mãos. Reserve em um local fresco mas não refrigerado durante a confecção dos outros rolinhos. Para cortar os enrolados, umedeça a lâmina da faca num pano úmido, sempre que necessário, para que o arroz não grude no utensílio. Corte o rolo em duas metades. Junte-as e corte em três partes para obter 6 sushis de tamanho igual. Servir imediatamente. Como sugestão de recheio pode ser usado: salmão, requeijão e cebolinha picada; salmão, kani e pepino; kani, requeijão e kiwi e atum.

Você sabia?


A introdução do vinagre no preparo do arroz para sushi ocorreu no século XVII, em Edo (atual Tóquio) pelo médico Matsumoto Yoshiichi. Isto diminuiu o tempo de preparo do sushi para 1 dia. Com a fartura de pescados e frutos do mar na baía de Tóquio, o peixe passou a ser consumido cru e fresco. Além do ganho em tempo de preparo do sushi, o vinagre adicionou um sabor especial ao prato. Este tipo de sushi é chamado de Hayazushi. No século XVIII surge aquele que é considerado o primeiro “sushiman” da história: Hanaya Yohei. Ele criou o tipo de sushi mais popular, o Nigirizushi. Um bolinho de arroz de sushi com uma fatia de peixe cru por cima, para consumo imediato, que podia ser manuseado com as mãos, dispensando os hashis. Como não havia refrigeradores, os peixes eram marinados em molho de soja ou vinagre e o tamanho era aproximadamente o dobro dos atuais. Em 1923, após a cidade de Tóquio ser atingida por um terremoto, muitos donos de quiosques alimentícios voltaram para suas regiões de origem e disseminaram a receita do sushi por todo o Japão. Finalmente, no século XX, com a globalização, o sushi espalhou se por todo o mundo. Além do sabor, a preocupação do homem moderno com uma alimentação saudável fez do sushi um sucesso mundial e no Brasil, as temakerias fazem muito sucesso nas primeiras década do século XXI. Além do temaki, é muito apreciado pelos brasileiros o hot filadelfia.
*fonte: cozinhajaponesa.com.br

quarta-feira, 24 de outubro de 2018

Inaugurou no Vale dos Vinhedos o restaurante GURI – Cozinha de Origem



Inédito na região, restaurante com preparo em fogos abriu as portas para o público no último fim de semana, na linha 15 da Graciema. Pratos têm como referência a gastronomia dos pampas    
        


Voltar às raízes e com elas expressar a gastronomia dos pampas do Rio Grande do Sul, Uruguai e Argentina através de um menu com pratos tradicionais, releituras e autorais. Assim nasce o restaurante GURI – Cozinha de Origem, que abriu as portas no último sábado (20), com lotação máxima, no Vale dos Vinhedos. Comandado pelo empresário e chef Enio Valli e pela sócia e administradora Michele Dutra da Silveira, o empreendimento localizado na casa 676, na charmosa localidade da linha 15 da Graciema, no interior de Bento Gonçalves (RS), traz o ineditismo da cozinha de fogos para o principal destino enoturístico do país.       

O prestígio do público já pode ser sentido no primeiro fim de semana de funcionamento. Dezenas de pessoas encheram a casa nos almoços e jantar oferecidos. O restaurante prima pelo intimismo do contato direto com o chef e a cozinha. São apenas 24 lugares disponíveis, sendo que o atendimento é feito de quinta-feira a domingo, e, preferencialmente, sob reserva. 


O GURI oferece um cardápio à la carte composto por 20 opções, além de menu degustação, com sequência de seis a sete pratos. A quase totalidade dos preparos são realizados em grelhas ao estilo parrilla e em forno à lenha, sempre com produtos locais: as carnes e pescados são gaúchos, os hortifrútis e laticínios são da Serra e os temperos orgânicos são colhidos diretamente da horta do restaurante. A carta de vinhos é composta majoritariamente por rótulos do Rio Grande de Sul, complementada com algumas opções dos países platinos, e as cervejas artesanais são exclusivamente gaúchas.

As pessoas com preferência pela dieta sem proteína animal também contam com opções vegetarianas e veganas. Já os pequenos podem optar pelo Prato para Gurizada. 

Natural de Pelotas, Enio Valli se mudou há pouco mais de dois anos para a Serra Gaúcha para implantar o Osteria Di Valli, em Nova Petrópolis, considerado um dos três melhores restaurantes da cidade e a melhor casa de assados com cinco estrelas da região pelo TripAdvisor. Devido ao reposicionamento da marca e de público, para atender à solicitação dos clientes, o chef transferiu as operações do restaurante para o Vale dos Vinhedos, onde, agora, passa a se chamar GURI – Cozinha de Origem. Junto com a história de sucesso que construiu nesse período na região, Valli traz na bagagem os pratos icônicos do empreendimento: Entrecot com batata rosti, Frango na cama de abóbora, Minha sobremesa de churrasco, Mate da tarde e Casamento Italiano.


“Observei no Vale dos Vinhedos uma oportunidade de apresentar aos moradores e aos turistas que circulam na região a essência da cozinha dos pampas, mostrando além do tradicional churrasco. Quero que as pessoas comecem a conhecer e valorizar, de fato, a gastronomia gaúcha”, explica Enio Valli, que tem em seu currículo estágio com o famoso chef argentino Francis Mallmann, especializado em carnes e na cozinha patagônica.

O GURI funciona de quinta-feira à sábado, com almoços e jantares, e aos domingos ao meio-dia. O restaurante tem capacidade para atender 60 clientes, sendo que inicialmente está operando com 24 lugares. No local há estacionamento próprio e o ambiente é pet friendly, ou seja, os clientes podem levar seus animais de estimação.

Além do restaurante, o GURI também realiza eventos e workshops no endereço e em atividades externas.    

GURI – Cozinha de Origem           
Endereço: Linha 15 da Graciema, 676 - Bento Gonçalves, Vale dos Vinhedos (RS)           
Contato: (54) 3459.1089      
Site: www.gurirestaurante.com.br  
Instagram: @gurirestaurante
WhatsApp: (51) 99525.0303

* fotos: Cassiano Farina e Eduardo Benini 

segunda-feira, 22 de outubro de 2018

Apaltagua Envero Carmenére Gran Reserva 2016 - sóbrio e elegante!


O vinho comentado desta semana vem do Chile, do Vale do Colchágua, produzido pela vinícola La Pancora. O Apaltagua Envero Carmenére Gran Reserva 2016 é elaborado com uvas colhidas à mão. Para extrair mais cor e aromas, o mosto é misturado com a casca da uva durante três dias à baixas temperaturas. 

Na guarda, 60% do vinho é envelhecido em barricas de carvalho americano e francês por cerca de 1 ano e 40% em tanques de aço inoxidável e permanece já engarrafado nas caves por mais seis meses antes de ir ao mercado. Bom mas o que vale é a análise de suas características e então vamos a ela: possui coloração rubi profundo e lágrimas bem chorosas na taça.  Aromas frutados trazendo framboesa e cereja negra e marcados pelo estágio em barricas com tostado e chocolate ao nariz. Boca cômoda e agradável, gostoso de beber resgatando a tipicidade do Carmenére com toque mentol e herbáceo. Médio corpo e volumoso, larga persistência e ótimo final.      

Vai muito bem especialmente com carnes - churrasco, caça – também com refogado de legumes e frango, massa com molho sugo e queijos de media cura.

Possui 14% de graduação alcoólica e o ideal é ser consumido na temperatura entre 16 a 18oC.

Você encontra os vinhos Carmenére na Wein Haus, loja especializada em vinhos, localizada na Rua João Pessoa 895, Santa Cruz do Sul, fone (51) 3711.3665 e site www.weinhaus.com.br

E lembre-se: se beber, NÃO DIRIJA!     

quinta-feira, 18 de outubro de 2018

O Schnitzel!



Uma ótima e fácil receita alemã para embalar no ritmo da Oktoberfest!

Estamos em época de Oktoberfest pelos quatro cantos do Brasil e nada mais convidativo do que uma receita típica alemã para acompanhar aquele chope cremoso e gelado ou um bom vinho. Particularmente gosto bastante do Schnitzel -  os bifinhos de carne de porco à milanesa. “Schnitzel” em alemão significa costeleta ou escalope e é um dos pratos mais tradicionais da culinária austro-bávara. Aqui conhecemos como bife à milanesa. Foi no Império Bizantino a origem deste prato tendo a receita sido levado para a península ibérica por comerciantes árabes durante a idade média e, posteriormente, para a Itália. O fato é que é uma delícia e muito fácil de ser preparado, acompanhe a receita do Schnitzel!


Ingredientes:
(para 6 pessoas)

1kg de lombo de porco
100g de farinha de trigo
3 ovos
250g de farinha de rosca
1 maço de salsinha
Sal e pimenta-do-reino preta a gosto
Óleo para fritar

Preparo:

Com cuidado limpe o lombo de porco retirando o excesso de gordura. Fatie-o em bifes de cerca de 1 centímetro de espessura. Entre duas folhas de plástico-filme, disponha os bifes e bata com um martelo até que fiquem bem fininhos. Tempere a carne com sal e pimenta a gosto. Reserve. Pique a salsinha e, em uma tigela, misture com a farinha de rosca. Em outra tigela, bata os ovos e tempere com sal e pimenta a gosto. Em uma terceira tigela, coloque a farinha de trigo. Pré-aqueça uma frigideira com óleo. Passe os bifes na farinha de trigo, em seguida nos ovos batidos e logo após na farinha de rosca. Frite os bifes no óleo até que fiquem dourados. Retire da frigideira e coloque em um refratário com papel-toalha. Sirva acompanhado de batatas cozidas e purê de maçã.