quinta-feira, 29 de janeiro de 2015

Você já ouviu falar em açúcar de coco?

Açúcar de coco com baixo índice glicêmico é o lançamento da Copra Alimentos

O açúcar de coco  da Copra chega ao mercado como uma excelente opção ao açúcar de cana e adoçantes artificiais, pois além ter apresentar índice glicêmico muito baixo (35) ele pode ser utilizado em bebidas frias e quentes e em preparações culinárias sem deixar retrogosto, pois é um adoçante 100% natural e sem conservantes.


Açúcar de Coco Copra Alimentos IIp

O mais recente lançamento da Copa é o Açúcar de Coco, considerado um excelente substituto do açúcar de cana, pois é um produto 100% natural, conhecido por ser o adoçante mais sustentável do mundo. “Ele é muito mais nutritivo e saudável que os outros adoçantes, possui elevada quantidade de potássio, magnésio, zinco e ferro, fonte natural de vitaminas B1, B2, B3 e B6, além de seu índice glicêmico (Gi=35) ser muito mais baixo que o açúcar de cana (Gi=68). “Os cristais do Açúcar de Coco dissolvem-se facilmente dando um delicioso e doce sabor a todo tipo de receitas, destaca Karine Lira Nutricionista da Copra Alimentos.”

“O açúcar de coco orgânico é uma ótima alternativa para adoçar, pois apresenta índice glicêmico igual a 35.  Os alimentos de baixo índice glicêmico são digeridos e absorvidos lentamente, dessa forma, pouco estimulam a liberação de insulina, reduzindo o risco de diabetes e obesidade”, destaca a nutricionista clínica funcional de São Paulo Erika Almeida. O índice glicêmico é considerado baixo quando é menor do que 55. Para se ter uma ideia o açúcar refinado tem 90 de índice glicêmico, mel 83,açúcar mascavo 80 e o açúcar de coco Copra 35.

A engenheira química da Copra Alimentos, Nathalie Cordeiro, informa que o açúcar de coco orgânico da Copra pode ser usado em substituição ao açúcar em receitas de doces, bolos etc, já que apresenta semelhança física com açúcar mascavo. “É um adoçante 100% natural muito utilizado na culinária do sudoeste da Ásia. Sendo obtido a partir da seiva das flores da palma de coco, a qual é submetida a um processo de aquecimento tornando-se um caramelo espesso que, em seguida, é moído/triturado até alcançar a granulometria de pequenos cristais. É uma fonte rica de vitaminas como as do Complexo B e minerais como: zinco, ferro, potássio e magnésio”, informa Natalie.





quarta-feira, 28 de janeiro de 2015

Spa do Vinho promove jantar harmonizado “História do Vale dos Vinhedos”


Evento abre oficialmente a vindima deste ano no Vale dos Vinhedos



A Abertura Oficial da Vindima 2015 no Vale dos Vinhedos ocorre neste fim de semana e seu primeiro evento comemorativo será promovido pelo Spa do Vinho, na noite de sexta-feira (30/01), às 20h. Música, teatro e imagens fazem parte de um jantar temático no Spa do Vinho contando a saga dos imigrantes italianos desde a difícil partida da Itália até o sucesso das grandes vinícolas gaúchas. O jantar harmonizado “História do Vale dos Vinhedos” tornou-se tradição entre as atividades do período da colheita no Spa do Vinho, que além de hotel é o também o primeiro condomínio vitivinícola D.O. do país.

O verão é alta temporada no Vale dos Vinhedos por ser a época da colheita da uva, atividade que entusiasma turistas em busca de uma experiência lúdica e autêntica. “Os parreirais estão em seu esplendor e as uvas ficam deliciosas de tão doces, é a época mais festiva do ano para vinicultores e visitantes, quando a colheita é feita e podemos avaliar a nova safra”, descreve Aldemir Dadalt, membro do Conselho Superior da Aprovale e também sócio-diretor do Spa do Vinho.



Para celebrar este momento tão esperado, o hotel oferece pacotes que resgatam o ritual centenário da vinificação, incluindo a colheita, a pisa e a festa do primeiro vinho aos sábados.


Menu Vêneto
O chef Felipe Pinelli comanda a gastronomia do Spa do Vinho e é o autor do menu especial do Jantar Temático “História do Vale dos Vinhedos”. “É uma viagem às raízes da gastronomia italiana”, explica o Chef paulista. “Minha principal inspiração foi a região do Vêneto, origem da maioria dos imigrantes que vieram para o Brasil em 1875. Embora a diversidade da paisagem - serras, vales e mar - se reflita no rebuscamento da culinária vêneta, a polenta de farinha de milho sempre se manteve como prato base, por isso revisitei clássicos como o Bacallà a Vicentina. A produção de arroz era farta em terras planas e com eles vieram os risotos, acompanhados de produtos da terra como cogumelos e radicchio rosso. A caça de animais pequenos era comum, então busquei uma receita delicada de coelho com pasta recheada, o Tortellini. Já para o prato principal, toda nobreza festiva de um cordeiro com molho de uvas. E na sobremesa, quem resiste a um belo tiramisù ou um típico gelatto?”, indaga Pinelli.


O jantar “História do Vale dos Vinhedos” é aberto ao público durante todas as sextas-feiras do mês de fevereiro, ao preço de R$ 150,00 por pessoa. O menu é harmonizado com vinhos brasileiros. No evento de abertura, nesta sexta-feira (30/01), imprensa e autoridades são convidados especiais da Diretoria do Spa do Vinho.


Colheita Festiva no Carnaval
Quem nunca colheu um belo cacho sob parreirais centenários ou pisou uvas em meio a cantorias italianas, não imagina o que está perdendo. Além dos rituais completos da vindima, os pacotes do Spa do Vinho incluem também tratamentos de vinoterapia, jantares harmonizados e degustações de vinhos premiados na primeira denominação de origem (D.O.) brasileira. Em fevereiro, reserve alguns dias do verão para conhecer o que há de melhor na Serra Gaúcha e deliciar-se com os magníficos vinhos do Vale dos Vinhedos.



Sabor Particular - Revista Showroom / dezembro

Segue artigo coluna Sabor Particular da Revista Showroom edição de dezembro! 


segunda-feira, 26 de janeiro de 2015

Site de comida de rua bate recorde de visualizações


1º guia de localização do país teve 490 mil acesso somente nos últimos dois meses de 2014 e 1,3 milhão no total.


O "Food Truck nas Ruas" (www.foodtrucknasruas.com.br), site que mapeia a comida de rua em diversas cidades brasileira, começa 2015 em festa. Foram 1,36 milhão de visualizações, de abril a dezembro de 2014, sendo 490 mil acessos somente nos meses de novembro e dezembro de 2014.

O guia dispõe de diversos endereços, espalhados pelas capitais brasileiras, onde apreciadores da gastronomia de rua podem encontrar veículos que comercializam alimentos variados, desde o tradicional cachorro quente, às comidas saudáveis, ou até mesmo points que servem comida japonesa, mexicana, porções, massas entre outros.


Só em São Paulo, dos 100 veículos ativos rodando pela cidade, 79 já estão no guia (site/App), que ajuda os consumidores a localizarem os carros de comida. O aplicativo acompanha o crescimento do setor e registra acréscimo de 30% de downloads por mês. Atualmente, o guia Food Truck nas Ruas totaliza 85 trucks cadastradas pelo Brasil, localizadas nas principais capitais – esse número aumenta semanalmente com a chegada de novos food trucks pelas ruas do País.

Food Truck: Onde comer?


Interativo e de fácil navegação, o Food Truck nas Ruas conta com um site e aplicativo, que facilita os acessos por computador e por smartphones (iOS/Android) e tablets. O aplicativo pode ser baixado gratuitamente, pois foi construído de forma personalizada para dispositivos móveis. E para tornar a experiência ainda mais completa, os internautas podem colaborar com o guia, enviando um formulário de contato com o nome e local de novos food trucks que estão espalhados pelas cidades.




Golden Kaan Pinotage 2011

A Pinotage é a única uva autóctone da África do Sul, por conta disto, sua casta mais emblemática. Depois de algumas décadas de melhoramentos no cultivo e elaboração os sul-africanos conseguiram impor a Pinotage o status de produção de ótimos vinhos. Os vinhos elaborados a partir desta uva são agradáveis, fáceis de beber e convidativos a uma nova taça, abundantes em notas frutadas de framboesa, mirtilo, banana e alcaçuz, com toque de fumaça. Lá por meados de 1925 o enólogo Abraham Izak Perold empenhou-se no desenvolvimento de uma mutação da Pinot  Noir mais resistente ao clima e solo do sul do continente africano, para isso cruzou tal varietal com a Hermitage – casta rústica e resistente, também chamada de Cinsault na Europa – criando a Pinotage.

Um bom exemplar desta uva é o Golden Kaan Pinotage 2011 da vinícola KWV. Produzido na região de Western Cape, na África do Sul, apresenta cor rubi marcante com lágrimas médias e lentas. Possui aromas de frutas vermelhas – framboesa e morango destacados – banana, chocolate e leve toque herbáceo. 

Em boca apresenta corpo médio, é fresco e com taninos finos, amplo e equilibrado, com leve picância. Retrogosto frutado e persistente.  

Um dos trunfos da Pinotage é o leque de harmonização pois vai bem com ostras até mesmo com chocolate. Sua característica frutada serve de cama com comidas condimentadas como feijoada e rabada. Também com uma variedade de pratos de aves, demais carnes brancas e vermelhas; molhos brancos, vermelhos e mesmo com curry leve; cogumelos; legumes salteados e queijos.

Possui 14,1% de graduação alcoólica e o ideal é consumi-lo na temperatura entre 16 a 18oC.


E lembre-se: se beber, NÃO DIRIJA!

quarta-feira, 21 de janeiro de 2015

Taninos globalizados!


 André Larentis – enólogo da Vinícola Larentis – alçou vôo e foi especializar-se num dos grandes produtores vitivinícolas do mundo: os Estados Unidos! Acompanhe o que descobriu por lá!

O vinho brasileiro vêm buscando cada vez mais espaço nos cálices por este mundo afora num trabalho árduo por parte dos produtores de busca de qualidade e posicionamento cada vez mais reconhecidos, o que sabe-se não é fácil, tendo em vista a concorrência ferrenha que envolve o segmento. Os investimentos vão além de melhoria na agricultura cada vez mais de precisão, tecnologia produtiva, marketing e enoturismo. É preciso olhar aqueles que fazem o vinho acontecer no Velho Mundo – donde há uma série de condições favoráveis para tal cultura e mercado – e no Novo Mundo, principalmente nos mercados que além de grandes consumidores também possuem excelência em produção, caso dos Estados Unidos. E foi esta excelência que despertou o interesse do jovem enólogo André Larentis, 24 anos, da vinícola homônima localizada no Vale dos Vinhedos em Bento Gonçalves em buscar o aperfeiçoamento e o diferencial competitivo para o seu negócio, por meio de uma inserção full time no “american way of wine”. André passou quase 4 meses dentro de uma vinícola e conheceu mais de 50 outras no Nappa Valley, principal região produtora americana. Segue um pouco de suas percepções desta incursão e dos conhecimentos que agregou!       

Eu, Gourmet: Como foi a sua rotina nesta incursão aos Estados Unidos?

André Larentis: Fui para o EUA dia 12 de agosto e passei quase 4 meses trabalhando. Durante o período de estagio eu vivia na casa dentro da propriedade da vinícola Rombauer que está localizada na cidade de Santa Helena no Napa Valley. Eu trabalhava de 8 a 12 horas por dia, principalmente durante a safra no mês de outubro. Eu era responsável por um setor de tanques onde tinha que desempenhar todas as atividades envolvidas com os vinhos durante o processo de fermentação.  Nos finais de semana me dedicava a conhecer a região do Napa Valley e Sonoma onde pude visitar quase 50 vinícolas! E muitas de minhas horas livres eram usadas para leitura de excelentes livros sobre vitivinicultura e enologia. Eu dividia a casa com outros enólogos da Espanha, da África do Sul, da Argentina e do Chile, o que também colaborou para a troca de experiências profissionais.

EG: De onde surgiu a ideia de passar este tempo por lá?


AL: Era um sonho que tinha desde que entrei no Curso Superior de Viticultura e Enologia, pois sempre admirei muito o trabalho que os produtores de vinhos realizaram na região do Napa Valley, uma região considerada “novo mundo” como o Brasil, mas que se desenvolveu muito e rápido.

EG: O que você absorveu no tocante a viticultura: técnicas, inovações, plantio que possa ser usado na Larentis?

AL: Minha ideia era conhecer a respeito das técnicas, tecnologia e a filosofia dos produtores da Califórnia. Algo que gostei muito foi o jeito pragmático com que os americanos conduzem os processos. Pude ver muitas novidades relacionadas à tecnologia aplicada principalmente dentro da vinícola e isto sem dúvida vai me ajudar a aprimorar os processos realizados na minha vinícola.

EG: Como você avalia a qualidade do vinho americano e atual momento daqueles produtores?

AL: Como em todas as regiões produtoras existem os mais variados níveis de qualidade. A indústria vitivinícola nos EUA é grande e muito competitiva, não diferente de outros setores, mas se recuperou rápido após a crise de 2008 e tem crescido nos últimos anos. Iniciar um empreendimento exige altos investimentos em função da grande valorização das terras no Napa Valley, porém produtores que já estão inseridos estão indo bem.

EG: Os EUA estão muito na frente do Brasil quando a questão é Vinho?

AL: A indústria vitivinícola nos EUA é madura e estável, possuiu suas variedades renomadas e reconhecimento internacional. Mas a grande questão é que os americanos já passaram por um processo de disseminação da cultura do vinho e hoje estão perto de atingir o consumo de 11 litros per capita em um país com mais de 300.000.000 de pessoas. Isto é muita coisa e garante aos produtores a venda de mais de 80% dos vinhos produzidos no próprio mercado interno.

EG: Qual foi o fato relacionado ao vinho que mais lhe chamou atenção em seu estágio?

AL: Uma das experiências mais marcantes relacionadas ao vinho que tive, foi no almoço de final de safra, onde o proprietário da vinícola compartilhou conosco vinhos de sua adega particular, verdadeiras raridades, vinhos de safras antigas produzidos nas mais tradicionais regiões do mundo e obviamente da Califórnia também. Foi uma degustação única!

EG: Qual foi o melhor vinho americano e prato que você – apreciador de churrasco e uva Merlot -  provou por lá?

AL: Niebaum-Coppola Rubicon 1979 Red Blend. E o prato foi o Macaron and Cheese!  

EG: O Brasil - e em especial o RS tem ainda como melhorar seus vinhos? Qual seria o caminho para isso?

AL: Sem dúvida! O grande desafio no meu ponto de vista é melhorar a qualidade média geral dos vinhos aqui produzidos. Já existem vários produtores fazendo trabalhos diferenciados, mas ainda temos um longo caminho no desenvolvimento sustentável da região.

EG: Quando a safra não é tão boa, de que forma o enólogo consegue elaborar bons vinhos?

AL: A ideia é utilizar práticas e técnicas a fim de minimizar os aspectos negativos da safra. Neste quesito a sensibilidade do enólogo é muito importante para poder acompanhar o processo e identificar as etapas onde ele pode agir de forma positiva e tomar decisões mais assertivas.

EG: Como a Vinícola Larentis está posicionada no atual mercado de vinho?

AL: Como uma empresa familiar que possui foco no cultivo de vinhedos e elaboração limitada de vinhos do segmento premium.  

EG: Quais novidades a Larentis está por lançar no mercado?


AL: Em breve teremos a segunda safra do nosso vinho ícone, o Mérito! Uma produção muito limitada de apenas 2.000 garrafas e elaborada somente em safras excelentes.



É através deste tipo de atitude que podemos observar que o vinho brazuca tem um amplo leque de oportunidades pela frente, para isso basta ter humildade em saber que não se conhece tudo; coragem para sair do quadrado e buscar inovação; interesse em melhorar cada vez mais e foco global: pés aqui e cabeça no mundo! 


terça-feira, 20 de janeiro de 2015

Ótimas perspectivas na vindima da Guatambu


Vinícola de Dom Pedrito iniciou a vindima no dia 08 de janeiro e pretende colher mais de 22 hectares até março


A Guatambu Estância do Vinho, de Dom Pedrito, RS, iniciou a vindima 2015 no dia 08 de janeiro. A primeira semana de colheita foi dedicada às uvas Chardonnay, Gewürztraminer e Pinot Noir, apresentando excelentes resultados. Até o momento são 45 toneladas de frutas de ótima sanidade e equilibradas em termos de concentração de açúcar, pH, acidez e aromas, devido ao manejo específico para cada quadro do vinhedo, ainda que o clima deste verão esteja atípico, com muitos temporais e precipitações acima da média.

“São uvas que serão destinadas à fabricação de nossos espumantes Guatambu Nature, Extra Brut, Rosé e Poesia do Pampa”, frisou Gabriela Hermann Pötter, enóloga da vinícola. Para preservar a qualidade, todas as frutas antes de serem processadas, permaneceram por no mínimo 12 horas em câmara fria, e após foram prensadas com cachos inteiros na Prensa Pneumática Inertys Bucher, nas instalações da vinícola.

Serão colhidos, ao total, 22 hectares que renderão 140 toneladas. As uvas tintas seguem amadurecendo e serão colhidas em sua maturação plena. Até março, a Guatambu pretende colher todas as uvas tintas, das variedades Merlot, Cabernet Sauvignon, Tannat e Tempranillo, que totalizam oito variedades produzidas nos vinhedos em Dom Pedrito.