sábado, 5 de dezembro de 2020

Vinícola Cristófoli - uma Confraria de família

Conheci a Cristófoli numa press trip há alguns anos apresentada pela enóloga  e proprietária Bruna Cristófoli. De lá para cá a vinícola agregou serviços e desenvolveu novos rótulos e formatos



O vinho aproxima as pessoas, faz amigos, preserva culturas, mesmo em tempos de pandemia. Para ter uma linha direta, ainda mais próxima dos apreciadores de vinhos, mesmo à distância, a Cristofoli Vinhos de Família criou a Confraria Família Cristofoli. Sem pagar nada, confrades e confreiras são convidados a mergulhar nesse mundo de histórias e sensações. De gole em gole, são compartilhados conteúdos via lista de transmissão pelo whatsApp, além de condições especiais para vinhos exclusivos e lançamentos em pré estreia.

Sonho antigo da família, a confraria se tornou um canal que aproxima os clientes, amigos e apreciadores da Cristofoli. Para participar basta salvar na agenda do telefone o número do WhatsApp da Confraria – 54 9 9693.5189 -, e enviar uma mensagem solicitando a entrada na Confraria, informando o nome e a cidade de localização, respeitando, assim, a política de privacidade. Todo conteúdo é enviado através de uma lista de transmissão.

São dois envios por mês. Um deles focado em conteúdo técnico autoral relacionado ao vinho. O outro com proposta específica para o mês, podendo conter rótulos exclusivos e lançamentos em avant premiére, além de condições especiais para o período. Neste formato, os participantes não têm custo de assinatura, pagando somente quando desejarem comprar algum produto. E para quem não deseja mais receber os conteúdos, basta enviar uma mensagem com a palavra DESCADASTRAR.

Sobre a vinícola

Instalada na Rota Cantinas Históricas, no distrito de Faria Lemos, interior de Bento Gonçalves, a Cristofoli Vinhos de Família tem em sua linha de frente a jovem Bruna Cristofoli (34), além do irmão Lorenzo (25) e da prima Letícia (23), todos enólogos. O trio divide funções na vinícola e no enoturismo, conduzindo um sonho que iniciou com seus pais, os irmãos Loreno e Mário Cristofoli, que cuidam dos vinhedos, enquanto suas esposas Maria de Lourdes e Roseli se dedicam ao preparo das refeições que aprenderam com suas mães e ‘nonas’. É uma vinícola onde tudo é feito pela família.

A vinícola tem rótulos de variedades emblemáticas e mais conhecidas como Cabernet Sauvignon, Merlot e Chardonnay, mas o grande diferencial está na preservação de uvas nativas italianas como a Sangiovese e Moscato de Alexandria, que acompanham a trajetória da família desde a Itália, quando Angelo Cristofoli - bisavô dos três jovens vitivinicultores -, partiu para o Brasil há mais de 130 anos. Hoje, a produção é de apenas 27 mil garrafas de vinhos finos e espumantes ao ano.

O enoturismo na Cristofoli é uma constante descoberta. A vinícola oferece nada mais, nada menos que 10 experiências enoturísticas. A mais disputada é o Edredom nos Parreirais, seguida pele Entardecer de Vindima, mas as opções seguem com o Tour Vinho e Paisagem, Spuntino, Harmonia da Vindima, Almoço harmonizado ao ar livre, Degustação de Vinhos, além de experiências personalizadas e da visita guiada à propriedade com degustação orientada de vinhos. Para completar, o Wine Safari, que acaba de ser lançado.

SERVIÇO

Local: ERS 431 km 06 – Rota Cantinas Históricas – Faria Lemos - Bento Gonçalves (RS)

Horário de atendimento:

De segunda a sexta: das 8h às 11h30min e das 13h30min às 18h

Sábados e feriados: das 9h30min às 18h

Domingos: das 9h30min às 17h

Contato: cristofoli@vinhoscristofoli.com.br | (54) 3439.1190 | (54) 9 8403.9247

Loja virtual: www.loja.vinhoscristofoli.com.br

quinta-feira, 3 de dezembro de 2020

O bolinho de aipim com charque!

 

Que tal juntar estas duas instituições culinárias brasileiras numa receita?

Assim como muitas raízes e tubérculos, o aipim (ou mandioca, macaxeira, castelinha e maçamba) nasceu na América Central e do Sul depois se espalhando para a Amazônia e cerrado brasileiro sendo cultivada por povos indígenas muito antes da chegada dos colonizadores portugueses. Seu nome adveio da palavra indígena ”mani” de origem Aruak (povos originários do alto amazonas, litoral equatoriano e planícies venezuelanas) povo agricultor, principalmente no cultivo da mandioca, e cujos índios Tupis possam ter aprendido com eles a cultivar tal planta. Atualmente é cultivada em quase 2 milhões de hectares no Brasil. A raiz da planta aipim que é consumida e é rica em fécula, plena de carboidratos (amido e açúcares) e em vitaminas do Complexo B, Cálcio, Fósforo e Ferro. Aqueles com polpa amarelada apresentam vantagem adicional, com bons teores de caroteno, que é transformado pelo organismo em retinol ou vitamina A, essencial à visão, pele e mucosas. Pode ser preparada cozida, assada, em caldos, sopas, utilizada para farinha entre outras tantas utilidades. E na receita de hoje foi preparado na forma de bolinho e recheada com charque, uma delícia que você acompanha agora, os Bolinhos de aipim com charque!

 


Ingredientes:
(para 8 pessoas)
 
Bolinho:
1 kg de aipim cozido sem sal
Meia xícara de salsinha picada
Meia xícara de cebolinha picada
1 ovo
1 gema
1 colher de sopa de manteiga
Sal e pimenta-do-reino a gosto
 
Recheio:
300 g de charque desfiado dessalgado
1 colher de sopa de azeite de oliva
1 dente de alho picado
Meia cebola picada
3 xícaras de farinha de rosca
2 ovos
Óleo de soja ou equivalente
 

Preparo:

Massa: esmague o aipim cozido até virar uma massa. Retire os fios centrais. Coloque a massa em uma tigela, acrescente o ovo, a gema, a manteiga, a salsinha, a cebolinha, o sal e a pimenta. Mexa bem até a massa ficar lisa e homogênea. Em uma superfície lisa, coloque farinha de trigo e sove a massa com a mão até ela desgrudar. Se necessário, acrescente mais farinha de trigo até dar o ponto. 

Recheio: em uma frigideira, coloque azeite, cebola, alho e o charque e refogue. Abra um pedaço da massa e coloque 1 colher de recheio. Feche o disco de massa aberto e modele até virar uma bolinha. Faça isso até acabar a massa ou o recheio. Em um prato, bata os ovos. Em outro prato, coloque a farinha. Passe os bolinhos primeiro pelo ovo e depois pela farinha, tome cuidado para que todos os lados fiquem cobertos. Bata para retirar o excesso. Em uma panela, coloque óleo suficiente para os bolinhos ficarem submersos. Espere esquentar bem e frite os bolinhos. Retire e disponha numa bandeja forrada com papel toalha. Sirva!

 

quarta-feira, 2 de dezembro de 2020

Casa Valduga Arte - um brinde!

A Casa Valduga é uma das maiores e mais conceituadas vinícolas brasileiras. No final do século XIX (em 1875) o primeiro imigrante italiano da Famiglia Valduga desembarca no Brasil e se estabelece na localidade onde hoje é o Vale dos Vinhedos onde com o passar dos anos a vinícola se expandiu para outras regiões produtoras, montou outros negócios e cravou sua marca na história vitivinícola do país. Hoje coleciona mais de 300 prêmios em concursos nacionais e internacionais alicerçada no foco da qualidade dos vinhos e espumantes que elabora (a sua cave subterrânea com capacidade para 6 milhões de garrafas - é considerada a maior da América Latina).

Um de seus espumantes mais comercializados é o Casa Valduga Arte, elaborado pelo método tradicional (champenoise) e composto pelo blend de 60% Chardonnay e 40% Pinot Noir. Possui coloração palha muito claro e brilhante. Na taça um perlage constante, fino e formador de uma bela coroa que expressa aromas de frutas brancas e tropicais, brioche e amendoado e quando levado a boca traz refrescância e citricidade e um final longo e saboroso.   

Este espumante fica 12 meses em autólise na cave subterrânea.


Combina com canapés, saladas, frutos do mar, carne de frango e várias entradinhas e petiscos, basta usar a imaginação.

Possui 11,5% de graduação alcoólica e o ideal é ser degustado na temperatura de 4 a 6oC .

Você encontra os espumantes da Casa Valduga na Wein Haus, loja especializada em vinhos, localizada na Rua João Pessoa 895, Santa Cruz do Sul, fone (51) 3711.3665, tele entrega pelo (51) 98416.6407 e site www.weinhaus.com.br

E lembre-se: se beber, NÃO DIRIJA!   

quinta-feira, 19 de novembro de 2020

O risoto de moranga!

 

Um risoto que leva este delicioso ingrediente vai encher sua cozinha de aromas!

A moranga é um tipo de abóbora, algumas possuem cor alaranjada e outras verdes e que pode ser usada tanto em doces quanto em receitas salgadas. Embora seja tecnicamente uma fruta, geralmente é considerado um vegetal. A abóbora é originária da Guiné e chegou ao Brasil, no século XVI, pelas mãos dos colonizadores portugueses. Tanto a polpa de abóbora como as sementes são ricas em vitamina C e antioxidantes, incluindo beta-caroteno e outros carotenóides. Também possui alto teor de óleo vegetal insaturado, uma fonte de vitamina E, e é rica em vitaminas do complexo B. E este montão de benefícios serão levados a panela no preparo do Risoto de Moranga! Acompanhe a receita aqui.

 



Ingredientes:
(para 4 pessoas)
 
2 xícaras de arroz arbóreo ou carnaroli
2 colheres de manteiga
Uma cebola picadinha
Um dente de alho picadinho
Uma taça de vinho branco seco
500g de moranga tipo cabotiá
4 colheres de sopa de queijo parmesão ralado
4 colheres de sopa de azeite de oliva extra virgem
Lascas de queijo parmesão
1 litro de caldo de galinha
Folhas de sálvia fresca
Sal e pimenta preta moída à gosto

 
Preparo:
 


Aqueça numa panela manteiga e azeite de oliva e junte a cebola, o alho, e algumas folhas de sálvia picadas refogando em fogo médio. Quando dourar, somar o arroz e mexer com os ingredientes. Juntar o vinho, cozinhando até evaporar parte do líquido. Adicionar a moranga picada e aos poucos, ir adicionando o caldo de galinha, concha por concha, mantendo encharcado o preparo. Adicionar pimenta preta e corrigir o sal. Cozinhar por cerca de 20 a 25 minutos para que o arroz fique “al dente”. Desligar o fogo e juntar a manteiga e o queijo parmesão. Misturar bem, tampar a panela e deixar descansar por aproximadamente três minutos, o que finalizará o cozimento do arroz. Servir o risoto em seguida regando com um generoso fio de azeite de oliva e com as folhas de sálvia e raspas de parmesão.

 

Dicas:

O arroz: o risoto deve ser preparado com o arroz específico para este prato, ou o arbóreo ou o carnaroli pela sua carga de amido e formato. Quanto mais for mexido o risoto mais amido o arroz liberará.


A moranga: o ideal é usar uma moranga ou abóbora fresca e de casca grossa seja esta verde ou laranja.


A sálvia: esta é uma combinação ótima com a abóbora e frita junto com os temperos base e usada na decoração.


O sal: a abóbora traz uma doçura ao prato então cuidado com o sal para não ficar aquém mas lembre-se que o queijo parmesão também é salgado, então corrija ao final.

 

quarta-feira, 18 de novembro de 2020

Casa Venturini Cabernet Franc 2018 - o resgate de uma cepa esquecida!

 

A uva Cabernet Franc foi introduzida no Rio Grande do Sul pela Estação Agronômica de Porto Alegre, por volta de 1900 e foi uma das variedades viníferas mais plantadas no estado até a década de 1980. Esta casta era utilizada em grande escala na produção de vinhos de mesa e coloniais e a cepa foi praticamente extinta no Rio Grande do Sul e nos últimos anos replantada com clones de melhor qualidade o que vem rendendo excelentes vinhos varietais vindos das diversas regiões produtoras gaúchas entre as principais o Vale dos Vinhedos, a Campanha Gaúcha, a Serra do Sudeste além de Flores da Cunha e Pinto Bandeira. Na Argentina a Cabernet Franc adquiriu um status de qualidade igual ou superior ao Malbec. 

A origem desta casta prima da Cabernet Sauvignon é a Espanha, oriunda das uvas Morenoa e Hondarribi e depois espalhando-se pela França em Bourdeaux e Loire. 

E é esta casta que produz vinhos estruturados, intensos e aromáticos que dá vida ao rótulo comentado desta semana, o Casa Venturini Cabernet Franc 2018, produzido pela vinícola homônima de Flores da Cunha com uvas provenientes de Pinheiro Machado, na Serra do Sudeste gaúcho.  

De coloração rubi brilhante traz ao nariz aromas frutados e florais, toque herbáceo, especiarias e leve baunilha, mesmo sem passagem por barrica de carvalho.  Possui corpo médio, boa estrutura, taninos redondos e suaves e amplo final.  É fresco, fácil de beber e que faz querer que se deguste mais uma taça.

Faz boa companhia com carnes vermelhas magras e legumes grelhados, cordeiro na brasa, risoto de cogumelos frescos, lombo de porco, lasanha a bolonhesa, tortéi e queijos médios.

Possui 12,7% de graduação alcoólica e o ideal é ser degustado na temperatura de 16 a 18oC .

Você encontra os vinhos da Casa Venturini na Wein Haus, loja especializada em vinhos, localizada na Rua João Pessoa 895, Santa Cruz do Sul, fone (51) 3711.3665, tele entrega pelo (51) 98416.6407 e site www.weinhaus.com.br

E lembre-se: se beber, NÃO DIRIJA!   

quinta-feira, 12 de novembro de 2020

A Casa Pedrucci: qualidade, método e paixão!

 

Tive a satisfação de conhecer alguns dias atrás a convite do proprietário e enólogo Gilberto Pedrucci a Casa Pedrucci, vinícola de Garibaldi, que elabora deliciosos espumantes. Gilberto – que já foi presidente da Associação Brasileira de Enologia e eleito Enólogo do Ano pela entidade, calibrou sua trajetória profissional em duas vinícolas que são referência na produção de espumantes pelo método tradicional no Brasil: Cave Geisse e Peterlongo e complementada com inúmeras viagens técnicas nas principais regiões produtoras de vinhos no mundo e desde o início deste século produz rótulos com a sua assinatura, sediado num belo casarão de pedras basalto no interior daquele município. 

Hoje, a Casa Pedrucci está presente em quase todo o Brasil, em locais de destaque e de alta gastronomia, como no Hotel Copacabana Palace no Rio de Janeiro, o Hotel das Cataratas em Foz do Iguaçu, Hotel Casa da Montanha em Gramado, Enoteca Decanter em Porto Alegre, DOC Vinhos em Brasília, entre outros. O capo Pedrucci tem na excelência do método de elaboração e na correta maturação suas chaves mestras para a produção dos borbulhantes. 


Perlage e coroa impecáveis no Rosé Sur Lie

Um dos grandes destaques da vinícola é o espumante Fatto a Mano Nature Rosé Sur Lie 2019, elaborado com as uvas Merlot e Pinot Noir e recém-chegado com produção limitadíssima de 1.500 garrafas. Sur lie é um termo francês que significa “sobre as borras” e trata-se de uma técnica de amadurecimento de vinhos que permanecem em contato com as leveduras, após a fermentação, influenciando a estrutura tânica do vinho, o corpo e o aroma. As garrafas de espumante elaboradas assim não levam a rolha de cortiça, mas sim uma tampa de garrafa metálica (iguais as de cerveja) pois o espumante não é sangrado no degórgement - resfriado para expulsão das leveduras e posterior colocação da rolha. 

Gilberto Pedrucci: enólogo de técnica e coração!


Este exemplar por sugestão do enólogo deve ser degustado em etapas, oportunizando duas experimentações distintas, para isso deve-se deixar a garrafa gelar em pé para as leveduras se acondicionarem na parte inferior da mesma, abrir com cuidado e servir a taça com o espumante límpido degustar (cor salmão brilhante, límpida, aromas de frutas vermelhas e flores, brioche e boca fresca e ampla) e depois dar uma ligeira movimentada na garrafa e servir com as leveduras, tanto a cor, quanto o olfato e o paladar mudarão tornado-se mais complexo e exuberante. Vai ao mercado com 15 meses de contato mínimo com as leveduras e o próprio consumidor escolhe quanto tempo mais deixará o espumante "sobre as borras". Um espetáculo!

Método tradicional domina a produção




Rótulos de alta qualidade compõem a linha da Casa Pedrucci



Casarão centenário acomoda a vinícola



Lorena e Gilberto Pedrucci, Tatiana Kurtz e Emerson Haas

Possui 12,5% de graduação alcoólica e o ideal é ser degustado na temperatura de 6 a 8oC .

Você encontra os espumantes gaúchos na Wein Haus, loja especializada em vinhos, localizada na Rua João Pessoa 895, Santa Cruz do Sul, fone (51) 3711.3665, tele entrega pelo (51) 98416.6407 e site www.weinhaus.com.br

E lembre-se: se beber, NÃO DIRIJA!     

terça-feira, 10 de novembro de 2020

A avaliação da “Safra das Safras” do vinho brasileiro!

 

No sábado dia 7 de novembro um pouco do que o mercado pode esperar foi apresentado na maior degustação de uma safra do mundo!




Além dos vinhos de excepcional qualidade a 28ª. Edição da Avaliação Nacional de Vinhos organizada pela ABE – Associação Brasileira de Enologia -  tomou uma proporção mundial, afinal, em plena pandemia e seus regramentos, a ANV inovou e despachou para vários cantos do país e do exterior centenas de kits contendo as 16 amostras mais representativas desta histórica safra, oportunizando assim uma amostragem de como poderão ser as próximas edições! Foram 395 amostras inscritas de 56 vinícolas que foram apreciadas por amantes do vinho, enófilos, jornalistas, produtores e simpatizantes do vinho brasileiro em 24 estados brasileiros, além do DF, Chile e Uruguai.     

Daniel Salvador, presidente da ABE


E o que podemos confirmar sem sombra de dúvida é que a Safra 2020 mostrou na taça que é a melhor safra de vinhos que o Brasil já teve! Um time composto por 16 comentaristas do Brasil e do exterior comentaram – alguns presencialmente onde o evento foi montado, no Spa do Vinho no Vale dos Vinhedos em Bento Gonçalves e outros de forma on-line bem distante dali. E o público acompanhava tudo ao vivo, no conforto de sua casa, pelos canais da ABE no Instagram, Facebook e Youtube.


Spa do Vinho no Vale dos Vinhedos foi o palco para o evento


16 amostras de 187ml chegaram pelo correio aos amantes do vinho


“Nunca o Brasil, tanto vinícolas, quanto enólogos, estiveram tão preparado tecnicamente, com profundo conhecimento, precisão na Viticultura e Enologia, para receber e processar uma matéria prima de tamanha qualidade. Esta safra veio para coroar todo esforço empenhado em anos de trabalho e pesquisa. Não se faz um vinho sozinho. E este ano, a mãe natureza fez a sua parte de forma esplêndida. Coube a nós, enólogos, ter a sensibilidade e o conhecimento suficientes para gerar o melhor vinho de nossas vidas. O seu vinho, o vinho brasileiro”, atestou Daniel Salvador, presidente da ABE.

 

De casa, conectado com o mundo do vinho


Dentro da taça:

 

A ANV adicionou nesta edição mais duas categorias: Rosé e Tinto de Corte, colorindo ainda mais a diversidade da elaboração. Não houveram vinhos pontuados abaixo dos 90 pontos e alguns chegaram a 93 de nota pelos comentaristas surpreendidos pela excelência dos brancos e tintos apresentados. Falando em tintos destaque para a uva Tannat com 2 amostras varietais e ainda presente em 2 blends. Nos brancos destaque para um Riesling excepcional e um Chardonnay de alta gama.


 

Confira a nominata das 16 amostras mais representativas da safra 2020:

 

CATEGORIA VINHO BASE ESPUMANTE

Chardonnay – Cooperativa Vinícola Aurora – Bento Gonçalves (RS)

Riesling Itálico/Chardonnay/Pinot Noir – Chandon do Brasil – Garibaldi (RS)

Pinot Noir – Casa Valduga – Bento Gonçalves (RS)

 

CATEGORIA BRANCO FINO SECO NÃO AROMÁTICO

Riesling – Cooperativa Vinícola Garibaldi – Garibaldi (RS)

Chardonnay – Cooperativa Vinícola Aliança – Santana do Livramento (RS)

 

CATEGORIA BRANCO FINO SECO AROMÁTICO

Sauvignon Blanc – Vinícola Família Lemos de Almeida - Vacaria (RS)

Moscato Giallo – Vinhos Hortência – Flores da Cunha (RS)

 

CATEGORIA VINHO ROSÉ FINO SECO

Cabernet Sauvignon – Vinícola Almadén – Santana do Livramento (RS)

 

CATEGORIA VINHO TINTO FINO SECO JOVEM

Merlot – Vinícola Salton – Bento Gonçalves (RS)

 

CATEGORIA TINTO FINO SECO

Tannat – Casa Perini – Farroupilha (RS)

Cabernet Franc – Vinícola Don Guerino – Alto Feliz (RS)

Tannat – Família Bebber – Flores da Cunha (RS)

Merlot – Pizzato Vinhas e Vinhos – Bento Gonçalves (RS)

Merlot – Vinícola Cave de Pedra - Bento Gonçalves (RS)

Tannat/Cabernet Sauvignon/Cabernet Franc – Casa Venturini – Flores da Cunha (RS)

Touriga Nacional/Tempranillo/Petit Verdot/Merlot/Cabernet Sauvignon/Tannat – Vinícola Miolo – Bento Gonçalves (RS)

*fotos Emerson Haas e Jeferson Soldi