quinta-feira, 8 de agosto de 2019

O matambre suíno recheado!


Uma ótima receita para o Dia dos Pais!

Neste domingo comemora-se mais um Dia dos Pais! E eu sou um privilegiado neste sentido, pois tenho um pai saudável e dois filhos lindos! Para tano pensei numa receita que pudesse atender a todos nós, em família, algo que gostamos sem ressalvas. Talvez pela descendência alemã, talvez pela falta de preconceito culinário, ou ainda pela inquietação de buscar misturas inusitadas, a receita de hoje reúne o doce com o salgado, carne com fruta, hortaliça com vinho, enfim um pouporri de ingredientes deliciosos. Confira o preparo do matambre suíno recheado!    


Ingredientes:
(para 4 pessoas)

1 kg de matambre suíno
4 metades de pêssegos em calda
2 dentes de alho picadinhos
Sálvia fresca
Meia cebola roxa fatiada em pétalas
Suco de 1 limão
Pimenta preta moída e sal a gosto
1 taça de vinho branco seco
Azeite de oliva

Preparo:


Abra o matambre e tempere dos dois lados com suco de limão, sal e pimenta. Vire a parte da gordura para baixo, regue a parte da carne com azeite de oliva e distribua sobre toda a extensão a sálvia, o alho, a cebola e os pêssegos. Enrole com cuidado no sentido do comprimento. Amarre com barbante e disponha numa assadeira regada com oliva e com a taça de vinho. Cubra com papel alumínio e leve ao forno pré-aquecido a 200oC por 45 minutos. Retire o alumínio e deixe por mais 30 minutos. Corte em fatias e sirva acompanhado de purê de batatas ou mandioquinha!

Um feliz Dia dos Pais a todos leitores!



quarta-feira, 7 de agosto de 2019

Guatambu Essência do Pampa Cabernet Sauvignon 2015


Vinhos licorosos são aqueles que, pela legislação brasileira, possuem teor alcoólico natural ou adquirido de 14% a 18% em volume, sendo permitido, na sua elaboração, o uso de álcool etílico potável de origem agrícola, mosto concentrado, caramelo, ente outros. Pode ser classificado como seco, quando o teor de glicose é de até 20 gramas/litro, ou doce, com valores acima disso. O vinho do Porto é considerado licoroso, por exemplo, assim como o Jerez produzido na Espanha. 

Aqui no nosso país um dos bons representantes deste tipo de vinho é o Guatambu Essência do Pampa Cabernet Sauvignon 2015, produzido em Dom Pedrito na Campanha Gaúcha. 

Apresenta uma coloração rubi atijolada com nuances ocres e tem uma explosão e aromas em taça: maçã, uva passa, frutas cristalizadas, cereja, tâmaras, baunilha, tostado, couro e tabaco, vindo do envelhecimento em barril de carvalho durante 10 meses. Em boca é envolvente, potente, marcante, com ótimo volume, leve adocicado com notas de café e caramelo e final de boca tostado, com grande persistência.

Harmoniza com sobremesas doces e inegavelmente com um bom charuto!

Tem produção de apenas 2.000 garrafas numeradas.

Possui 18% de graduação alcoólica e o ideal é ser consumido na temperatura entre 16 e 18oC.

Você encontra os vinhos Guatambu na Wein Haus, loja especializada em vinhos, localizada na Rua João Pessoa 895, Santa Cruz do Sul, fone (51) 3711.3665 e site www.weinhaus.com.br

E lembre-se: se beber, NÃO DIRIJA!     

quinta-feira, 1 de agosto de 2019

O barreado!



Preparar o barreado é muito fácil, basta paciência e freio na fome!

O barreado é o maior representante da culinária paranaense. Elaborado com corte de segunda (paleta, patinho ou coxão duro), cominho e toucinho, o prato é cozido por horas na panela de barro, vedada por uma massa feita com farinha de mandioca e água. Quando pronto, é servido com farinha de mandioca e banana, para completar a fartura.  Confira a receita!


Ingredientes:
(para 4 pessoas)

1 kg de carne de paleta bovina sem osso
150 g de bacon picado
2 dentes de alho picados
1 cebola cortada em fatias finas
Pitadas de cominho moído
1 folha de louro
Pimenta preta moída e sal a gosto
Para a vedação da panela:
150 g de farinha de mandioca
20 g de farinha de trigo
Água fria

Preparo:

Corte a carne em cubos de cerca de 5 cm e a cebola em rodelas. Tempere a carne com alho, sal, pimenta e cominho. Numa panela, que pode ser de alumínio ou barro, coloque uma camada de carne, depois uma camada de cebola e depois a de bacon, e assim sucessivamente, sendo que a última camada deve ser de bacon. O louro deve ser colocado entre as camadas. Coloque água fria até a altura da última camada. Se a panela for de alumínio deve-se amarrar a tampa com uma cordinha para ficar bem firme. Antes de levar ao fogo, fazer a “barreação”, isto é, a vedação da panela: com a farinha de mandioca, a farinha de trigo e a água fria preparar uma espécie de massa que deve ficar espessa e aderir firmemente à panela. Com esta massa cobrir toda a superfície ao redor da tampa, numa espessura de uns 4 cm. Com o calor do fogo, essa massa se transformará quase num cimento, vedando totalmente a panela. Reservar um pouco de massa para cobrir os furos que o vapor fará na vedação durante o cozimento. Levar a panela ao fogo forte por 2 horas ou até ferver (percebe-se isto quando o vapor começa a furar a massa de vedação). A partir da fervura, deixar a panela em fogo baixo por cerca de 6 a horas. Depois de pronto deixar descansar por cerca de 8 horas. Pouco antes de servir, abra a panela e retire a camada de bacon que ficou por cima, amasse-a e devolva à panela. A carne estará totalmente macia e em forma desfiada. Coloque tudo para ferver novamente, sem a vedação, e o barreado está pronto. A maneira de servir também é importante: num prato fundo, coloca-se a farinha de mandioca e despeja-se o barreado em cima, bem quente, com o caldo de cozimento e mistura-se bem, fazendo um pirão e é acompanhado de banana.

Você sabia?


De origem portuguesa, o icônico prato paranaense vem do Litoral, originário dos sítios dos pescadores, há mais de 200 anos atrás. Era preparado pelos caboclos e pescadores durante as festividades do carnaval, ou servir os tropeiros de passagem pela região, ou ainda para alimentar quem participava dos mutirões para construção de espaços públicos. O barreado segue o ritual de cozinhar a carne por muitas horas numa panela de barro lacrada com farinha para evitar que o vapor escape e o cozido seque depressa, vem o nome barreado, uma contribuição dos açorianos, que deu nome ao prato. 

quarta-feira, 31 de julho de 2019

Masi Tupungato Malbec 2013


Tupungato é uma sub-região do Vale do Uco em Mendoza cujos vinhedos situam-se entre 950 e 1050 metros de altitude. A bodega Masi Tupungato é uma das dezenas que lá estão e elabora um bom e saboroso vinho com 100% do varietal Malbec. 

O Masi Tupungato Malbec 2013 é um tinto de cor rubi profundo e brilhante, com uma ampla palheta de aromas, contemplando amoras, ameixas, alcaçuz, compota, chocolate, especiarias e tostado. 

Em boca traz um paladar excelente. Fruta negra macerada com toque de baunilha, couro, taninos redondos e macios, final longo e com ótimo retrogosto.

O vinho amadurece por 6 meses em barrica de carvalho francês e americano.

Faz harmonização com carnes vermelhas e legumes grelhados, massas com molhos encorpados, queijos duros e charcutaria.

Possui 13% de graduação alcoólica e o ideal é ser consumido na temperatura entre 16 e 18oC.

Você encontra o vinho Masi na Wein Haus, loja especializada em vinhos, localizada na Rua João Pessoa 895, Santa Cruz do Sul, fone (51) 3711.3665 e site www.weinhaus.com.br

E lembre-se: se beber, NÃO DIRIJA!     

quinta-feira, 25 de julho de 2019

O assado!


O toque defumado proveniente do uso da madeira na preparação da brasa faz toda a diferença nesta receita!

Já que a dica do Baco Fala desta semana é sobre a uva Tannat nada melhor que propor uma receita para harmonizar com esta ícone casta uruguaia, propondo o ingrediente que mais combina com vinho tinto: carne vermelha! E talvez o melhor meio de preparo desta carne seja na brasa, suculento e tenro. E – mesmo os adeptos ao tradicional churrasco gaúcho – o trato dado pelos vizinhos hermanos no preparo do “asado” com utilização de grelha, lenha, sal fino e chimichurri é invejável, trazendo aquele toque defumado aos cortes. O chimichurri é um molho que nenhum uruguaio sabe com certeza de onde veio, nem mesmo de onde originou-se seu estranho nome, quase um desaforo quando soletrado. Os antigos uruguaios contam que alguém do Reino Unido é que teria criado esse molho na Argentina, e o nome foi adaptado ao espanhol, para facilitar a pronúncia. Fala-se de um irlandês, Jimmy McCurry, que teria preparado o molho pela primeira vez e do seu nome surgiu o termo “chimichurri”. O chimichurri em sua essência é um molho frio que leva azeite de oliva e vinagre em seu preparo, além de diversos condimentos desidratados como pimentão, pimenta, adobo e orégano revelando-se no molho ideal para acompanhar os cortes na brasa. Confira a dica do preparo do assado na brasa!


Ingredientes:
(para 4 pessoas)

1,5kg de vazio
Carvão
Lenha
Sal fino
Chimichurri

Preparo:

Pode parecer facílimo preparar um assado mas o fato é que alguns cuidados e passos deve-se ter. Um deles é colocar a grelha próxima da brasa na churrasqueira, a cerca de uns 20 cm mais ou menos. Virar a carne apenas uma vez, deixando cerca de 10 minutos cada lado para que fique “ao ponto”. Salgar somente no final e moderadamente e talvez a principal dica que deve ser atribuída a todas as carnes preparadas deste modo: retirar do fogo e aguardar cerca de 3 a 5 minutos antes de cortar, pois assim a peça guarda para si toda a suculência em vez de encharcar a tábua ou o prato. Sirva acompanhado do chimichurri. Bom apetite!

terça-feira, 23 de julho de 2019

Wine Garden Miolo, no Vale dos Vinhedos, terá Jazz in the Vines



A temperatura vai subir no Wine Garden Miolo nos dias 27 e 28 de julho. O frio da estação ganha o aconchego do ‘jardim do vinho’ mais charmoso do Brasil, que será embalado pelo Jazz in the Vines, marcando o término das férias de inverno. Serão dois dias de black music com bandas de jazz e blues, comidas de fogo, costelão campeiro, fogueiras, mantinhas, vinhedos e, claro, muito vinho, espumante, suco de uva e brandy para o aquecimento. A entrada é gratuita.


A ideia do ‘jazz nas videiras’ é das sócias Morgana Miolo e Gabriela Jornada que há quase cinco anos conduzem o wine bar a céu aberto sempre com novidades. “Pensamos em unir vários clássicos numa experiência inédita: jazz, blues, boa mesa, bons vinhos e natureza. Aqui no Wine Garden Miolo o prazer de brindar a vida está em primeiro lugar e esta programação contempla bons momentos para casais, amigos e família. É só vir, trazer bom humor e disposição para curtir tudo o que estamos preparando. O resto é por nossa conta”, convida Morgana.

No primeiro dia do Jazz in the Vines, o palco será da Marmota Jazz. Criada em 2011, a banda tem dois álbuns autorais e coleciona turnês pelo Brasil e Europa. Sua formação atual é André Mendonça (baixo), Bruno Braga (bateria), Leonardo Bittencourt (piano) e Pedro Moser (guitarra). No domingo, 28, será a vez do quarteto The Cotton Pickers espalhar blues. O grupo é formado por Toyo Bagoso, Isaac Schwartzhaupt, Tomás Seidl e Jayson Mross.

“Será um final de semana fascinante, de boas vibrações e experiência para os sentidos”, destaca Gabriela. As pessoas se acomodam pelo jardim em tapetes, pallets, almofadas, cadeiras e no entorno de fogueiras. O vinho é a companhia certa par aquecer corpo e alma.

E para quem deseja renovar a adega, o varejo Miolo funciona ao lado do Wine Garden Miolo. Com o maior portfólio de rótulos nacionais – hoje com 110 -, a vinícola oferece ao visitante todas as linhas com preços de varejo que partem de R$ 24.

Wine Garden Miolo
SERVIÇO INVERNO 2019 – Julho
Onde? Jardim da Vinícola Miolo, no Vale dos Vinhedos (RS)
Funcionamento: terças a sextas, das 13h às 18h
Sábados, domingos e feriados, das 10h às 19h

Varejo Miolo
De segunda a sábado, das 8h15min às 17h45min
Domingos e feriados, das 10h às 16h45min

Visitas guiadas
Visita seguida por degustação.
De hora em hora em horário de funcionamento.
Acompanhamento de um enólogo ou sommelier.
R$ 35 por pessoa com R$ 10 de bônus nas compras no varejo.
Informações e agendamento: 54 2102.1537 ou 2102.1540 – visita@miolo.com.br


segunda-feira, 22 de julho de 2019

Garzón Tannat de Corte 2017


Conheci a Garzón a alguns anos atrás, com sua propriedade espraiada sobre algumas centenas de hectares pertinho de Pueblo Garzón. Lá, além de azeite de oliva, se produz bons vinhos e com a inauguração do complexo enoturístico em Jose Ignacio, em Punta del Este, esta visibilidade só aumentou, tendo sido eleita a Melhor Vinícola do Novo Mundo em 2018.   Seus vinhedos estão localizados a menos de 20 km do Oceano Atlântico e utilizam a agricultura de precisão para desenvolver suas parcelas.

O Garzón Tannat de Corte 2017 é um vinho de sua linha de entrada, elaborado com 80% Tannat, 10% Marselan, 7% Cabernet Franc e 3% Petit Verdot. Entrega o que o Tannat tem de características: fruta, acidez, corpo e apelo gastronômico. Cm a participação das demais castas, o vinho ganhou em equilíbrio, cor e aroma. Possui cor rubi intenso e puxa nos aromas de frutas vermelhas destacados o que se repete em boca, com seus taninos firmes e elegantes finalizado com ampla persitência.

Este vinho não passa por barrica de carvalho.

Uma ótima parceria na harmonização é carnes assadas com Tannat! Seja cordeiro ou boi desde que suculento e ao ponto o casamento é certeiro.  Também vai bem com legumes assados, queijo parmesão, provolone e alguns preparos de carne na panela. 

Possui 14% de graduação alcoólica e o ideal é ser consumido na temperatura de 16oC.

Você encontra os vinhos Garzón na Wein Haus, loja especializada em vinhos, localizada na Rua João Pessoa 895, Santa Cruz do Sul, fone (51) 3711.3665 e site www.weinhaus.com.br

E lembre-se: se beber, NÃO DIRIJA!