sábado, 29 de outubro de 2011

Receitinha ítalo-nipônica

A mistura da dita culinária fusion, ou seja, o uso de ingredientes e técnicas diversas advindas de várias escolas gastronômicas mundiais resultando numa inusitada receita é o que inspirou-me na criação deste prato preparado durante uma destas noites quentes/frias de primavera. Os ingredientes são facilmente encontrados nos bons supermercados e o preparo, mais fácil ainda. Com vocês o ESPAGUETE AO MOLHO DE LULA EM SUA TINTA, CRISPIS DE SHIMEJI E QUEIJO PECORINO.



Ingredientes:
(para 4 pessoas)

500g de espaguete
700g de copas de lula
5ml de tinta de lula
100g de cogumelos shimeji desidratados
150g de requeijão
Um dente de alho picado
Meia cebola pequena finamente picada
Uma dose de saquê
Um fio de azeite
Pimenta preta moída e sal à gosto
Cebolinha verde picada
Queijo pecorino ralado

Preparo:
Limpe e corte as copas de lula em pedaços de cerca de dois centímetros. Aqueça uma frigideira e nela coloque um fio de azeite de oliva, a cebola e o alho picado. Assim que dourar adicione a lula em pedaços e em fogo alto “salteie” a mesma durante dois a três minutos. Junte a tinta de lula, o sal e a pimenta e refogue por mais dois minutos, mexendo sempre. Em seguida adicione o requeijão e corrija o tempero, reservando em seguida. Numa outra frigideira aqueça um fio de azeite de oliva e adicione o shimeji cortado em fatias finas. Assim que absorver o azeite, temperar com sal e pimenta e adicionar o saquê, flambando em seguida. Muito cuidado no momento de flambar. Desligar o fogo e reservar. Cozinhe o espaguete até que fique al “dente”, escorra a massa e disponha em cumbucas altas, juntando após o molho de lula, misturando bem, assim como o crispis de shimeji, a cebolinha cortada e o queijo ralado! O ideal é degustar este espaguete com o hashi, os pauzinhos de madeira da culinária japonesa.

sexta-feira, 28 de outubro de 2011

Juju e o pão de queijo

Numa de minhas idas e vindas nos aeroportos deste Brasil afora, enquanto eu aguardava o check-in no balcão da TAM em Congonhas, reparei que no balcão da concorrente Gol, alguém despertava a atenção e causava um pequeno burburinho mesmo dos sisudos executivos que aguardavam na fila.



Sustentada sobre uma bota de salto 12, erguia-se dali em diante um monumento do sexo feminino. Suas pernas grossas e bem torneadas caprichosamente bem servidas de pelinhos loiros que contrastavam com a cor da pele dourada/bronzeada, estendiam-se até o início do shortinho jeans de bainha esfarrapada e provocantemente colado as suas perfeitas formas. Dali para cima apenas o piercing acusava que aquele abdômen pertencia a um ser terreno e não a uma deusa do Olimpo. Uma miniblusa branca e de agradável decote transportava dois volumes que mesmo talvez não sendo totalmente naturais ainda assim, foram muito bem construídos! E aí ao término da inspeção visual não havia como não parar em seu rosto e no cabelo loiro preso num coque atrás e com franjinha a frente. A boca escondia um sorriso encantador e o seu pequeno e arrebitado nariz dava base a um óculos azul espelhado imenso. Foi quando ainda atônito percebi que, de repente, ela não estava mais lá, havia sumido, o que me levou até mesmo a pensar que fosse uma alucinação.



Pois bem, de volta ao mundo real fui até a uma delicatessen buscar uma água para reavivar a saliva da minha boca seca. Na fila do caixa, recebo um toque no braço e uma voz feminina atrás de mim pergunta-me: “será que o pão de queijo daqui é bom? É que eu ADORO pão de queijo...”. Quem estava me questionando e fazendo link com um pobre mortal? Sim, ela mesma, a deusa do Olimpo e do check-in da Gol! “Casualmente eu vou pegar pão de queijo e se estiver bom te falo”, comentei.. “A minha avó faz um maravilhoso”, continuou a moça estampando um sorriso maroto nos lábios. “E além de pão de queijo, do que mais tu gostas... de comer?”, perguntei! “Um monte de coisas!!!” veio respondido junto com uma gargalhada inebriante.



E aquela portentosa loira de metro e oitenta desenrolou uma boa conversa naqueles minutos de fila, até que fora questionada por mim sobre a sua identidade. Calmamente com os seus dedos lânguidos ponteados por unhas pintadas imensas ela retirou o óculos, fitou-me e respondeu “ Sou Juliana Salimeni, a Juju do Pânico na TV!”. Gelei! A mulher eleita a mais sexy do mundo pela Revista VIP de 2010 e uma das capas de Playboy mais vendidas da história, estava ali, flertando comigo. Ela sorriu e enquanto mordiscava com seus lábios voluptuosos o pão de queijo complementou: “como eu adoro bater um bom papo com alguém interessante e que não está comigo só por causa de minha fama e do meu corpo”!



Em seguida puxou sua bolsa ao ombro, recolocou os óculos de sol, desprendeu-me um estalado beijo na bochecha e despediu-se com um estimulante “tchau seu fofo!” e foi-se feliz e sorridente imaginando que este homem que escreve não aproximou-se dela somente pelo seu corpo escultural... Preferi deixá-la a pensar assim, afinal de contas, por que ser tão sincero sempre?


A seguir a receita do Pão de Queijo da Juju:



Ingredientes:

500g de polvilho doce
300ml de leite
150ml de óleo de canola ou girassol
2 ovos
400g de queijo minas meia cura ralado
óleo para untar
sal a gosto


Preparo:

Coloque o polvilho em uma tigela e à parte, aquecer o leite e o óleo de canola. Assim que ferver, escaldar o polvilho com essa mistura, mexendo bem para desfazer as bolinhas. Deixe esfriar. Acrescente os ovos um a um, alternando com o queijo e sovando bem após cada junção. Unte as mãos com óleo, se for preciso. Preparar bolinhos de cerca de 2cm e colocá-los em uma assadeira untada. Levar ao forno pré-aquecido a 180º C. Assar até ficarem douradinhos e servir morno.

quinta-feira, 27 de outubro de 2011

Ora, favas!


A chegada da primavera além e trazer dias mais ensolarados e campos floridos acaba sendo uma época de colheita de muitos legumes e verduras sazonais. Entre elas uma de minhas leguminosas preferidas, a fava.

O seu cultivo remonta há séculos atrás pelas mãos de povos antigos - Gregos, Egípcios e Romanos – mas também com cultivar no Oriente Médio. Tornou-se mais conhecida por seu consumo em Portugal e no Arquipélago da Madeira onde é consumida desde o século XVI, vindo para o Brasil na época da colonização portuguesa. A fava (Vicia faba) é semelhante a uma grande vagem de feijão, dentro da qual se formam as sementes que devem ser retiradas do casulo para serem preparadas. Contém um bom percentual de proteínas e carboidratos, embora seja acanhada nas vitaminas contendo somente a B.



Diversas receitas podem ser preparadas com a fava, muitas delas com origem na cozinha portuguesa, tal como a fava com paio, fava refogada, fava e carne de porco na panela e enraizou-se na culinária de nosso país trazendo mais um leque de preparos e utilidades. Há apenas alguns anos deu a honra de apresentar-se na alta gastronomia, servindo de vedete em muitos pratos nas mais variadas combinações. A receita de hoje é um destes preparados cheios de sabor, a Bruschetta de Fava e Hortelã!



Ingredientes:
(para 4 pessoas)

1 xícara de favas frescas
1 dente de alho sem pele
5 cebolinhas verdes picadinhas
Uma colher de sopa de hortelã fresco picado
Meia xícara de maionese industrializada
Uma colher de sopa de azeite de oliva extra virgem
Suco de meio limão
Sal e pimenta do reino moída à gosto
Um pão preferencialmente italiano

Preparo:

Preparar as favas cozinhando-as em água fervente junto com o alho por cinco minutos. Em seguida escorrer e colocá-las em água com gelo para dar um choque térmico. Isso facilitará a retirada da pele da fava. Misture as favas sem pele com os demais ingredientes e metade da cebolinha verde – inclusive o alho que foi cozido - e bata no processador de forma leve apenas para macerar. Faça aos poucos e corrija os sabores adicionando mais sal ou pimenta, ou mais hortelã, de acordo com a preferência. Monte as bruschettas cortando o pão em fatias de um centímetro de espessura e de cerca de 5 a 6cm de diâmetro, regando com um fio de azeite de oliva, disponha em uma assadeira e leve ao forno pré-aquecido a 180oC por cerca de 7 minutos ou até tostar. Retire colocando sobre cada uma generosa colher da pasta processada. Regue com um fio de azeite, decore com hortelã e o resto da cebolinha e sirva de entrada.



A bruschetta surgiu no período da Antigüidade, entre os trabalhadores rurais italianos, que inventaram a fórmula para aproveitar as sobras dos pães do dia anterior. O antepasto à base de pão tostado pode ser preparado com as mais variadas combinações de patês, geléias, queijo, embutidos ou frutas. A palavra bruschetta deriva de “bruscato” que em italiano significa tostado ou torrado e tem origem nas regiões do Lazio e de Abruzzo. Na região de Toscana o antepasto é chamado “fetunta”, que na Itália quer dizer fatia untada.

Artigo publicado hoje no Jornal Gazeta do Sul

E aqui eis mais algumas receitas no preparo de favas:

Fava com Paio



Ingredientes:

400g de fava
4 colheres (sopa) de óleo
100g de toucinho defumado
1 cebola cortada em rodelas
2 dentes de alho picados
2 ou 3 gomos de paio
1 amarrado de salsa e manjericão
3 tomates picados, sem pele nem sementes
Sal e pimenta do reino à gosto
2 xícaras (chá) de caldo de carne

Preparo:

Ponha a fava numa tigela com água fria e deixe de molho de um dia para o outro. Depois, escorra e tire a pele com uma faca.Reserve. Aqueça o óleo e frite o toucinho picado, a cebola e o alho. Fure os paios com um garfo e acrescente ao refogado, junto com a fava e o amarrado de salsa e manjericão. Adicione o tomate e tempere com sal e pimenta do reino. Acrescente o caldo de carne, tampe a panela e deixe cozinhar, em fogo baixo, por 1 hora. Se achar necessário, acrescente mais caldo. Retire do fogo e elimine o amarrado de salsa e manjericão. Coloque a fava numa travessa e distribua por cima o paio cortado em rodelas. Sirva com salada.

Fava com Ovos Escalfados



Ingredientes:

1 cebola
Favas quanto baste
4 fatias de peito de peru defumado
1 cenoura
1 tomate
Meio copo de vinho branco
Ovos
Sal e azeite à gosto

Preparo:

Pique a cebola e leve-a a alourar no azeite. Acrescente o peito peru cortado em pedaços, a cenoura cortada em rodelas e o tomate picado (ou um pouco de molho de tomate). Regue com o vinho e tempere com sal. Deixe apurar um pouco. Adicione as favas e cubra com água. Deixe cozinhar. Quando as favas estiverem quase prontas, parta os ovos e coloque-os, com muito cuidado, lá dentro. Tape e deixe cozinhar sem mexer.

Salada de Favas



Ingredientes:

Meio quilo de favas
1 ramo de coentro
1 ramo de salsa
1 cebolinha perde picada
1 cebola
Azeite de oliva extra virgem
Gotas de vinagre
Sal e pimenta do reino à gosto

Preparo:

Colocar as favas num tacho com água, juntamente com o coentro, a salsa, a cebola descascada e cortada a meio, e o sal. Deixar cozinhar durante cerca de 50 minutos. Depois de cozidas, deixar as favas esfriarem e retirar a casca. Juntar às favas e temperar com azeite, vinagre e orégano.

quarta-feira, 26 de outubro de 2011

Maestrale Brut Rosé - o primeiro espumante da Sanjo


O lançamento do espumante Maestrale Brut Rosé marca a entrada da vinícola Sanjo ao segmento de Espumantes. Elaborada pelo tradicional método champenoise, uma técnica artesanal de fermentação na garrafa, que resulta em produtos de sabor autêntico.

Elaborado a partir de um corte de três uvas - a branca Chardonnay e as tintas Merlot e Cabernet Sauvignon, o espumante revela toda a complexidade e sofisticação desenvolvidas ao longo dos 20 meses em que o vinho permaneceu nas caves em contato com as leveduras no interior da garrafa – cedendo assim, notas aromáticas ricas que deixam o paladar mais intenso e sofisticado.

Ideal para ser servido como aperitivo, acompanhando canapés, frutos do mar, peixes (salmão, congrio e linguado) e outros pratos de sabor leve e delicado. O Maestrale Brut Rosé deve ser refrescado em balde de gelo a uma temperatura entre 6 e 8ºC e consumido preferencialmente em taças do tipo flute.

Ao contrário do que se indica para os vinhos tradicionais, os espumantes que seguem na preferência dos brasileiros devem ser armazenados com as garrafas em pé, para que a rolha de cortiça utilizada para tampar a garrafa preserve ao máximo a pressão e a espuma do produto quando aberto.

A Sanjo Cooperativa Agrícola de São Joaquim (SC) é uma das maiores produtoras de maçãs do Brasil. A partir de 2002, a empresa passou a investir também na produção de vinhos finos de altitude, utilizando-se dos mesmos processos de qualidade e tecnologia que integram os valores essenciais de sua fruticultura.

segunda-feira, 24 de outubro de 2011

Casa Silva Reserva Sauvignon Blanc 2010

A chegada da primavera merece um brinde e que tal com um belo e gelado vinho branco?



Os vinhos brancos refletem jovialidade, pois na sua maioria são vinhos elaborados para consumo rápido, com um ou dois anos de garrafa, mostrando-se refrescantes e ideais para acompanhar desde saladas e entradinhas até mesmo algumas sobremesas. Um belo exemplar é o chileno Casa Silva Reserva Sauvignon Blanc safra 2010, vinho de coloração amarelo-palha com nuances esverdeados, aroma bastante floral e elegante e com notas cítricas de abacaxi, pomelo e damasco. Na boca, mostra-se surpreendente, mineral e fresco, com acidez correta e paladar equilibrado, resultando num vinho refrescante e agradabilíssimo de ser degustado. Harmoniza bem com saladas, peixes de carne firme, alguns queijos e até mesmo com massas com molhos brancos não muito condimentados. Ideal ser servido na temperatura de 8 a 10°C e possui graduação alcoólica de 13%.

domingo, 23 de outubro de 2011

Brasil a gosto - A culinária tupiniquim legitimamente preparada!

São Paulo é uma cidade que pelo fato de ser gigantesca, acomoda confortavelmente todo o ecletismo representado nas raças, culturas e hábitos dos que lá se misturam. E entre tantos componentes cosmopolitas, um merece destaque: a gastronomia.

E foi em São Paulo que pude encontrar a fiel representação da culinária brasileira, tão ampla na sua diversidade e tão específica na sua localização. Uma cozinha brasileira moderna, de novos mas ao mesmo tempo tradicionais ingredientes, novas texturas e apresentações, enfim releituras daquilo que é tão nosso. O ponto em que estas linhas convergem e se encontram chama-se Brasil a Gosto, um pequeno e charmoso restaurante fincado num antigo sobrado no Bairro Jardins e comandado pela inquieta e minimalista chef Ana Luiza Trajano.


A atenciosa e competentíssima chef Ana Trajano

Do alto de sua simpatia e competência comanda diariamente a labuta na cozinha criando pratos, repetindo antigas receitas. e gerenciando uma eficiente e jovem equipe de trabalho que tão bem conduz os clientes a uma verdadeira viagem aos melhores recôncavos de sabor de nosso país. Ana tirou de suas andanças pelo mundo e pelo Brasil as idéias para os dedicados pratos servidos. Formou-se na Itália, viajou pela Europa, bateu perna pelo Brasil e trouxe para a sua mesa um resumo do que viu, mas com o filtro do seu bom gosto.


O elegante ambiente do salão

No restaurante requintadamente decorado com alguns objetos antigos e muito artesanato principalmente do Norte e Nordeste, pude provar o Menu Degustação, numa seqüência para lá de sensacional. Para beliscar foram servidos chips de raízes variadas fritos com patês diversos em curiosos potinhos cerâmicos. De entrada o palmito pupunha cozido em baixa temperatura com cobertura de tomate na manteiga de garrafa impressiona pela textura. O primeiro prato que juntou mini-acarajés, vatapá cremoso e pescada-cambucu e o pirarucu com purê de batata-doce e abóbora revelou-se digno de uma matéria especial...somente dele! O segundo prato apresentou miolo de alcatra com quirela de milho e carne de cabrito com chip de aipim frito no dendê, numa junção muito interessante.


O couvert é criativo e delicioso

E por fim a sobremesa: sorvete de nata sobre base de bananada com canudo de biju, cocadinha mole e alguns docinhos muito especiais. Um fechamento de ouro para um restaurante que conjuga qualidade, inovação e um dos melhores atendimentos de São Paulo (parêntese para o detalhe da preocupação com a satisfação do cliente: uma das eficientes atendentes percebeu que eu estava mexendo em minha máquina fotográfica e ofereceu-se perguntando se pilhas me faltavam. Disse a ela, com ar surpreso, que sim. Pediu-me um minuto e voltou com uma caixinha cheia de pilhas alcalinas para escolha! E confidenciou diante de meu ar maravilhado que além de pilhas, óculos, sombrinhas e outros equipamentos faziam parte do rol de utilidades para os clientes).


A sobremesa servida é indescritível no sabor

O Brasil a Gosto de Ana Trajano foi eleito pela Revista Veja São Paulo e Revista Gula como o “Melhor restaurante de comida brasileira” de São Paulo. E é apenas o começo desta vibrante história da culinária nacional.


A fachada do restaurante no bairro Jardins

O Restaurante Brasil a Gosto está localizado na Rua Professor Azevedo do Amaral, 70, Jardins – São Paulo /SP, fone 11.3086.3565.

sábado, 22 de outubro de 2011

Guia ADEGA – Vinhos do Brasil

O mercado nacional de vinhos está aquecido e a vitivinicultura brasileira tem trabalhado intensamente ao longo dos anos para atingir patamares cada vez mais altos. Assim, no momento em que o vinho nacional começa a ser reconhecido não só dentro do Brasil, mas também fora dele, a Inner Editora, responsável pela edição das revistas ADEGA e Almanaque do Vinho, lança o Guia ADEGA – Vinhos do Brasil, publicação que oferece um amplo panorama do vinho brasileiro, apontando o que há de melhor no mercado.





O guia avaliou 275 vinhos de 66 vinícolas dos mais diversos terroirs brasileiros – que também ganharam explicações sobre suas principais características. Os melhores vinhos mereceram destaque e foram listados espumantes, brancos e tintos produzidos no Brasil. Confirmando a qualidade dos nossos rótulos, 14,5% deles receberam, no mínimo, 89 pontos, o que representa 40 amostras.


“Nas degustações às cegas das primeiras edições da ADEGA, os vinhos brasileiros ficavam em categorias separadas dos demais. Quando eles começaram a vir lado a lado com vinhos de todo o mundo, chegamos à conclusão de que mais um passo precisava ser dado de nossa parte para fazer jus à coragem dos vitivinicultores brasileiros: a elaboração de um Guia de Vinhos do Brasil”, resume Christian Burgos, publisher da Inner.


Durante todo o primeiro semestre deste ano, a equipe responsável pela avaliação dos vinhos contatou vinícolas de norte a sul do Brasil para que enviassem amostras de safras em mercado. As garrafas foram recebidas, catalogadas e degustadas às cegas.


Com 164 páginas e formato 14,5 x 20,5 cm – ideal para acompanhar o leitor nas viagens e visitas a lojas de vinho –, o Guia ADEGA – Vinhos do Brasil estará a venda nas principais bancas a partir de 15 de setembro e também ficará disponível para compra online através do site www.lojaadega.com.br por R$ 24,90.