quarta-feira, 26 de novembro de 2014

A Burrata!

Por fora uma fina pele de queijo, por dentro um recheio cremoso!

A Burrata é uma mussarela preparada com leite de búfala recheada com uma massa fresca e creme de leite – também de búfala – que lembra a textura de uma ricota só que bem mais molhada e cremosa. O nome vêm da palavra “burro”, que significa manteiga em italiano, devido a consistência cremosa de seu interior. É originária da região de Puglia, na Itália, e elaborada com com leite de búfala mas já pode ser encontrada variações como leite de vaca. Deve ser consumida o mais fresca possível para aproveitar toda sua cremosidade (em Puglia, entre as aldeias de Andria e Corato, ela é fabricada a noite para ser vendida no dia seguinte de manhã). 


A mussarela é cortada muito finamente e dentro dela é colocado o creme e a massa fresca de mussarela, então é fechada como um envelope e o queijo forma uma bolsa. Depois esta bolsa é mergulhada em água fervente por alguns minutos num processo denominado “filagem”, resfriada e após, finalizada. Possui sabor muito delicado e fresco  com o recheio lembrando iogurte natural, e aceita muito bem acompanhamentos igualmente saborosos, combinado com presunto de Parma, damascos, figos frescos, salada de rúcula, berinjela e abobrinha, pães torrados em oliva, podendo ser uma ótima entrada. 

A Burrata pode ser encontrada em supermercados, armazéns especializados e empórios gourmets. 

A seguir a receita de Burrata com Tomate e Manjericão.


Ingredientes:

Uma burrata de búfala com cerca de 150g

Cerca de 20 tomatinhos cereja maduros

Folhas frescas de manjericão

Azeite de oliva extra-virgem

Sal e pimenta do reino à gosto


Preparo:

Corte os tomates cereja ao meio. Pique as folhas de manjericão (também podem ser usadas inteiras). Abra a burrata com a mão em um prato e disponho os tomates ao seu redor. Salpique com o manjericão, o sal e a pimenta. Regue com bastante azeite de oliva e sirva acompanhado de torradas.   


terça-feira, 25 de novembro de 2014

Um trio de espumantes!

Com o final do se aproximando os espumantes sempre se ressaltam como opções na hora da escolha do vinho a ser degustado. E para auxiliar nesta escolha segue três sugestões bem distintas de espumantes, cada qual com elaboração diversa.

Cave Geisse Extra Brut 2014:

É elaborado com o corte tradicional de Chardonnay (50%) e Pinot Noir (50%), pelo método champenoise – segunda fermentação em garrafa - e com maturação por 30 meses em contato com as leveduras. 

Muito fresca e refrescante, aromática e saborosa. Boca seca, acidez equilibrada e comprovação prática da renomada qualidade desta vinícola de Pinto Bandeira na Serra Gaúcha. 

Acompanha bem aperitivos leves, peixes, frangos e uma infinidade de tira-gostos! 

Possui 12,5% de graduação alcoólica. Com certeza uma das melhores opções do mercado!


Nieto Senetiner Brut Nature 2012:
Usa 100% Pinot Noir e é um Blanc de Noir vinificada em branco a partir de uma casta tinta o que traz uma coloração levemente salmão ao espumante. 

Possui um fino e abundante perlage. Este champenoise é originário da região de Luján de Cuyo, em Mendoza na Argentina. 

Seus aromas remetem a pão torrado, fermento, maçã, pêssego e flores brancas. 

Possui boca intensa e equilibrada – mas não muito seca tratando-se de um nature – traz de volta a fruta e destaca a acidez presente o que acompanha muito bem pratos mais estruturados. 

Graduação alcoólica de 12.5%.



Casa Valduga Arte Tradicional Brut Rosé 2013:

Oriundo do corte de Chardonnay (60%) e Pinot Noir (40%) é um belo espumante rosé elaborado pela vinícola homônima de Bento Gonçalves. 

Também é preparada pelo método tradicional e possui maturação por 12 meses ocorrendo autólise de leveduras. 

Possui uma belíssima cor salmão, muito límpida e brilhante e oferece um perlage fino e cremoso. Seus aromas são delicados e remetem a pêssego, damascos e frutas vermelhas silvestres e também a frutos secos além de notas florais. 

Ótima em boca, viva e refrescante, acidez marcante que traz uma parceria para camarões, salmão e até mesmo um cordeirinho mamão. 

Volume alcoólico de 11,5%.

O ideal é degustar os espumantes na temperatura entre 5 a 7°C.

Você encontra uma extensa linha de espumantes na Wein Haus, loja especializada em vinhos, localizada na Rua João Pessoa 895, em Santa Cruz do Sul, fone 51.3711.3665 e site www.weinhaus.com.br  

E lembre-se: se beber, NÃO DIRIJA!






Dal Pizzol 40 Anos Nature


Vinícola de Bento Gonçalves lança edição limitada de seu espumante comemorativo

O Dal Pizzol Quarenta Anos Nature chega para mostrar na taça toda sensibilidade e sabedoria acumuladas ao longo de uma história que reverencia a tradição. As 3.541 garrafas já estarão disponíveis a partir de outubro.


O espumante possui coloração amarela com reflexos dourados e de aroma complexo sobressaindo-se o tostado e levedura, com toques que lembram frutas como pêssego maduro, amêndoas e torradas. O paladar apresenta uma franca acidez, persistência, corpo envolvente, estrutura, complexidade e elegância. Esse espumante apresenta bom equilíbrio, harmonia, evidenciando a característica do Nature, e a evolução, resultante do longo amadurecimento em contato com as leveduras.Com essas características o espumante Dal Pizzol Quarenta Anos Nature é ideal para quem aprecia um espumante com mais estrutura, elegante, sofisticado, que e para celebrar momentos únicos.

Segundo Dirceu Scottá, enólogo da Dal Pizzol, o espumante foi elaborado com uma seleção de vinhos das cepas Chardonnay (25%), que dão elegância e finesse e com a Pinot Noir (75%), responsável pelo corpo, estrutura e persistência. Passa 36 meses em contato com as leveduras. A champanhização foi realizada na própria garrafa através do Método Traditionelle (Champenoise), lentamente e na temperatura de 10ºC, com minucioso controle.

Para o diretor presidente da vinícola, Antônio Dal Pizzol, é uma realização pessoal e profissional ver a Dal Pizzol atingir 40 anos. “Falo em realização pessoal pois me propiciou conhecimento sobre o mundo do vinho, por meio do contato com pessoas do ramo e consumidores apreciadores, e profissional por ter conseguido concretizar um nome, uma marca no mercado com uma imagem positiva e bem vista pelos apreciadores”, aponta. Dal Pizzol também enfatiza a importância de ter uma equipe que trabalha com satisfação e orgulho.

O Dal Pizzol Quarenta Anos Nature será comercializado em caixas personalizados com quatro garrafas e estará disponível em algumas casas especializadas do país. Os interessados também podem solicitar diretamente à vinícola por telefone.





segunda-feira, 24 de novembro de 2014

Companhias aéreas investem em menus estrelados a bordo


Air France e KLM apresentam seleção de pratos e vinhos assinada por premiados chefs e sommeliers, como Joël Robuchon, Richard van Oostenbrugge, Rodrigo Oliveira e Paolo Basso


As companhias aéreas Air France e KLM apresentam menus e cartas de vinho assinados por chefs e sommeliers de renome mundial. Nos voos que partem de Paris neste mês, a Air France serve menu do estrelado Joël Robuchon na cabine La Première e a exclusiva seleção de bebidas de Paolo Basso nas classes Business e La Première. Já a KLM apresenta nas classes Economy e World Business novo ciclo do menu elaborado por Rodrigo Oliveira, do restaurante Mocotó, nos voos do Brasil para Amsterdã – até dezembro. E também oferece, até janeiro de 2015, os pratos do holandês Richard van Oostenbrugge nos voos a partir de Amsterdã.

Joël Robuchon, que já foi eleito o chef do século e tem o maior número de estrelas Michelin no mundo, assinou a entrada e os pratos principais do menu servido até o fim deste mês na La Première, da Air France. Para começar, tartare de salmão com brotos de shiso e caviar, seguido de vieiras fritas no molho de coral com risoto de massa fregola, cebolinha e gengibre ralado ou confit de pato com cogumelos e purê de batata gratinado.


A Air France também serve caviar aos passageiros La Première. A iguaria pode ser apreciada nos voos durante todo o ano como um aperitivo ou entrada. A oferta de vinhos e destilados foi renovada pelo italiano Paolo Basso, eleito o melhor sommelier do mundo em 2013. Passageiros La Première e Business podem desfrutar de uma lista inovadora que inclui Médoc Château Rollan By 2009, Champagne Krug Grande Cuvée e Saint-Emilion 1er Grand Cru Classé. A Air France também oferece champagne e vinhos nas cabines Economy e Premium Economy. Todos os anos, 1,5 milhão de garrafas de vinho, incluindo 800 mil de champagne, são servidas nos voos da Air France. Para satisfazer os viajantes frequentes, a cada dois meses, os menus e a carta de vinhos da Business e da La Première são renovados, sempre por grandes nomes da gastronomia internacional.

O novo ciclo de pratos elaborados por Rodrigo Oliveira está a bordo, até dezembro, nos voos da KLM que saem do Brasil. Na World Business Class, há várias opções de entrada, como surubim defumado com vinagrete de feijão fradinho e sopa cremosa de tomate seco. Entre os pratos quentes, filé de carne de sol com baião de dois e risoto de codorna com coxa e sobrecoxa assadas. De sobremesa, destaque para a mousse de chocolate com cumarú e castanha de cajú picada caramelada.
Na classe Economy, a entrada é salada fusili com vegetais e alface crespa. Carne de panela com cuscuz de milho, legumes e feijão ou gratinado de mandioca, legumes, queijo com cenoura, brócolis e tomate cereja são servidos como pratos quentes. A sobremesa é um bolo de mandioca com doce de leite.


Nos voos que partem de Amsterdã, a KLM serve na World Business Class, até 22 de janeiro de 2015, criações do chef Richard van Oostenbrugge, inspiradas no menu do restaurante Bord’eaux, comandado por ele na capital holandesa. Passageiros podem experimentar na entrada os camarões com uvas e óleo de menta e sopa de cogumelos selvagens. Medalhões de frango com molho de coco e assado de vitela com nhoque são as opções de prato principal. Para terminar, mousse de limão, chocolate com groselhas negras, queijos e frutas.

sexta-feira, 21 de novembro de 2014

quarta-feira, 19 de novembro de 2014

O Gravlax!


O nome é feio, mas o prato...Hummmm!

Välkommen till smaker av Gravlax! Traduzindo do sueco, “bem vindo aos sabores do Gravlax”, ou seja, esta típica e popular receita escandinava de salmão curado atesta o seu exotismo pelo sabor, pois é deliciosa! Gravlax significa "salmão enterrado" pois era preparado pelos pescadores daquele extremo salgado e depois enterrado na areia da praia para curar. Esta iguaria ocupa as boas mesas nórdicas há algumas centenas de anos (na antiguidade servia para conservar o peixe em longas jornadas) e é preparada atualmente a partir de salmão cru marinado durante alguns dias em uma mistura de sal grosso, açúcar e endro que é cortado em finas fatias ao ser servido. A técnica consiste em fazer com que o peixe perca umidade e apure o sabor, depois de passar pela marinada de ingredientes e pelo estágio no refrigerador. Pode ser servido como finalização em alguns pratos à base de frutos do mar, também como aperitivo em torradinhas ou mesmo em alguns caldos e cozidos. A seguir a receita do Gravlax!


Ingredientes:

600g de filé de salmão com a pele
1/3 xícara (chá) de sal grosso
1 xícara (chá) de açúcar
Meia xícara (chá) de açúcar mascavo
1 colher (sopa) de pimenta branca quebrada ou moída grossa
1 maço grande de endro fresco picado
Suco de meio limão
1 colher (sopa) de azeite
2 colheres (sopa) de vodca

Preparo:

Misture num recipiente o sal, o açúcar, o açúcar mascavo, a pimenta e metade do endro picado e reserve. Num outro recipiente junte o suco de limão, o azeite e a vodca. Em uma tábua de cortar carne ou legumes, coloque um pedaço de filme plástico com o dobro do tamanho do salmão. Disponha o peixe com a pele voltada para baixo e pincele com a mistura com limão. Salpique com o endro, cubra com a mistura para curar e aperte bem com as mãos para grudar o tempero. Com o filme, embrulhe o salmão, tomando cuidado para não espalhar o tempero que irá curar o peixe. Vire o salmão com a pele voltada para cima e, com uma faquinha afiada, faça vários furinhos no filme, atravessando a pele do peixe. Este processo servirá para drenar o líquido que o salmão irá soltar. Forre uma assadeira grande com papel-toalha. Disponha o salmão com a pele voltada para baixo. Coloque um peso sobre o peixe para prensá-lo. Você pode usar um saco de 5 kg de arroz ou um tijolo embrulhado em papel-alumínio. Leve à geladeira. A cada 6 horas, troque o papel-toalha e verifique se o líquido está sendo escoado pelos furinhos do filme. Deixe marinar por 48 horas. Após o período da marinada, desembrulhe o salmão e retire o excesso do tempero, raspando com as costas de uma faca ou lavando na água fria. Se quiser, deixe um pouco do endro. Com uma faca afiada, corte o salmão em tiras bem finas, descartando a pele e sirva fresco, com um pão delicioso, cream-cheese ou algum queijo branco ou com um molho suave a base de mostarda.

O molho


Ingredientes:

2 colheres (sopa) de mostarda de Dijon
1 colher (sopa) de mel
 suco de 1 limão
1 colher (chá) de endro picado

Preparo:

Numa tigelinha, misture todos os ingredientes e bata com um garfo até ficar cremoso.

A Bananinha!

Conheci a tal bananinha, corte de gado bovino, pelas mãos do Matheus Muller, proprietário da loja Best Beef Boutique em Santa Cruz do Sul. 


Aqueles pequenos pedaços de carne cuidadosamente embalados à vácuo chamavam-me a atenção no balcão refrigerado, pois uniam uma mescla de carne ruborizada e gordura. A bananinha é  o corte obtido pela separação lateral da costela bovina. É a carne entre as ‘ripas’ da costela bovina. Muito saborosa  e com bastante gordura entremeada é excelente para churrascos com um sabor bem diferente e muito macia.



Seu preparo é rápido, basta uma boa brasa, uma grelha ou mesmo espeto. O sal deve ser colocado com vigor, pois no mexe remexe da carne boa parte queima no fogo. O tempo de preparo é rápido, cerca de 10 minutos a 25cm da brasa é o suficiente, virando vez em quando. Para acompanhar, basta uma boa farofa! Ah, é um petisco, deve ser cortada em pequenos nacos e servida! Bom apetite!

Você encontra as bananinhas na Best Beef Boutique, na Rua Marechal Deodoro 05, fone 51.3902-0630, em Santa Cruz do Sul. Confira!