segunda-feira, 22 de julho de 2019

Garzón Tannat de Corte 2017


Conheci a Garzón a alguns anos atrás, com sua propriedade espraiada sobre algumas centenas de hectares pertinho de Pueblo Garzón. Lá, além de azeite de oliva, se produz bons vinhos e com a inauguração do complexo enoturístico em Jose Ignacio, em Punta del Este, esta visibilidade só aumentou, tendo sido eleita a Melhor Vinícola do Novo Mundo em 2018.   Seus vinhedos estão localizados a menos de 20 km do Oceano Atlântico e utilizam a agricultura de precisão para desenvolver suas parcelas.

O Garzón Tannat de Corte 2017 é um vinho de sua linha de entrada, elaborado com 80% Tannat, 10% Marselan, 7% Cabernet Franc e 3% Petit Verdot. Entrega o que o Tannat tem de características: fruta, acidez, corpo e apelo gastronômico. Cm a participação das demais castas, o vinho ganhou em equilíbrio, cor e aroma. Possui cor rubi intenso e puxa nos aromas de frutas vermelhas destacados o que se repete em boca, com seus taninos firmes e elegantes finalizado com ampla persitência.

Este vinho não passa por barrica de carvalho.

Uma ótima parceria na harmonização é carnes assadas com Tannat! Seja cordeiro ou boi desde que suculento e ao ponto o casamento é certeiro.  Também vai bem com legumes assados, queijo parmesão, provolone e alguns preparos de carne na panela. 

Possui 14% de graduação alcoólica e o ideal é ser consumido na temperatura de 16oC.

Você encontra os vinhos Garzón na Wein Haus, loja especializada em vinhos, localizada na Rua João Pessoa 895, Santa Cruz do Sul, fone (51) 3711.3665 e site www.weinhaus.com.br

E lembre-se: se beber, NÃO DIRIJA!     

quinta-feira, 18 de julho de 2019

O yakissoba!



Não tem erro! Preparar esta delícia de origem chinesa além de divertido é muito saboroso e nutritivo!

Lá em casa um dos pratos preferidos da garotada é o yakissoba! Fácil de preparar, substancioso e descolado faz as crianças comerem legumes ao natural e repletos de sabor. O termo yakissoba (yaki = assar, grelhar, soba = macarrão), refere-se normalmente ao sauce yakisoba, isto é, um prato muito simples, feito de macarrão refogado com legumes e carnes, temperados com um molho. Esse prato é amplamente consumido e apreciado em muitas partes do mundo e altamente popularizado no Japão. O yakissoba aceita variados tipos de carne ou frutos do mar, além de legumes e vegetais variados.


Ingredientes:
(para 4 pessoas)

400g de macarrão para yakissoba
300g de alcatra em tirinhas
2 colheres de sopa de óleo
Meia xícara de brócolis
Meia xícara de couve flor
Meia xícara de repolho em fatias grandes
Meia xícara de cenoura em fatias
Meia xícara de pimentão em pedaços grandes
5 vagens fatiadas em pedaços grandes
1 cebola pequena em pétalas
1 xícara de caldo de carne
1 colher de sopa de amido de milho
Meia xícara de shoyu

Preparo:

Cozinhe o macarrão e escorra bem. Em uma panela grande – preferencialmente tipo wok - aqueça o óleo. Quando estiver bem quente, frite a massa aos poucos e reserve. Na mesma panela aqueça mais uma colher de sopa de óleo e frite a carne por cerca de 1 a 2 minutos e reserve. Coloque mais um pouco de óleo na panela e comece a refogar os legumes. Primeiro a cenoura e o pimentão, depois a cebola, em seguida o brócolis, a couve flor e as vagens. Ao final o repolho, misture, desligue e reserve. Ainda na mesma panela coloque o caldo de legumes, o shoyu e o amido de milho dissolvido em um pouco de caldo. Leve ao fogo baixo, mexendo sempre até engrossar. Junte os legumes, a carne e o macarrão ao molho e misture bem. Sirva a seguir!

Você sabia?

A origem do yakissoba é chinesa e foi introduzido no Japão na era Edo, no século XVII a XIX. Esse macarrão só era popular entre os nobres, pois não era fácil o acesso a ele pela população em geral. O sauce yakisoba – que é o que se consome atualmente - surgiu no Japão a partir da adaptação do prato chinês chamado “chao men”, logo após o final da Segunda Guerra, como um alimento prático, barato e volumoso (misturava-se bastante repolho picado ao macarrão chinês, cozido no vapor e depois era temperado com um molho tipo inglês só que mais espesso). Esse yakisoba era capaz de satisfazer rapidamente a fome, numa época onde tinha racionamento alimentar. Antigamente, o yakissoba era temperado com shoyu na região de Kanto (Tóquio e arredores) e molho inglês na região de Kansai (Osaka e arredores). Depois, padronizou-se o sauce yakisoba no país inteiro.



terça-feira, 16 de julho de 2019

Tabali Pedregoso Gran Reserva Pinot Noir 2016


Cortado pelo rio Limarí o Valle del Limarí é uma importante região vitivinícola chilena localizada na província de Coquimbo, a cerca de 400 quilômetros ao norte de Santiago e muito próximo da aridez do deserto do Atacama . Possui um micro-terroir único pois recebe cerca de 35% a mais de intensidade solar que qualquer outra região vinícola naquele país. Além disso recebe do Oceano Pacífico brisas constantes, seja dia ou noite e temperaturas mais baixas amadurecendo mais lentamente as uvas com maior concentração de aromas e sabores. Além disso o solo calcário e argiloso traz a mineralidade aos vinhos. Por lá cultiva-se Chardonnay, Pinot Noir, Syrah, Sauvignon Blanc, Viognier e Pinot Gris. Tal vale também é conhecido por ser uma região produtora do Pisco, um famoso destilado produzido a partir da uva. 

É de lá que vem o vinho comentado da semana, o Tabali Pedregoso Gran Reserva Pinot Noir 2016. De coloração rubi brilhante na taça logo ao ser aberto pronuncia frescos aromas frutados precedidos de leve álcool e toque químico. Cerejas, morango, groselha e amora silvestre mesclada com uma nota terrosa e café.  Traz a boca a mesma frescura frutada alicerçada sobre taninos redondos e elegantes. Notas herbáceas, fruta macerada e tostado. Amplo final e excelente retrogosto.

Descansa por 10 meses em barricas de carvalho francês.

Harmoniza com carnes vermelhas, aves, queijos leves e risotos.

Possui 14% de graduação alcoólica e o ideal é ser consumido na temperatura de 16oC.

Você encontra os vinhos Tabali na Wein Haus, loja especializada em vinhos, localizada na Rua João Pessoa 895, Santa Cruz do Sul, fone (51) 3711.3665 e site www.weinhaus.com.br

E lembre-se: se beber, NÃO DIRIJA!     

quinta-feira, 11 de julho de 2019

O Ratatouille!


Esta receita foi imortalizada no cinema com o filme homônimo cujo protagonista é um simpático ratinho chef!

O ratatouille nasceu na França na região de Provença e do antigo condado de Nice, em meados do século XVIII e é um de seus ícones culinários! Sua receita consiste de legumes como berinjela, abobrinha, pimentão, tomate e cebola fatiados e cozidos ou assados no forno dispostos intercalados na montagem. A abreviação "rata" que dá origem à palavra "ratatouille" era uma gíria militar para a refeição dos soldados, que era uma mistura de feijões, batatas e variados legumes. O ratatouille é considerado um acompanhamento, presente em vários pratos podendo também ser o principal, servido com arroz ou pão. No filme da Disney o ratinho cozinheiro preparava e apresentava de forma diferente desta, que teve um toque especial na montagem. Confira a receita do ratatouille!


Ingredientes:
(para 4 pessoas)

1 cebola média
2 tomates
2 pimentões
1 abobrinha
1 berinjela
1 dente de alho picadinho
1 ramo de tomilho
Azeite de oliva a gosto
sal e pimenta-do-reino a gosto

Preparo:

Corte os legumes em fatias de no máximo 0,5cm de espessura, pois quanto mais finas, mais fácil será o cozimento. Tempere com sal e pimenta. Regue com azeite de oliva uma assadeira e disponha os legumes intercalando cada fatia. Regue com azeite de oliva, salpique o alho e disponha o ramo de tomilho. Cubra com papel alumínio e leve ao forno pré-aquecido a 200oC por 40 minutos. Descubra e deixe mais 20 minutos. Deixe o prato esfriar por cerca de 10 a 15 minutos, decore com folhas de manjericão e sirva com uma baguete francesa quente.

Você sabia?

O filme Ratatouille foi lançado em junho de 2007 sob direção de Brad Bird e produzido pela Diney/Pixar sendo o ganhador do Oscar de Animação em 2008. Conta a história do ratinho Remy que sonha se tornar um grande chef. Vivendo em uma fazenda no interior da França, Remy não se conforma com o comodismo de sua comunidade. Sendo ratos, eles vivem de roubar comida dos lixos, enquanto o jovem roedor de paladar e olfato apurados sonha em ter acesso aos mais requintados pratos da gastronomia francesa. Um acidente faz com que Remy se perca de sua família. Ele acaba indo parar em um local distante de tudo o que conhece, tendo como companhia apenas o espírito de Gusteau, um grande chef de cozinha, autor do livro preferido do rato: Todos Podem Cozinhar. Ele decide visitar a cozinha do lugar e lá conhece Linguini, um atrapalhado ajudante que não sabe cozinhar e precisa manter o emprego a qualquer custo. Remy e Linguini realizam uma parceria, em que Remy fica escondido sob o chapéu de Linguini e indica o que ele deve fazer ao cozinhar e passam por várias situações juntos, inclusive a de conquistar um renomado crítico gastronômico. O diretor do filme, Brad Bird, para tornar o filme mais realista, pesquisou diversos restaurantes e a equipe chegou a criar, de verdade, 270 pratos diferentes.






terça-feira, 9 de julho de 2019

Punto Final Cabernet Franc Gran Reserva 2016


A Bodega Renacer está localizada em Perdriel, ao pé da Cordilheira dos Andes, em Mendoza na Argentina. É uma vinícola que reúne fino manejo e elaboração altamente tecnológica, com mínimo de intervenção. Ela produz também vinhos Cabernet Franc casta que vem me agradando a um bom tempo, já elencada entre as minhas preferidas. 

O Punto Final Cabernet Franc Gran Reserva 2016 une os terroirs de Perdriel, em Luján de Cuyo, e Vistaflores, em Tunuyán. Utiliza leveduras indígenas na fermentação alcoólica e depois com a fermentação  malolática em barricas de carvalho francês onde estagia por 12 meses.

Possui coloração rubi brilhante com reflexos violáceos. A palheta olfativa é extensa, com aromas com cereja negra e groselha destacadas, funcho, caramelo de mascavo, hibiscos, cravo da índia, fumo e corda, chocolate e um toque mentolado. Boca com fruta negra e caramelo, leve tostado e final lácteo. Taninos suaves, ótima acidez e amplo final.

Faz belo par na companhia de carne suína no forno, carne bovina e cordeiro na brasa, massas com molhos encorpados e charcutaria.  

Possui 13,5% de graduação alcoólica e o ideal é ser consumido na temperatura de 18oC.

Você encontra os vinhos da Punto Final na Wein Haus, loja especializada em vinhos, localizada na Rua João Pessoa 895, Santa Cruz do Sul, fone (51) 3711.3665 e site www.weinhaus.com.br

E lembre-se: se beber, NÃO DIRIJA!      

quinta-feira, 4 de julho de 2019

O franguinho recheado!



Aquele galetinho assado e acompanhado de um belo purê é a dica desta fria semana no Sul do Brasil!

Preparados no forno são receitas práticas que exigem apenas mais dedicação na hora do tempero e depois no tempo certo do assar. No mais basta acomodar o refratário no forno e aproveitar aqueles instantes para elaborar o acompanhamento do assado, como nesta receita, do Franguinho Recheado!



Ingredientes:
(para 4 pessoas)

2 franguinhos inteiros com cerca de 600g cada
1 limão siciliano cortado em fatias
1 cebola picadinha
1 dente de alho picadinho
Sálvia fresca
1 colher sopa de manteiga
1 colher de sopa de azeite de oliva
Sal e pimenta preta moída à gosto
2 taças de vinho branco seco

Purê:
4 batatas descascadas cortadas em fatia
1 cenoura grande picada
1 xícara de chá de leite
2 colheres de sopa de manteiga
Noz moscada ralada na hora a gosto
Sal e pimenta-do-reino moída na hora a gosto

Preparo:

Cozinhe as batatas e a cenoura até que fiquem macias. Escorra e leve a uma panela em fogo baixo juntando o leite quente e a manteiga. Amasse bem com um espremedor ou use um mixer para fazê-lo. Adicione sal, pimenta e noz moscada.  Misture bem e transfira para uma tigela. Reserve. Tempere o frango com sal e a pimenta dentro e fora e no seu interior disponha fatias de limão, manteiga, cebola, alho e parte da sálvia. Numa assadeira coloque o vinho, um fio de azeite de oliva, pitada de sal, disponha os franguinhos, cubra com papel alumínio e leve ao forno pré-aquecido a 200oC por 50 minutos. Retire o papel alumínio, vire os frangos e deixe mais 30 minutos. Retire e sirva como purê aquecido.

quarta-feira, 3 de julho de 2019

Bodegas Carrau Cepas Nobles Tannat 2017


Conheci a Bodegas Carrau em Montevidéu em 2012. É uma das famílias produtoras mais longevas da América do Sul, com origem datada em 1752. A Família Carrau sempre primou pela excelência produtiva, aliando equipamentos de última geração com o manejo tradicional das vinhas. E claro, tem no Tannat o seu cartão de visitas, representado pelo multipremiado Amat, vinho ícone da bodega. Dona de um extenso portfólio tem nas suas linhas de entrada o Bodegas Carrau Cepas Nobles Tannat 2017. Este vinho reúne algumas das características que denotam a tipicidade desta casta. Possui coloração vermelho rubi intenso. Logo ao abrir o álcool apresenta-se mas logo deixando passar os aromas frutados com framboesas e cerejas em destaque. Em boca mostra-se firme, taninos redondos, fruta retorna com toque tostado com acidez que pede comida e amplo final.

Como Tannat que é sugere harmonização com carnes vermelhas na brasa, massas com molhos encorpados, cozidos de carne na panela e queijos duros.

Possui 13% de graduação alcoólica e o ideal é ser consumido na temperatura de 16 a 18oC.

Você encontra os vinhos da Carrau na Wein Haus, loja especializada em vinhos, localizada na Rua João Pessoa 895, Santa Cruz do Sul, fone (51) 3711.3665 e site www.weinhaus.com.br

E lembre-se: se beber, NÃO DIRIJA!     

Bangalô em Bento Gonçalves é a primeira casa do Brasil com vinho encanado


Quem visita a Capital Brasileira do Vinho, na Serra Gaúcha, agora pode reviver a nostalgia do emblemático vinho encanado. A atração que ganhou as manchetes nacionais no final da década de 1967, quando foi realizada a primeira Fenavinho – Festa Nacional do Vinho -, onde o vinho jorrava nas ruas do centro da cidade, agora passa a ser atração permanente do Bangalô Estação Club, numa parceria com a Vinícola Aurora. A partir do dia 6 de julho, o público já pode viver a experiência. Basta abrir a torneira, encher a taça de vinho tinto ou branco e degustar.


Cinco pontos duplos com torneiras para vinho tinto e vinho branco foram instaladas no espaço  Bamboo Bar do Bangalô Estação Club, entre colunas próximas às mesas. Ao pagar o ingresso, o público tem acesso livre ao vinho encanado, podendo se servir diretamente das torneiras quantas vezes o paladar pedir. Para harmonizar, um buffet completo com o melhor sabor da gastronomia italiana, além de petiscos, num ambiente aconchegante, ideal para degustações e confraternizações. A música é o terceiro elemento que, junto com o vinho encanado e a culinária, completa a experiência. Um palco fixo com shows acústicos criam uma atmosfera perfeita para curtir bons momentos.

Segundo o diretor do Bangalô, Leandro Santarossa, a inspiração veio com a retomada da Fenavinho, realizada de 13 a 23 de junho na cidade. “A festa resgatou uma de suas atrações mais simbólica e representativa. Nossa ideia é proporcionar esta experiência o ano inteiro, tanto à comunidade quanto aos visitantes”, destaca.

No dia 5 de julho, o Bangalô Estação Club e a Vinícola Aurora apresentam a novidade para convidados e imprensa num evento fechado. A novidade estará à disposição do público a partir do dia 6, sábado.

Bangalô Estação Club

Bar, Restaurante e Danceteria, completa 13 anos em Bento Gonçalves. A casa possui cinco ambientes: Pista Principal, Pub, Bamboo, Deck e a réplica da Maria Fumaça. Referência em entretenimento na Serra Gaúcha, o Bangalô também é exemplo de inovação. A réplica da icônica Maria Fumaça, uma das principais atrações turísticas da cidade, feita em escala 1/10, transporta bebidas aos clientes rodando entre trilhos suspensos no interior do próprio Bangalô. Além disso, o local também é ponto de encontro de grandes nomes nacionais da música, atraindo pessoas de toda a região, do estado e país em festas exclusivas.

Vinícola Aurora

Além de ser a maior vinícola do país, a Vinícola Aurora é também a mais premiada, hoje com mais de 700 premiações em concursos internacionais. Sua história foi e continua sendo escrita com base no trabalho de mais de 1.000 famílias de viticultores, que dedicam suas vidas no cultivo da videira para entregar à vinícola uma matéria prima de alta qualidade. São 88 anos de dedicação ao vinho brasileiro e o resultado chega na mesa dos apreciadores em forma de vinho.

SERVIÇO

Lançamento ao público: 6 de julho, às 20h
Capacidade: 120 pessoas
Local: Bamboo Bar / Bangalô Estação Club
Rua Henry Hugo Dreher, 92 - Bairro Planalto - Bento Gonçalves-RS


sexta-feira, 28 de junho de 2019

Vinho rosé conquista os brasileiros e consumo triplica


De acordo com pesquisas do segmento, o consumo da bebida triplicou nos últimos cinco anos no Brasil


Que a cerveja é uma das paixões dos brasileiros, isso já não restam dúvidas. Mas, de acordo com dados de uma pesquisa realizada pela Organização Internacional da Vinha e do Vinho, o comportamento do brasileiro tem mudado ao longo dos anos. Atualmente, o país está entre os 20 que mais consomem vinhos, tanto que o Brasil se posiciona em 14º lugar na produção da bebida: são cerca de 340 milhões de litros fabricados anualmente. A empresa de consultoria Wine Intelligence apresenta uma informação curiosa sobre essa mudança de comportamento de consumo: cerca de 1,7 milhão de brasileiros compraram vinho pela internet em 2017, o que equivale a um aumento de 40% em relação ao ano anterior.

Por muitos anos o vinho tinto – seja ele seco ou suave – era unânime. Pouco tempo depois, vieram os brancos e, mais recentemente, os rosés têm ganhado espaço no mercado local. É dentro deste cenário que por algum tempo cerca de 48% das pessoas que consomem a bebida no Brasil acreditavam que o vinho rosé era apenas uma “bebida da moda”. Atualmente, os rosés importados já estão com 4,7% do mercado total de vinhos no Brasil, segundo dados do Instituto Brasileiro do Vinho – Ibravin.

De acordo com Walter Junior, sócio-proprietário da Wine to You, distribuidora do Rosé Piscine – vinho rosé feito exclusivamente para beber com gelo, e o francês mais vendido no Brasil em 2018 – o rosé ainda é o mais consumido dos vinhos produzidos na França. “Se considerarmos apenas vinhos franceses, dados publicados pelo mercado reforça que os rosés representam hoje 21,3% das vendas, enquanto os brancos estão em 16,4%, e os tintos em 62,2%”, relata Junior.


No Brasil, o consumo de vinhos rosés importados quase triplicou nos últimos cinco anos. De 2014 até 2018, o volume dos rosados importados saltou de cerca de um milhão de litros para mais de cinco milhões de litros, o que representa um aumento de 278%; sendo 40% somente em 2018, de acordo com dados da Ideal Consulting.

O Instituto Internacional da Vinha e do Vinho diz ainda que 22 milhões de hectolitros de vinhos rosés foram consumidos em todo o mundo em 2014. Isso sem contar os espumantes rosés, que equivale apenas a 10,3% do total de vinho consumido naquele ano – 235,7milhões de hectolitros. Esses dados representam um aumento de 20% no consumo de rosés ao longo dos últimos 12 anos, muito acima do que qualquer outro tipo de bebida consumida ao redor do mundo.

Hoje em dia os brasileiros estão descobrindo cada vez mais o rosé, que não se trata da mistura dos vinhos tinto e branco, como muitos imaginam. O vinho rosé é feito a partir de uvas tintas, cuja casca permanece em contato com o sumo após a prensagem por apenas algumas horas ou até mesmo dias.

“O rosé tem ganhado grande visibilidade local recentemente e é naturalmente um vinho convidativo para dias ensolarados ou mais frescos. O Brasil, que dispõe de um clima tropical, se torna uma região ideal para que a bebida se torne parte da cultura e integre momentos especiais, que permitem harmonizações desde pratos mais leves, como saladas e comida japonesa, até mesmo massas”, completa Junior.


quinta-feira, 27 de junho de 2019

A tortilla de espinaca!



O espinafre com suas dezenas de benefícios a saúde é o ingrediente principal da receita de hoje!  

A tortilla de espinaca – ou tortilha de espinafre – é uma preparo muito semelhante inclusive nos ingredientes a uma omelete. A origem da omelete é francesa e remonta à pré-história. No continente Já no século XVI, os conquistadores e indígenas americanos introduziram a omelete em sua alimentação diária. O ovo destaca-se pela sua riqueza em proteínas de alto valor biológico e também abriga pequenas quantidades de vitaminas A, D e E. As tortilhas são o prato mais simples e rápido para preparar. Hoje a tortilla recebe o espinafre na sua elaboração uma sugestão até mesmo para introduzir vegetais na dieta de adultos e crianças.



Ingredientes:
(para 4 pessoas)

500g de espinafre
1 cebola picadinha
1 dente de alho picadinho
4 ovos
2 colheres de sopa de queijo parmesão ralado
1 colher de sopa de azeite de oliva
Sal e pimenta preta moída à gosto

Preparo:

Leve a cebola e alho para refogar em uma frigideira com o azeite de oliva. Adicione o espinafre e mexa até que estejam prontos, cerca de 5 minutos. Retire do fogo e deixe esfriar. Bata os ovos com o sal e a pimenta. Misture os ovos batidos com o espinafre, a cebola, alho e o queijo ralado. Aqueça novamente a frigideira com um fio de azeite e adicione a mistura. Vire a meio caminho para completar o preparo.

Você sabia?


O espinafre é uma espécie nativa do sul da Ásia, mais precisamente na Pérsia.  Seu nome de origem árabe é "esbanach". Na antigüidade foi muito usado por médicos para fazer cataplasmas contra dores de fígado e estômago. O espinafre foi introduzido na Europa por volta do século XII, sendo realmente valorizado como alimento graças aos hábitos adotados por uma  italiana chamada Catarina de Médicis (1519 – 1589).Catarina era de uma família rica de Florença e casou-se com o rei da França Henrique II. Ao chegar a corte foi rejeitada por ser estrangeira e feia. Até hoje, "acompanhamento à Florentina" quer dizer com espinafre, e estamos fazendo uma homenagem à Catarina de Médicis. Já no mundo infantil, foi o personagem dos desenhos animados chamado Popeye quem começou a estimular as crianças a comerem espinafre para crescerem e ficarem fortes. Ele foi criado em 1919 pelo cartunista E.C. Sega. No auge de sua fama, Popeye gerou um aumento de 30% no consumo de espinafre nos Estados Unidos. O espinafre é rico em ferro (importante para a oxigenação do sangue), cálcio, magnésio e potássio, participam da formação dos ossos e dentes, saúde muscular e prevenção de câimbras. Também é fonte de vitaminas: A (olhos e pulmões), complexo B e ácido fólico (energia e crescimento muscular), C (imunidade e resistência a infecções), E (protege o sistema cardiovascular) e K (coagulação e ossos fortes). Uma xícara da verdura cozida fornece toda a quantidade de vitaminas A e K que uma pessoa precisa por dia, e quase 40% de sua necessidade de magnésio.

quarta-feira, 26 de junho de 2019

Dal Pizzol Enoteca 2011


Nutro um carinho especial pela Vinícola Dal Pizzol, de Bento Gonçalves. Seus fundadores Rinaldo e Antônio e o enólogo Dirceu Scottá realizam um trabalho não só comercial, mas também de resgate cultural representado por livros escritos, coleção de videiras de todo o mundo, museu enológico entre outros, o que traz um contexto todo especial aos bons vinhos que vinificam. Um destes exemplares – o vinho comentado desta semana – é o Dal Pizzol Enoteca 2011, um blend bordalês elaborado pelas uvas Merlot (70%), Cabernet Sauvignon (15%) e Cabernet Franc (15%). O rótulo faz referência à Enoteca mantida pela vinícola desde 1976 em uma antiga olaria da família onde descansa uma coleção de garrafas históricas elaboradas pela vinícola desde sua fundação.

De cor rubi profundo traz aromas frutados de cerejas, framboesas silvestres, hibiscos, especiarias e toque terroso. Boca com taninos finos e redondos, equilibrado, acidez média e amplo final.

Este vinho não tem passagem por barrica de carvalho, representando a essência daquela safra em que foi elaborado.

Faz excelente par com carnes vermelhas, carnes de caça, pratos com molhos condimentados e queijos tipo Grana Padano, Parmesão, Pecorino, Provolone entre outros.

Possui 13,3% de graduação alcoólica e o ideal é ser consumido na temperatura de 16 a 18oC.

Você encontra os vinhos Dal Pizzol na Wein Haus, loja especializada em vinhos, localizada na Rua João Pessoa 895, Santa Cruz do Sul, fone (51) 3711.3665 e site www.weinhaus.com.br

E lembre-se: se beber, NÃO DIRIJA!      

domingo, 23 de junho de 2019

Jantar harmonizado Wein Haus com a importadora Grand Cru


Na próxima quinta-feira dia 27 de junho, as 20h, a Wein Haus realizará mais um jantar harmonizado desta vez com vinhos do portfólio da Importadora Grand Cru que contará com a presença do seu representante para o RS. Serão degustados vinhos argentinos, espanhóis, italianos e chilenos. 


No menu a equipe servirá de entrada: pães artesanais, pastas e antepastos; 1° prato: capeletti in brodo; 2° prato: risoto de pera e brie com filé ao molho chasseur e por fim de sobremesa: zabaione com frutas do bosque e chiacchiere. Os convites já estão à venda na loja pelo valor de R$ 150. As vagas são limitadas! Outras informações podem ser obtidas pelo telefone (51) 3711-3665 e e-mail weinhaus@weinhaus.com.br



quinta-feira, 20 de junho de 2019

O mexilhão ao molho de soja picante!



Quase uma instituição na Bélgica, o mexilhão adquire texturas e aromas quando preparado com ingredientes orientais!   

Sou um fã inconteste deste fruto do mar! O mexilhão há tempos atrás era praticamente um alho para o vampiro na minha concepção. Não gostava do mesmo, tudo fruto de uma malfadada experiência gastronômica junto a uma salada com vinagrete de mexilhão. Até pouco tempo atrás quando sentia o cheiro de vinagrete ou enxergava tal molusco de casca escura me arrepiava negativamente. Mas, como o tempo é o melhor remédio, acabei por restabelecer o mexilhão aos pratos e as minhas receitas, como nesta inspirada num ícone dos restaurantes japoneses Aoyama de São Paulo, o mexilhão ao molho de soja picante! Confira.


Ingredientes:
(para 4 pessoas)

24 mexilhões com casca
1 dente de alho ralado
1 colher de chá de gengibre fresco ralado
1 colher de chá de pimenta em flocos
1 colher de chá de vinagre de arroz
1 xícara de molho de soja tipo shoyu
2 colheres de sopa de água
1 colher de chá de açúcar mascavo
1 colher de chá de suco de limão
1 colher de sopa de amido de milho
Cebolinha verde fatiada

Preparo:

Em uma tigela coloque o alho, o gengibre e a pimenta em flocos. Adicione o vinagre e mexa para combinar. Reserve por 5 minutos para permitir que os sabores se juntem. Some os demais ingredientes menos a cebolinha verde e bata bem para misturar. Leve ao fogo baixo para reduzir e engrossar. Cozinhe os mexilhões no bafo por cerca de 5 minutos. Divida-os em tigelas, derrame o molho por cima, salpique com a cebolinha verde e sirva!

Você sabia?


O mexilhão está presente na culinária europeia sendo o prato nacional da Bélgica - o internacionalmente famoso Mexilhão com Batata Frita – e também no cardápio da gastronomia lusitana onde os pescadores os comem assados sobre as brasas. Já na gastronomia oriental, é comum encontrar a iguaria em receitas que levam saquê e também em sopas. O molusco, às vezes, é comparado a outra concha da mesma família: a ostra mas diferem no sabor e na textura. Os mexilhões possuem cor bege, branca, vermelho ou acinzentada, corpo mais consistente que o das ostras, são encontrados em água corrente, possuem sabor salgado leve e têm um custo mais acessível. O segredo do preparo está no tempo de cozimento. O mexilhão deve permanecer na panela apenas o suficiente para abrir. A ciência de uma saborosa receita de mexilhões começa na compra, pois a procedência é fundamental. Para limpar, primeiro se raspa com uma faca as cracas e algas que podem estar presas no mexilhão. Depois, solta-se a fibra que prende a carne à casca. Em seguida, é só levar para uma panela com água fervente ou até mesmo vinho, para abrirem.

terça-feira, 18 de junho de 2019

Conheça os 51 campeões da 8ª Grande Prova Vinhos do Brasil



Por mais um ano, os tintos roubaram a cena na 8ª edição da Grande Prova Vinhos do Brasil (GPVB), certame que avalia vinhos brasileiros disponíveis no mercado. Das 1071 amostras validadas, em 41 categorias, os tintos apresentaram melhor performance, sendo premiadas 100% da variedade Touriga Nacional, 88% Super Premium, 85% tintos de outras castas e 74% Cabernet Franc, totalizando 177 medalhas. Os espumantes vieram na sequência com 99 medalhas.


Em 2019, oito estados (RS, SC, PR, SP, MG, BA, PE e GO) participaram por meio de 122 vinícolas. A 8ª edição bateu todos os recordes: amostras, vinícolas e novas categorias. Nesta segunda-feira, 17 de junho, o Grupo Baco, idealizador e organizador do certame, anunciou os 51 campeões, assim como aqueles que conquistaram medalhas.

O GPVB concedeu 37 medalhas duplo-ouro (nota mínima 92) e 276 ouros (nota mínima 90). “Essa edição foi surpreendente com vinícolas que nunca haviam sido campeãs, elevação da nota mínimo para os tintos para 90, além de apenas 3 vinhos com nota 93, o que demonstra o rigor do concurso”, ressalta Marcelo Copello, jornalista, diretor do Grupo BACO Multimídia e presidente do júri da GPVB.

A degustação às cegas de vinhos brasileiros disponíveis no mercado da 8ª GPVB contou com a presença de 27 jurados, de 03 a 06 de junho, no Hotel Vila Galé, na Lapa, no Rio de Janeiro. Em breve, a GPVB ainda contemplará os apreciadores de vinhos, espumantes e sucos de uva com os Best Buys abaixo de R$ 50,00, comprovando que vinho bom necessariamente não é vinho caro.

Sul do Brasil

O Rio Grande do Sul confirmou soberania tanto na participação de número de amostras como de campeões. Do total de amostras, 837 são gaúchas e, dessas, 251 ganharam medalhas (30 duplo-ouro e 221 ouros) e 39 campeãs são do RS (20 duplo-ouro e 16 ouros), confirmando a qualidade do terroir e o know how do Estado. Santa Catarina ficou na segunda colocação com 102 amostras, 33 premiadas (4 duplo-ouro e 29 ouros) e 6 campeãs (4 duplo-ouro e 2 ouros). O Paraná ficou com a terceira posição de destaque com 35 amostras, 10 premiadas (2 duplo-ouro e 8 ouros) e 2 campeãs (2 duplo-ouro).

Bag-in-Box (BIB)

Na estreia da nova categoria BIB, a GPVB recebeu 9 amostras de tintos e o campeão recebeu 89 pontos. “Demos a largada para uma categoria que tem muito potencial e uma forma de valorizarmos esse produto. Em países nórdicos, como a Suécia e Noruega, os BIB já passam dos 60% e na tradicional França pode-se encontrar até Grand Crus nas embalagens. Os BIBs são uma realidade que têm tudo a ver com o Brasil”, destaca Sérgio Queiroz, jurado, diretor do Grupo BACO e entusiasta das caixinhas. Comercializado em práticas embalagens de papelão com bolsa de plástico flexível, disponível em 3 ou 5 litros para beber calmamente sem risco de perdas.

Sucos de uva 100%

Em 2019, 38 amostras de sucos participaram do certame, sendo oito brancos e 30 tintos. Entre os brancos, um ouro e nos tintos 3 duplo-ouro e 8 ouros. A boa surpresa dessa categoria ficou por conta dos duplo-ouro.

Números e curiosidades


- 1.071 inscrições (2018 foram 920)
- 122 vinícolas (2018 foram 117)
- 8 estados: RS, SC, PR, SP, MG, PE, BA, GO
- 41 categorias (2018 foram 30)
- 51 campeões (com os empates) OBS: vários vinhos/vinícolas que nunca haviam sido campeões. E nos campeões vinhos de 7 estados (todos exceto GO)
- 37 Duplo-Ouro (3,5%) (nota mínima 92), ano passado foram apenas 8
- Nota mínima para ouro subiu de 88 em 2017; 88,5 em 2018; 90 em 2019
- 276 ouros 26%, em 2018 foram 272
- Apenas 3 vinhos (0,03%) com nota 93, o que demonstra o rigor do concurso
- Bag-in-Box: 9 tintos, o campeão com 89 pontos
- Sucos: brancos 8 amostras e 1 ouro; tintos 30 amostras com 3 duplo-ouros e 8 ouros
Categorias de melhor performance
- Touriga Nacional 100% dos vinhos foram premiados
- Super premium 88% dos vinhos foram premiados
- Tintos de outras castas 85%
- Cabernet Franc 74%

Resultado por categorias

1. Espumante Brut Branco Champenoise
- Valmarino Brut Tradicional. 2015. Pinto Bandeira, RS.
- Pizzato Brut Branco Tradicional D.O.V.V. 2017. Vale dos Vinhedos, RS.

2. Espumante Brut Branco Charmat
- Vivatto Brut. 2018. Fante. Flores da Cunha, RS
- Virtus Brut Monte Paschoal Charmat. 2019. Vinícola Basso. Farroupilha, RS.

3. Espumante Brut Rosé Champenoise
- Villa de Vinhas Brut Rosé. Zanella. Antônio Prado, RS.
- Casa Valduga 130 Rosé. Vale dos Vinhedos, RS.

4. Espumante Brut Rosé Charmat
- Cheti Brut Rose, Caxias do Sul, RS.
- Terranova Brut Rosé. Miolo. Vale do São Francisco, BA.

5. Espumante Extra-Brut e Nature Rosé (Charmat e Champenoise)
- Estrelas do Brasil Nature Rose. 2013. Caxias do Sul, RS.

6. Espumante Extra-Brut Branco (Charmat e Champenoise)
- Victoria Geisse Extra Brut Vintage Gran Reserva. Pinto Bandeira, RS.

7. Espumante Nature Branco (Charmat e Champenoise)
Valmarino Nature Champenoise. 2013. Pinto Bandeira, RS.

8. Espumante Prosecco/Glera (Charmat e Champenoise)
Estrelas do Brasil Prosecco. NV. Caxias do Sul, RS.

9. Espumante Moscatel Branco
- Panizzon Moscatel. Flores da Cunha, RS.
- Garibaldi Moscatel. NV. Garibaldi. Garibaldi, RS.
- Courmayeur Moscatel. NV. Courmayeur. Garibaldi, RS.

10. Espumante Demi-Sec Branco Charmat
- Garibaldi Vero Demi Sec Charmat. Garibaldi, RS.

11. Espumante Demi-Sec Branco Champenoise
- Stravaganzza Demi Sec Champenoise. Don Giovanni. Pinto Bandeira, RS.

12. Espumante Moscatel e Demi-Sec Rosé (Charmat e Champenoise)
- Casa Valduga Naturelle Moscatel Rosé. Vale dos Vinhedos, RS.

13. Branco Chardonnay
Pizzato Legno Chardonnay Gran Reserva D.O.V.V. 2018. Vale dos Vinhedos, RS.

14. Branco Sauvignon Blanc
- Sauvignon Blanc Don Affonso. 2019. Serra Gaúcha, RS.

15. Branco Gewurztraminer
- Leone di Venezia Gewurztraminer. 2018. São Joaquim, SC.

16. Branco Riesling Itálico e Renano
- Villa Mosconi Riesling. 2017. Poços de Caldas, MG.

17. Branco Moscato
- Casa Perini Macaw Moscato. 2018. Farroupilha, RS.

18. Branco Viognier
- RAR Collezione Viognier. 2015. Campos de Cima da Serra, RS.

19. Branco de Outras Castas e Cortes
- Leone di Venezia Oro Vecchio. 2018. São Joaquim, SC.

20. Tinto Cabernet Sauvignon
- Cabernet Sauvignon Reserva Fabian. 2005. Nova Pádua, RS.
- Censurato Cabernet Sauvignon. 2011. Vinícola Franco Italiano. Colombo, PR.

21. Tinto Merlot
- Kranz Merlot. 2008. Treze Tílias, SC.
- Sfera Merlot. 2013. Arbugueri. Caxias do Sul, RS.
- Pizzato Merlot de Merlots Reserva D.O.V.V. 2015. Vale dos Vinhedos, RS.

22. Tinto Tannat
- Barão de Petrópolis Tannat Clássico. 2014. Flores da Cunha, RS.
- Dall’Agnol Superiore Tannat. 2008. Estrelas do Brasil. Caxias do Sul, RS.

23.Tinto Syrah
Poesia Gran Reserva Syrah. 2018. Vinícola Castanho. Jundiaí, SP.

24.Tinto Pinot Noir
- Dedicato Pinot Noir Monte Paschoal. 2014. Vinícola Basso. Farroupilha, RS.

25. Tinto Cabernet Franc
- Valmarino Cabernet Franc ANO XXI. 2016.. Pinto Bandeira, RS.

26.Tinto Marselan
- Viapiana Marselan. 2013. Flores da Cunha, RS.

27. Tinto de Outras Castas
- Pizzato Alicante Bouschet Reserva. 2015. Vale dos Vinhedos, RS.

28. Tinto Cortes
- RAR Reserva de Família Cabernet/Merlot. 2015. Campos de Cima, RS.

29.Tinto Malbec
- Sincelo Malbec. 2014. Urupema. Urupema, SC.

30. Tinto Touriga Nacional
Miolo Single Vineyard Touriga Nacional. 2018. Miolo. Campanha Meridional, RS.

31. Tinto Teroldego
- Wine Club Franco Italiano Teroldego. 2011. Vinícola Franco Italiano. Colombo, PR.

32. Tinto Sangiovese
- Leone di Venezia Sangiovese. 2017. Leone di Venezia. São Joaquim, SC.

33. Tinto Tempranillo
- Rio Sol Tempranillo. 2017. Vitivinícola Santa Maria. Lagoa Grande, PE.

34. Tinto Super Premium
- Viapiana Nebbiolo. 2015. Flores da Cunha, RS.

35. Tinto Ancellotta
- Panizzon Ancellotta. 2015. Flores da Cunha, RS.

36.Tinto Petit Verdot
- Pássaro da Lua Petit Verdot. 2014. Vinícola Cárdenas. Serra do Sudeste, RS.

37. Rosé
- Miolo Seleção Rosé. 2019. Campanha Meridional, RS.

38. Doces e Fortificados
- Casa Valduga Late Harvest. Vale dos Vinhedos, RS.

39. Suco de Uva Integral Branco
- Peculiare Suco de Uva Branco Integral. 2019. Serra Gaúcha RS.

40. Suco de Uva Integral Tinto
- Kranz Suco de Uva Integral. 2019. Treze Tílias, SC.

41. Bag in Box
- Miolo Seleção Cabernet Sauvignon / Merlot. 2017. Miolo. Campanha Meridional, RS.

Premiação

A cerimônia de entrega de medalhas e de certificados da 8ª GPVB acontecerá durante a Wine South América, a maior feira de vinhos profissional da América Latina, que será realizado de 25 a 27 de setembro, no Parque de Eventos de Bento Gonçalves (RS). A lista completa será divulgada no Anuário Vinhos do Brasil 2019/2020.
O GPVB 2019 conta com o apoio institucional das seguintes entidades: Ibravin, SindiVinho, Aprovale, Wine South America (WSA), Vinhos de Altatitude (SC), Vinhovasf, Agavi, Apromontes, Vinhos da Campanha, ABS-RJ e Hotel Vila Galé.

Sobre o Grupo BACO

O Grupo BACO, idealizador e organizador da Grande Prova Vinhos do Brasil, é uma empresa de comunicação, consultoria e inteligência de mercado que tem na geração de conteúdo e nos eventos sua plataforma de atuação. É responsável pela edição da revista BACO, do Anuário Vinhos do Brasil, entre outros produtos editoriais, além de uma série de eventos no Brasil e no exterior. Destaque para o Rio Wine and Food Festival, que vem sendo realizado há seis anos na cidade do Rio de Janeiro.

* fotos: Francisco Carneiro