quinta-feira, 13 de junho de 2019

Mercado de vinhos no Brasil apresenta crescimento de 13% em 2018



Pesquisa sobre o mercado de vinhos no Brasil mostrou que dos mais de 207 milhões habitantes, 66 milhões beberam vinhos nos últimos seis meses e 32 milhões de pessoas nos últimos 30 dias. Os números são vistos como uma oportunidade de negócios diante de consumidores em busca de produtos menos óbvios e com um perfil “mais aventureiro”, que gostam de experimentar novos produtos. O estudo foi realizado em 2017 pela empresa de marketing do vinho Wine Intelligence, com sede na Inglaterra, China e Brasil, entre outros países, encomendado pelo Instituto Brasileiro do Vinho (Ibravin), e revela o potencial do mercado consumidor brasileiro.


Conforme o levantamento, 7% dos brasileiros disseram consumir vinho praticamente todos os dias, o que aponta que há bastante mercado a ser conquistado. Segundo a Organização Internacional da Vinha e do Vinho (OIV), o consumo per capita de vinhos no Brasil é de dois litros por ano.

E as estatísticas de vendas no mercado brasileiro atestam a pesquisa da empresa multinacional. Em 2018, as vendas de vinho nacional apresentaram crescimento de 13,31% em comparação a 2017. Os dados são do Cadastro Vinícola (mantido em parceria entre a Secretaria da Agricultura, Pecuária e Desenvolvimento Rural do Estado do Rio Grande do Sul (SEAPDR/RS), Ibravin e Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa). No total, foram comercializados 411.529.292 litros de vinhos, espumantes, sucos e outros derivados da uva. Mesmo com a ligeira queda nas importações, de cerca de 7%, a média registrada nos últimos cinco anos mostra um crescimento de quase 30% no período.

Com todo este potencial de mercado, a Serra Gaúcha será palco da segunda edição da Wine South America – Feira Internacional do Vinho, 25 a 27 de setembro. Importadores, distribuidores, profissionais do vinho, imprensa especializada e apreciadores que poderão conferir os rótulos das principais regiões produtoras do mundo. No ano passado foram 250 marcas expositoras, seis mil profissionais do trade e especialistas do setor em 10 mil metros quadrados de área.

A participação de vinícolas nacionais será ainda mais representativa esse ano, atraindo expositores de todas as regiões produtoras do Brasil, que apresentarão seus rótulos reconhecidos por mais de três mil premiações já conquistadas no Exterior. Cerca de 80% das marcas brasileiras participantes da primeira edição já renovaram seus espaços e outras importantes vinícolas nacionais já confirmaram a estreia em 2019.

Em relação às marcas internacionais, a adesão também tem sido bem-sucedida: mais de 10 países devem participar da Wine South America 2019, com destaque para Argentina, Chile e Uruguai, reforçando o posicionamento de principal evento do setor no continente latino-americano.   



“O Brasil é o quinto maior do Hemisfério Sul e o 13º maior produtor de vinhos do mundo. Os nossos produtos são exportados para 59 países em cinco continentes. O potencial é muito favorável. E a feira tem um papel importante na aproximação dos clientes (compradores) com as vinícolas dentro do nosso próprio território”, salienta o presidente do Instituto Brasileiro do Vinho (Ibravin), Oscar Ló. 

A exemplo de 2018, a Wine South America contará com masterclasses conduzidas por Master of Wine de renome internacional e degustações orientadas de vinhos, em parceria com a seccional gaúcha da Associação Brasileira de Sommeliers (ABS-RS). Assim como ocorreu na primeira edição, a Associação Brasileira de Enologia (ABE) é apoiadora da feira, já que o evento culmina com a Avaliação Nacional de Vinhos, realizada anualmente pela entidade no último sábado de setembro. 


Segundo Marcos Milanez Milaneze, diretor da Milanez & Milaneze, empresa promotora da feira e subsidiária do grupo Veronafiere, além de promover negócios entre produtores nacionais e internacionais com players do mercado brasileiro e mundial, a Wine South America conta com o diferencial de ser realizada na principal região produtora do país, o que fortalece sua importância para o setor e fomenta o enoturismo. 

“O comprador, além de experimentar os vinhos e espumantes expostos na feira, tem a oportunidade de conhecer as vinícolas da região, o local de elaboração dos produtos, a sua qualidade e vivenciar a emoção atrás do rótulo, transformando o evento em uma experiência única para quem o visita”, observa Milaneze, lembrando que, além de produtos derivados de uva, a feira terá marcas expositoras de azeites e destilados. 

quinta-feira, 6 de junho de 2019

O penne ao pesto de brócolis!



O outono está chegando no seu período mais frio e com ele abre-se a temporada das receitas com massa!

O saborosíssimo molho pesto nasceu na cidade de Gênova, na Itália. Lá, por conta do clima favorável, a região é rica na variedade de ervas frescas e um sem fim de ingredientes in natura e saudáveis. Tanto que o manjericão mais aromático do mundo vem daquela região. O preparo deste molho tem seus primeiros registros no livro dos irmãos Ratto, o “Cuciniera Genovese”. Ainda se utiliza em muitos lugares o pilão para preparar este molho, esmagando-se nele os ingredientes, por isso a palavra “pesto” tem origem no verbo italiano “pestare” que quer dizer macerar. Já apresentamos neste o preparo do pesto original, hoje faremos uma ousadia, juntaremos uma hortaliça no preparo! Siga a receita do Penne ao Pesto de Brócolis!


Ingredientes:
(para 4 pessoas)

500g de massa tipo “penne”
400g de brócolis sem o talo
3 colheres de sopa de manjericão fresco
3 colheres de sopa de salsinha picada
50g de nozes picadas
6 colheres de azeite de oliva
50g de queijo parmesão ralado
2 dentes de alho em fatias finas
Pimenta preta moída
Pimenta dedo de moça fatiada e raspas de parmesão para decorar
Sal

Preparo:

Em uma panela de água fervente, cozinhe a massa seguindo as instruções da embalagem. Em outra panela de água fervente, escalde o brócolis por 3 minutos, escorra e logo complete com água fria para interromper o cozimento. Em um processador de alimentos, bata o brócolis com o manjericão, salsa, nozes e o azeite de oliva. Adicione o queijo e umas 3 colheres da água do cozimento da massa para soltar o pesto, coloque sal e pimenta. Em seguida, bata novamente e corrija o tempero se necessário. Quando a massa estiver pronta, escorra e retorne à panela. Adicione o pesto de brócolis e misture a massa mexendo com cuidado.  Sirva com as lascas de queijo e a pimenta fatiada.

Você sabia?



O modo de preparo original do pesto tem a utilização do pilão: o objeto, com o movimento rotatório das mãos, faze com que as folhas do manjericão se rasguem e acentuem o seu sabor.  Originalmente, era colocado o alho e o sal grosso na base do pilão — importantes ingredientes para evitar a oxidação das folhas da planta. Em seguida, acrescentava-se aos poucos o manjericão (folhas lavadas e secas) até obter uma pasta homogênea.  Os queijos parmesão e pecorino vinham logo depois e, por último, o molho recebia doses de azeite. A tradição ainda persiste em casas mais tradicionais. No entanto, principalmente aqui no Brasil, as pessoas se renderam à facilidade do liquidificador. Não há problema em usar o instrumento. Porém, se você quer fazer um molho legítimo, é importante ficar atento: o liquidificador, além de possuir lâminas de aço, emite calor; o que poderá aquecer o manjericão e oxidá-lo. A boa notícia, contudo, é que você não precisa abrir mão da praticidade. Uma dica é usar o aparelho na velocidade mínima e fazer pequenas pausas para evitar o aquecimento. Caso queira conservá-la, não se esqueça de cobri-la com um pouco mais de azeite para manter o sabor original.

*Fonte: site Verde Louro

terça-feira, 4 de junho de 2019

Rastros do Pampa Cabernet Sauvignon 2018 - da Campanha para a sua taça!


A safra 2018 do vinho gaúcho continua rendendo ótimos rótulos! Das regiões produtivas a Campanha Gaúcha com o seu particular clima traz vinhos potentes, frutados, equilibrados e com graduação alcoólica pertinente. Dos viticultores de lá, a Guatambu Estância do Vinho de Dom Pedrito é uma de minhas preferidas, vinícola com excelência produtiva do manejo aos equipamentos, que resultam em ótimos vinhos. 

O seu Rastros do Pampa Cabernet Sauvignon 2018 é um destes representantes. De cor rubi profundo com reflexos violáceos e lágrimas preguiçosas na taça exibe aromas com frutas negras maduras mas também um toque silvestre – amora e cereja – e nuance com baunilha discreta. 

Em boca é um vinho de boa estrutura, bom corpo, taninos maduros e marcantes e ampla persistência. Acidez na medida que pedem uma companhia gastronômica, harmonizando bem com carnes vermelhas na brasa, carnes e caça, massas com molhos condimentados e queijos estruturados.   

Este vinho estagia por 3 meses em barricas de carvalho francês.

Possui 14% de graduação alcoólica e o ideal é ser consumido na temperatura de 16 a 18oC.

Você encontra os vinhos e espumantes Guatambu na Wein Haus, loja especializada em vinhos, localizada na Rua João Pessoa 895, Santa Cruz do Sul, fone (51) 3711.3665 e site www.weinhaus.com.br

E lembre-se: se beber, NÃO DIRIJA!