quarta-feira, 13 de janeiro de 2016

provei&curti


“Estivemos em Montalcino, mais exatamente na Vinícola e Hospedaria Guido Padelletti. Degustamos um legítimo Brunello safra 2002, vigoroso. 

Acompanhou, como entrada uma tábua de queijos, salames e bruschette. Prato principal, cinghiale (javali) e spagetti all pesto. Momento delicioso! #provei&curti” 

Theobaldo Spengler, advogado, de Santa Cruz do Sul 


terça-feira, 12 de janeiro de 2016

A receita do Imperador Dom Pedro I - o Coelho Guisado com Pirão Mole

Em 1822 dom Pedro anuncia sua insubordinação à Constituição Portuguesa, convocando a primeira Assembléia Constituinte Brasileira. Depois de declarar que as tropas portuguesas que desembarcassem no Brasil seriam consideradas inimigas, o príncipe regente resolve assinar o Manifesto às Nações Amigas, escrito por José Bonifácio, o Patriarca da Independência. Os portugueses, no entanto, não aceitam a convocação da Assembléia Constituinte Brasileira e exigem a volta imediata de dom Pedro. O príncipe não obedece ao Parlamento Português, proclamando a Independência do Brasil. Ele é aclamado imperador em outubro daquele ano e coroado, dois meses depois, pelo bispo do Rio de Janeiro, com o título de dom Pedro I, Imperador do Brasil. Lá pela metade daquele histórico ano, o futuro imperador do Brasil deixou o Rio de Janeiro a cavalo, acompanhado de pequena comitiva em direção a Santos, terra de José Bonifácio. Com apenas 24 anos, dom Pedro viajou para solucionar questões entre os súditos da região. E foi nestas andanças, mais precisamente em 17 de agosto de 1822, que a receita que ocupa a nossa página de hoje foi servida ao então príncipe regente, na Fazenda Pau d'Alho, de propriedade do coronel João Ferreira de Souza, em São José do Barreiro, no Vale do Paraíba. De volta, no dia 7 de setembro do mesmo ano, ao passar por São Paulo, proclamou a Independência do Brasil.

Coelho Guisado com Pirão Mole 



Ingredientes:
(6 porções) 


Coelho
1 coelho grande  
3 a 4 limões 
3 dentes de alho picados 
3 ramos de alecrim 
400 ml de vinho branco 
1 folha de louro 
1 cebola cortada ao meio 
1 maço pequeno de salsa e cebolinha
5 colheres (sopa) de óleo de oliva 
Noz-moscada, sal e pimenta-do-reino moída na hora a gosto 


Pirão
Alguns ossos e restos do coelho 
1 cenoura em pedaços 
1 cebola em pedaços 
2 dentes de alho  
2 tomates cortados ao meio 
1 amarrado com talos de salsinha, cebolinha-verde, salsão e alho-poró


Farinha de mandioca   
Sal e pimenta-do-reino moída na hora a gosto 

Preparo: 


Coelho 
Limpe o coelho, enxugue e corte em pedaços. Reserve alguns ossos para o preparo do pirão. Esfregue os pedaços de coelho com o suco de limão, o alho e o alecrim. Passe tudo para uma vasilha, coloque 200 ml do vinho e deixe marinar nesses temperos por cerca de 2 horas. 
Passe os pedaços de coelho para uma panela, junte o louro, a cebola, um pouco do caldo da marinada e leve ao fogo. Adicione o cheiro-verde, a noz-moscada, o sal e a pimenta. Deixe no fogo até a carne amaciar. Retire o coelho, passe para uma panela de fundo grosso, com a gordura previamente aquecida. Refogue bem, coloque o vinho que sobrou e deixe dourar de todos os lados. 


Pirão
Numa panela coloque os ossos e as aparas do coelho. Junte a cenoura, a cebola, o alho, o tomate e o amarrado de vegetais. Cubra com água e cozinhe até reduzir a 500 ml. Tempere com sal e coe. Retorne ao fogo e derrame a farinha de mandioca aos poucos, mexendo com uma colher de pau, até obter o ponto de pirão mole. Sirva o coelho bem quente, com o pirão, podendo ser acompanhado de feijão tipo tropeiro. 

domingo, 10 de janeiro de 2016

Doña Dominga Reserva Carmenére 2004

Esta semana começamos a degustar alguns vinhos com mais de 10 anos de safra, meio que numa ação de "desapego" neste 2016 que se inicia. Um deles foi o tinto Doña Dominga Reserva Carmenére 2004, da competente vinícola chilena Casa Silva, do Valle do Colchágua. 

Apresentou cor rubi profundo, quase turvo. Os 12 anos de idade apresentou-se timidamente, trazendo ao nariz frutas vermelhas e negras, ameixas pretas, café e um leve tostado. Na boca apresentou a complexidade ideal exigida de um carmenére com taninos macios e elegantes contracenando com retrogosto agradável e de persistência marcante. A acidez estava bem acomodada e a madeira um pouco saliente no palato. Este varietal passou 8 meses em barris de carvalho francês.

Possui 14o de graduação alcoólica e o ideal é ser degustado na temperatura de 18oC.  

O vinho decantou durante 45 minutos.

Combinou muito bem com um ragú de acém e polenta mole para acompanhar. Também pode fazer para a carnes grelhadas, legumes salteados, algumas caças.  


Você encontra vinhos chilenos na Wein Haus, loja especializada em vinhos, localizada na Rua João Pessoa 895, em Santa Cruz do Sul, fone (51)3711.3665 e site www.weinhaus.com.br 

E lembre-se: se beber, NÃO DIRIJA!             


sábado, 9 de janeiro de 2016

Enólogo Dirceu Scottá, assume a presidência do Ibravin


  
Indicado pelas entidades representativas da indústria vinícola ele assume para o biênio 2016/2017



Há 22 anos como enólogo da Dal Pizzol Vinhos Finos, Dirceu Scottá abraça mais um desafio em sua carreira. Aos 41 anos, assume no dia 1º de janeiro a presidência do Conselho Deliberativo do Instituto Brasileiro do Vinho (Ibravin) para o biênio 2016/2017. Scottá estará acompanhado de Oscar Ló, eleito vice-presidente e atual presidente da Federação das Cooperativas Vinícolas do Rio Grande do Sul (Fecovinho).

Scottá, que também comanda a União Brasileira de Vitivinicultura (Uvibra) e já foi presidente da Associação Brasileira de Enologia por duas gestões no período de 2004 a 2007, ressalta que o Ibravin e as demais entidades continuarão a atuar de forma coesa, respeitando as decisões do Conselho de forma democrática e em prol de toda a cadeia produtiva. "Buscaremos a redução da carga tributária, que é alta e nos tira competitividade perante o mundo vitivinicola, assim como a qualificação da matéria-prima para que o produtor tenha melhor remuneração e viabilize a continuidade de seu trabalho na propriedade e grande ênfase na promoção e divulgação da qualidade dos nossos vinhos, sucos e espumantes", aponta.

Eleito, em 2012, Enólogo do Ano pela ABE, Scottá enfatiza que entre os principais desafios para os próximos anos está a busca por maior competitividade do vinho brasileiro no mercado. “Valorizar o nosso produto, viabilizar a atividade vitivinícola desde a produção da uva até a chegada ao consumidor final são ações fundamentais", destaca.


quinta-feira, 7 de janeiro de 2016

Errazuriz Max Reserva Cabernet Sauvignon 2008

Um belíssimo vinho da homônima bodega chilena o Errazuriz Max Reserva Cabernet Sauvignon 2008 – uma homenagem ao fundador Don Maximiano Errazuriz – apresenta cor púrpura brilhante e aromas que trazem frutas silvestres como azedinha, amora, cerejas, framboesa, pimenta, pimentão verde, nota herbácea, especiarias e toque levemente mineral. 

A boca é equilibradissima, com fruta, acidez e madeira integrados, taninos redondos e suculentos, picante em boca, retrogosto agradável e ampla persistência. Um dos melhores CS chilenos provados em 2015!  

Estagia 12 meses em barricas de carvalho americano e francês.

Possui 14% de graduação alcoólica e o ideal e ser degustado entre 16 e 18oC.

Combina com carnes assadas e grelhadas, queijos duros, massas condimentadas e algumas caças.

Você encontra o vinho Errazuriz na Wein Haus, loja especializada em vinhos, localizada na Rua João Pessoa 895, em Santa Cruz do Sul, fone (51) 3711.3665 e site www.weinhaus.com.br  

E lembre-se: se beber, NÃO DIRIJA!                                     



quarta-feira, 6 de janeiro de 2016

provei&curti


“Era um Jantar às Cegas. Vontade de descobrir, de arriscar o novo, de sentir essa experiência sensorial pela primeira vez. Ao chegar o primeiro prato, a total entrega aos sentidos do olfato, audição, tato e paladar. 

O Chef Marcelo Schambeck foi muito criativo na elaboração do menu e nos proporcionou uma surpreendente viagem pelos sabores: sopa fria, língua oriental, bochecha de boi, pachouli, e  a formiga amazônica! Crocante e saborosa sobre um branquinho de colher. 
Pode parecer estranho, mas, comi formiga e gostei! Que ótima experiência! #provei&curti” 

Aline Zagonel, empresária e blogueira, de Porto Alegre


terça-feira, 5 de janeiro de 2016

Top Ten completa 10 anos na Expovinis 2016



Em 2016, entre os dias 5 e 7 de abril, o mundo do vinho terá dois grandes motivos para celebrar: será neste período que São Paulo vai receber a 20ª edição do ExpoVinis Brasil e, na ocasião, o TOP TEN, concurso que integra o principal evento de vinhos da América Latina, irá festejar uma década de existência.


A prova anual mais aguardada por produtores, importadores, enófilos e demais players do segmento tem o importante compromisso de eleger os melhores rótulos do evento em dez categorias: Espumante Nacional, Espumante Importado, Branco Nacional, Branco Importado, Rosado, Tinto Nacional, Tinto Novo Mundo, Tinto Velho Mundo (dividida nas subcategorias ‘Península Ibérica’ e ‘Itália, França, entre outros’), Fortificados e Doces.

Conduzido pelo renomado especialista e consultor do ExpoVinis Jorge Lucki, único membro brasileiro da reconhecida Academie Internationale du Vin, o júri elencado para selecionar os destaques do evento será formado por profissionais expressivos do setor brasileiro de vinhos, como o premiado sommelier-chefe do grupo Fasano, Manoel Beato. “Além dos vinhos escolhidos, outro destaque do Top Ten é a seleção de jurados, com nomes de ‘ouro’ do mundo do vinho, responsáveis por levar ainda mais credibilidade e brilho à prova”, comenta Clélia Iwaki, diretora da feira, que tem organização assinada pela Informa Exhibitions.

Com divulgação programada para a manhã de 5 de abril, primeiro dia do ExpoVinis, o resultado do concurso ganha papel ativo, tornando-se verdadeiro guia para os visitantes que desejam degustar os vinhos escolhidos entre uma infinidade de tintos, brancos, rosés e espumantes das mais de 400 marcas que expõem seus produtos durante os três dias de evento.

De acordo com Lucki, além de ajudar o público a desenhar uma ‘rota degustativa’ altamente relevante, o Top Ten também promove resultados concretos para os vencedores da prova.

“Em 2015, o produtor Georges de la Chapelle vendeu todas as garrafas do Champagne Georges de la Chapelle Nostalgie, que arrematou a categoria de Espumante Importado do concurso”, comenta o especialista.

Reconhecida por seu amplo alcance e dimensão no mercado latino-americano de vinhos, o ExpoVinis Brasil tem entre suas principais metas difundir a informação através de ferramentas que criam oportunidades para os profissionais do setor e que aprimoram o conhecimento do público apreciador da bebida. “Juntos, conseguiremos estimular e fomentar o mercado do vinho de forma constante e inovadora”, conclui Clélia.