quinta-feira, 13 de março de 2014

Panna Cotta de Frutas Vermelhas


Da Itália para o mundo!

 
A receita desta semana sugere uma belíssima sobremesa para acompanhar um bom almoço ou jantar. A Panna Cotta originou-se na região de Langhe, no Piemonte no noroeste da Italia onde dizem, teria sido criada por uma senhora de origem húngara no início do século XX. De lá para cá a Panna Cotta criou asas e se espalhou pelo mundo sendo encontrado variações nas mesas da Grécia, França, Inglaterra e Brasil.  O tradicional modo de preparo é o mesmo em qualquer lugar, numa mistura que leva creme de leite, gelatina e leite. A seguir a receita da Panna Cotta de Frutas Vermelhas.

 


Ingredientes:

Panna cotta       


300ml de creme de leite

200ml de leite

90g de açúcar

5g de gelatina

1 fava de baunilha 

50g de chocolate meio-amargo ralado

 

Calda de frutas vermelhas


200g de frutas vermelhas congeladas

50g de açúcar

1 colher (sopa) de vinho do Porto 

            

Preparo:


Cortar a fava de baunilha ao meio raspando seu interior e colocar em uma caçarola junto com o leite, o creme de leite e o açúcar. Aquecer sem deixar ferver, e acrescentar a gelatina já hidratada em água. Colocar a mistura em forminhas e levar à geladeira por cerca de 4 horas. Na hora de servir, retirar da geladeira, aquecer as forminhas em água quente, desenformar e cobrir com a calda. Para a calda de frutas vermelhas, aquecer todos os ingredientes juntos, até formar uma calda ligeiramente espessa.

quarta-feira, 12 de março de 2014

Chateau Berne Romance Rosé 2012


Tenho verdadeira adoração pelos vinhos rosés!  Talvez pela sua flexibilidade em transitar com conforto pelas mais diversas harmonizações, pois ele vai bem com frutos do mar – com salmão, então, talvez seja um dos casamentos mais perfeitos – com carnes brancas, canapés e algumas carnes vermelhas assadas e magras – o cordeiro abraça muito bem um rosé persistente e mineral.

Provei o Chateau Berne Romance Rosé 2012, produzido na Provence a partir de um corte idêntico das uvas Cinsault e Grenache.  É um vinho de personalidade mesmo com uma sutileza aromática inicial a sua persistência em boca é notável.

Possui cor ocre pálido, com reflexos alaranjados. Seu aroma é bastante mineral – inicialmente fechado – trazendo mamão, maçã, goiaba, acerola, avelã e frutas passadas e após uma elevação da temperatura, traz uma citricidade interessante. Em boca a acidez é bem presente assim como um amargor mas que não desequilibra. Tem uma puxada tipo banana verde com goiaba e acerola repetindo o nariz, bastante mineralidade e frescor e um toque tostado de final de boca (mesmo sem passagem por madeira ele traz esta impressão).


É muito persistente e tem um retrogosto amargo. Possui rolha de vidro, pouco usual.   

 
Possui 12,5% de álcool e ideal ser consumido na temperatura de 8oC

Você encontra o Berne Romance na Wein Haus, loja especializada em vinhos, localizada na Rua João Pessoa 895, em Santa Cruz do Sul fone 51.3711.3665 e site www.weinhaus.com.br.

E lembre-se: se beber, NÃO DIRIJA
 
 
 

terça-feira, 11 de março de 2014

Mestre-Cervejeiro.com dá dicas para o Saint Patrick's Day


Com as dicas do sommelier de cervejas, Daniel Wolff, e com as cervejas especiais disponíveis nas lojas da Mestre-Cervejeiro.com, é possível comemorar em casa, com a família e os amigos, e sentir o gosto da  tradicional festa irlandesa que ocupa os bares e pubs no dia 17 de março.
 
 
O St Patrick’s Day é uma festa irlandesa que desde 1996 vem se espalhando pelo mundo. As tradições do St Patrick's Day são o trevo de três folhas - Segundo o folclore irlandês, São Patrício utilizava o trevo de três folhas para representar a Santíssima Trindade: Pai, Filho e Espírito Santo e a cor verde - A cor associada a São Patrício é o azul. Porém, devido as paisagens da Irlanda – predominantemente verde – e pelo uso do trevo, a cor foi escolhida para simbolizar a festa.
Começou para homenagear o santo padroeiro da Irlanda e ano a ano ganha mais adeptos e não apenas nos países de língua inglesa. No Brasil, por exemplo, já há inúmeros bares e outros eventos programados para, no dia 17 de março, comemorar o St Patrick’ s Day vestido de verde e com muita cerveja, “bebida oficial” do evento.

Segundo o sommelier de cervejas Daniel Wolff, da rede franquias Mestre-Cervejeiro.com, a cerveja mais consumida durante a festa é a famosa Guinness do estilo Irish Dry Stout.  Mas, diz ele, “todo bom cervejeiro prefere a diversidade e, por isso, a English Pale Ale e Irish Red Ale também são boas pedidas”.
Para entrar no clima das comemorações do padroeiro da Irlanda, Wolff ainda sugere  harmonizar esses estilos  com  pratos típicos servidos nos pubs irlandeses e ingleses, como o fish’n’chips,  peixe empanado acompanhado de batatas fritas rústicas que vai muito bem com English Pale Ale. “Ostras também harmonizam perfeitamente bem com Irish Dry Stout, tanto que na Irlanda há um festival anual de Guinness x Ostras”, lembra Wolff.
Já aqueles que gostam de coquetéis, o sommelier de cervejas da Meste-Cervejeiro.com conta que as preferências no St Patrick’s Day são os drinks Black’n’Tan e Irish Car Bomb. O primeiro é feito com Guinness (Irish Dry Stout) e Bass (English Pale Ale). Já o Irish Car Bomb leva Guinness, Baileys (licor de whiskey irlandês) e Jameson (whiskey irlandês).  Outra dica para ninguém ficar de fora do St Patrick’s Day é adicionar corante de alimentos ou algumas gotas de Curaçau Blue a uma cerveja especial e obter a cerveja verde, carro chefe das famosas festas e festivais em homenagem a São Patrício.
Para comemorar o dia de São Patrício em grande estilo, basta passar em uma das lojas da Mestre-Cervejeiro.com, espaços completos para quem gosta de cervejas especiais, artesanais, importadas e, principalmente, da cultura cervejeira.
 
 

quinta-feira, 6 de março de 2014

Risoto de Carne de Sol, Queijo Coalho e Moranga Cabotiá


 
Sob influência européia, africana e indígena a culinária nordestina é bem variada. Com um toque gaúcho, sugeriu uma simpática e saborosa receita

 
Se fosse possível resumir a grandiosidade da gastronomia brasileira em poucas palavras, poderíamos dizer que seria como um continente repleto de inúmeros países cada qual com uma formação sociocultural diversa miscigenado pelo triângulo - colonizadores, índios e escravos, que resultou numa autêntica culinária rica e saborosa. Podemos encaixar nesta magnitude a gastronomia nordestina, alocada por um sem número de receitas, preparos, ingredientes e origens de muita presença da mão negra, índia e cabocla, de paladares majestosos e apresentações coloridas e marcantes. Além dos índios e negros, os colonizadores portugueses e holandeses trouxeram muito de sua cultura alimentar para este pedaço de Brasil. Sempre que encontro ingredientes tradicionais daquela cozinha, preparo alguns ensaios e provações, como este Risoto de Carne de Sol, Queijo Coalho e Moranga Cabotiá cuja receita estende-se a seguir. 

 
Ingredientes:
(para 4 pessoas)

 
2 xícara de arroz arbóreo ou carnaroli

3 colheres de manteiga

Uma taça de vinho branco seco

500g de carne de sol desfiada e dessalgada

250g de moranga cabotiá  

Uma cebola média picadinha

150g de queijo coalho cortado em cubos

Um dente de alho picadinho

Meia xícara de salsinha picada

Um cubo de caldo de carne diluído em 6 xícaras de água fervente

Meia xícara de queijo parmesão ralado

3 colheres de sopa de azeite de oliva extra virgem

Endro desidratado e broto de alfafa para decorar

Pimenta preta moída e sal a gosto

 

Preparo:

Descascar e cortar a moranga em cubos de cerca de 1 cm e reservar. Numa panela aquecer duas colheres de azeite de oliva e uma de manteiga e em fogo médio refogar a carne de sol, a cebola e o alho. Juntar o arroz e a moranga e refogar por um minuto, mexendo. Regar com o vinho branco e cozinhar até evaporar parte do líquido e aos poucos ir adicionando o caldo de carne mantendo encharcado o preparo, que leva cerca de 20 a 25 minutos para que o arroz fique “al dente”.  Juntar a salsinha, o queijo coalho e adicionar pimenta preta e sal. Desligar o fogo e juntar a manteiga restante e o queijo parmesão. Misturar bem, tampar a panela e deixar descansar por aproximadamente três minutos, o que finalizará o cozimento do arroz. Servir o risoto em seguida, regando com um generoso fio de azeite de oliva, decorado com o endro e os brotos de alfafa.


Você sabia:
 

Há diferenças entre os tipos de carne salgada preparadas no Brasil. Carne de sol, carne seca e charque são primos com semelhanças, mas particularidades. O charque possui uma quantidade de sal maior; a carne seca é semelhante à de sol, mas com menos sal. O charque é típico gaúcho e possui maior percentual de gordura. O modo de preparo é semelhante ao da carne seca. Porém, fica exposto mais tempo e recebe maior quantidade de sal. Na medida em que vai desidratando, solta um líquido. Retira-se o cloreto de sódio e repete-se esse processo por dois dias. Depois, vai para secagem por cinco. Todo o ciclo dura dez dias. A carne de sol é nordestina e precisa de clima seco para ser preparada, pois assim a carne enxuga rapidamente e forma uma espécie de casca rígida por fora, mantendo a umidade por dentro. O procedimento é feito em locais cobertos e ventilados. Ao contrário da carne seca e do charque, a de sol não precisa ser dessalgada, pois recebe uma quantidade bem reduzida de sal refinado. Apesar de mais macia, a durabilidade é menor. A partir dela é possível também fazer carne seca.  
 
 
 

quarta-feira, 5 de março de 2014

Família Irurtia Km.0 Cuvée Gran Reserva Edición Limitada 1913 - 2013


Família Irurtia Km.0 Cuvée Gran Reserva Edición Limitada 1913 - 2013  

Este vinho é um lançamento comemorativo as cem vindimas da vinícola Irurtia, tradicional bodega uruguaia de vinhedos plantados na região de Carmelo. Trata-se de um assemblage com percentuais secretos e que contém diferentes safras, tendo em seu maior percentual Tannat 2008 que traz corpo e estrutura; um aporte de Marselan 2011 e um Cabernet Franc 2011.
Bastante encorpado mas com a tradicional característica de frescura e suavidade dos cortes de Marselan e Cabernet Franc.
Possui cor rubi violáceo profundo com lágrimas médias e lentas. Apresenta aroma bastante frutado trazendo framboesas, amoras, morango, mirtilo e violetas.
 
Em boca é perfeito, sedoso, saboroso, redondo, frasco e equilibrado, levemente alcoólico (13,9% de álcool) no início mas perfeitamente harmonizável.
Harmonizou muito bem com cordeiro na brasa complementado de vegetais grelhados.
Mais um presente recebido do embaixador do vinho uruguaio no Brasil, o jornalista e sommelier Daniel Arraspide.
 
Você encontra vinhos uruguaios na Wein Haus, loja especializada em vinhos, localizada na Rua João Pessoa 895, em Santa Cruz do Sul fone 51.3711.3665 e site www.weinhaus.com.br. 
 
E lembre-se: se beber, NÃO DIRIJA!
 
 

segunda-feira, 3 de março de 2014

Chandon Passion no Carnaval 2014



 
Neste Carnaval, a Chandon propõe uma nova forma de consumo para a combinação mais irreverente já criada pelos enólogos da marca: Passion com dois cubos de gelo para um paladar ainda mais surpreendente. Os aromas frutados da bebida que lembram o maracujá, o pêssego, a lichia e o jambo com toques florais de rosas quando servidos com gelo, ganham mais suavidade, delicadeza e frescor. A sugestão fica perfeita, principalmente no verão. Este sensual espumante, de sutis tons rosados e uma cor levemente salmão, é um "assemblage" original e ousado das variedades Malvasia de Cândia, Moscato Canelli e Pinot Noir.  

Sobre a Chandon:

Chandon, a grife de referência dos espumantes naturais, pertence ao grupo de luxo francês LVMH - Moët Hennessy Louis Vuitton. A marca foi introduzida no Brasil em 1973, quando a maison Moët & Chandon, de Epernay, buscava os melhores "terroirs" do mundo para hospedar suas quatro unidades de vinhedos e adegas. Garibaldi, na Serra Gaúcha, foi uma das escolhidas. As outras unidades estão instaladas em Mendoza, na Argentina, em Napa Valley, na Califórnia (EUA), e em Melbourne, na Austrália. Graças a sua filosofia de elaboração, baseada há mais de 260 anos em aprimorar a produção de uvas e estimular a dedicação, paixão e criatividade de seus enólogos, a Maison Moët & Chandon colocou a Serra Gaúcha e o Brasil no mapa dos melhores lugares do mundo para elaboração de espumantes de qualidade superior. Em seu catálogo de produtos estão os espumantes Chandon Réserve Brut, Chandon Brut Rosé, Chandon Riche Demi-Sec, Chandon Passion, Excellence Brut e Excellence Rosé.