quinta-feira, 19 de julho de 2018

Os escalopes de frango empanados!



Quem diria que um simples frango pudesse ficar tão bom?

Não param de surgir promoções de supermercados e armazéns em cima da carne de frango, principalmente as coxas e sobrecoxas. Em alguns é possível adquirir um quilo deste corte por meros R$ 3,99, ou seja, um valor realmente baixo e acessível. Para tanto, fora o tradicional galeto ou a deliciosa galinhada, tal disponibilidade e oferta dá margem para criar pratos e preparar algo diferente e saboroso. Nesta linha que a receita de hoje transcorre, muito simples e fácil e pode ter certeza: saborosíssima! Confira os escalopes de frango empanados!

Ingredientes:
(para 4 pessoas)

8 sobrecoxas de frango desossadas e sem pele
100g de manteiga sem sal
150g de farinha de rosca
150g de queijo parmesão ralado grosso
2 dentes de alho picadinhos
Suco de 1 limão
2 colheres de chá de tomilho fresco
Sal e pimenta preta moída na hora à gosto

Preparo:

Corte as sobrecoxas em pedaços de cerca de 5 cm. Tempere com limão, tomilho fresco, alho, pimenta moída na hora e sal. Derreta a manteiga e disponha num prato fundo. Em outro prato misture a farinha de rosca e o queijo ralado. Passe os pedaços de frango na manteiga derretida e depois empane com a mistura de farinha e queijo. Acomode numa assadeira untada com azeite de oliva. Aqueça o forno em 200oC por cerca de 15 minutos e leve o frango para assar por cerca de 45 minutos. Sirva acompanhado de purê de mandioquinha ou então purê batata.

     


quarta-feira, 18 de julho de 2018

Las Runas Cabernet Sauvignon Reserva 2013 - que belo vinho!


A clássica uva francesa Cabernet Sauvignon aportou há décadas atrás no Novo Mundo e teve no Chile uma notoriedade impressionante, compondo o vinho varietal mais exportado por aquele país. Vinícolas gigantes e pequenas tem em suas linhas vinhos desta casta e um destes pequenos e ótimos produtores é a quase artesanal Vinícola La Recova – com apenas 5 hectares de vinhedos plantados desta cepa - produtora do  excelente Las Runas Cabernet Sauvignon Reserva 2013. 80% deste vinho envelhece e amadurece em barricas de carvalho francês de segundo e terceiro uso por 10 meses o que preserva as sua características primárias e a sua frescura oportunizando um vinho muito elegante e sedutor.

Possui coloração rubi profundo e apresenta notas aromáticas trazendo frutas vermelhas e negras maduras e maceradas – amoras, ameixas e cereja em destaque. Também perfazem sua palheta olfativa hibiscos, alcaçuz, uma nuance herbácea lembrando orégano e menta.
Sua boca é excelente com taninos finos e marcantes, muito redonda, fresca e de acidez vibrante, equilibrada e convidativa. Toque herbáceo e leve amargor final no retrogosto. Corpo médio e ampla persistência.

Carnes vermelhas assadas, queijos duros, cozidos com carne e legumes perfazem a companhia ideal para este vinho. 

Possui 14% de graduação alcoólica e o ideal é ser consumido na temperatura entre 16 a 18oC.

Você encontra os vinhos Las Runas na Wein Haus, loja especializada em vinhos, localizada na Rua João Pessoa 895, Santa Cruz do Sul, fone (51) 3711.3665 e site www.weinhaus.com.br

E lembre-se: se beber, NÃO DIRIJA!     

terça-feira, 17 de julho de 2018

Melhor espumante do Cone Sul é brasileiro e é um Moscatel!


Já é hora de críticos e alguns enófilos pararem de torcer o nariz com relação a um dos tipos de espumante mais vendidos por aqui, pois o Moscatel mais uma vez mostra que a combinação entre tradição, conhecimento e inovação permite produzir rótulos de qualidade internacionalmente reconhecida de mais uma vez pelos tanques da Cooperativa Vinícola Garibaldi. 


Foi em outubro do ano passado. Como um dos jurados do Concurso do Espumante Brasileiro em Garibaldi, mais um grandioso evento organizado pela ABE - Associação Brasileira de Enologia tive o privilégio de degustar mais de 50 rótulos de espumante, às cegas, como integrante de uma das mesas degustadoras. E a primeira leva de espumantes foi de Moscatel. E pasmem, a melhor nota desta mesa formada por enólogos e jornalistas de todos os dias de degustação foi atribuída a um Moscatel Rosé espetacular. 

Portanto, a qualidade deste espumante produzido no Brasil e sua colocação entre os melhores do mundo em vaiados concursos atesta a sua predileção e excelência. E mais uma vez um concurso laureou um Moscatel gaúcho elaborado pela Cooperativa Vinícola Garibaldi, considerando-o o melhor espumante do Cone Sul deste ano - o Garibaldi Moscatel - que recebeu medalha Gran Ouro no importante concurso Catad'Or Wine Awards, realizado em Santiago, no Chile.

“É um processo contínuo, que exige planejamento e dedicação, desde o aproveitamento do terroir específico de nossa região, acertadamente conhecida como ‘terra do champange’, passando pelo cuidado de orientação junto às famílias associadas, o recebimento e a seleção das uvas e o uso de tecnologia de ponta para as etapas de vinificação e envase. Portanto, o título de ‘Melhor Espumante do Cone Sul’ coroa esse trabalho, provando que a Serra gaúcha tem ótimas condições para a produção da variedade moscato – um equilíbrio que a Cooperativa Garibaldi encontrou e sabe explorar cada vez melhor”, avalia o presidente Oscar Ló.

Com foco na elaboração de espumantes, uma equipe de agrônomos e enólogos atua próxima aos associados, passando informações sobre necessidades particulares para o cultivo de cada variedade de uva. “No caso do espumante Moscatel, focamos em uvas moscato específicas para dar origem a uma bebida mais aromática – característica marcante nesse produto. Além disso, orientamos os produtores para que priorizem variedades mais resistentes ao nosso clima, garantindo melhor desempenho de safra mesmo em anos mais difíceis. Assim, recebemos uvas com ótimo equilíbrio de acidez e açúcar para produzirmos bebidas que conquistam os mais diversos paladares”, explica o enólogo Ricardo Morari. “Geralmente se pensa que o espumante Moscatel é um produto mais simples, mas buscamos valorizar ao máximo o potencial da uva moscato para que a bebida tenha aromas agradáveis e ótima cremosidade em boca. Acredito que esse seja nosso grande diferencial para conquistar o título de melhor espumante do Cone Sul em um concurso tão importante como o Catad'Or Wine Awards, que existe há 23 anos”, completa.

O Melhor Espumante do Cone Sul

Elaborado pelo processo Asti, o Garibaldi Moscatel possui coloração clara com reflexos esverdeados e aspecto brilhante, além de ótima formação de perlage. No olfato, aromas com notas de melão, maçã verde, flores brancas e um toque de mel são mais marcantes. Em boca, acidez e açúcar equilibrados garantem suavidade e refrescância. e  melhor, com preço médio na casa dos R$ 33,00. 

Sobre a Cooperativa Vinícola Garibaldi

Em 2018, a Cooperativa Vinícola Garibaldi celebra a passagem de seu 87º aniversário, festejando a concretização de mais um ano em sua história – que começou a ser escrita pela união de diversas famílias de agricultores como alternativa para vencer as dificuldades econômicas do país na época. Atualmente, congrega 400 famílias associadas, distribuídas em 15 municípios da Serra gaúcha. Seu portfólio tem cerca de 60 produtos distribuídos em 15 linhas, entre vinhos tintos e brancos, espumantes de diversas variedades, linhas de exportação, frisantes, filtrados, sucos de uva e opções orgânicas.

quinta-feira, 12 de julho de 2018

A feijoada light!




Frio e chuva! Uma feijoada leve cai como uma luva para aquecer este inverno
  
Stanislaw Ponte Preta celebrizou-se dizendo que “uma feijoada só é realmente completa quando tem uma ambulância de plantão”. E realmente este que é um dos pratos mais  tradicionais de nossa culinária sugere um forte digestivo para acalmar o organismo sacudido pela gordura, ferro e sal do preparo. Mas a feijoada proposta aqui e cuja receita se apresenta abaixo tenta ser o mais leve possível se isto é possível, e se utiliza da palavra light em seu enunciado despertando um cuidado maior na sua feitura. Acompanhe!   


Ingredientes:
(para 8 pessoas)

700g de feijão preto ou vermelho
500g de linguiça colonial fatiada
250g de costela de suíno defumada
250g de lombo de porco em pedaços
500g de joelho e rabo de suíno cortado em pedaços
500g de pele suína cortada em pedaços
250g de bacon cortado em cubos
2 cebolas pequenas picadas
3 dentes de alho picados
2 folhas de louro
2 colheres de sopa de óleo
Pimenta líquida à gosto
Sal à gosto

Preparo:

Numa panela com água fervente colocar a costela defumada, o joelho e as peles suínas para escaldar e tirar o excesso de gordura. Ferver por cerca de vinte minutos. Em seguida transferir estes ingredientes para uma forma e levar ao forno pré-aquecido por mais vinte minutos. Tirar e reservar. Numa panela fritar a carne de porco até dourar e reservar. Fazer o mesmo procedimento para a linguiça e depois o bacon. Colocar o feijão de molho de um dia para o outro e depois levar a panela para cozinhá-lo. Juntar o louro. Assim que estiver com o caldo mais escuro (cerca de uma hora após o início do cozimento), juntar as carnes. Em uma frigideira dourar no óleo de canola a cebola e o alho e juntar a feijoada. Adicionar também o caldo de legumes diluído em um pouco de água, o sal e a pimenta. Quando o feijão estiver macio, separar três conchas de caldo e feijão e bater em um liquidificador. Juntar este preparado a feijoada para engrossar o caldo. Mexer bem, corrigir o tempero e servir junto dos tradicionais acompanhamentos: couve refogada, laranja fatiada, farofa, torresmo e arroz branco.    

Você sabia?*


O que todo mundo sabe, mas não está certo, é de que a feijoada foi criada dentro das senzalas dos escravos, com os restos de carnes que sobravam dos nobres portugueses. Essas partes consideradas menos nobres do porco, como o rabo, a orelha, a língua e o pé, são e sempre foram na verdade nobres para os europeus, excluindo qualquer hipótese de ser dada para os escravos se alimentarem. Diversos registros históricos já comprovaram que o escravo se alimentava apenas de farinha e água, e dificilmente tinha acesso à carne. Existe na Europa desde a antiguidade, um prato que varia de região em região, mas têm sempre como base a mistura de tipos diferentes de carne, com legumes e verduras, como por exemplo, o “Cassoulet” na França, o tradicional cozido em Portugal, o “Casoeula” na Itália, e o “Puchero” na Espanha. São os portugueses os responsáveis por trazer ao Brasil, a técnica e a combinação do cozido com carnes, que com o passar do tempo, e evolução dos costumes, foi acrescentado o feijão preto, criando assim a feijoada. O feijão preto é de origem sul-americana, e era parte da dieta dos índios nativos. Portanto, a feijoada não é originalmente brasileira, e sim uma adaptação e evolução de uma cultura de berço europeu.


*Fonte: Formação da culinária brasileira, de Carlos Alberto Dória.   

terça-feira, 10 de julho de 2018

Blason de Bourgogne Rouge Pinot Noir 2015


Certamente a casta mais emblemática da França seja a Pinot Noir, ícone representativo da Borgonha  e de suas sub-regiões. 

O Blason de Bourgogne Rouge Pinot Noir 2015 é um vinho da região de Cotê d’Or elaborado 100% com esta uva. Agrega a tipicidade da Pinot em todos os seus aspectos, com coloração vermelho rubi brilhante, aromas que trazem frutas vermelhas e negras maduras com destaque para cereja, morango, mirtilo e amora além de cassis, muito fresco e intenso. Sua boca é plena, formada por um exército de taninos redondos e macios, boa acidez e amplo final. Muito fácil de beber, austero e fresco.

Faz uma excelente companhia para carnes diversas preferencialmente assadas, risotos, lasanhas, canapés, queijos e frios. Também acompanha peixes grelhados, vegetais salteados em oliva, e algumas massas com molhos não tão condimentados.  

Possui 13% de graduação alcoólica e o ideal é ser consumido na temperatura entre 14 a 16oC.

Você encontra os vinhos franceses na Wein Haus, loja especializada em vinhos, localizada na Rua João Pessoa 895, Santa Cruz do Sul, fone (51) 3711.3665 e site www.weinhaus.com.br

E lembre-se: se beber, NÃO DIRIJA!     

quinta-feira, 5 de julho de 2018

Stoemp - um prato típico da Bélgica!



  
Nas quartas de final na Copa nada melhor que um prato belga para esperar o jogo!
  
Estamos em mais uma Copa e mais uma vez nas quartas-de-final! O Brasil enfrenta a Bélgica logo mais às 15 horas, na Arena Kazan, na russa cidade homônima. De olho neste embate pontual nos aprofundarmos um pouco na cultura deste adversário europeu o qual produz algumas das melhores cervejas do mundo e tem na sua gastronomia receitas deliciosas. O stoemp é um prato típico dos Flandres, região norte da Bélgica, feito a partir do purê de batatas que é somado de legumes diversos como pimentões, aipo, cebolas podendo ser servido com um caldo ou na companhia de bacon, ovos fritos, salsicha, carne picada ou peixe. Acompanhe a receita!


Ingredientes:
(para 4 pessoas)

600g de batatas tipo inglesa brancas
300g de cenouras
100g de bacon cortado em cubos
100g de cebola picada
50g de manteiga
50ml de creme de leite
Sal e pimenta preta moída na hora à gosto
Noz moscada moída na hora

Preparo:

Descasque as batatas e tire a pele das cenouras e fatie. Em seguida leve para cozinhar em água fervente com sal. Durante este cozimento doure o bacon e a cebola em uma frigideira e escorra a gordura. Reserve. Assim que a batata e cenoura estiverem cozidos, escorra e coloque-os numa tigela, esmagando com um garfo adicionando a manteiga, sal, pimenta, noz moscada, creme de leite, cebola e o bacon. Sirva acompanhado de salsichas assadas ou cozidas.

Você sabia?



A Bélgica é um país localizado a oeste do continente europeu sendo vizinho da França, Luxemburgo, Alemanha e Holanda além de ser banhado pelo mar do Norte. Sua nação apresenta grande pluralidade étnico-cultural, fato que é refletido na quantidade de idiomas oficiais: francês, alemão e holandês e tem em Bruxelas a sua capital. A Bélgica tem 30.500 quilômetros quadrados (quase 280 vezes menor que o Brasil e cerca de 5 vezes menor que o Rio Grande do Sul) e possui cerca de 11,3 milhões de habitantes segundo dados de 2016. O Produto Interno Bruto (PIB) atingiu a marca de 497,8 bilhões de dólares em 2009, e o PIB per capita do país é um dos mais elevados do planeta: 43.470 dólares. Sua população possui um elevado padrão de vida, no Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) está entre os 18 melhores do planeta e a expectativa de vida é de 79 anos. O pais é famoso pela sua boa cozinha, que combina a culinária alemã e francesa. A Bélgica é um paraíso para os amante da cerveja, lá são produzidos localmente cerca de 800 de suas variedades. As marcas mais famosas de cerveja belga são Stella Artois , Duvel , Leffe , Jupiler , Hoegaarden . Tmbém os seus chocolates são mundialmente conhecidos (Godiva, Leonidas, Guylian, Galler, Marcolini e Neuhause são de lá).



quarta-feira, 4 de julho de 2018

Bento Gonçalves sediará 1º Encontro Nacional de Confrarias do Vinho



O vinho é um produto cultural, cheio de histórias e carregado de valores que estão muito além da taça. Seu universo nasce na terra, se transforma e evolui com a mão do homem, e com ele encontra o prazer a cada gole. Tirar a rolha, encher a taça, brindar e dar o primeiro gole, é um ritual milenar que continua aproximando as pessoas, fazendo amigos. É justamente esta a proposta do 1º Encontro Nacional de Confrarias do Vinho, que acontece dia 28 de julho, em Bento Gonçalves, na Serra Gaúcha, numa promoção do Bento Convention Bureau (BCB). O evento é aberto ao público interessado em vinhos.


Um assemblage de atrações formam a programação que contempla conhecimento, degustação e confraternização. Na parte da tarde, palestras técnicas vão integrar turismo e gastronomia em torno do mundo do vinho. Essa tríplice inseparável forma o tripé desta primeira edição que tem o objetivo de promover o vinho brasileiro, sua gente e o universo que o contempla. “É impossível falar de vinho sem falar de Enoturismo e Enogastronomia. Foi assim que pensamos o evento, harmonizando temas intimamente ligados, capazes de expressar a relação do vinho com seus produtores e apreciadores”, destaca a presidente do BCB, Sabrina Cardoso.

A programação inicia às 16h30min, na Fundação Casa das Artes. “Vinho brasileiro: Expressão e Diversidade” será um dos temas do encontro. A palestra será conduzida pelo escritor e estudioso no assunto, Rogério Dardeau. Autor de quatro livros sobre vinhos, Dardeau também é orientador de degustações e professor da disciplina ‘Vinhos Brasileiros’ no curso de extensão ‘O Negócio do Vinho’, da Universidade Fundação Getúlio Vargas, do Rio de Janeiro. É membro da Fédération Internacional des Journalistes et Écrivains des Vins et Spiritueux (FIJEV), com sede em Paris. Dardeau vai passear pela diversidade brasileira de terroirs, mostrando a pluralidade da expressão nacional em torno do vinho.

Depois do vinho, será a vez do chef Thiago Castanho temperar o encontro com uma palestra focada em gastronomia. Apresentador do reality Cozinheiros em Ação, da GNT, é titular do premiado Remanso do Bosque, em Belém, que junto com o Remanso do Peixe, foi eleito três vezes chef do ano pela edição Veja Comer & Beber Belém. Paraense, é inspirado na culinária tradicional amazônica e sua especialidade são os peixes assados na brasa. Hoje, é considerado um dos chefs mais inovadores do Brasil. Ao final, o Dardeau e Castanho participarão de um bate papo mediado pela mestre em Turismo e presidente da Associação Internacional de Enoturismo (Aenotur), Ivane Fávero, e pelo chef Rodrigo Bellora, líder do movimento Slow Food Primeira Colônia Italiana.


Depois da troca de informações, o momento será de congraçamento. A partir das 19h30min, acontece no Centro Empresarial de Bento Gonçalves, o Encontro das Taças, quando confrades e confreiras, juntamente com demais apreciadores da bebida, confraternizarão numa festa de sons, cores, aromas e sabores. Na ocasião, será possível degustar vinhos e espumantes de diferentes regiões produtoras num jantar com ilhas gourmet. O repertório de músicas brasileiras estará a cargo da banda Farina Brother’s.

O evento tem a realização do Bento Convention Bureau, apoio da Secretaria de Turismo de Bento Gonçalves, do Centro da Indústria, Comércio e Serviços de Bento Gonçalves (CIC/BG), Ibravin, Tuttovino e Valle Azul. A agência oficial é a Giordani Turismo e a organização é da Moura Comunicação & Eventos. São patrocinadores o Boulevard Convention, CDL, Wine South America e SEGH.

Como participar
As inscrições para o 1º Encontro Nacional de Confrarias do Vinho estão abertas. Interessados devem acessar o link https://confrariasvinho.eventize.com.br/. O valor por participante é de R$ 240 mais taxa de comodidade, contemplando toda programação do evento.

PROGRAMAÇÃO

16h30min - Local 1: Fundação Casa das Artes
Palestra 1 - Vinho Brasileiro: Expressão e Diversidade (Rogério Dardeau)
Palestra 2 – Gastronomia (Thiago Castanho)
Encerramento: Bate papo com os palestrantes, mediado por Ivane Fávero e Rodrigo Bellora
19h30min - Local 2: Centro Empresarial Bento Gonçalves
Festa O Encontro das Taças (Degustação de vinhos e espumantes e jantar com ilhas gourmet)
Atração: Banda Farina Brother’s

Informações atendimento@mouracom.com.br ou (54)3055-4145




segunda-feira, 2 de julho de 2018

Flor de Crasto Douro 2016 - livre, leve e solto!


Muitos vinhos portugueses tem fugido do tradicional com algumas vinícolas trabalhando com métodos que saem da costumeira reta produtiva: vinhos mais frutados, sem passagem em barrica, mais leves e descompromissados. Um destes vinhos é o Flor de Crasto Douro 2016 produzido pela vinícola Quinta do Crasto na região do Douro pelo corte das castas Touriga Franca, Touriga Nacional e Tinta Roriz.

Possui coloração rubi violeta, brilhante e com lágrimas médias. Ao nariz traz ótimo aroma e expressivo aroma: frutas vermelhas maduras – cereja, framboesa e amora em destaque - toque floral, notas herbáceas e especiarias. Em boca corpo médio, taninos suaves, macios e ligeiros, jovem e fresco, frutado e com álcool e fruta bem integrados, ampla persistência e agradável retrogosto.  

Não passa por barrica de carvalho.

Harmoniza muito bem com carne suína assada, carne bovina na panela, alguns risotos, pizaas, lasanhas, tábua de frios e queijos médios.

Possui 13% de graduação alcoólica e o ideal é ser consumido na temperatura entre 14 a 16oC.

Você encontra os vinhos da Quinta do Crasto na Wein Haus, loja especializada em vinhos, localizada na Rua João Pessoa 895, Santa Cruz do Sul, fone (51) 3711.3665 e site www.weinhaus.com.br

E lembre-se: se beber, NÃO DIRIJA!     

quinta-feira, 28 de junho de 2018

O espaguete com tomates, oliva e manjericão!



A mistura destes saudáveis ingredientes ao tradicional espaguete traz aroma e sabor ímpar a esta receita!

Quando jovem eu gostava de sobremaneira de comida e pratos pesados: frituras, muito queijo, gordura e assim por diante. Talvez pelo fato de a preocupação com a forma física e mental e a necessidade de como pai estar bem para manter-se jovem para criar e poder acompanhar o desenvolver de dois filhos pequenos tenha mudado meus hábitos e melhorado a minha educação alimentar. E o estimulante é que isso não significa retirar o sabor dos alimentos ou dedicar-se a dieta fitness mas sim valorizar pratos mais leves e com toque de temperos frescos como este de hoje, o espaguete com tomates, oliva e manjericão! Confira.



Ingredientes:
(para 4 pessoas)

500g de espaguete
Uma xícara de folhas de manjericão fresco
200g de tomatinho cereja
2 dentes de alho
Pimenta preta moída na hora à gosto
Sal à gosto
Azeite de oliva extra virgem à gosto

Preparo:

Aqueça 3 litros de água com um pouco de sal numa panela e leve o espaguete para cozinhar observando o tempo de cozimento indicado na embalagem. Numa outra panela ou caçarola refogue rapidamente o alho inteiro em azeite de oliva e junte os tomates cereja, tempere com sal. Rasque metade do manjericão com a mão, em pedaços e deixe o restante para decorar. Escorra o espaguete e leve a panela com o alho e os tomatinhos mexendo com cuidado, junte o manjericão, corrija o sal, junte a pimenta e regue com bastante azeite de oliva. Sirva bem quente!



quarta-feira, 27 de junho de 2018

Miolo abre inscrições para o Projeto Winemaker - formando enólogos amadores



Único curso da América do Sul destinado à formação de enólogos amadores, o programa Winemaker Miolo, que este ano completa 10 anos de existência, está com inscrições abertas para a 6º turma de ‘Vinho ‘Tinto’, com início em agosto. Até junho de 2019, reuniões periódicas vão reunir um grupo de enófilos que têm em comum, além da paixão pelo vinho, o desejo de elaborar o próprio rótulo. As vagas são limitadas e vão respeitar a ordem de inscrição.



Durante o Winemaker Miolo, os participantes se envolvem em todo o processo de elaboração de um vinho, desde o vinhedo até o desenvolvimento do design do rótulo. O projeto é integralmente supervisionado por Adriano Miolo, enólogo da vinícola, e pela equipe técnica do grupo.

O vinho elaborado através do Winemaker é um Merlot, que pode receber em seu corte outros vinhos, a serem definidos pelo grupo. O vinhedo exclusivo do Winemaker é uma das melhores parcelas da família e está localizado dentro do icônico Lote 43, na região demarcada do Vale dos Vinhedos. “Nosso objetivo é oferecer uma oportunidade e uma experiência para os apreciadores elaborarem um vinho próprio, utilizando a estrutura das vinícolas do grupo e o suporte dos profissionais da empresa, além, claro, da assinatura de uma das principais e mais premiadas vinícolas do Brasil”, resume Adriano Miolo.

A segunda etapa no processo de se tornar um enólogo amador também está com inscrições abertas: é o módulo ‘Espumante’, exclusivo para os alunos que já fizeram o módulo ‘Tinto’. Essa fase do programa tem início em janeiro de 2019, com encontros no Rio Grande do Sul (encontros I, II, IV) e no Vale do São Francisco, na Bahia (encontro III). As aulas vão abordar: Método Tradicional - Colheita e Elaboração do Vinho Base; Definição do Corte (vinho base), licor de tiragem e processo de espumantização; Método Charmat e Asti; e Remouage, Degorgement e Formatura.

No caso do módulo ‘Tinto’, de agosto deste ano até junho de 2019 serão três encontros que vão tratar dos processos de Poda Seca (17 a 19 de agosto), Poda Verde (9 a 11 de novembro) e Safra (7 a 10 de março), além da última reunião, entre 7 e 9 de junho, para Definição do Corte e Formatura.

Durante o período das aulas, os participantes permanecem hospedados no luxuoso Hotel e SPA do Vinho Caudalie, que fica em frente à vinícola. Além das atividades inerentes ao curso, participam também de degustações especiais, almoços e jantares temáticos e harmonizados.

Informações e inscrições pelo e-mail winemakers@miolo.com.br ou pelos telefones (54) 2102-1553 e (54) 9 81141155. O contato deve ser feito com Vanessa Belatto.

terça-feira, 26 de junho de 2018

Tomero Petit Verdot 2015


A casta Petit Verdot é comumente utilizada no tradicional corte bordalês mas tem suficientes predicativos para dar origem a ótimos varietais. É originária de Bordeaux na França há séculos atrás plantada pelas mãos dos romanos. O cacho desta casta é pequeno “petit” e amadurece de forma desparelha, ficando alguns frutos maduros e outros verdes “verdot” por isso o nome. Esta uva é abundante em flavonoides, como taninos e antocianinas. Os vinhos elaborados com esta uva são densos e estruturados, trazem aromas de violetas, cassis, pimenta, cravo e azeitonas. Pode ser encontrada tanto no Velho como no Novo Mundo (EUA, Chile, Argentina, Uruguai e Austrália principalmente). 

O argentino Tomero Petit Verdot 2015 produzido pela Bodega Vistalba é um ótimo representante desta uva na América do Sul. Possui cor rubi violáceo profundo e traz aromas de groselha e amoras, algo balsâmico, cravo, toque terroso, coco e floral com violetas destacadas além de um herbáceo mentolado. Em boca é redondo e equilibrado com fruta macerada e levemente picante, excelente retrogosto e ampla persistência.

Passa 15 meses maturando em barricas de carvalho francês e mais 12 meses na cave.

Possui 14,4% de graduação alcoólica e o ideal é ser consumido na temperatura entre 16 a 18oC.

Vinhos elaborados com Petit Verdot pedem a companhia de pratos com bom corpo à base de proteína e gordura tais como massa à carbonara, carnes com gordura (suíno, boi e cordeiro) na brasa, queijos duros e alguns caldos vigorosos.

Você encontra os vinhos Tomero na Wein Haus, loja especializada em vinhos, localizada na Rua João Pessoa 895, Santa Cruz do Sul, fone (51) 3711.3665 e site www.weinhaus.com.br

E lembre-se: se beber, NÃO DIRIJA!      

quinta-feira, 21 de junho de 2018

O frango à Kiev!



Estamos em época de Copa do Mundo de futebol e nada melhor que resgatar uma receita russa para comemorar este grande evento!

A Rússia é um país de cultura milenar! Sua construção histórica foi desenvolvida em cima de muitas guerras de séculos atrás lideradas por grandes comandantes. Seu povo é bravo e cultivador de suas tradições, sua gastronomia é farta e composta por centenas de pratos saborosos. Um deles é o Frango a Kiev, prato popular preparado com peito de frango.  Dizem que a origem da receita é ucraniana cuja capital é Kiev - por isso o nome, que remete à Rússia Czarista – mas outra vertente alega que o prato fora criado em um clube nos arredores de Moscou. O prato utiliza peito de frango desossado e recheado com manteiga, queijo, cogumelos, salmão ou algum outro ingrediente que depois pode ser frito ou assado. A seguir a receita desta delícia russa!


Ingredientes:
(para 4 pessoas)

2 peitos de frango desossados e sem pele
100g de manteiga
1 colher de sopa de cebolinha picada
1 colher de sopa de salsinha picada
1 dente de alho picadinho
2 ovos batidos
100g de farinha de trigo
100g de farinha de rosca
50g de queijo parmesão
Sal e pimenta-do-reino à gosto
Óleo para fritar

Preparo:

Misture a manteiga com a cebolinha, a salsinha e o alho. Tempere com sal. Disponha a manteiga temperada em um pedaço de plástico filme e enrole em formato de salame. Leve ao congelador para endurecer. Abra o peito de frango em forma de borboleta e bata com um martelo de carne até ficar bem fino. Tempere com sal e pimenta do reino. Retire a manteiga do freezer e corte em rodelas. Recheie cada peito de frango com duas a três rodelas de manteiga. Feche com palitos. Depois de recheados e fechados, passe os peitos de frango na farinha, depois nos ovos batidos e finalize na mistura de farinha de rosca com parmesão. Frite em óleo quente. Escorra em papel toalha e sirva!
   


quarta-feira, 20 de junho de 2018

A produção de vinhos na Rússia


Estamos em Copa do Mundo de Futebol: Rússia 2018. E este país que já ilustrou os livros de geografia quando ainda integrava a antiga União Soviética comunista já foi o maior importador de vinhos brasileiros e também possui uma produção milenar de vinhos - produz vinho desde a Antiguidade, no século 7 a.C., colonos gregos estabeleceram aldeias nessa região e produziram alguns dos primeiros vinhos do mundo. Mas há registros de uma bebida muito semelhante a vinho datada de 6000 a.C.! Falando da União Soviética, da qual a Rússia fazia parte, era, no final da década de 1950, o sétimo produtor de vinho, segundo a OIV.

Amplamente dominado pela vodca – muito popular por lá como a cachaça no Brasil - o vinho não é a bebida alcoólica preferida dos russos, onde apenas 8,5% do volume total de vendas de álcool no país correspondem ao produto.


A maior parte das vinícolas e vinhedos da Rússia encontram-se em Krasnodor Krai, nas proximidades e na costa do Mar Negro e cuja produção - talvez 80% - dá origem a vinhos adocicados, uma preferência do consumidor russo que verte para vinhos com pouca acidez. 

Um dos críticos e autor russo de livros sobre vinhos, sommelier Artur Sarkissián, comenta que os melhores rótulos por lá elaborados – quase todos de uvas autóctones e oriundos de indicação geográfica - são representados por 14 vinícolas do Vale do rio Don e das cinco regiões irrigadas pelo rio Kuban. Entre estes rótulos destaca o Saperavi, da vinícola Fanagória; o Riesling da vinícola Abrau-Dursso; o Gran Reserva da vinícola Tsimliánsk; o Renaissance da vinícola Raevskoe; o Fagotin da Chateau Le Grand Vostock e o Liturguia Reserve da Lefkadia. 
Na verdade desde a década de 90 vários produtores perderam suas licenças por fabricarem vinhos ruins privilegiando a quantidade em detrimento da qualidade sendo que de lá para cá a Rússia tem evoluído na qualidade de seus vinhedos com replantio, investimento em tecnologia e manejo, contratação de profissionais europeus e foco na qualidade se espelhando nos franceses e italianos. Ainda não há na Rússia normação sobre “local de origem protegido”, somente indicação geográfica de procedência e provém deste país a utilização de vasos de barro, as ânforas, no amadurecimento e acondicionamento dos vinhos.


De acordo com a União de Vinicultores e Vinhateiros da Rússia, de cada dez garrafas de vinho à venda pelas redes varejistas russas, sete são nacionais e três são importadas. Além disso, 30% do volume total de vinho vendido são feitos de uva plantada na Rússia. São muito pequenas as exportações de vinhos russos, por isso a dificuldade em encontrá-los por aqui. A vinícola Abrau-Dursso, por exemplo, exporta cerca de 150 mil garrafas de espumante anualmente, o que corresponde a menos de 1% de todas as suas vendas nacionais. Ano passado foram vendidos mais de 500 milhões de garrafas de vinhos na Rússia, dos quais quase 70% produzidas no próprio país. Ao observar a lista dos maiores fabricantes de vinho russos, percebe-se que sete das 10 empresas líderes distribuem os vinhos mais baratos em embalagens Tetra Pak de um litro a preço não superior a US$ 3.


A Rússia também é um desafio aos enólogos e produtores, afinal boa parte dos vinhedos estão acometidos por condições hostis de desenvolvimento com invernos muito rigorosos, solos problemáticos e grandes problemas de sanidade nas bagas.

terça-feira, 19 de junho de 2018

Origem Merlot 2016 - vale o quanto pesa!


A linha Origem – vinhos de entrada da Vinícola Casa Valduga – possuem rótulos Chardonnay, Cabernet Sauvignon e Merlot, todos vinhos de excelente custo-benefício. O Origem Merlot 2016 provei esta semana e gostei! Vinho jovem e fácil de beber, redondo, frutado e de harmonização tranquila. Um daqueles vinhos leves e que não precisam de firula para beber, como todo vinho deveria ser.

Possui cor rubi violáceo brilhante e traz aromas com muita fruta, framboesa, ameixa e cereja ao nariz, também alcaçuz e um toque herbáceo lembrando funcho. Em boca é seco, frutado, com médio corpo, bom final e retrogosto. Seus taninos são suaves e cômodos, equilibrado na acidez e álcool.

Possui 13% de graduação alcoólica e o ideal é ser degustado na temperatura entre 14 e 16°C.

Harmoniza bem com carnes vermelhas na brasa, legumes na chapa, cogumelos, pizzas, algumas massas, canapés ou mesmo em carreira solo.

Você encontra os vinhos da Casa Valduga na Wein Haus, loja especializada em vinhos, localizada na Rua João Pessoa 895, Santa Cruz do Sul, fone (51) 3711.3665 e site www.weinhaus.com.br

E lembre-se: se beber, NÃO DIRIJA!     

quinta-feira, 14 de junho de 2018

Chuleta na chapa ao molho de Syrah!



Na continuidade das receitas de carne e vinho a de hoje é deliciosa!

Cresci comendo chuletinhas preparadas na chapa! Fossem de boi ou de porco, cortadas finas, seladas rápidas e temperadas somente com sal e pimenta preta, acompanhadas de arroz, feijão e aquela saladinha de agrião. E saudoso com esta lembrança preparei a receita que segue abaixo juntando algumas coisas a mais, inclusive vinho! A seguir a receita da chuleta na chapa ao molho de Syrah!


Ingredientes:
(para 4 pessoas)

4 peças de chuleta com cerca de 500g cada ou 5cm de altura
6 tomates italianos sem pele e sementes picado
1 taça de vinho Syrah
1 dente de alho picadinho
1 cebola pequena picadinha
2 colheres de sopa de manteiga
Meia colher de chá rasa de açúcar cristal
2 colheres de sopa de azeite de oliva
1 pitada de chimichurri desidratado
Sal e pimenta do reino moída na hora

Preparo:

Aqueça um fio de azeite de oliva numa panela e refogue o alho e a cebola. Em seguida junte os tomates e em fogo médio refogue cozinhando. Tempere com o açúcar, sal e pimenta. Sendo necessário faça pequenas correções com água fervente para não secar demais. Salpique com o chimichurri e junte o vinho, aumentando o fogo para o álcool evaporar – uns 3 minutos, mexendo sempre. Prove e corrija o tempero. Reserve. Em uma frigideira antiaderente aqueça um quarto da manteiga e um quarto do azeite de oliva. Disponha uma das peças de chuleta, tempere com sal, pimenta e em fogo alto sele durante 3 a 4 minutos de cada lado, repetindo o tempero. Reserve e faça o mesmo procedimento com as demais peças. Aqueça o forno a 200oC e leve as chuletas para assar por cerca de 15 a 20 minutos, pois devem ficar ao ponto. Retire, aqueça o molho e junte a carne. Sirva acompanhado de arroz branco preferencialmente.

Você Sabia?

O chimichurri é um molho é um molho tradicional na Argentina e no Uruguai e preparado à base de salsinha, alho, cebola, tomilho, orégano, pimenta vermelha moida, pimentão, louro, pimenta do reino negra, mostarda em pó, salsão, vinagre e azeite de oliva para preparar churrasco ou acompanhar outras comidas. 

Também pode ser utilizado em algumas marinadas, pizzas e sanduíches. 


Você encontra cortes de carne bovina e de cordeiro além de complementos para o churrasco, como acessórios, queijos, frios, molhos, belisques e bebidas- cervejas e vinhos – além de cestas para presentes na Sorro Carniceira, na Rua Marechal Deodoro 05, fone (51)3902-0630 em Santa Cruz do Sul, e o horário de funcionamento é de terça a sexta das 10:30 às 13:00 e das 16:00 às 21:00, sábados das 09:00 às 13:00 e das 15:00 às 21:00, domingos e feriados das 09:00 às 13:00.   



sábado, 9 de junho de 2018

Oito Medalhas Gran Ouro no Brazil Wine Challenge



Destaque para o Brasil, Chile e Portugal que dividem o pódio com a conquista de oito Medalhas Gran Ouro, enaltecendo a qualidade das amostras participantes


Das 611 amostras inscritas no 9º Brazil Wine Challenge (BWC) – Concurso Internacional de Vinhos do Brasil, 193 foram premiadas, sendo oito com Medalha Gran Ouro (de 93 a 100 pontos) e 185 com Medalha de Ouro (de 88 a 92,9 pontos). Dos 18 países representados, nove tiveram rótulos classificados entre os 30% reconhecidos com as maiores pontuações. O grande destaque ficou com o trio Brasil, Chile e Portugal, que conquistaram o maior número de medalhas, além de dividir o pódio das Gran Ouro. O evento é uma realização da Associação Brasileira de Enologia (ABE).

Seis júris deram a volta ao mundo pelos vinhos em 13 horas de degustações. De terça a quinta (5 a 7 de junho), as manhãs seguiram a mesma rotina. De taça em taça, cada mesa degustou em média, por dia, 34 amostras, numa maratona que passeou entre vinhos brancos, tintos e rosés, espumantes e destilados. O silêncio que tomou conta do Centro de Eventos do SPA do Vinho, Hotel & Condomínio Vitivinícola somente foi quebrado com aplausos sempre que uma amostra atingia notas superiores. “É uma alegria para nós da Associação Brasileira de Enologia realizar um evento deste porte, reunindo vinhos e espumantes de excelência do mundo inteiro. Poder conferir uma Gran Medalha de Ouro é motivo de comemoração, pois exalta a qualidade do produto independente da bandeira que carrega”, vibra o presidente da ABE, Edegar Scortegagna.


Único no Brasil com a chancela da Organização Internacional da Vinha e do Vinho (OIV) e da União Internacional de Enólogos (UIOE), o BWC chega a sua nona edição registrando a maior representatividade de sua história, despontando como um dos mais importantes e respeitados concursos internacionais de vinhos das Américas. “Produtores do mundo todo reconhecem o potencial do mercado brasileiro. Prova disso, foram as inscrições de 18 países de todos os continentes. O Brazil Wine Challenge é, com certeza, a maior vitrine de vinhos do país”, salienta Scortegagna. A qualidade das amostras também é destacada pelo presidente. “Não tivemos nenhuma Medalha de Prata. Isso porque os 30% mais pontuados atingiram nota para Medalha Gran Ouro e Ouro, numa demonstração de excelência”, explica.
Para a vice-presidente da OIV, Cláudia Quini, o concurso é importante tanto para os produtores de vinhos dos 18 países participantes quanto para o mercado vitivinícola. “O Brazil Wine Challenge é um balizador e uma importante ferramenta de divulgação. Integra o calendário da OIV e é regido por normas internacionais, desde a entrega dos vinhos com apenas duas pessoas tendo contato com os produtos, até regras rígidas de temperatura e degustação. Portanto, é um dos principais momentos dos vinhos no Brasil e na América Latina”, ressalta.


O presidente da Associação dos Enólogos do Chile, Eugênio Lira, que esteve representando a UIOE, enfatiza o alto nível técnico do concurso. “A avaliação seguiu critérios rígidos e isso é fundamental para o trabalho dos enólogos e para o mercado. A qualidade técnica dos enólogos brasileiros há de ser reverenciada”. Lira também destaca os espumantes brasileiros. Segundo ele, os melhores da América Latina. “Os espumantes são ótimos e os vinhos brasileiros estão evoluindo muito e de forma muito rápida nos últimos anos. As vinícolas possuem capacidade tecnológica e técnica compatível ao que há de melhor no mundo”, conclui.

O concurso contou com um sistema de avaliação totalmente informatizado, que garantiu maior agilidade e segurança na captação e tabulação dos dados. Implantado ainda na edição de 2010, o sistema apresenta excelente desempenho, colocando a avaliação entre as mais organizadas do mundo.


PREMIAÇÕES - Oito Medalhas Gran Ouro e 185 Medalhas de Ouro

Argentina – 5 Ouro
Austrália – 1 Ouro
Bolívia – 1 Ouro
Brasil – 3 Gran Ouro e 105 Ouro
Chile – 2 Gran Ouro e 34 Ouro
Grécia – 1 Ouro
Nova Zelândia 3 Ouro
Portugal – 3 Gran Ouro e 28 Ouro
Uruguai – 7 Ouro

Brazil Wine Challenge 2018
Pais
Empresa
Produto
Medalha
Brasil
Empresa Brasileira de Vinificação
YOO Nature 2012
Gran Ouro
Brasil
Vinícola Galvão Bueno
Bueno Espumante Bellavista Desirée Brut Rosé 2016
Gran Ouro
Brasil
Vinícola Maximo Boschi
Maximo Boschi Espumante Biografia 2011
Gran Ouro
Chile
Viña Carta Vieja S.A
Carta Vieja Reserva Syrah 2016
Gran Ouro
Chile
Viña Requingua
Toro de Piedra Grand Reserve - Syrah/Cabernet Sauvignon 2016
Gran Ouro
Portugal
Casa Ermelinda Freitas - Vinhos
Casa Ermelinda Freitas Moscatel de Setúbal Superior 2007
Gran Ouro
Portugal
Cooperativa Agricola Sto. Isidro de Pegões
Vinhas de Pegões Syrah 2017
Gran Ouro
Portugal
Quinta D'Amares - Vinicultura
Quinta D'Amares Alvarinho, Loureiro 2017
Gran Ouro

 * fotos: Jeferson Soldi