sábado, 10 de dezembro de 2011

Trio de vinhos para o final de ano

Chegados ao final do ano fiz questão de escolher três opções de vinhos para os diversos gostos - um espumante, um branco e um tinto – para serem abertos nas comemorações de Natal e Ano Novo.

O português da região dos Vinhos Verdes Caves Velhas Vinhas Altas Vinho Verde Branco DOC 2009, elaborado pelo corte de 40% Arinto, 30% Loureiro e 30% Trajadura possui cor quase imperceptível, com leve toque de amarelo tênue. No nariz apresenta aroma de polpa de frutas brancas tropicais cítricas. Na boca é fresco e frutado, levemente frisante como os verdes devem ser, ácido no equilíbrio e com uma predominância picante. Possui 10,0% de álcool e ideal ser bebido na temperatura de 10oC. Vai muito bem acompanhando entradas leves, peixes brancos, algumas saladas e pratos da cozinha japonesa.


Outra opção do velho mundo é um vinho que considero de excepcional custo-benefício e mito bom de beber: o espanhol Heredad Criança Segura Viudas 2004. Possui cor rubi atijolada, profundo e turvo. No nariz aromas de frutas vermelhas, algo de passas, leve madeira e com toques de baunilha e pimenta. Na boca tem corpo médio é muito equilibrado, com taninos suaves e maduros, muita especiaria e final de alcaçuz. Envelhece 8 meses em barris de carvalho americano e o tempo de garrafa deixou-o redondíssimo! É elaborado a partir de corte de Tempranillo e Cabernet Sauvignon. Possui graduação alcoólica de 13,5% e ideal ser bebido na temperatura de 17 graus. Harmoniza muito bem com preparados à base de carnes vermelhas, patês variados, queijos maturados, risotos de sabor mais forte e já tive uma ótima experiência na harmonização de prato que usou shoyu.


Por fim uma opção de gosto bem apurado pelo público feminino, o espumante gaúcho Ponto Nero Moscatel produzido pela Domno do Brasil (leia-se Casa Valduga). Espumante branco e doce, elaborado com uvas Moscato advindos da Serra Gaúcha através do método charmat. Possui cor palha com reflexos esverdeados, perlage fino, delicado e intenso. Aroma típico de moscatel com notas de frutas cítricas. Acidez leve, ótimo frescor e sabor de abacaxi e maçã verde em destaque. Ideal ser consumida na temperatura de 4 a 6 oC e possui 7,5% de graduação alcoólica.na sugestão de harmonização acompanha variados canapés, peixes leves, sobremesa com frutas, sorvete e harmoniza por contraste com alguns preparados com ingredientes salgados como o charque.


E lembre-se: se beber, NÃO DIRIJA!

sexta-feira, 9 de dezembro de 2011

Programa Delícias na TV - Especial de Final de Ano


Na quarta gravei o Programa Delícias na TV Especial de Final de Ano para o Canal 20 da NET. O estúdio foi improvisado em minha cozinha na qual apresentei o preparo e um pouco de conteúdo histórico de um prato à base de bacalhau que denominei Bacalhau Imperial, uma receita fácil e rápida que leva além do ingrediente principal citado, batata, requeijão, batata palha e cebolas. Harmonizei com um tinto do Alentejo, um corte de Aragonês, Trincadeira, Cabernet Sauvignon, Castelão e Syrah. Ficou esplêndido! Espero que assistam e gostem!

quinta-feira, 8 de dezembro de 2011

Para petiscar no final de ano

Quem mexe com cozinha –seja amador ou profissional – acaba se inspirando no trabalho de grandes chefs. No meu caso admiro muito o trabalho de Alex Atala, Ana Trajano, Carlos Kristensen e Marcelo Schambeck no Brasil e no exterior é inegável Heston Blumenthal, Alain Ducasse e claro, do mais descolado e irreverente de todos, Jamie Oliver. Foi pelas receitas dele passadas há muitos anos na TV a cabo que uma semente de inquietude e curiosidade foi plantada na minha mente para depois despertar dando forma as lidas de forno e fogão. O jeito simples e fácil com que agrega os ingredientes e os transforma em um banquete convidam qualquer inexperiente a encarar a cozinha de um modo mais corajoso. E foi uma das receitas de Jamie que personalizei e deu origem a esta entradinha ou salada – como queiram – ideal para ser beliscada nestes dias próximos de final de ano: O Salmão Defumado com Pepino e Molho de Limão.

Ingredientes:

Fatias finas de salmão defumado
Um pepino japonês fatiado no fatiador
Meia xícara de creme de leite mais firme
3 colheres de cream cheese
Suco de um ou dois limões – preferencialmente o siciliano
Raspas de limão
Pimenta preta moída na hora
Cebolinha verde picadinha

Preparo:

Em um prato raso grande disponha as fatias de salmão intercalando fatias do pepino. Misture bem o creme de leite, o cream cheese com o suco do limão até formar um molho cremoso (o nome deste molho é Lemon Sauce cream). Finalize misturando as raspas de limão. Despeje este molho sobre o prato, tempere com a pimenta e salpique com a cebolinha. Sirva acompanhado de torradas e azeite de oliva.


Artigo publicado no jornal Gazeta do Sul de hoje.

terça-feira, 6 de dezembro de 2011

Vinhos brasileiros são premiados na França e Espanha



Os vinhos e espumantes brasileiros acabam de conquistar mais 16 premiações
em concursos realizados na França e Espanha, demonstrando a qualidade que
vem sendo reconhecida mundialmente.


Em Sevilla, na Espanha, no Concurso Internacional de Vinhos e Espirituosos
(CINVE 2011), ocorrido entre os dias 15 e 17 de novembro, o Brasil foi
destaque com 10 premiações, sendo uma Medalha de Ouro e nove de Prata. O
diretor da Associação Brasileira de Enologia (ABE), Carlos Abarzúa, esteve
representando o Brasil no evento que reuniu 700 amostras de 20 países,
avaliadas por um painel de 26 degustadores. Segundo ele, este é o único
concurso do mundo a disponibilizar espaço paralelo para a exposição de
vinhos. Este ano, foram homenageadas as regiões produtoras do Carmenère do
Chile e da baixa Califórnia do México.



Já na França, no Concurso Effervescents du Monde, o Brasil conquistou seis
Medalhas de Prata. O concurso contou com a participação de mais de 500
amostras de 24 países e mais de 100 degustadores. O evento foi realizado na
cidade de Dijon, nos dias 16 e 17 de novembro. O diferencial do concurso é
que somente participam amostras de espumantes de todo o mundo.




PREMIAÇÕES NA ESPANHA – CINVE Sevilla

Medalha de Ouro

Casa Valduga Espumante Premium Blush – Casa Valduga Vinhos Finos



Medalha de Prata

Alto Valle Espumante Rose Brut - Domno do Brasil Indústria e Comércio

Casa Valduga Arte Espumante Brut - Casa Valduga Vinhos Finos

Casa Valduga Duetto Pinot Noir/Shiraz - Casa Valduga Vinhos Finos

Casa Venturini Reserva Chardonnay 2010 - Vinícola Goes & Venturini

Cave Pericó Espumante Brut 2010 - Vinícola Pericó

Garibaldi Espumante Moscatel - Cooperativa Vinícola Garibaldi

Panizzon Espumante Moscatel 2011 - Sociedade de Bebidas Panizzon

Panizzon Espumante Chardonnay - Sociedade de Bebidas Panizzon

Zanotto Espumante Moscatel - Vinícola Campestre



PREMIAÇÕES NA FRANÇA – Effervescents du Monde

Medalha de Prata

Marcus James Espumante Demi-Sec – Cooperativa Vinícola Aurora

Aurora Espumante Brut Chardonnay Cooperativa Vinícola Aurora

Baccio Moscatel Espumante 2011 - Famiglia Zanlorenzi

Miolo Millésime Brut D.O. 2009 - Miolo Wine Group

Don Giovanni Moscatel 2011 Vinícola Don Giovanni

Casa Valduga Arte Tradicional Brut 2010 - Casa Valduga Vinhos Finos

domingo, 4 de dezembro de 2011

Vuelta Roman!

Foi no verão de 2006. Eu estava em férias pela maravilhosa Santa Catarina e passei alguns dias em Garopaba e suas praias adjacentes. Encontrava-me na Ferrugem, antro de gente bonita e badalação, num final de manhã, sentado num quiosque à beira-mar quando ao meu lado senta-se um sujeito alto, cabelos negros, bermuda florida e óculos de sol. Ao seu lado uma bela mulher. O homem fica de olho numa peladinha (de futebol!) ao lado quando um dos jogadores nos chama para completarmos o time. Hesitei um pouco mas fui enquanto que o outro rapaz prontamente tirou o óculos e o chinelo e correu para o campinho de areia improvisado.

E reiniciou-se a partida, agora com seis para cada lado. Numa matada no peito e toque de lado o então rapaz que sentara a meu lado, deixou um jogador do seu time de frente para o gol. Logo após roubou uma bola na intermediária, levantou-a acima da areia e de sem pulo emendou uma obra-prima. Também anotei o meu – um bonito gol - driblei dois, arrisquei bater, o goleiro se projetou e eu toquei no outro lado. O gol não foi suficiente e perdermos o jogo por 5 gols de diferença, 3 golaços dele. Voltamos ao quiosque e o então calado turista encontrava-se altivo, e de óculos novamente colocados, sorridente e com sotaque portenho, sentou-se a meu lado e cumprimentou-me pelo gol feito. Pedi caipirinha e ele apenas água. Foi quando surgiu um grupo de argentinos que adentraram ao quiosque chamando por “Roman” envolveu-nos e bateram um rápido papo com o cara que estava sentado ao meu lado: era simplesmente o Riquelme, ou melhor, Juan Roman Riquelme, astro da seleção argentina naquela ocasião!

E entre várias fotos e seguidas solicitações de “vuelta Roman” almoçamos juntos e ali ficamos até o meio da tarde, quando Riquelme voltou a sua introspecção e calou-se em habitual melancolia. Motivado pelos demais argentinos, ao despedir-me com um aperto de mão e um tapinha nas costas, solidarizei-me aos hermanos e pedi um “vuelta Roman” também. Um ano depois ele atendeu-me. Saiu do Villarreal espanhol e regressou em fevereiro ao Boca Juniors, e no dia vinte de junho daquele ano sagrou-se hexacampeão da Libertadores, contabilizando três gols em duas partidas memoráveis, contra o meu Grêmio, em Porto Alegre e eu estava no estádio assistindo aquela final, arrependido e triste por ter pedido a sua volta...
Esta crônica veio à tona para apresentar o prato pedido naquele almoço e de sabor maravilhoso, que procurei reproduzir na receita que segue abaixo, o SALMÃO GRELHADO COM MINI-BATATAS E MUZZARELLA DE BÚFALA REGADAS COM AZEITE DE OLIVA E AMÊNDOAS.

Para tal, não há regras definidas de quantidade. Basta um bom pedaço de filé de salmão temperado com sal e pimenta e grelhado por alguns minutos no fogão com o acompanhamento de mini batatas pré-cozidas e salteadas em manteiga e salsão. Para compor o prato uma boa sintonia se faz com muzzarella de búfala aberta com os dedos e temperada com uma mistura de azeite de oliva, fatias de amêndoas e nozes picadas, sal e pimenta. Como diria Riquelme: “increíble”!!!

sábado, 3 de dezembro de 2011

Duetto de risotos

Um chef de cozinha, ou um gourmet ou mesmo um cozinheiro habilidoso sente-se motivado pelo desafio de criações inusitadas, do uso de sua sensibilidade, bom gosto e técnica na preparação de pratos ora simples, ora sofisticados e meticulosos. É dessa motivação extra que surgem receitas inovadoras, criativas e que servem além do motivo óbvio que é serem saboreadas, também para inspirarem todos aqueles que possuem um olhar prazeroso sobre a cozinha. E é por isso que hoje apresento uma grande criação, o DUETO DE RISOTOS COM COGUMELO PORTOBELLO, CRISPIS DE PRESUNTO PARMA E MINI PINÓLIS.

Ingredientes:
(para 4 pessoas)
Uma xícara de arroz negro
Uma xícara de arroz arbóreo
Dez xícaras de caldo de galinha
Uma cebola média finamente cortada
Um dente de alho finamente picado
300g de cogumelo portobello médio in natura
2 cálices de vinho branco seco
150g de presunto de parma
100g de queijo parmesão ralado grosso
100g de manteiga
Três colheres de sopa de vinho marsala
Sal, pimenta branca e pimenta do reino à gosto
Meia colher de chá de vinagre de maçã
Quatro colheres de sopa de mini pinólis para decorar

Preparo:
Limpar os cogumelos com uma escovinha de cerdas macias (não lavar!) e cortar os talos em pedaços bem pequenos e reserva-los. Embrulhar os cogumelos em papel alumínio e levar ao forno pré-aquecido a 150 graus por quinze minutos. Retirar do forno e levar a uma frigideira com uma colher de manteiga em fogo médio alto para fritar. Juntar uma fatia de presunto de parma picado, sal e pimenta preta e adicionar o vinho marsala. Deixar evaporar, retirar do fogo e reservar. Preparar os risotos cada qual na sua panela junto ao fogo adicionando individualmente uma colher de manteiga, meia cebola picada, meio dente de alho e no risoto branco juntar os talos de cogumelos picados e assim que dourar somar em seguida o arroz. Fritar um pouco e adicionar um cálice de vinho. Deixar evaporar o álcool e ir adicionando o caldo de galinha aos poucos. Separar o presunto de parma picado e frito junto com o cogumelo e adicionar ao risoto branco. Lembrar que o arroz negro demora mais a cozinhar – o dobro do tempo – portanto iniciar este primeiro. Numa frigideira pequena a parte levar os pinólis ao fogo rapidamente para secar e dourar. Reservar. Enrolar as fatias de presunto de parma como se fossem um saca rolhas, dispor em uma assadeira e levar ao forno pré-aquecido para assar por cerca de 10 minutos ou até ficarem crocantes. Retirar da assadeira e reservar. De volta aos risotos, adicionar sal e pimenta branca. Assim que o risoto negro estiver na consistência “al dente” (este arroz tem uma estrutura quase crocante) juntar a manteiga e o vinagre, mexer bem e desligar, deixando abafado. Para o risoto branco serve o mesmo entendimento apenas junto com a manteiga somar o queijo parmesão, misturando bem e abafando a panela já desligada. Na mesma assadeira do presunto aquecer os cogumelos rapidamente. Para montar o parto, dispor um colchão de risoto negro e sobre este o risoto branco, acrescentado dos cogumelos. Adicionar os pinólis e os crispis de presunto de parma. Servir e correr para o abraço!

quinta-feira, 1 de dezembro de 2011

Arigatô Kinoshita!


É noite no Hotel Holliday Inn Anhembi em São Paulo. Espero no saguão a chegada do táxi para levar-me ao compromisso agendado com vários dias de antecedência para uma experiência única: às 20:30h tenho reserva agendada no Kinoshita Kappo Cuisine, o mais estrelado restaurante japonês da atualidade no Brasil, comandado pelo competentíssimo chef mestre Tsuyoshi Murakami. Logo ao chegar no prédio instalado na esquina da Rua Jacques Félix com a Domingos Fernandes, na Vila Nova Conceição, deparo-me com a clássica sobriedade japonesa e muito vidro deixando o interior à mostra de quem por ali passa.

Uma simpática atendente vestida de gueixa encaminha-me até a mesa reservada passando ao lado do enorme balcão que serve de separação do salão e da cozinha, que é aberta, com mais de uma dezena de auxiliares preparando os pratos para os ocupantes dos pouco mais de 50 lugares que é a capacidade do restaurante. Logo sou auxiliado a sentar-me à mesa por um garçon enquanto um outro pergunta-me se gostaria de beber algo. Gosto de saquê na harmonia com a comida japonesa e digo isto ao mesmo. “Aqui no Kinoshita todos os saquês são importados do Japão, senhor”, comenta o atendente dando mostras da qualidade da noite que me aguardava.

Peço e recebo o menu para começar a escolher entre as iguarias quando sou abordado por um eloqüente e simpático nikkei que agradece a minha presença e sugere a opção do menu degustação que traz sete pratos à mesa, servidos em pequenas porções – ao final acabaram sendo dez pratos! – vindas em sequência. Tal sugestão é feita pelo próprio Murakami, um japonês sorridente, divertido e descolado, contrastando momentos da tradicional discrição japonesa e suas convenções com outros absolutamente teens!

Colocado à vontade, saquê servido, a degustação inicia e logo a primeira experiência vêm acomodada em uma taça numa composição inusitada onde soma-se ostra, ovas de salmão, pimenta e gema de ovo de codorna crua, impactando o olho e o paladar. Logo após, dentro de um caixote de cerâmica pintado em motivos japoneses é servida uma espécie de salada morna, com tomate confitado e mini berinjela, que fica apagada ante ao expressivo sabor do primeiro prato.

Sabedor desta impressão, o chef corrige a rota e começa um desfile de salmão e atum com diversos complementos e molhinhos – o shoyu é preparado no próprio restaurante - até finalizar os pratos salgados com mini fatias de filé de carne de kobe, vinda diretamente do Japão tirada do gado da raça waigu. Em grand finale um trio de sobremesas da qual a textura e leveza do bolinho de arroz é inimaginável.

Servido o menu confiança, Murakami dedica tempo a um longo bate-papo e fala de sua paixão pela leitura e pelos escritores gaúchos: ”Emerson, Mario Quintana é um de meus poetas preferidos! Também os escritores Érico Veríssimo e Caio Fernando Abreu me encantam”, afirma. E esta é a comida que ele apresenta, recheada de poesia, única e sensorial, descolada nas combinações mas absolutamente convencional no respeito aos ingredientes, a técnica e a quem está lá para degustá-la!


O chef Murakami:

Tsuyoshi Murakami nasceu em Hokkaido no Japão e veio com a família ao Rio de Janeiro ainda criança (daí o seu sotaque e ginga carioca!). É um apaixonado pelo Brasil e por sua gente e cultura. Voltou ao Japão depois de alguns anos onde estudou, especializou-se e trabalhou em diversas cidades e restaurantes, além de Nova Iorque e Barcelona. É praticante da Kappo Cuisine que é a união da alta gastronomia tradicional japonesa com a ousadia de chefs nipônicos. A KC envolve desde o ambiente intimista, o frescor e qualidade dos ingredientes, a impecável apresentação minimalista dos pratos e a técnica ocidental e oriental de seu mestre gastronômico. Murakami gosta de definir o termo como uma “cozinha de sensações”. Elaborou um menu com tradicionais ingredientes da culinária nipônica mas com toque de brasilidade em suas criações, todas para serem degustadas e apreciadas aos poucos e de corpo e alma.

O Kinoshita:

Durante algum tempo o Kinoshita ocupou um pequeno prédio no Bairro Liberdade em São Paulo, ficou fechado por um período enquanto seu chef buscava novos conceitos gastronômicos e reabriu na Vila Conceição. O Restaurante é um dos cinco do mundo a ter com exclusividade o Espaço Krug, produtor ícone francês em champanhe, em área reservada especialmente decorado e com cardápio exclusivo para harmonização com a bebida. Acompanhe algumas premiações do restaurante e de seu chef:

>Melhor Restaurante Japonês 2011 – Revista Prazeres da Mesa
>Melhor Restaurante Japonês 2011 – Revista Veja São Paulo
>Melhor Restaurante Japonês 2009 e 2010 – Folha de São Paulo
>Melhor Restaurante Moderno, Melhor Chef, Melhor Ambiente e Melhor Atendimento 2009 – Revista Made in Japan
>Chef do Ano e Restaurante do Ano 2009 – Revista Prazeres da Mesa
>Melhor Chef e Chef do Ano 2009 – Revista Quatro Rodas
>Melhor Chef 2009 – Revista Veja São Paulo
>Melhor Chef, Melhor Restaurante e Melhor Barman 2009 – Revista Gula
>Melhor Chef do Brasil 2008 – Revista Gula, Revista Veja e Folha de São Paulo

Restaurante Kinoshita – Rua Jacques Félix 405 – Bairro Vila Nova Conceição – São Paulo – SP – fone 11.3849.6940 – site: www.restaurantekinoshita.com.br

Pensador:

“A comida é como poesia”. Tsuyoshi Murakami

Artigo publicado no Jornal Gazeta do Sul de hoje.