segunda-feira, 3 de fevereiro de 2014

Notícias da Vindima no Rio Grande do Sul

A Vindima começou! Em todo o RS as vinícolas e prestadores de serviços co-afins deram as boas vindas aos turistas, imprensa. especialistas e convidados.  
 
 
- Guatambu inicia vindima e lança programação especial para o período da colheita de uvas

 
Vinícola de Dom Pedrito iniciou a vindima no dia 20 de janeiro e pretende colher mais de 15 hectares até o final de março

A Guatambu Estância do Vinho, de Dom Pedrito, RS, iniciou a vindima 2014 no dia 20 de janeiro. A primeira semana de colheita foi dedicada às uvas Chardonnay, Gewürztraminer e Pinot Noir, apresentando excelentes resultados, com frutas de ótima sanidade e equilibradas em termos de concentração de açúcar, pH, acidez e aromas.

Foram colhidos, ao total, cinco hectares que renderam 56 toneladas. “São uvas que serão destinadas à fabricação de nossos espumantes Guatambu Nature, Extra Brut, Rosé e Poesia do Pampa”, frisou Gabriela Hermann Pötter, enóloga da vinícola. Para preservar a qualidade, todas as uvas antes de serem processadas, permaneceram por no mínimo 12 horas em câmara fria, e após foram prensadas com cachos inteiros na Prensa Pneumática Inertys Bucher, nas instalações da vinícola.

Parte das uvas Pinot Noir, Gewürztraminer e Chardonnay seguem amadurecendo e serão colhidas para elaborar vinhos varietais, quando estiverem com potencial alcoólico em torno de 13%. Além disso, até final de março, a Guatambu pretende colher todas as uvas tintas, das variedades Cabernet Sauvignon, Tannat, Merlot e Tempranillo, que totalizam 15 há.
 

 
A novidade desta safra é a possibilidade de turistas e visitantes participarem da colheita da uvas, algo inédito na Região da Campanha. Estão programados dois eventos, um em fevereiro e um em março, ambos nos dias 16 dos respectivos meses, quando os interessados terão a oportunidade de experimentar a vindima e participar do processo produtivo do vinho. O programa, intitulado “Um domingo de Vindima na Guatambu”, contempla também tour por todas instalações da vinícola e culmina com almoço harmonizado, um típico assado na parrilla a ser apreciado com a degustação de vinhos e espumantes da cantina. É necessário prévio agendamento, pois as vagas são limitadas, através do email: visita@guatambuvinhos.com.br ou pelo telefone 53 3243 3295.

 
- Abertura oficial da vindima, realizada no sábado, reuniu visitantes de diversas regiões do país
 

Diversos sotaques embalaram a Abertura Oficial da Vindima no Vale dos Vinhedos no sábado, 1º de fevereiro, no Salão da Comunidade 8 da Graciema. Brasileiros de diversas regiões do país reviveram as festas de antigamente com a folclórica pisa das uvas, a fé dos imigrantes, a mesa farta regada a vinhos e espumantes das vinícolas que integram o roteiro e a alegria da música e dos jogos típicos. Esta é a sexta safra celebrada pelo Hotel Villa Michelon com o apoio da Associação dos Produtores de Vinhos Finos do Vale dos Vinhedos (Aprovale).

As soberanas do Vale dos Vinhedos, Sabrina Batistello, Patrícia Bresolin e Daiane Scopel abriram a pisa das uvas, que foi seguida pelo diretor do Hotel Villa Michelon, Moysés Michelon, e pelo presidente da Aprovale, Juarez Valduga, além de turistas que entraram na brincadeira. O momento foi harmonizado pelo Coral Santa Cecília, de Venda Nova dos Imigrantes (ES), que participou voluntariamente do evento com 30 dos seus 40 integrantes.

Além da alegria sempre presente no evento, a religiosidade, que faz parte do cotidiano de quem mora no Vale dos Vinhedos, também integrou a programação com uma celebração religiosa conduzida pelo padre Francisco Andognini. O filó italiano teve a apresentação dos corais Vale dos Vinhedos, Terra Nostra, Casa das Artes, além de Jatir Dequigiovanni e da Orquestra de Gaitas de Santa Tereza. O Grupo Náni, de Farroupilha, também participou do evento, regado a vinhos, espumantes e suco de uva de associados à Aprovale (Angheben, Battistello, Casa Valduga, Dom Cândido, Don Laurindo, Famiglia Tasca, Gran Legado, Larentis, Milantino, Miolo, Peculiare, Pizzato e Suvalan).
 

 
As ilhas de vinhos e espumantes foram acompanhadas por mesas com produtos coloniais como pão caseiro, copa, queijo, salame, grostoli, cuca e a fruta da estação: uva. A interação ficou por conta dos tradicionais jogos típicos como a mora e a bisca, além do jogo de damas de vinho, em que as peças são taças de vinho branco e tinto. Para completar, uma mostra do artesanato da região.

A Vindima no Vale

A rotina no Vale dos Vinhedos de janeiro até meados de abril se repete diariamente num vai e vem de caixas e cestos cheios de uvas de diversas variedades, que saem carregados dos vinhedos até às cantinas. É quando inicia o processo de elaboração dos vinhos e espumantes das vinícolas que integram o roteiro. Muitos desses rótulos estarão exibindo a marca da Denominação de Origem Vale dos Vinhedos, única no Brasil no setor de vinhos.

A colheita da uva no Vale dos Vinhedos representa mais de 3 milhões de quilos de uvas viníferas, o que corresponde a um terço da produção anual de 12 a 14 milhões de garrafas de vinhos finos e espumantes, além de suco e outros derivados de uva. O restante da uva vem de vinhedos de outras regiões.

A produção do Vale dos Vinhedos responde por 20% dos vinhos finos e 25% dos espumantes nacionais e a vindima é o segundo melhor período do ano para o enoturismo, ficando atrás apenas do inverno. Este ano, de janeiro a março, o roteiro espera receber mais de 70 mil visitantes, atraídos pelos diferenciais e programas criados pelos empreendimentos do Vale dos Vinhedos.

*Fotos Vindima em BG: Milena Schäfer/Conceitocom Brasil

 

 

quinta-feira, 30 de janeiro de 2014

O Barreado de Morretes


 O prato típico do Paraná é servido com rituais pelo Restaurante Serra Verde Express. 
 
Quem nunca saboreou um bom Barreado não pode afirmar que conhece verdadeiramente o Paraná. O prato, genuinamente paranaense, faz parte das mais fiéis tradições do Estado e é um dos grandes orgulhos de quem nasceu na região.

A cidade de Morretes conserva os ares do início do século passado

A cidade de Morretes, no Litoral do Paraná, é um dos lugares mais indicados para apreciar esse prato. No Restaurante Serra Verde Express, além de degustá-lo com todos os seus melhores predicados, o cliente é “mimado” pela equipe de garçons, que servem e ensinam como dispor cada item no prato, fazendo a diferença na hora de saborear a iguaria. O prato é composto por carne guisada e um caldo bastante temperado, servido com farinha de mandioca e banana. Tudo misturado de forma harmoniosa, mexendo os ingredientes num movimento sempre de baixo para cima, quase como uma coreografia. Depois disso, é só se entregar ao prazer do paladar e, certamente, repetir a dose.

Histórias e versões sobre a origem do Barreado

Existem algumas versões para a origem da receita, uma delas conta que o prato seria uma invenção dos portugueses que habitaram o litoral paranaense por volta do no século XVIII. Outros afirmam que a iguaria era servida aos caboclos que iam às vilas levar produtos da lavoura.

Tempos depois, o Barreado foi adotado como prato do período carnavalesco, tanto por suas propriedades energéticas, como pelo fato dele poder ser preparado de antemão e permanecer saboroso durante toda festa. Isso porque, uma das suas características mais marcantes é manter o sabor, mesmo quando requentado, graças ao seu cozimento feito em panela de barro e ao caldo grosso, que mantém o sabor da carne.

A simplicidade na preparação do prato garantiu que a receita fosse mantida com os mesmos ingredientes e características desde seu surgimento.

O bom Barreado não pode cair do prato quando virado
 
Viagem de trem até Morretes é parte essencial do passeio

A viagem até a cidade de Morretes é um dos passeios mais populares por quem visita o Paraná. Além de provar o prato mais tradicional da gastronomia paranaense, no trajeto entre Curitiba e a charmosa cidade, encravada entre morros, o turista pode conhecer parte da história do Estado e se encantar com a beleza da Floresta das Araucárias e da Mata Atlântica. A bordo do trem turístico da Serra Verde Express, o passageiro desfruta de momentos únicos de beleza pela Serra do Mar da região. São túneis, pontes, cânions e trechos de natureza praticamente intocada. Um verdadeiro presente aos sentidos. Acompanhe a receita do Barreado!
 

Ingredientes;
(para 16 pessoas)

5 quilos de carne magra sem osso (peito ou músculo)

500 gramas de toucinho ou bacon fatiado;

1 quilo de cebolas de tamanho médio , sem cascas, cortadas em quatro pedaços;

3 folhas de salsão ou aipo picadas;

3 pés de alho-porro picados;

1 colher de sopa de cominho em pó;

1 colher de sopa de orégano em pó;

3 maços de cheiro verde picados;

5  folhas de louro;

5 colheres de sopa sal;

1 colher de sopa de pimenta-do-reino, mais ou menos;

1 cabeça de alho descascada e moída;

4 colheres de sopa de vinagre de vinho;

3 folhas verdes e pequenas de bananeira para sobrepor ao conteúdo da panela;

2 quilos de farinha de mandioca fina para o lacre e para a mesa;

3 quilos de banana-caturra maduras e frescas;

1 vidro de pimenta malagueta para a mesa.

Preparo:

Comece a preparar o barreado na tarde do dia anterior. Limpe a carne, corte em cubos com 3 centímetros, coloque em uma tigela, tempere com cominho, pimenta do reino, sal, vinagre e reserve. Em outra tigela, junte tomates, cebolas, alho, salsa, cebolinha, louro e misture bem. Em um caldeirão de barro ou uma panela grande com tampa bem fechada, coloque camadas alternadas de carne, tempero, toucinho, tempero, carne, tempero, toucinho, tempero e assim por diante. Acrescente a água, vede a panela com a massa feita com a farinha e água e deixe descansar por 1 a 2 horas. Leve a panela ao fogo brando, cozinhe por cerca de 4 horas (se durante o cozimento escapar vapor por alguma fresta, use mais um pouco da massa para refazer a vedação), tire do fogo e deixe a panela fechada durante a noite. No dia seguinte, remova a massa da tampa com ajuda de uma faca, leve a panela ao fogo somente para aquecer e, enquanto isto, com uma concha, amasse um pouco a carne antes de servir.

Sobre a Serra Verde Express
 
Locomotiva de padrão luxo leva cerca de 3 horas para fazer o percurso entre as duas cidades  

 
Lindo passeio nas montanhas
 
 
A paisagem na ferrovia Morretes - Curitiba é bucólica

 
O teatro a bordo conta a história de um crime passional ocorrido dentro do trem
 
 
A Serra Verde Express foi criada em 1997 para administrar os trens turísticos do Paraná, que operam entre as cidades de Curitiba, Morretes e Paranaguá. Em pouco mais de uma década de trabalho, a empresa incrementou o turismo ferroviário no Paraná e fez do Estado referência no setor nacional e internacional, pois atrai anualmente uma média de pouco mais de 150 mil pessoas, ante uma demanda de apenas 50 mil quando assumiu a ação. Em 2009, a empresa foi convidada pelo Governo do Mato Grosso do Sul a operar o Trem do Pantanal. Em 2010, a Serra Verde Express passou a operar também o Trem das Montanhas Capixabas, no Espírito Santo. Para garantir a satisfação dos visitantes, a empresa, que pertence ao Grupo de Serviços Higi Serv, investe periodicamente em melhorias, treinamentos de funcionários e na preservação do meio ambiente.


Mais informaçõeswww.serraverdeexpress.com.br.

Você encontra cortes nobres bovinos para preparo do Barreado na Best Beef Boutique, na Rua Marechal Deodoro 05, fone 51.3902-0630 em Santa Cruz do Sul.



quarta-feira, 29 de janeiro de 2014

Vinícola Larentis oferece colheita noturna no Vale dos Vinhedos


Capitaneada pelo criativo enólogo André Larentis, a programação propicia ao turista um contato diferente e inusitado na Vindima. 
 
 
Tendo a lua como testemunha e o silêncio da noite como companhia, um grupo de 25 pessoas terá o privilégio de participar da Colheita Noturna na Vinhos Larentis, no Vale dos Vinhedos. Se de dia já é emocionante, imagine de noite. A atração, lançada na vindima de 2013, faz parte das atrações da vinícola, que vem apostando no enoturismo, oportunizando aos visitantes viver experiências únicas e inesquecíveis no cotidiano da Família Larentis. A Colheita Noturna está programada para o dia 15 de fevereiro e as inscrições podem ser feitas pelo e-mail larentis@larentis.com.br ou pelo telefone (54) 3453.6469.

Os participantes são recepcionados às 18h com uma taça de espumante Larentis. Guiado pelo enólogo da família, André Larentis, o programa inicia com visita à vinícola, seguida por uma degustação de vinhos que inclui o ícone Mérito, um corte de quatro variedades: Merlot, Cabernet Sauvignon, Ancellotta e Marselan. O vinho, que não está mais disponível para comercialização, vem da reserva da família. Depois de receber instruções, todos seguem para a grande experiência de colher uvas ao anoitecer.

E quando a noite chega, todos acionam as lanternas fixadas em suas cabeças, iluminando os cachos que vão originar o vinho da Colheita Noturna de 2014. Cada participante ganhará uma garrafa deste vinho, além de poder adquirir mais unidades, disponibilizadas exclusivamente para quem fez parte deste momento. A noite reserva, ainda, um jantar com tábua de frios e um prato quente italiano, harmonizado com vinhos e espumantes Larentis. O valor por pessoa é de R$ 90. As vagas são limitadas.

Outras atrações enoturísticas:

Além da Colheita Noturna, a vinícola também oferece o Piquenique nos Vinhedos, atração que pode ser vivida em qualquer estação do ano com horário definido pelo próprio visitante. Namorados, grupo de amigos e famílias têm aproveitado a experiência para celebrar a vida. Outro atrativo da Larentis, porém realizado no inverno, é “Um dia de poda na Larentis”.

 
SERVIÇO

O que? Colheita Noturna

Onde? Vinhos Larentis, Vale dos Vinhedos

Quando? 12 de fevereiro de 2014

Horário: a partir das 18h

Valor: R$ 90 por pessoa

 
Programação:

Recepção com taça de espumante Larentis, visita à vinícola, degustação de vinhos, colheita noturna e jantar com tábua de frios e prato quente italiano regado a vinhos e espumantes Larentis.

Inscrições: larentis@larentis.com.br ou (54) 3453.6469.
 
*fotos de Cristiane Moro / Conceitocom Brasil

terça-feira, 28 de janeiro de 2014

Equilíbrio Tannat Merlot 2011


Provei o vinho uruguaio da região de Canelones, Equilíbrio Tannat Merlot 2011, com ar de desconfiança, afinal, 15,9% de álcool não seria um cartão de visitas tão promissor. Logo no ataque inicial as boas surpresas iniciaram a aparecer. Apresentou cor rubi profundo, turvo, quase negro. As lágrimas eram gordas e lentas. Os aromas postaram-se muito frutados (cerejas maduras, framboesas, mirtilo) mas também carregado de um toque mineral, suor, couro e violetas.
 
Em boca o amargor sutil mas presente, frutas negras, chocolate e com final salgado. Taninos macios e agradáveis e final com ampla persistência. Um vinho que justifica o nome, equilibrado e harmonioso. Mesmo com 15,9% álcool sutil e um fato muito interessante : o vinho tornou-se "quente" e alcoólico ao final, com um ataque bem forte ao paladar.
 
Foram elaborados apenas 9.800 garrafas e seu produtor é a Bodega Almacen Los Nadies.
 
Tal vinho foi um presente do amigo e embaixador do vinho uruguaio, o jornalista Daniel Arraspide.
 
Harmonizei com assado de tira e entrecôte grelhado, perfeito!
 
O ideal é servi-lo na temperatura de 18oC.
 
Você encontra vinhos uruguaios na Wein Haus, loja especializada em vinhos, localizada na Rua João Pessoa 895, em Santa Cruz do Sul, fone 51.3711.3665 e site www.weinhaus.com.br 
E lembre-se: se beber, NÃO DIRIJA!         
 
  

segunda-feira, 27 de janeiro de 2014

Instituto R. Dal Pizzol se prepara para a quarta colheita simbólica no Vinhedo do Mundo


Coleção soma 401 variedades, sendo 295 em campo. Em 2016, quando outras 106 estiverem produzindo o Vinhedo do Mundo passará a ser a segunda maior coleção privada em campo do mundo




Uma coleção, centenas de uvas, um vinho. O Vinhedo do Mundo, no Ecomuseu da Cultura do Vinho, na Rota Cantinas Históricas, em Faria Lemos (Bento Gonçalves/RS), se prepara para sua quarta colheita simbólica, que será realizada dia 8 de fevereiro. Neste dia, um seleto grupo de convidados, entre políticos, autoridades, empresários e jornalistas, viverá essa experiência, restrita aos escolhidos. Já são 401 variedades de 30 países dos cinco continentes, sendo 164 em plena produção, 131 de primeira colheita em 2015 e 106 produzindo em 2016, estas de origem caucásica.

O evento celebra a cultura do vinho e a solidariedade entre as nações, representadas pelas centenas de variedades de uvas do planeta. Primeiro nas Américas, o Vinhedo do Mundo promete se tornar um dos ícones da civilização do vinho no Brasil. O objetivo é cultivar as variedades em pequeno espaço (0,7 hectare), cuja colheita tornou-se, a partir de 2012, um ritual cultural do Instituto R. Dal Pizzol, entidade sem fins lucrativos que se destina a propagar e enaltecer as tradições e o patrimônio da cultura do vinho.
 

Compondo a série de atrativos culturais do Ecomuseu do Vinho, o Vinhedo do Mundo está acessível a aficionados, estudiosos e interessados, de segunda à sexta-feira, das 9h às 11h40min e das 13h30min às 17h, e aos sábados, domingos e feriados, das 10h às 16h30min.

O acompanhamento e avaliação das potencialidades enológicas das uvas é feito através de um programa de vinificação desenvolvido junto com a Embrapa Uva e Vinho. O manejo das videiras é executado por engenheiros agrônomos da Dal Pizzol Vinhos Finos. A colheita simbólica integra a programação do 5º Bento em Vindima, da Secretaria de Turismo de Bento Gonçalves.

Vinum Mundi 2013


O momento também será marcado pela apresentação do Vinum Mundi 2013, resultado da vinificação de uma centena de variedades de uvas de 16 países colhidas no ano anterior no Vinhedo do Mundo. Não se trata de um vinho comercial (não vendido), pelo contrário, a intenção é cultural, expressando e simbolizando a solidariedade dos povos e sua cultura.

Cada participante da colheita simbólica receberá uma garrafa do Vinum Mundi 2013, também servido para harmonizar o almoço. Este é o terceiro ano que o vinho é elaborado com as uvas colhidas e produzidas no vinhedo. O primeiro foi o Vinum Mundi 2011, apresentado na segunda colheita simbólica realizada em 11 de fevereiro de 2012. O segundo foi o Vinum Mundi 2012, apresentado na terceira colheita simbólica em 3 de fevereiro de 2013. O terceiro será apresentado no dia 08 de fevereiro de 2014, obtido da uva colhida em 2013.

Na colheita de 2013, três artistas de Bento Gonçalves: Eliane Averbuck, Aido Dal Mas e Sônia Bervian Possamai, acompanharam o evento, inspirando-se ao vivo, no que o vinho desperta na arte de cada pintor. A novidade deste ano é que uma das obras escolhidas será utilizada como rótulo do Vinum Mundi 2013. A cada ano uma nova obra dos outros dois artistas será aproveitada. É a união de duas artes que andam juntas em torno da cultura do vinho.

Além de atrativo turístico e fonte de estudo, o projeto também tem a missão de gerar um vinho para fins beneficentes. “O Vinhedo do Mundo é um símbolo e uma mensagem de solidariedade humana que só a cultura do vinho e suas implicações filosóficas são capazes de expressar. A cultura do vinho não se limita apenas ao que está dentro da taça”, afirma Rinaldo Dal Pizzol, presidente do Instituto e responsável pelo projeto. O enólogo da Dal Pizzol, Dirceu Scottá, eleito Enólogo do Ano 2012, relata que “elaborar o Vinum Mundi é, talvez, um dos projetos mais desafiadores de sua carreira, devido a todas as variáveis impostas neste tipo de vinificação e neste grande assemblage”.


O Vinhedo do Mundo

Referência cultural para a região vitivinícola;

Fonte de observação e avaliações agronômicas e enológicas;

Satisfação de curiosidades;

Objetivo de interesse para aficionados do vinho;

Aprendizado e esclarecimento para apreciadores;

Fonte de estudo para escolas, professores e alunos das áreas pertinentes;

Atrativo turístico;

Ferramenta de Marketing e relacionamento;

Prestígio para o setor e o Município;

Gerar um vinho para fins beneficentes;

Desenvolver o espírito de fraternidade entre os povos e contribuir para o movimento internacional em prol do reconhecimento da Cultura do Vinho como Patrimônio da Humanidade pela Unesco.

 

terça-feira, 21 de janeiro de 2014

Picanha na Panela de Pressão com Carvão


Esta quando me falaram eu duvidei, mas confesso que tive que dar o braço a torcer! Preparar carne assada em panela de pressão utilizando carvão para isso soa um tanto incomum mas traz um resultado surpreendente além da facilidade do preparo.

Acompanhe a receita da Picanha na Panela de Pressão com Carvão:

 
Ingredientes:

1 kg de picanha

700g de carvão

Papel alumínio quanto baste

Sal grosso a gosto

 
Preparo:

Deixar a picanha descansar em temperatura ambiente por cerca de uma hora. Passar sal grosso na picanha e reservar. Abri o papel alumínio e colocar o carvão, embrulhando bem pois o carvão não pode aparecer. Colocar no fundo da panela de pressão o papel alumínio com o carvão. Colocar a picanha em cima do papel alumínio cuidando para evitar contato com a panela. Tampar a panela de pressão e deixar em fogo baixo, quando começar a chiar, marcar 20 minutos e desligar o fogo, deixando a panela fechada até ela perder pressão.


 
Dicas:

- Podem ser usadas ervas frescas para aromatizar a carne, acomodadas junto com o carvão.

- O preparo pode ser feito com outros tipos de carne, como costela, maminha, frango, etc.

- Após fazer um churrasco, resfrie a panela para repetir outro churrasco.
 


 
Você encontra cortes nobres bovinos na Best Beef Boutique, na Rua Marechal Deodoro 05, fone 51.3902-0630 em Santa Cruz do Sul.

segunda-feira, 20 de janeiro de 2014

Lançamento dos rótulos de 2014 já começou na Guatambu


Vinho da Estância Branco 2013 e Rastros do Pampa Cabernet Sauvignon foram produzidos 100% nas instalações da vinícola, em Dom Pedrito – RS

A Guatambu Estância do Vinho, de Dom Pedrito, RS, lança no mês de janeiro dois novos rótulos: o Vinho da Estância Branco 2013 e o Rastros do Pampa Cabernet Sauvignon 2012. Os dois vinhos foram produzidos 100% nas modernas instalações da vinícola.



A união das castas Chardonnay, Gewürztraminer e Sauvignon Blanc, da safra 2013, resultou em um vinho surpreendente pelo frescor e complexidade aromática. Chamado Vinho da Estância Branco, o produto apresenta a moderna “Screwcap”, conhecida como “tampa-rosca”, que substitui o uso da rolha, uma tendência irreversível sobretudo para vinhos brancos jovens, como é o caso deste rótulo da Guatambu, devido a praticidade, higiene e conservação das qualidades intrínsecas do produto.

As uvas foram colhidas manualmente nos vinhedos da Guatambu e após ficaram 24 horas em câmara fria. Na sequência, foram prensadas inteiras na Prensa Pneumática Inertys. A fermentação teve temperatura controlada para no máximo 16°C. Apresentando excelente equilíbrio entre álcool (12% do volume) e acidez (91,73meq/L), o Vinho da Estância é muito agradável para ser consumido a qualquer momento. É ideal para harmonizar com entradas, como canapés, peixes, massas e risotos.

 
Outra novidade para este ano é o vinho Rastros do Pampa Cabernet Sauvignon safra 2012, destaque na Avaliação Nacional dos Vinhos, sendo classificado entre os 16 melhores vinhos daquele ano, entre tintos, brancos e espumantes. O Rastros do Pampa Cabernet Sauvignon marcou a trajetória da vinícola desde o lançamento da sua primeira safra, a 2008, quando arrebatou vários prêmios, assim como nas consecutivas safras.

Vindo do bioma Pampa Gaúcho, na região da Campanha, município de Dom Pedrito, é marcado por um terroir com mais de 2.300 horas de luminosidade durante o período vegetativo da videira e escassez de chuvas no verão, garantindo a maturação fenólica das uvas. As mudas Cabernet Sauvignon foram importadas da Itália, e são do clone VCR R5. O vinho é assinado pela enóloga Gabriela H. Pötter, uma das proprietárias da Guatambu, juntamente com o enólogo uruguaio Javier Gonzales e a consultoria de Alejandro Cardozo.

Em lote limitado de 6.500 garrafas numeradas, o vinho foi elaborado com maceração pré-fermentativa a frio por oito dias e maceração pós-fermentativa por 15 dias, e envelheceu em barricas de carvalho francês por três meses.

Apresenta coloração rubi intenso, vivo, com reflexos violáceos. Aroma de boa intensidade, com sutis notas de amora, eucalipto/mentol, cassis, pimenta preta, chocolate, cravo da índia, tostado e café. O paladar tem uma acidez pronunciada, marcante, é agradável e de média estrutura. Os taninos são firmes, marcantes, revelando um bom potencial de envelhecimento. O gosto é agradável, com retrogosto persistente. É perfeito para acompanhar carnes vermelhas, frangos grelhados, animais de caça, massas com molhos e queijos fortes.

Os rótulos estão à venda na loja da vinícola e chegam às lojas até o final do mês, pelo valor de aproximadamente R$ 40,00 (Rastros do Pampa Cabernet Sauvignon) e R$ 23,00 (Vinho da Estância Branco).

Sobre a Guatambu

A Guatambu Estância do Vinho é uma vinícola boutique de Dom Pedrito, RS. Seu trabalho é realizado através de administração familiar, em pequena escala, somente com uvas próprias, lotes limitados e garrafas numeradas desde 2003. Mais informações, acesse o site:http://www.guatambuvinhos.com.br/