sexta-feira, 13 de setembro de 2013

Livro “Os Solos do Vale dos Vinhedos” será lançado hoje

 

Livro “Os Solos do Vale dos Vinhedos” será lançado no dia 13 de setembro, com chances de se tornar referência internacional para a produção de vinhos de qualidade
 

Um estudo detalhado acerca dos solos do Vale dos Vinhedos será publicado em forma de livro nesta semana. Investigação das características morfológicas do solo, análises físicas, químicas e mineralógicas fazem parte do estudo, que conta ainda com mapas da distribuição espacial. Com tiragem exclusiva de 200 exemplares, o livro será lançado nesta sexta-feira, dia 13, às 15h30min, no auditório da Embrapa Uva e Vinho, em Bento Gonçalves.

A Embrapa, por meio das unidades Uva e Vinho e Clima Temperado, e as universidades de Caxias do Sul (UCS) e Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) – esta por meio do Centro de Ecologia (Ceneco) – trabalham, desde 2005, no projeto de pesquisa Desenvolvimento de Indicações Geográficas e Alerta Vitícola para o Arranjo Produtivo Local de Viticultura do Rio Grande do Sul (APL Vinhos), liderado pela Embrapa Uva e Vinho, na figura do pesquisador Jorge Tonietto. É no projeto que se insere o detalhamento dos solos da Indicação Geográfica Vale dos Vinhedos.

“Para nós é um orgulho ser tema de uma importante publicação como esta”, garante o presidente da Associação dos Produtores de Vinhos Finos do Vale dos Vinhedos (Aprovale), Juarez Valduga. Em 2002, o Vale dos Vinhedos foi reconhecido como a primeira indicação geográfica do país, a Indicação de Procedência (IP). Desde o ano passado, após um trabalho persistente da Aprovale, obteve também o reconhecimento da Denominação de Origem (DO), determinada pelo meio geográfico, incluindo fatores naturais e humanos.

O levantamento detalhado de solos do Vale dos Vinhedos será útil a vários públicos, produtores e técnicos, que terão à disposição informações sobre os fatores agronômicos que condicionam o uso do solo e o potencial deste para a viticultura. Com os dados oferecidos pelo estudo, considerando as características de cada tipo de solo, será possível definir, no processo de planejamento da implantação de um vinhedo, as cultivares de uva mais aptas a obter resultados de excelência.

O trabalho foi desenvolvido para apresentação na escala 1:10.000, em função dos objetivos (vitivinicultura) e da base cartográfica disponível. O estudo, do qual fazem parte, ainda, os pesquisadores Reinaldo Oscar Pötter (consultor, pesquisador aposentado da Embrapa Florestas), Eliana Casco Sarmento (UFRGS), Eliseu José Weber (pesquisador-associado da UFRGS) e Heinrich Hasenack (Ceneco-UFRGS), foi financiado pela Financiadora de Estudos e Projetos (Finep), com apoio da Fundação de Apoio à Pesquisa e Desenvolvimento Agropecuário Edmundo Gastal (Fapeg).

O livro Os Solos do Vale dos Vinhedos será disponibilizado, a partir de seu lançamento, nos sites das instituições envolvidas com o levantamento que deu origem à publicação.

 

quinta-feira, 12 de setembro de 2013

Primeira noite de vinhos nobres Wein Haus e Domno do Brasil

Evento inédito em Santa Cruz do Sul reunirá ótimas opções de rótulos nesta sexta-feira, 13 de setembro
 
A Wein Haus, tradicional empresa comercializadora de vinhos e produtos gourmet, com mais e 1.200 rótulos disponíveis e a Domno do Brasil, importadora pertencente a Casa Valduga, estarão oferecendo vários vinhos premiados na degustação que ocorrerá no Espaço Gourmet Wein Haus, junto a loja.
 
Os convites são limitados e podem ser adquiridos através dos fones 51.3711-3665 e 51.8416-6407.       
 
Abaixo segue a relação dos vinhos que serão apresentados e degustados:
 
 

quarta-feira, 11 de setembro de 2013

A Cozinha Brasileira Nordestina - Quarta Parte

5. Moqueca de Peixe à Baiana
 
História


Durante muitos anos ficou adormecida nas gavetas de um arquivo europeu uma curiosíssima carta do Padre Luís de Grã, datada de 1554, e que é provavelmente o primeiro documento a se referir ao moquém, à carne moqueada. Segundo o Padre Grã, os índios brasileiros se valiam dessaforma de preparar a carne - assada na labareda - quando se dispunham a"comer alguma carne humana." Vários relatos corroboram, ao longo do tempo, a afirmação de Luís Grã. Contudo, alguns recitos também remetem ao fato de os índios se valerem de outras carnes no preparo de seu moquém. O Padre Fernão de Cardim, um fino observador, escreveu em 1584: "Eles nos deram a acear de sua pobreza peixinhos de moquém, isto é, assados, batatas, cará, mangará e outras frutas da terra…" E o Padre Monteiro, em carta escrita quase um século depois, em 1610, foi ainda mais longe, dando livre curso ao seu entusiasmo pela dieta indígena: "A carne de moquém", garante, "se vai assando com tal têmpera, que leva vantagem a toda (?) a mais invenção do assado, na limpeza e na ternura e sabor." De toda forma, existe uma tendência, do século XVIII em diante, em ligar essas moqueadas às carnes de peixe, bem mais próxima do gosto dominante em nossos dias, certamente. E uma prova por assim dizer suplementar deste recuo - aparentemente irreversível - do canibalismo, pode ser compulsada na importante obra de José de Alencar. Moquém em língua tupi significa algo como "secador" para tostar a carne. Mas a técnica atual de preparo da moqueca retém muito pouco da técnica tradicional dos índios. Esses costumavam assar a carne, e não refogá-la.

Conforme testemunhou o alemão Marcgrave, os índios do Nordeste, na primeira metade do século XVII, envolviam "com folhas de árvores ou ervas" e cobriam "com cinza quente" os peixes que iriam comer. Como se não bastasse isso, o próprio modo de vida dominante nas grandes cidades brasileiras contribuiu para que se suprimisse de vez a espécie de grelha, feita de varas, então utilizada no cozimento da carne. A maneira branda de assar é que pode ser considerada uma influência duradoura do período indígena. De qualquer forma, o poeta Gregório de Mattos aponta a moqueca de peixe como um dos pratos mais populares da Bahia já na segunda metade do século XVII.
 
Preparo
 

Uma boa moqueca se prepara também com cebola, pimentão, alho e manjericão, este último um condimento muito apreciado, devido ao seu cheiro agradável. Mas o toque tipicamente afro-brasileiro da moqueca fica por conta do azeite de dendê e do leite de coco, devidamente mencionados na quadrilha popular. Um leite de coco que nos bons tempos era obtido em casa mesmo, com o coco catado no próprio quintal. A diferença da moqueca baiana para a capixaba é que aquela usa coentro fresco, leite de côco, azeite de dendê e pimenta de cheiro a mais do que a capixaba, ficando mais saborosa.

Receita
Ingredientes:
400 gr de Côngrio
400 gr de Badejo ou Vermelha
4 tomates sem casca
1 pimentão vermelho pequeno
1 pimentão verde pequeno
1 pimentão amarelo pequeno
1 cebola roxa grande
1 cebola branca grande
4 dentes de alho grandes
2 limões galegos
300 ml leite de côco
sal a gosto
pimenta de cheiro
Coentro fresco
Salsa
Azeite Oliva
Azeite de dendê
 
 
Preparo do peixe:
Cortar o peixe em cubos de cerca de 3cm e colocar os pedaços numa tigela e acrescentar o suco de 1 limão , assim como sal, salsa picada e alho picado. Acrescentar uma pitada de pimenta. Cobrir com filme plástico ou com uma tampa e deixar descansar por cerca de 1 hora.
 
Demais temperos:
Picar um terço dos tomates, pimentões, cebolas, alhos, e colocar estes legumes numa vasilha. Com um pilão esmagar e socar bem estes temperos para que eles liberem o cheiro e o sabor até ficarem bem misturados. Acrescentar o suco do outro limão e o sal. Refogar em uma mistura de azeite de dendê e azeite de oliva. Estes ingredientes darão o sabor à moqueca.
O restante dos mesmos ingredientes, cortar em pedaços maiores e refogar igualmente mas em separado e só no azeite de oliva. Temperar e reservar. Estes darão a textura à moqueca.
 
Montando a moqueca:
De preferência utilizar uma legítima panela de barro. Aquece-la durante uns 20 minutos e acrescentar um pouquinho de azeite de oliva. Após, acrescentar metade dos temperos e legumes que foram socados com o pilão e refogados. Depois montar camadas com os demais ingredientes maiores e finalizar com os menores novamente que foram pilados. Deixar cozinhar por cerca de 15 minutos. Juntar o peixe e acrescentar então a pimenta esmagada em um pouco de água fervente, o coentro picado e o leite de côco. Em seguida adicionar cerca de 3 colheres de sopa de azeite de oliva. Deixar cozinhar em fogo baixo por mais 10 minutos. Quando estiver quase pronto, acrescentar 1 colher de sopa de azeite de dendê. Servir acompanhado de pão, ou arroz branco e pirão.      
 
Dica do Chef
Picar um terço dos tomates, pimentões, cebolas, alhos, e colocar estes legumes numa vasilha. Com um pilão esmagar e socar bem estes temperos para que eles liberem o cheiro e o sabor até ficarem bem misturados. Acrescentar o suco do outro limão e o sal. Refogar em uma mistura de azeite de dendê e azeite de oliva. Estes ingredientes darão o sabor à moqueca. O restante dos mesmos ingredientes, cortar em pedaços maiores e refogar igualmente mas em separado e só no azeite de oliva. Temperar e reservar. Estes darão a textura à moqueca.

 

terça-feira, 10 de setembro de 2013

Empório Gastrô traz vinhos, cervejas e produtos gourmet

Vinhos, cervejas e produtos gourmet
como estilo de vida entre os brasileiros
Buscar um estilo de vida diferenciado e cada vez mais comum entre os brasileiros. Apresentar o consumo de vinhos, cervejas e produtos gourmet relacionados com a qualidade de vida e explorar experiências baseadas na qualidade. Estas são algumas das propostas do Empório Gastrô. A marca desembarca no mercado nacional de e-commerce direcionado para cervejas, vinhos e produtos gourmet.
 

 
O e-commerce contará com uma carta com mais de 500 produtos, entre cervejas, vinhos, espumantes, champagnes, águas e produtos gourmet. A expectativa é de atingir dez mil rótulos vendidos até o final de 2013. Com sede em Taquara, o Empório Gastrô contará também com clube de compras para cervejas e vinhos.
A marca atuará com rótulos mundiais selecionados por especialistas e com clube de compras para cervejas e vinhos. O objetivo é proporcionar uma experiência de compra inovadora e prática.
Para os sócios Charles Luís Ferreira e Lucas Ismael Schnorr, a marca se diferenciará no mercado principalmente pelo relacionamento com seus consumidores.
“Trabalharemos com preços justos e competitivos, trazendo mais custo-benefício ao consumidor. Queremos criar uma nova experiência de compra, que seja simplificada, mas com produtos altamente qualificados”, afirma Charles.
“Entre os nossos principais diferenciais, podemos destacar a logística. Somos também o único e-commerce que ofertará estes três segmentos: vinhos, cervejas e produtos gourmet. E os associados de nosso clube terão ainda mais benefícios, como frete grátis e descontos especiais”, afirma Lucas.
Saiba mais sobre o Empório Gastrô em www.emporiogastro.com.br

quarta-feira, 4 de setembro de 2013

O vinho é sexy!


O vinho antes de tudo é um tributo a mulher. Talvez seja por isso que o apreciamos tanto.

         
          Acredito piamente que o vinho tenha sido inventado por uma alma feminina! Sim, não há como um homem – muito menos aquele estereotipado pelo mitológico Baco -  ter criado algo tão deslumbrante e perfeito. Tudo o que envolve o vinho é feminino, sedutor e sexy, a começar pela garrafa: propositadamente de cor âmbar para esconder o seu conteúdo, protege-lo dos olhares brilhantes e curiosos e revelar-se somente quando o momento pertinente for. Para descobrir o que esconde, deve-se despir o liquido de seu entorno, tirar-lhe a roupa e efusivamente dar-lhe a liberdade da expressão e o beneficio do frescor, da aero sublimação. Bebe-lo é sorver-se de prazer, é regozijar-se de êxtase. A taça, então, reveste-se de todas as curvas - perfeitas curvas - do corpo de uma mulher! Seu pé, um salto alto erguendo-se acima algo precioso, beleza rara, decidida, vibrante, majestosa e vivaz. No bojo o formato de um seio voluptuoso, redondo, liso e delicado que chama ao colo os lábios mais vorazes.

Na cor rose a denúncia de bochechas charmosamente enrubescidas e na tinta, a boca carmim recém-maquilada de vermelho rubi intenso e contornos aquosos que, quando entreaberta, habilita-se a extrair lágrimas lentas e abundantes. Um sortilégio para quem vê e sente.

E no olfato mais ousado, o perfume preenche a mente, revelando memórias e histórias recheadas de puritanismo – ôpa! - mas nem tanto. O cheiro inunda as narinas trazendo flores, frutas, baunilha, patchuli, suor e todo o repertório de fragrâncias exaladas pelo corpo dadivoso. No balanço da taça, a mexida do cabelo, na gota escorrida, uma última lembrança. E na boca, então, toda a complexidade que algo pode exprimir, nem tanto ao fel nem tanto ao bálsamo, milhares de sensações: frescor, vida, calor, surpresa, prazer. E neste conjunto, assim como o vinho, entrega-se já vespertinamente ao brinde, certa e resiliente, majestosa e trágica. O vinho antes de tudo é um tributo a mulher. Talvez seja por isso que o apreciamos tanto!

Por fim nos alenta o justo parafrasear da poeta Carolina Salcides em sua muito particular comparação:  "como o vinho posso ser seca, tinta, suave, encorpada. Me diga teu gosto que assim serei, para ser degustada, e, aos pouquinhos, então desvendada. A mulher é como a uva. Tantas partes a compõe. Ela não é uma. Ela é o todo. Provarás um gomo e a quererás toda. A casca, o suco, a semente. O cacho todo. Quando é doce, azeda, ácida, amarga. Porque há mulher para todos os gostos. E uma só, tua, para todos os teus gostos."

terça-feira, 3 de setembro de 2013

Alma Grande Touriga Nacional 2008


A uva de origem portuguesa Touriga Nacional vêm da região do Dão, sendo entre as tintas a casta mais nobre de Portugal – é chamada de rainha das uvas portuguesas - e é a uva preferida para a elaboração do vinho ícone do país, o Porto, feito no Douro. Sua coloração é escura, possui propriedades aromáticas e é rica em frutose e taninos. Possui cacho pequeno e longo, com frutos igualmente menores. A cepa é bastante resistente ao excesso de chuva - o que a torna bastante adequada ao Dão, onde a umidade sempre contribui para a dor de cabeça dos enólogos. Tem se adaptado bem a outros países, inclusive o Brasil, onde algumas vinícolas como Boscato, Monte Reale e Lídio Carraro, entre outras, tem produzido alguns vinhos interessantes. Também na Austrália e na Califórnia, nos EUA dão origem a vinhos varietais e de corte. Produz vinhos concentrados, complexos e encorpados, vividos em cor e aportados em aroma. O vinho português do Douro Alma Grande Touriga Nacional 2008 produzido pela vinícola Caves Velhas pertencente ao Grupo Enoport é um bom representante desta casta. Apresenta intensa cor vermelho-rubi intensa com reflexos violáceos, lágrimas médias e rápidas, ótima limpidez. Bastante alcoólico no primeiro ataque ao nariz, disfarçando os aromas. Após a passagem pelo decanter para arejar - necessita de decantação de pelo menos uns 45 minutos  - melhorou e trouxe aromas complexos de compota de frutas vermelhas mas também frescas – cereja madura - fruta negra madura, notas florais (violetas) e minerais, além de toques herbáceos secos.  Perfeito equilíbrio entre fruta, madeira e flores. O paladar é complexo, vivo e fresco, bem estruturado, de corpo médio e taninos redondos. Repete a fruta – novamente cereja madura – mas também traz violetas, possui boa acidez equilibrada com a madeira e final de boca longo e seco trazendo geleia. Fácil de beber, dispensa inclusive a companhia de comida. Estagia 9 meses em barricas novas de carvalho francês. Possui 13,5% de graduação alcoólica e o ideal é ser consumido a 18oC. Harmoniza com carnes vermelhas magras – cordeiro, boi e suíno – grelhadas, algumas aves de caça e queijos médios. A Wine Enthusiast atribuiu 90 pontos ao Almagrande 2008.

Você encontra os vinhos da Caves Velhas na Wein Haus, loja especializada em vinhos, localizada na Rua João Pessoa 895, em Santa Cruz do Sul, fone 51.3711.3665 e site www.weinhaus.com.br. 

E lembre-se: se beber, NÃO DIRIJA!

segunda-feira, 2 de setembro de 2013

O cardamomo


O cardamomo (Elettaria Cardamomum) tem sua origem datada no ano de 700 d.C., na Índia meridional, e de lá espraiou-se para a Europa, em meados de 1200. São plantas nativas das florestas húmidas do sul da Índia, do Sri Lanka, Malásia, Tailândia e América Central.

 
A planta é da família do gengibre, com folhas grandes, flores brancas e frutos secos de cor esverdeada ou branca contendo sementes negras e aromáticas em pó ou em óleo com sabor picante. As sementes de cardamomo são consumidas no café nos países árabes e na Índia, na mistura de condimentos usada para temperar pratos. Pode ser aproveitado para aromatizar pães, carnes, pastéis, pudins, doces, salada de frutas, sorvetes, embutidos e licores, além de ser usada como tempero em molhos e cozidos. Também é comum encontra-lo no Brasil, principalmente a sua planta, em locais mais úmidos, com seus cachos floridos lindos e convidativos.
 
É fácil prepara-lo para o uso, basta colher o cacho da flor, deixa-la secar e depois abrir uma por uma as pétalas e extrair a semente, muito aromática e saborosa. O aroma e sabor lembram um limão siciliano com gengibre, pois possui um sabor intenso e levemente apimentado.
 
A semente dessa planta da família do gengibre, de folhas grandes e flores brancas, era mascada pelos egípcios para refrescar o hálito e limpar os dentes. Posteriormente, suas propriedades terapêuticas foram descobertas e ele passou a fazer parte do arsenal de produtos naturais voltados à saúde.
 
O cardamomo tem efeito digestivo, antisséptico, diurético, laxante e expectorante – uma boa opção para auxiliar no tratamento de gripes e resfriados nessa época do ano, quando o índice dessas doenças aumenta.
 
Na medicina chinesa, o ingrediente é utilizado contra problemas do aparelho digestivo, como a dor de estômago, náuseas e vômitos e no Oriente, ganhou a fama de ser afrodisíaco, por isso é inserido no café de modo a compensar o efeito da cafeína, que baixaria a libido, segundo a crença local.