quarta-feira, 31 de julho de 2019

Masi Tupungato Malbec 2013


Tupungato é uma sub-região do Vale do Uco em Mendoza cujos vinhedos situam-se entre 950 e 1050 metros de altitude. A bodega Masi Tupungato é uma das dezenas que lá estão e elabora um bom e saboroso vinho com 100% do varietal Malbec. 

O Masi Tupungato Malbec 2013 é um tinto de cor rubi profundo e brilhante, com uma ampla palheta de aromas, contemplando amoras, ameixas, alcaçuz, compota, chocolate, especiarias e tostado. 

Em boca traz um paladar excelente. Fruta negra macerada com toque de baunilha, couro, taninos redondos e macios, final longo e com ótimo retrogosto.

O vinho amadurece por 6 meses em barrica de carvalho francês e americano.

Faz harmonização com carnes vermelhas e legumes grelhados, massas com molhos encorpados, queijos duros e charcutaria.

Possui 13% de graduação alcoólica e o ideal é ser consumido na temperatura entre 16 e 18oC.

Você encontra o vinho Masi na Wein Haus, loja especializada em vinhos, localizada na Rua João Pessoa 895, Santa Cruz do Sul, fone (51) 3711.3665 e site www.weinhaus.com.br

E lembre-se: se beber, NÃO DIRIJA!     

quinta-feira, 25 de julho de 2019

O assado!


O toque defumado proveniente do uso da madeira na preparação da brasa faz toda a diferença nesta receita!

Já que a dica do Baco Fala desta semana é sobre a uva Tannat nada melhor que propor uma receita para harmonizar com esta ícone casta uruguaia, propondo o ingrediente que mais combina com vinho tinto: carne vermelha! E talvez o melhor meio de preparo desta carne seja na brasa, suculento e tenro. E – mesmo os adeptos ao tradicional churrasco gaúcho – o trato dado pelos vizinhos hermanos no preparo do “asado” com utilização de grelha, lenha, sal fino e chimichurri é invejável, trazendo aquele toque defumado aos cortes. O chimichurri é um molho que nenhum uruguaio sabe com certeza de onde veio, nem mesmo de onde originou-se seu estranho nome, quase um desaforo quando soletrado. Os antigos uruguaios contam que alguém do Reino Unido é que teria criado esse molho na Argentina, e o nome foi adaptado ao espanhol, para facilitar a pronúncia. Fala-se de um irlandês, Jimmy McCurry, que teria preparado o molho pela primeira vez e do seu nome surgiu o termo “chimichurri”. O chimichurri em sua essência é um molho frio que leva azeite de oliva e vinagre em seu preparo, além de diversos condimentos desidratados como pimentão, pimenta, adobo e orégano revelando-se no molho ideal para acompanhar os cortes na brasa. Confira a dica do preparo do assado na brasa!


Ingredientes:
(para 4 pessoas)

1,5kg de vazio
Carvão
Lenha
Sal fino
Chimichurri

Preparo:

Pode parecer facílimo preparar um assado mas o fato é que alguns cuidados e passos deve-se ter. Um deles é colocar a grelha próxima da brasa na churrasqueira, a cerca de uns 20 cm mais ou menos. Virar a carne apenas uma vez, deixando cerca de 10 minutos cada lado para que fique “ao ponto”. Salgar somente no final e moderadamente e talvez a principal dica que deve ser atribuída a todas as carnes preparadas deste modo: retirar do fogo e aguardar cerca de 3 a 5 minutos antes de cortar, pois assim a peça guarda para si toda a suculência em vez de encharcar a tábua ou o prato. Sirva acompanhado do chimichurri. Bom apetite!

terça-feira, 23 de julho de 2019

Wine Garden Miolo, no Vale dos Vinhedos, terá Jazz in the Vines



A temperatura vai subir no Wine Garden Miolo nos dias 27 e 28 de julho. O frio da estação ganha o aconchego do ‘jardim do vinho’ mais charmoso do Brasil, que será embalado pelo Jazz in the Vines, marcando o término das férias de inverno. Serão dois dias de black music com bandas de jazz e blues, comidas de fogo, costelão campeiro, fogueiras, mantinhas, vinhedos e, claro, muito vinho, espumante, suco de uva e brandy para o aquecimento. A entrada é gratuita.


A ideia do ‘jazz nas videiras’ é das sócias Morgana Miolo e Gabriela Jornada que há quase cinco anos conduzem o wine bar a céu aberto sempre com novidades. “Pensamos em unir vários clássicos numa experiência inédita: jazz, blues, boa mesa, bons vinhos e natureza. Aqui no Wine Garden Miolo o prazer de brindar a vida está em primeiro lugar e esta programação contempla bons momentos para casais, amigos e família. É só vir, trazer bom humor e disposição para curtir tudo o que estamos preparando. O resto é por nossa conta”, convida Morgana.

No primeiro dia do Jazz in the Vines, o palco será da Marmota Jazz. Criada em 2011, a banda tem dois álbuns autorais e coleciona turnês pelo Brasil e Europa. Sua formação atual é André Mendonça (baixo), Bruno Braga (bateria), Leonardo Bittencourt (piano) e Pedro Moser (guitarra). No domingo, 28, será a vez do quarteto The Cotton Pickers espalhar blues. O grupo é formado por Toyo Bagoso, Isaac Schwartzhaupt, Tomás Seidl e Jayson Mross.

“Será um final de semana fascinante, de boas vibrações e experiência para os sentidos”, destaca Gabriela. As pessoas se acomodam pelo jardim em tapetes, pallets, almofadas, cadeiras e no entorno de fogueiras. O vinho é a companhia certa par aquecer corpo e alma.

E para quem deseja renovar a adega, o varejo Miolo funciona ao lado do Wine Garden Miolo. Com o maior portfólio de rótulos nacionais – hoje com 110 -, a vinícola oferece ao visitante todas as linhas com preços de varejo que partem de R$ 24.

Wine Garden Miolo
SERVIÇO INVERNO 2019 – Julho
Onde? Jardim da Vinícola Miolo, no Vale dos Vinhedos (RS)
Funcionamento: terças a sextas, das 13h às 18h
Sábados, domingos e feriados, das 10h às 19h

Varejo Miolo
De segunda a sábado, das 8h15min às 17h45min
Domingos e feriados, das 10h às 16h45min

Visitas guiadas
Visita seguida por degustação.
De hora em hora em horário de funcionamento.
Acompanhamento de um enólogo ou sommelier.
R$ 35 por pessoa com R$ 10 de bônus nas compras no varejo.
Informações e agendamento: 54 2102.1537 ou 2102.1540 – visita@miolo.com.br


segunda-feira, 22 de julho de 2019

Garzón Tannat de Corte 2017


Conheci a Garzón a alguns anos atrás, com sua propriedade espraiada sobre algumas centenas de hectares pertinho de Pueblo Garzón. Lá, além de azeite de oliva, se produz bons vinhos e com a inauguração do complexo enoturístico em Jose Ignacio, em Punta del Este, esta visibilidade só aumentou, tendo sido eleita a Melhor Vinícola do Novo Mundo em 2018.   Seus vinhedos estão localizados a menos de 20 km do Oceano Atlântico e utilizam a agricultura de precisão para desenvolver suas parcelas.

O Garzón Tannat de Corte 2017 é um vinho de sua linha de entrada, elaborado com 80% Tannat, 10% Marselan, 7% Cabernet Franc e 3% Petit Verdot. Entrega o que o Tannat tem de características: fruta, acidez, corpo e apelo gastronômico. Cm a participação das demais castas, o vinho ganhou em equilíbrio, cor e aroma. Possui cor rubi intenso e puxa nos aromas de frutas vermelhas destacados o que se repete em boca, com seus taninos firmes e elegantes finalizado com ampla persitência.

Este vinho não passa por barrica de carvalho.

Uma ótima parceria na harmonização é carnes assadas com Tannat! Seja cordeiro ou boi desde que suculento e ao ponto o casamento é certeiro.  Também vai bem com legumes assados, queijo parmesão, provolone e alguns preparos de carne na panela. 

Possui 14% de graduação alcoólica e o ideal é ser consumido na temperatura de 16oC.

Você encontra os vinhos Garzón na Wein Haus, loja especializada em vinhos, localizada na Rua João Pessoa 895, Santa Cruz do Sul, fone (51) 3711.3665 e site www.weinhaus.com.br

E lembre-se: se beber, NÃO DIRIJA!     

quinta-feira, 18 de julho de 2019

O yakissoba!



Não tem erro! Preparar esta delícia de origem chinesa além de divertido é muito saboroso e nutritivo!

Lá em casa um dos pratos preferidos da garotada é o yakissoba! Fácil de preparar, substancioso e descolado faz as crianças comerem legumes ao natural e repletos de sabor. O termo yakissoba (yaki = assar, grelhar, soba = macarrão), refere-se normalmente ao sauce yakisoba, isto é, um prato muito simples, feito de macarrão refogado com legumes e carnes, temperados com um molho. Esse prato é amplamente consumido e apreciado em muitas partes do mundo e altamente popularizado no Japão. O yakissoba aceita variados tipos de carne ou frutos do mar, além de legumes e vegetais variados.


Ingredientes:
(para 4 pessoas)

400g de macarrão para yakissoba
300g de alcatra em tirinhas
2 colheres de sopa de óleo
Meia xícara de brócolis
Meia xícara de couve flor
Meia xícara de repolho em fatias grandes
Meia xícara de cenoura em fatias
Meia xícara de pimentão em pedaços grandes
5 vagens fatiadas em pedaços grandes
1 cebola pequena em pétalas
1 xícara de caldo de carne
1 colher de sopa de amido de milho
Meia xícara de shoyu

Preparo:

Cozinhe o macarrão e escorra bem. Em uma panela grande – preferencialmente tipo wok - aqueça o óleo. Quando estiver bem quente, frite a massa aos poucos e reserve. Na mesma panela aqueça mais uma colher de sopa de óleo e frite a carne por cerca de 1 a 2 minutos e reserve. Coloque mais um pouco de óleo na panela e comece a refogar os legumes. Primeiro a cenoura e o pimentão, depois a cebola, em seguida o brócolis, a couve flor e as vagens. Ao final o repolho, misture, desligue e reserve. Ainda na mesma panela coloque o caldo de legumes, o shoyu e o amido de milho dissolvido em um pouco de caldo. Leve ao fogo baixo, mexendo sempre até engrossar. Junte os legumes, a carne e o macarrão ao molho e misture bem. Sirva a seguir!

Você sabia?

A origem do yakissoba é chinesa e foi introduzido no Japão na era Edo, no século XVII a XIX. Esse macarrão só era popular entre os nobres, pois não era fácil o acesso a ele pela população em geral. O sauce yakisoba – que é o que se consome atualmente - surgiu no Japão a partir da adaptação do prato chinês chamado “chao men”, logo após o final da Segunda Guerra, como um alimento prático, barato e volumoso (misturava-se bastante repolho picado ao macarrão chinês, cozido no vapor e depois era temperado com um molho tipo inglês só que mais espesso). Esse yakisoba era capaz de satisfazer rapidamente a fome, numa época onde tinha racionamento alimentar. Antigamente, o yakissoba era temperado com shoyu na região de Kanto (Tóquio e arredores) e molho inglês na região de Kansai (Osaka e arredores). Depois, padronizou-se o sauce yakisoba no país inteiro.



terça-feira, 16 de julho de 2019

Tabali Pedregoso Gran Reserva Pinot Noir 2016


Cortado pelo rio Limarí o Valle del Limarí é uma importante região vitivinícola chilena localizada na província de Coquimbo, a cerca de 400 quilômetros ao norte de Santiago e muito próximo da aridez do deserto do Atacama . Possui um micro-terroir único pois recebe cerca de 35% a mais de intensidade solar que qualquer outra região vinícola naquele país. Além disso recebe do Oceano Pacífico brisas constantes, seja dia ou noite e temperaturas mais baixas amadurecendo mais lentamente as uvas com maior concentração de aromas e sabores. Além disso o solo calcário e argiloso traz a mineralidade aos vinhos. Por lá cultiva-se Chardonnay, Pinot Noir, Syrah, Sauvignon Blanc, Viognier e Pinot Gris. Tal vale também é conhecido por ser uma região produtora do Pisco, um famoso destilado produzido a partir da uva. 

É de lá que vem o vinho comentado da semana, o Tabali Pedregoso Gran Reserva Pinot Noir 2016. De coloração rubi brilhante na taça logo ao ser aberto pronuncia frescos aromas frutados precedidos de leve álcool e toque químico. Cerejas, morango, groselha e amora silvestre mesclada com uma nota terrosa e café.  Traz a boca a mesma frescura frutada alicerçada sobre taninos redondos e elegantes. Notas herbáceas, fruta macerada e tostado. Amplo final e excelente retrogosto.

Descansa por 10 meses em barricas de carvalho francês.

Harmoniza com carnes vermelhas, aves, queijos leves e risotos.

Possui 14% de graduação alcoólica e o ideal é ser consumido na temperatura de 16oC.

Você encontra os vinhos Tabali na Wein Haus, loja especializada em vinhos, localizada na Rua João Pessoa 895, Santa Cruz do Sul, fone (51) 3711.3665 e site www.weinhaus.com.br

E lembre-se: se beber, NÃO DIRIJA!     

quinta-feira, 11 de julho de 2019

O Ratatouille!


Esta receita foi imortalizada no cinema com o filme homônimo cujo protagonista é um simpático ratinho chef!

O ratatouille nasceu na França na região de Provença e do antigo condado de Nice, em meados do século XVIII e é um de seus ícones culinários! Sua receita consiste de legumes como berinjela, abobrinha, pimentão, tomate e cebola fatiados e cozidos ou assados no forno dispostos intercalados na montagem. A abreviação "rata" que dá origem à palavra "ratatouille" era uma gíria militar para a refeição dos soldados, que era uma mistura de feijões, batatas e variados legumes. O ratatouille é considerado um acompanhamento, presente em vários pratos podendo também ser o principal, servido com arroz ou pão. No filme da Disney o ratinho cozinheiro preparava e apresentava de forma diferente desta, que teve um toque especial na montagem. Confira a receita do ratatouille!


Ingredientes:
(para 4 pessoas)

1 cebola média
2 tomates
2 pimentões
1 abobrinha
1 berinjela
1 dente de alho picadinho
1 ramo de tomilho
Azeite de oliva a gosto
sal e pimenta-do-reino a gosto

Preparo:

Corte os legumes em fatias de no máximo 0,5cm de espessura, pois quanto mais finas, mais fácil será o cozimento. Tempere com sal e pimenta. Regue com azeite de oliva uma assadeira e disponha os legumes intercalando cada fatia. Regue com azeite de oliva, salpique o alho e disponha o ramo de tomilho. Cubra com papel alumínio e leve ao forno pré-aquecido a 200oC por 40 minutos. Descubra e deixe mais 20 minutos. Deixe o prato esfriar por cerca de 10 a 15 minutos, decore com folhas de manjericão e sirva com uma baguete francesa quente.

Você sabia?

O filme Ratatouille foi lançado em junho de 2007 sob direção de Brad Bird e produzido pela Diney/Pixar sendo o ganhador do Oscar de Animação em 2008. Conta a história do ratinho Remy que sonha se tornar um grande chef. Vivendo em uma fazenda no interior da França, Remy não se conforma com o comodismo de sua comunidade. Sendo ratos, eles vivem de roubar comida dos lixos, enquanto o jovem roedor de paladar e olfato apurados sonha em ter acesso aos mais requintados pratos da gastronomia francesa. Um acidente faz com que Remy se perca de sua família. Ele acaba indo parar em um local distante de tudo o que conhece, tendo como companhia apenas o espírito de Gusteau, um grande chef de cozinha, autor do livro preferido do rato: Todos Podem Cozinhar. Ele decide visitar a cozinha do lugar e lá conhece Linguini, um atrapalhado ajudante que não sabe cozinhar e precisa manter o emprego a qualquer custo. Remy e Linguini realizam uma parceria, em que Remy fica escondido sob o chapéu de Linguini e indica o que ele deve fazer ao cozinhar e passam por várias situações juntos, inclusive a de conquistar um renomado crítico gastronômico. O diretor do filme, Brad Bird, para tornar o filme mais realista, pesquisou diversos restaurantes e a equipe chegou a criar, de verdade, 270 pratos diferentes.