terça-feira, 20 de março de 2012

Nacionais e importados numa mesma prateleira

Hoje estarei acompanhando a inauguração do Enoespaço Viapiana, na região dos Altos Montes, em Flores da Cunha, que será casa da Porto Mediterrâneo Wine Store - de Balneário Camboriú - loja com quase 200 rótulos de vinhos de seis países dividindo prateleira no coração de uma das regiões produtoras do Brasil.

A loja, que tem inauguração programada para o dia 20 de fevereiro, ocupará boa parte dos 600m² da bela arquitetura do Enoespaço. Além de comprar e degustar vinhos do Brasil, Argentina, Chile, Portugal,Espanha, França e Itália, os visitantes ainda terão a sua disposição aperitivos, servidos no wine bar, e uma ampla variedade de utensílios destinados ao serviço do vinho. No Enoespaço ainda estão uma sala de
degustações e um restaurante, que receberão eventos e cursos de degustação para grupos fechados.

De quarta a sábado a Porto Mediterrâneo Wine Store e o Enoespaço ficam integrados ao roteiro de visitações à vinícola. Além de desfrutar das belas paisagens e vinhos servidos no local, turistas poderão conhecer os vinhedos da vinícola, o processo de fabricação e as caves, recentemente inauguradas.

A união entre Viapiana e Porto Mediterrâneo vai transpor as barreiras da loja e se estender até a comercialização dos produtos da vinícola em todo o país. A partir de março a importadora catarinense será a responsável por comercializar e distribuir os produtos da vinícola por uma ampla rede de restaurantes e lojas especializadas em todo o território nacional.

segunda-feira, 19 de março de 2012

Casa Silva Reserva Sauvignon Blanc 2010

Os vinhos brancos refletem jovialidade, pois na sua maioria são vinhos elaborados para consumo rápido, com um ou dois anos de garrafa, mostrando-se refrescantes e ideais para acompanhar desde saladas e entradinhas até mesmo algumas sobremesas. Um belo exemplar é o chileno Casa Silva Reserva Sauvignon Blanc safra 2010, vinho de coloração amarelo-palha com nuances esverdeados, aroma bastante floral e elegante e com notas cítricas de abacaxi, pomelo e damasco. Na boca, mostra-se surpreendente, mineral e fresco, com acidez correta e paladar equilibrado, resultando num vinho refrescante e agradabilíssimo de ser degustado. Harmoniza bem com saladas, peixes de carne firme, alguns queijos e até mesmo com massas com molhos brancos não muito condimentados. Ideal ser servido na temperatura de 8 a 10°C e possui graduação alcoólica de 13%.

O berço da Sauvignon Blanc entre tantas outras também é a França, tendo destaque nas regiões de Bordeaux e Vale do Loire. Tal casta espalhou-se para o Novo Mundo e para as regiões do planeta migradas se estabeleceu com particularidades próprias de terroir. Na América do Sul, no Chile, traduz-se em vinhos delicados, leves e agradáveis. Mas teve uma performance magnífica na Nova Zelândia, que virou uma espécie de referência mundial em Sauvignon Blanc, tal a classe dos brancos produzidos com esta uva no país, onde hoje há mais de 2.000 hectares ocupados. Além de conseguir uvas com excelente tipicidade e grau de amadurecimento, os produtores locais inovaram, fermentando e maturando seus Sauvignon Blanc em barris de carvalho, como já se fazia com a Chardonnay em outras partes do mundo.

O vinho elaborado com Sauvignon Blanc oferece ao nariz aromas de frutas tropicais, como maracujá e abacaxi, ou ainda de melão e pêra. Os brancos mais leves, como os Sancerre, Pouilly Fumé e chilenos, combinam à perfeição com peixes de sabor menos acentuado, entradas suaves, queijos feitos com leite de cabra. Já os grandes Bordeaux e os melhores da Nova Zelândia, bem estruturados e untuosos, fazem ótima companhia a patês, camarões, lagostas e frutos do mar preparados com molhos de sabor mais pronunciado.

E lembre-se: se beber, NÃO DIRIJA!

domingo, 18 de março de 2012

Salada Grega

Quero dizer a todos os não apreciadores de salada que esta categoria da gastronomia não se resume apenas a alface, tomate e cebola escaldada em água quente. As saladas podem compor um leque extenso de opções em qualquer jantar, recepção ou descontraído bate-papo com amigos. No preparo de uma boa salada pode-se usar um mix de verdes, frutas, queijos, legumes grelhados, molhos à base de mel, mostarda, limão, geléias e iogurtes. Também a utilização de carnes como rosbife, suíno e frango e até frutos do mar – o coquetel de camarão, por exemplo, não deixa de ser uma salada – no preparo tornam um simples antepasto numa refeição quase completa. Em minha casa principalmente aos finais de domingo – após os inveterados churrascos do almoço - ou nos áureos dias de verão, a salada é o prato principal, acompanhada de sucos, espumantes, vinhos brancos ou mesmo água com gás e por vezes chamam muita atenção aos que por lá transitam, ferrenhos defensores dos carboidratos. E como uma das principais notícias vindas da Europa nestes últimos meses refere-se a Grécia - boas ou ruins! - é a receita da Salada Grega com pitadas tupiniquins que segue adiante, acompanhe:



Ingredientes:
(para 4 pessoas)

Um maço de folhas de hortelã
Um maço de rúcula
100g de queijo feta ou tipo labned (na falta destes, iogurte natural)
Sementes de uma romã pequena
300g de berinjela cortada em fatias bem finas
Meio dente de alho picado finamente
3 colheres de sopa de azeite de oliva
Pimenta branca

Preparo:

Aqueça metade do azeite de oliva em uma frigideira antiaderente e disponha o alho. Assim que liberar o aroma, junte as berinjelas fatiadas e deixe fritar bem de um lado (em torno de um minuto ou até a berinjela ficar dourada), junte o restante do oliva, tempere com sal e vire o outro lado por mais um minuto. Reserve. Lave bem a rúcula e o hortelã e seque bem. Disponha a berinjela formando um colchão, junte aleatoriamente as folhas verdes, quebre com a mão minúsculos pedacinhos de queijo e polvilhe por cima assim como as sementes de romã. Tempere com boa quantia de azeite de oliva e sal. O vinagre pode afetar a harmonização destes sabores conjugados, por isso não recomendo o seu uso.

quinta-feira, 15 de março de 2012

Mulher, te quero quase menina

Menina mulher, já dizia o poeta desconhecido: "todas as mulheres deviam ser meninas”.
Mulher menina, mistura perfeita para ser desejada.
Mulher, postura firme, imponente, mas o melhor mesmo, é quando nas horas certas, se deixa, se permite, sentir a menina que tem dentro de você.
Mulher desejada, amada, se protege, difícil de entender, mas sabe que me deixa doido, quando menina se permite ser.
Menina mulher, nas suas mãos, homens pensamos ser, mas na verdade, garotos somos, frágeis, impulsivos ao poder, que tanto nos faz enlouquecer. Enlouquecer de amor, de fazer e jamais cansar de querer.
Depois de muitas travessuras, um merecido descanso as voltas dos meus braços, menina volta a ser, e me permite pensar que tive o poder de fazer você se sentir mulher
...
Mulher menina: lhe apresento a cozinha!
Não aquela que assusta e brota trabalho em biz
Mas a cozinha que te faz brincar
Teu preparo surpreende
Sem deixar de ser

Junte à vida doces temperos, quiçá, salgadinha
Sirva a mim homem, menina mulher, a tua vivacidade e seja feliz,
Suspiro só de imaginar
entende
Pois - e se der - apenas quero lhe ter.

Um pequeno poema recebido de bom agrado para as grandes, maravilhosas e belas mulheres e, é claro, uma receitinha tirada da coleção “A Grande Cozinha” da Editora Abril, para você: o Gelo de Melancia ao Chocolate



Ingredientes:
(para 2 pessoas)
Meio quilo de melancia
20g de maisena
20g de açúcar
Meia colher de chá de canela em pó
30g de chocolate em barra
Flores e folhas de jasmim para decorar

Preparo:
Rapar o chocolate com o ralador grosso. Retirar a polpa da melancia com uma faca afiada eliminando as sementes e bater no liquidificador. Em uma tigela dissolver a maisena com duas colheres de sopa polpa da melancia, juntar o açúcar e misturar tudo. Colocar o composto numa panela, adicionar a polpa de melancia restante e levar ao fogo médio. Cozinhar por cerca de cinco minutos misturando sempre até o composto ficar encorpado. Retirar a panela do fogo e acrescentar a canela. Misturar bem e deixar esfriar. Despejar o composto numa fôrma e levar ao freezer por pelo menos quatro horas, mexendo a cada hora. Pouco antes de servir, retirar o gelo de melancia do freezer e assim que amolecer, dividir em taças. Salpicar com as raspas de chocolate e guarnecer cada porção com as flores e folhas de jasmin.

terça-feira, 13 de março de 2012

Delas Freres Saint-Esprit 2008 – Côtes-du-Rhône

Os vinhos franceses muitas vezes assustam aos degustadores amadores por terem em seu âmago o DNA da história do vinho, pois a França pode ser entendida como o berço desta magnífica bebida. Das suas barricas saíram rótulos-ícones até hoje imbatíveis e de sua tradicional dupla borgonha-bourdeaux as referências para a produção no Novo Mundo. O vinho comentado de hoje é o francês Delas Freres Saint-Esprit 2008 – Côtes-du-Rhône, de excepcional relação custo-benefício por se tratar de um exemplar que cravou 90 pontos na avaliação de Robert Parker. Trata-se de um assemblage composto de 90% Syrah e 10% Grenache. Apresenta Cor rubi, límpido, com lágrimas rápidas e numerosas. No nariz é frutado trazendo os aromas tradicionais da Syrah de violeta e framboesas e lembrando morango e tutti-frutti, além de algo mineral e especiarias. Na boca é ligeiro, médio corpo, leve amargor mas muito fácil de beber, com taninos macios e agradáveis. Possui 13% de graduação alcoólica e ideal ser bebido na temperatura de 18°C. Ideal para harmonizar com a culinária provençal, carnes de caça e grelhados.

Resumidamente a CÔTES-DU-RHÔNE - o Vale do Ródano - fica localizado no sudeste da França, produz vinhos há mais de 500 anos e é caracterizada pelo cultivo da Syrah, Grenache, Mourvèdre, entre outras tintas; e Roussane, Marsanne e outras variedades brancas. É dividida entre norte e sul. Na parte norte da região, a única variedade tinta permitida é a Syrah, sendo esta a estrela dos grandes vinhos de Hermitage, muito estruturados e que devem ser guardados em torno de 10 anos, antes de degustados. Côte-Rotie é outra sub-região ao norte, onde a Syrah também é a principal uva, mas a Viognier, variedade branca, pode fazer parte da composição do vinho tinto, proporcionando mais finesse e aromas florais ao vinho. Ao sul do Rhone, 23 uvas podem entrar na composição dos vinhos. Os vinhos regionais são chamados de Côtes du Rhone e são vinhos frutuosos e de corpo leve, com pouca acidez e taninos suaves, no caso dos tintos. Os brancos são pouco produzidos e não muito comuns. Já o Châteauneuf-du-Pape – subregião de maior prestígio – tem suas principais variedades entre a Grenache, a Mourvedre e a Syrah, apesar de seus vinhos serem uma mistura de até treze variedades. Os melhores têm corpo pleno, alto teor alcoólico e são bastante complexos, chegando a envelhecer por quinze ou vinte anos. Os mais acessíveis são menos complexos, mais frutuosos e mais macios.

E lembre-se: se beber, NÃO DIRIJA!

segunda-feira, 12 de março de 2012

Mil e uma noites

O hotel mais caro e luxuoso do mundo, o Burj al Arab, é uma das tantas atrações de Dubai. Com mais de 320 metros de altura (é mais alto que a Torre Eiffel) levou quatro anos para ficar pronto ao custo de US$ 6 bilhões. O prédio, em formato de um veleiro, compreende um heliponto no 28° andar e um restaurante panorâmico semi-suspenso no ar, com uma vista única sobre o deserto, tornando-se um ícone de referência na paisagem de Dubai.


Fica numa ilhazinha em Jumeira Beach, praia dos milionários, ligado ao continente por uma ponte. Para entrar, só sendo hóspede, e o cliente escolhe: chegar de helicóptero ou de limusine Rolls-Royce Silver Seraph. No hall, uma fonte que lança um jato de água a mais de 60 metros de altura dentro do átrio, funciona numa coreografia sincronizada, iluminada à noite por luzes coloridas. De cada lado, aquários altíssimos, com peixes de água salgada, fazem às vezes de parede. Dentro, o dourado domina: nos mosaicos dos pisos e das paredes, nas largas molduras de quadros e de elevadores, nos metais, nos detalhes e nos objetos decorativos. Tudo o que brilha é banhado a ouro. O luxo é evidente neste que ostenta o mérito de ser considerado um hotel "7 estrelas".

O Burj al Arab não tem quartos, conta somente com 202 suítes duplex de luxo com um serviço inteiramente personalizado para cada cliente. Além de toda esta pomposidade, os clientes podem escolher entre sete fantásticos restaurantes. Entre eles, o Al Mahara, um restaurante submarino onde o jantar é acompanhado de um autêntico ambiente marinho, com tubarões, corais e outras espécies; e o Al Muntaha que dá a sensação de estar suspenso no ar. E é lembrando este belíssimo hotel que nomeamos o canapé apresentado hoje que, ao contrário do luxo acima descrito, é simples mas com um design também inspirador. Segue a receita do Canapé Burj al Arab!



Ingredientes:
(para 20 canapés)

20 torradinhas de canapé
um pote de cream cheese (200g)
150 g de queijo camembert
fio de azeite de oliva
cheiro verde desidratado

Preparo:

A montagem dos canapés é muito fácil, não exigindo nenhum esforço no preparo. Passar sobre cada pãozinho um fio de azeite de oliva e em seguida colocar um pouco de cream cheese sobre cada torradinha com uma generosa colher de chá. Cortar o queijo camembert em lascas e acomodar delicadamente sobre o cream cheese. Por fim salpicar o cheiro verde e servir.

sexta-feira, 9 de março de 2012

Koyle Syrah Reserva 2008

Provei na semana passada um belo exemplar chileno o qual não conhecia e que chamou positivamente a minha atenção: o Koyle Syrah Reserva 2008 da região do Alto Colchágua. Elaborado 100% com uvas da casta syrah é um vinho de cor púrpura, fechado mas brilhante, com lágrimas lentas e densas. Aroma frutado lembrando azedinha e cassis, chocolate, passas, amêndoa, avelã e tostado de seu estágio em barrica de carvalho – 60% d vinho amadureceu 9 meses em barricas de carvalho francês. Paladar equilibrado, aveludado e de boca persistente com final saboroso, aberto e duradouro. Pode harmonizar muito bem com carnes vermelhas, queijos maduros e molhos encorpados. Seu irmão, o Koyle Royale Syrah cravou 91 pontos de Robert Parker na safra 2009. Possui 14% de graduação alcoólica e ideal ser servido na temperatura de 16°C.

Aguinaldo Z. Albert, ilustre conhecedor de vinhos, tece o seguinte comentário sobrte a uva syrah:

"A Syrah se destaca como uma das grandes uvas que chegaram aos nossos dias. É notável a qualidade dos vinhos que com ela se elabora tanto no sul da França quanto em outras regiões do mundo, notadamente na Austrália, onde se adaptou maravilhosamente e ganhou o nome de Shiraz.

A origem desta uva tinta majestosa, capaz de produzir vinhos longevos e de grande qualidade, é bastante controversa. Alguns acreditavam que sua origem era siciliana, tendo emprestado seu nome da cidade de Siracusa.

Mais recentemente duas hipóteses disputam a maioria de seus adeptos. Há os que acreditam que esta cepa tenha sido trazida por cavaleiros cruzados da antiga Pérsia (hoje Irã) para o sul da França, seu nome se originando da cidade de Shiraz, termo utilizado hoje pelos australianos para designar a uva.

A hipótese que vem ganhando maior corpo é a de que se trata de uma uva autóctone do Ródano, descendente da vitis allobrogica, produzindo vinhos finos na região desde os tempos da dominação romana, como menciona o próprio Plínio em suas obras.

Uva tinta majestosa, que envelhece até por meio século, ela reina absoluta na região mais setentrional do Rhône. Os crus mais reputados elaborados com ela são o Côte-Rotie, Saint-Joseph, Hermitage, Crozes-Hermitage, Cornas e Saint-Péray.

Ela entra também na elaboração dos vinhos do sul do Rhône, mas cortada com a Grenache (principal tinta da região), a Mourvèdre, a Marsanne e a Cinsault. Portanto, presente nos Châteauneuf-du-Pape e Gigondas, dentre outras denominações regionais.

Muito bem adaptada aos climas quentes, como o mencionado sul da França, teve uma excelente adaptação em terras australianas, para onde foi levada em 1832 por James Busby . Ali foi usada durante muito tempo para cortes triviais, mas houve um sensível aumento na produção de vinhos de alta qualidade, especialmente de antigas vinhas em Barossa Valley. Hoje com ela se produz os mais notáveis vinhos da Austrália, como o legendário Grange (ex Hermitage), da Penfolds.

É curioso que esta uva só tenha ganho o resto do mundo após 1970, sendo notável também seu aumento de plantio fora da região do Rhône, na própria França, notadamente no Languedoc-Roussillon, e também em outras regiões da Austrália, como Hunter Valley (New South Wales), Padthaway e Victoria.

Outros países têm cedido espaço para o plantio desta uva excepcional com ótimos resultados, como a Itália, África do Sul (onde é denominada Shiraz) e Argentina. Nos Estados Unidos, a Syrah está vivendo um acréscimo de qualidade, o que lhe confere o apelo dos primeiros tempos da Pinot Noir, da Zinfandel e da Merlot, podendo também se mostrar mais fácil de ser cultivada e vinificada do que as outras tintas, à exceção da Cabernet Sauvignon.

Crescendo bem em inúmeras áreas, produz vinhos complexos e distintos, escuros, alcoólicos e com aromas e sabores de especiarias. Apesar da boa presença de taninos -- o que lhe dá boa capacidade de envelhecimento -- são vinhos podem ser bebidos com grande prazer desde a juventude graças à rotundidade e doçura destes taninos.

Aromas e sabores mais presentes: especiarias (pimenta-do-reino preta), frutas escuras maduras (framboesa negra, groselha negra, amora), alcaçuz, couro, caça e alcatrão, além dos "empireumáticos" (tostado e defumado). Além desses, são mencionados aromas de gengibre e chocolate, notas florais (violeta) e, em algumas regiões da Austrália, um toque discreto de hortelã.

Apesar de idênticas no aspecto vitivinícola, resultam diferentes no sabor devido à diferenças de terroirs e vinificação. A australiana é mais doce e madura, sugerindo chocolate; a francesa dá um vinho mais sabendo a pimenta e especiarias".

E lembre-se: se beber, NÃO DIRIJA!