quinta-feira, 19 de abril de 2012

A Hora do Espanto

Eu era estudante do ensino médio – naquela época, no início da década de 90 era chamado de “segundo grau” – e, no auge de minha adolescência, as boas coisas da vida começavam a ser-me apresentadas, pela própria vida! E naqueles tempos de juventude desvairada algumas destas boas coisas vinham do sexo oposto. Foi numa daquelas sextas-feiras à noite que acabamos reunindo-nos para assistir filmes e saborear algumas pizzas. Fiz-me presente, mas pelo simples fato de que a Rô, minha colega de classe, também assim o faria. A Rô era uma garota alta, cabelo castanho ondulado, pele aveludada e proprietária de um descomunal corpo para seus 18 anos recém completados. Os seios voluptuosos teimavam em ficar à mostra dentro dos decotes que ostentava e suas pernas longas e grossas davam a entender que eram besuntadas para vestirem o jeans que colava em suas curvas. Seu rosto acomodava um par de olhos, nariz e boca perfeitos. E para completar a lista de atributos ela estampava um perfil digamos, sapeca! A Rô adorava provocar seus colegas fazendo caras e bocas e quando ressonava – sim, pois uma beldade daquelas não falava, ressonava – sua voz rouca e miada fazia a temperatura corporal subir e o suor gotejar na testa. Eu e a Rô estávamos há algumas semanas ensaiando uma proximidade com um flerte direto e cada vez mais carregado de sex appeal. E lá na casa do professor, naquela sexta à noite, poderia ser uma ótima ocasião para deixar a libido extravasar. Após comermos as ditas pizzas, estávamos todos reunidos na sala de TV, alguns sentados ao chão, outros acomodados nas poltronas e eu a Rô sentados no sofá – e como a noite era fria e o dono da casa bondoso – cobertos por um edredom, somente com as cabeças de fora. O filme era a “Hora do Espanto”, a versão original. A temperatura sob a manta começou a subir, a mão da Rô pegando a minha, a minha outra mão acariciando as coxas da Rô, a Rô abrindo minha camisa e assim a coisa se encaminhando. O clima literalmente pegou fogo, ali na sala, com todos assistindo o filme sem se dar conta do que acontecia embaixo do edredom. De repente, um dos colegas que estava sentado aos pés do sofá, levantou-se e, ao se apoiar, escorregou o braço e puxou todo o edredom para baixo, deixando eu e a Rô completamente entregues em nossa brincadeira, eu quase sem calça, ela com a blusa erguida e os seios volumosos completamente à mostra. Espanto geral! Esqueceram do filme. A Rô esqueceu de mim e eu dela. Só não esquecemos das palavras do professor definitivamente embasbacado ao ver tudo aquilo:”alguém ainda aceita uma fatia de Margherita???”.
E nada melhor para estas noites “espantosamente” frias que uma Pizza Margherita, cuja receita vêm a seguir:



Ingredientes:
(para 3 pessoas)
Uma massa pré-pronta para pizza grande
250 de molho de tomate
200g de queijo mussarela
8 fatias de tomate maduro
Manjericão fresco à gosto, para decorar
Azeite de oliva para regar
Orégano à gosto

Preparo:
Coloque a massa de pizza sobre uma assadeira untada com um fio de azeite. Espalhe o molho sobre a superfície da massa, deixando cerca de um centímetro de borda descoberta. Cubra com a mussarela e as fatias de tomates, salpique com o orégano e leve a pizza ao forno pré-aquecido a 250°C por cerca de 10 minutos. Retire do forno, distribua as folhas de manjericão e sirva.

Artigo publicado hoje no jornal Gazeta do Sul.

Massa caseira:
(para 3 pizzas)

1 kg de farinha de trigo peneirada
500 ml de leite
30 g de fermento biológico
110 ml de óleo de milho (ou de girassol)
2 colheres (sopa) rasas de sal
1 colher (sopa) rasa de açúcar (este ajuda a massa a
ficar mais crocante e dourada)

Preparo:

Dissolva o fermento no leite morno. Em uma vasilha grande, misture a farinha com o leite fermentado. Coloque o óleo e amasse com as mãos. Misture sal e açúcar e trabalhe a massa. Disponha-a numa superfície lisa, polvilhada com farinha. Vá amassando constantemente e quando a massa não grudar mais nas mãos, é porque já está no ponto certo. Deixe descansar numa vasilha grande por cerca de 3 a 4 horas. Cubra com um pano e mantenha a vasilha num local livre de correntes de ar, em temperatura ambiente. Após descansar, divida a massa em 6 bolas (porções). Em uma superfície enfarinhada, achate a massa com as mãos e abra o disco de pizza com o auxílio de um rolo, cruzando as direções deste na massa, e virando-a de lado durante esse processo. Coloque o disco numa assadeira e leve ao forno pré-aquecido a 250ºC por cerca de 30 a 40 minutos.

terça-feira, 17 de abril de 2012

Are Baba!

Este nobre espaço dedicado aos prazeres enogastronômicos e aberto a diversidade cultural não poderia deixar de apresentar um pouco dos usos e costumes orientais, tão bem representados por um de seus ícones mundiais, a rica e exótica gastronomia indiana. E ela chegou até o meu paladar através das mãos da zen Marta Wolf Schuster que além de ser professora de yoga usa suas habilidades manuais na cozinha, preparando delícias como esta que aprendeu com um legítimo filho da Índia, a receita de Kobi Pachadi, ou traduzindo, Salada de Amendoim à Indiana. É o que segue:



Ingredientes:

2 xícaras de amendoim
Azeite de oliva
Meia xícara de salsa picada
2 cenouras raladas
Um tomate grande picado
Uma cebola grande picada
Suco de 3 limões
2 pimentas vermelhas picadas e sem sementes
Sal e pimenta do reino à gosto

Modo de fazer:

Pique finamente a cebola e deixe de molho na água com duas colheres de sal por cerca de meia hora. Toste o amendoim em frigideira com um pouco de azeite de oliva dourando. Deixe esfriar, escorra a cebola e misture os outros ingredientes. Coloque as pimentas à gosto. Sirva como entrada!

segunda-feira, 16 de abril de 2012

Nederburg Pinotage Reserve 2006

A Pinotage é uma casta tradicional da África do Sul, junto com a Syrah, dignos representantes daquele país. A Pinotage é um corte desenvolvido no início do século XX a partir da Pinot Noir e da Cinsaut. O Nederburg Pinotage Reserve 2006 é um dos representantes desta região viticultora. Um pouco alcoólico no início, depois libera aromas de frutas vermelhas cítricas, principalmente morangos silvestres e cerejas além de especiarias. Na boca os taninos suaves marcam o vinho, trazendo framboesa, madeira e acidez média, fácil de beber, com final não muito longo. Acompanha muito bem carnes vermelhas assadas e massas com molhos à base de queijo e até mesmo chocolates.

Muito pertinente o descritivo desta casta estampado no blog Enoleigos, que fala que a Pinotage é um híbrido (que provém de duas espécies diferentes) de Pinot Noir e Cinsault, (conhecida na África do Sul com o nome de Hermitage), e tem seu nome proveniente da combinação das duas cepas. O responsável pelo cruzamento foi um investigador e professor de viticultura na Universidade de Stellenbosch, o Profesor A.I. Perold que em 1925 uniu as qualidades organolépticas da Pinot Noir com a notável produtividade e resistência da Cinsault. Para isso fecundou uma flor da casta Cinsault com pólen da Pinot Noir, originando a cepa que denominou “HermitagexPinot de Perold” . Os relatos da época dão conta o Profesor A.I. Perold, não demonstrou grande interesse em sua criação, só o fazendo 10 anos depois, quando a casta recebeu a denominação atual. Os primeiros vinhos elaborados com a Pinotage não foram bem aceitos, permanecendo no ostracismo até meados da década de cinqüenta, quando as degustações feitas com vinhos da casta começaram a mostrar suas possibilidades.

O reconhecimento em âmbito internacional somente veio no principio dos anos noventa quando Beyers Truter, vinicultor apresentou os vinhos de Pinotage no concurso International Wine and Spirit Competition com tamanho êxito que foi eleito “Enólogo do Ano”, título concedido pela primeira vez a um sul-africano. A partir de então, a Pinotage foi anunciada como a possuidora do Santo Graal dos aromas da Pinot Noir da Borgonha bem como da elevada produtividade e fácil amadurecimento da Cinsault. Os anos seguintes vieram demonstrar que ela nunca se comportou nem como Pinot Noir nem tampouco como Cinsault. A Pinotage, na realidade, é uma uva de difícil trato, que pode originar vinhos de alta qualidade, porém que necessita de vinhas velhas, de baixa produtividade e de um manuseio cuidadoso na vinícola para conservar seus aromas mais selvagens e evitar os ésteres voláteis.

Os vinhos de Pinotage são de cor vermelho rubi intenso, profundos, límpidos e brilhantes. Os bons Pinotage têm aromas e sabores diferentes de qualquer outro tipo de vinho. Possuem delicioso caráter frutado de amoras, cassis e ameixas, além de notas florais muito características. Quando passam em barricas exibem notas de baunilha, chocolate ou especiarias. Os caldos de Pinotage têm dois problemas: o primeiro é que se torna extremamente difícil obter todos os aromas e ao mesmo tempo controlar seus taninos, sabidamente muito agressivos. O segundo, é que os aromas genuinamente individuais podem sofrer transformações importantes se a vinificação não for feita de forma correta. Pinotage, no entanto, podem mostram-se aveludados, sedosos, voluptuosos, luxuriantes e sedutores. E de forma contrária, também, podem ser rústicos, instigantes, controversos e muito pouco cativantes. Para melhor entendê-los é fundamental conhecê-los.

Você encontra os vinhos da África do Sul na Wein Haus, loja especializada em vinhos, pelo site www.weinhaus.com.br.

E lembre-se: se beber, NÃO DIRIJA!

sábado, 14 de abril de 2012

Canelone Recheado com Ricota e Frango

O canelone é uma daquelas receitas italianas que aceita variados molhos e composições. Sua origem é obscura mas seu sabor e flexibilidade culinária estão presentes em cada uma das receitas disponíveis, com massas coloridas preparadas à base de beterraba, espinafre ou cenoura e recheios variados como o preparo a seguir do Canelone Recheado com Ricota e Frango.

Ingredientes:
(para 4 pessoas)

1 peito de frango grande desossado e sem pele
250g de ricota fresca
Meia xícara (chá) de leite
4 colheres (sopa) de azeite
Meia xícara (chá) de manjericão picado
Sal e pimenta do reino moída à gosto
Meia xícara (chá) de nozes picadas
12 folhas de lasanha cozidas
400g de queijo camembert picado grosso
500g de molho de tomate pré-pronto
50g de manteiga

Preparo:
Cozinhar o peito de frango temperando com sal e pimenta. Pode ser adicionado um tablete de caldo de galinha neste cozimento. Após desfiar o peito e reservar. Em um recipiente misturar a ricota com o leite, a manteiga, o azeite e o manjericão picado. Temperar com sal e juntar as nozes e o frango desfiado. Distribuir a mistura nas folhas de lasanha e enrolar formando os canelones. Arrumar os canelones em um refratário untado com manteiga e por cima dispor o molho de tomate já aquecido e o queijo camembert picado. Levar ao forno pré-aquecido a 200ºC por 15 minutos. Servir em pratos individuais.

quinta-feira, 12 de abril de 2012

Como vinho para chocolate!

Chocolate e vinho são dois institutos absolutamente diversos e na sua ambiguidade encontrar pretexto e definições para uni-los em torno de algo maior, só se for pela intempestuosa relação de ambos! Na semana passada com a Páscoa e sua simbologia batendo a porta não teve momento nas celebrações em que, entre uma taça e outra, o chocolate ficasse como assunto diverso. As características destes dois pecados enogastronômicos sugerem um distanciamento natural que eu faço questão de conjugá-los sobre o mesmo pretexto: o prazer! E achar no prazer maneiras de deixá-los menos dolorosos e combativos, quem sabe tornando a sua convivência com um resumo maior do que uma mera definição contrasensual. E nesta possibilidade, faço de um breve descritivo minha percepção sobre o assunto, entendendo ambos - vinho e chocolate – como duas mulheres tentadas a satisfazerem o mesmo homem!

Chocolate, mesmo que em desalinho, chama-me atenção por teu sabor! Tua cor ebanica quando derretida, então, brilha em si própria, seduzindo os olhares inescrúpulos e trazendo fantasias de imediato aqueles olhos que derretem-se como a tua forma e teimam em alimentar expectativas, sobrepor desejos. Na boca, fita e surpreende, mesmo sabendo teu gosto cada prova traduz-se em nova experiência. Tua luxúria reanima, teu doce, lambuza, tua textura, excita!

Vinho por que te quero? Companhia indelegável de noites libertinas tua presença esquenta e anima. Ter-te e tua falta caem em suaves devaneios, tão só recuperáveis novamente em teus lânguidos braços envolventes e únicos. Tua identidade refuta algo incompatível como o chocolate, mas assovia em soneto quando desafiado o é!

Iniciados por esta picante metáfora e falando efetivamente de harmonização deste dueto inusitado, uma boa segmentação pode ser feita a partir da diferenças entre os chocolates e as possibilidades de casamento com tais vinhos harmonizados.

O chocolate mascarado em doçura e gordura cria um invólucro na superfície da língua que literalmente manda ao espaço o paladar do vinho. Uma dica de harmonização para tal é o vinho fortificado de origem francesa da região de região de Banyuls Collioure à base da uva Grenache e por isso denominado Banyuls que pode ser branco, rosé ou tinto, de aromas persistentes, carregado de doçura e taninos dóceis, que não batem de frente com a complexidade estrutural do chocolate. Seria a conjugação “perfeita”.

Sendo um chocolate carregado de amargor – acima de 85% de cacau – onde a doçura é acobertada pela adstringência. Para tal mudança um vinho tinto com secura e robustez acentuadas – o corpo de um cabernet sauvignon, shiraz ou merlot jovens e vivos é a recomendação - traz uma combinação notável com o álcool do vinho colocando panos quentes na adstringência do amargor, destacando as características de frutas escuras do vinho pelo toque de amêndoas assadas do chocolate.
Com cacau percentual abaixo do anterior nominado, um bom exemplar de Porto Vintage faz ótimo papel como companhia, por sua doçura e percentual alcoólico elevado.

Se o chocolate receber em sua composição final frutas secas como passas, figos, ameixas e outros servem de par a Porto Tawny ou vinho Madeira. Já frutas cítricas compondo o recheio harmonizam com espumante Moscatel ou Asti. Se o recheio for frutas vermelhas, um Porto Ruby é a pedida. Já se o chocolate for branco, a dica são os vinhos de colheita tardia preferencialmente do novo mundo. Os Sauternes, de sobremesa, também compõem uma boa indicação. E não esqueçamos do champanhe, que por sua acidez elevada, combina com quase tudo, inclusive e bucolicamente com duas mulheres tentadas a satisfazerem o mesmo homem!

Artigo publicado no jornal Gazeta do Sul de hoje.

quarta-feira, 11 de abril de 2012

Cervejaria Heilige inaugura pub nesta quarta-feira

A Cervejaria Heilige inaugura hoje na rua Galvão Costa, 748, na frente do Parque da Oktoberfest em Santa Cruz do Sul /RS, o Heilige Brew Pub, a mais nova opção de lazer e diversão para os apreciadores das cervejas especiais fabricadas em Santa Cruz e de marcas consagradas no mundo. Aberto de quarta-feira a sábado, das 18 até a 1 hora da manhã e no domingo, das 17 às 23 horas, o pub vem para consolidar o mercado das cervejas especiais na região, propiciar um ambiente aconchegante para o happy hour e simplesmente inovar.

Serão servidos os estilos produzidos pela Heilige - Pilsen, Weiss, Red Ale e Pale Ale - além das variedades de outra cervejaria convidada a cada mês. Ainda, mais 12 tipos de garrafas nacionais e importadas, conceituadas no mercado cervejeiro mundial, e um cardápio com sugestões de harmonização para deixar os momentos de confraternização ainda mais especiais.

PROGRAMAÇÃO - E atrações não faltarão no Heilige Brew Pub. Nas quartas-feiras, ocasião sagrada para acompanhar a rodada de futebol, é dia para Coisa de Homem. Eles terão ponto certo para se reunir e assistir aos jogos apreciando as cervejas especiais. Na quinta, é a vez delas, pois mulher também entende de cerveja! Sexta-feira tem happy hour, então o ponto de encontro depois do trabalho é na Heilige. Em cada um desses dias tem promoção para os apreciadores das cervejas especiais santa-cruzenses, basta ficar de olho nas redes sociais.

O LOCAL - Com capacidade para mais de 60 pessoas, o pub da Heilige vai trazer o conceito do verdadeiro pub irlandês. Muitos quadros, mesas e cadeiras diferentes para criar um clima descontraído.Sem perder a identidade com a fábrica, estarão presentes elementos como a biblioteca, as frases relacionadas à cerveja e objetos de decoração.O projeto do pub, conta a arquiteta Paula Sizinando, foi pensado para pessoas se sentirem acolhidas e confortáveis. Alguns lounges serão montados para ambientes mais descontraídos, com direito a mesa de sinuca. Ainda, um enorme bar com banquetas dá todo ar do verdadeiro pub.

CONFRARIA - Além do pub, a Heilige continua tendo o espaço destinado à confraria, junto à fábrica, na rua Venâncio Aires. O local diferenciado se consolidou em Santa Cruz como opção para sediar eventos sociais e programações especiais da Heilige.

Cofira mais no:
www.cervejariaheilige.blogspot.com
www.heilige.com.br
(51) 8161 0707

terça-feira, 10 de abril de 2012

Yali Cabernet Sauvignon/Carménère 2009 Winemaker’s Selection

O vinho Yali Cabernet Sauvignon/Carménère 2009 Winemaker’s Selection é elaborado pela combinação das respectivas uvas na proporção 60 e 40% numa parceria com a chilena Vinã Ventisqueir, no Vale de Colchágua. A linha de vinhos Yali tem o nome de um pássaro e de uma zona úmida preservada no Chile – a microrregião Valle del Yali. De cor vermelho rubi escuro e brilhante apresenta intensos aromas de frutas vermelhas maduras como cereja negra, amora e cassis oriundos do Cabernet Sauvignon e mais as notas de especiarias como a pimenta preta e ervas vindas da Carménère. Toques de baunilha e chocolate provenientes da passagem por carvalho - no amadurecimento, 30% do vinho repousou durante 10 meses em barricas de carvalho americano e o período de garrafa foi de seis meses – também são percebidos. Quando em boca, mostra-se equilibrado, com taninos vivos mas macios, corpo médio assim como a intensidade e com paladar frutado e amadeirado sutilmente Possui 13,5% de graduação alcoólica e ideal consumir na temperatura de 16 a 18°C. Harmoniza com queijos maduros duros, queijos maduros moles, carnes vermelhas. Quando o provei foi harmonizado com um matambre recheado com legumes ao forno e polenta com toque de queijo provolone. Ótimo custo benefício pois trata-se de vinho na casa de R$ 35,00. Você encontra os vinhos Yali na Wein Haus, loja especializada em vinhos, pelo www.weinhaus.com.br.

E lembre-se: se beber, NÃO DIRIJA!