segunda-feira, 19 de setembro de 2016

Ca del Magro Custoza Superiore 2012 - tão refrescante que encobre o fato de ser meio-seco!

A vinícola italiana Monte del Frá produz em Ca del Magro em Custoza, um pequeno vilarejo da cidade de Sommacampagna, a sudeste do Lago de Garda, apenas 15 Km de Verona. Um de seus vinhos é o Ca del Magro Custoza Superiore 2012,  elaborado por um blend que utiliza as variedades Garganega, Trebbiano, Incrocio Manzoni, Cortese, Tocai, Friulano, Chardonnay, Riesling Itálico e Malvasia. Destas a uva Garganega amadurece 4 meses de maturação em barris de carvalho e o vinho mais 6 meses em caves.

Possui coloração amarelo dourado com nuances esverdeadas, muito límpido é brilhante. Trouxe aromas cítricos com abacaxi, pomelo, pera, amêndoas, manteiga, brioche e toque floral (laranjeira) além de certa mineralidade. Boca de persistência media, acidez presente, muito cítrico e mineral. Refrescante, saboroso, com abacaxi em compota ressaltado ao final (bala chita)

Possui 13% de graduação alcoólica e o ideal é ser degustado na temperatura entre 8 e 10oC.

Manda muito bem com saladas verdes com frutas, sushis, frango na chapa, frutos do mar com tempero tradicional e canapés.

Você encontra este e mais algumas centenas de rótulos de vinhos e espumantes na Wein Haus, loja especializada em vinhos, localizada na Rua João Pessoa 895, Santa Cruz do Sul, fone (51)3711.3665 e www.weinhaus.com.br     

E lembre-se: se beber, NÃO DIRIJA!


quinta-feira, 15 de setembro de 2016

O entrecote na chapa ao molho de Tinta de Toro!


Quer combinação melhor que carne com vinho? Confira esta receita que junta os dois ingredientes no prato!

O vinho Tinta de Toro nada mais é do que o tinto elaborado com a uva Tempranillo, cepa que na região espanhola de Toro, no noroeste do país, na província de Zamora, leva este nome e é tida como a menina dos olhos dos espanhóis. Em outras regiões espanholas recebe o nome de Tempranillo; em Portugal chama-se Tinta Roriz e assim por diante. A Tinta de Toro é uma uva cheia de história e teve origem no ano de 200 a.C, quando os romanos espalharam a sua viticultura pela Europa, nas regiões à beira do rio Duero e invadindo o território espanhol. Segundo diz a lenda, os vinhos da Tinta de Toro abasteciam os navios da frota comandada por Colombo que chegaram à América. Concebe vinhos potentes, saborosos com muito aroma e estrutura. E por isso foi o escolhido para elaboração do molho que acompanha um dos mais saborosos e versáteis cortes bovinos: o entrecote. Acompanhe a receita do Entrecote na chapa ao molho de Tinta de Toro.


Ingredientes:
(para 4 pessoas)

4 fatias de entrecote com cerca de 3 cm de espessura
500g de tomate maduro sem sementes picados
1 cálice (150ml) de vinho Tinta de Toro
1 cebola pequena picada
1 cenoura pequena picada
1 dente de alho picadinho
50g de bacon picadinho
1 colher de chá de açúcar
Meia xícara de salsinha picada
1 colher de sopa de molho shoyu
1 colher de sopa de manteiga sem sal
2 colheres de óleo de girassol
Sal e pimenta do reino a gosto

Preparo:


Doure o bacon juntando a cebola, cenoura e com o alho em uma colher de óleo de girassol. Acrescente o tomate picado. Quando levantar fervura, coloque o açúcar, a salsinha, sal e pimenta do reino a gosto. Abaixe o fogo e deixe cozinhar por cerca de 30 minutos, mexendo de vez em quando e deixando a panela tampada. Não use água. Amasse os ingredientes, junte o vinho e o shoyu e deixe reduzir para engrossar. Corrija o tempero e reserve. Aqueça uma frigideira com uma colher de sopa de manteiga e uma colher de sopa de óleo de girassol. Sele os bifes de entrecote dois a dois, cerca de 5 minutos cada lado, em fogo médio-alto temperando com sal e pimenta. Desligue, deixe descansar por cerca de minutos. Disponha generosas colheradas do molho no prato e acomode o entrecote sobre o mesmo. Sirva em seguida.


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quarta-feira, 14 de setembro de 2016

Prosit! - Beer Project Babylone: cerveja de pão

O Beer Project começou através da iniciativa de alguns belgas criativos e entusiastas que, como propuseram em seu manifesto, cansados do “copiar e colar”, criaram receitas criativas e fugiram da linha belga tradicional.

Através de um processo de financiamento coletivo, onde pagando 160 euros adquiria-se o direito de receber 12 cervejas da cervejaria por ano (para o resto da vida!), em 2013 conseguiram produzir sua primeira cerveja em parceria com a cervejaria Anders, de Bruxelas. Em 2015 construíram sua própria cervejaria, e os investimentos continuam em novos talentos e maquinário.

Fugindo dos estilos tradicionais belgas, buscam suas inspirações em diversas partes do mundo. Não diferente, esta receita faz voltar no tempo no ano 1900 a.c. buscando na Babilônia esta que é a primeira cerveja moderna a utilizar o famoso “pão dormido” em sua composição.

Cerca de 30% do malte utilizado é substituído por fatias de pão, praticamente uma fatia e meia por garrafa, formando literalmente um pão liquido. Utilizando lúpulo americano no dry hopping (processo de inserção do lúpulo na fase de fermentação da cerveja ao invés da fervura, liberando mais aroma) que confere um incrível cítrico a esta bitter. No gosto se sente o toque de pão, leve caramelo, picância e cítrico que dão frescor e equilíbrio agradáveis, tem corpo levemente mais denso que as representantes inglesas do estilo.

Lembrando que esta não se trata de uma cerveja com malte de trigo ou Weissbier, por não usar este tipo de malte e sim o pão, literalmente. Uma cerveja para matar a sede, vai muito bem com bruschettas, salmão grelhado, medalhão de entrecote grelhado, ou para substituir a fatia de pão do café da manha.


Possui graduação alcoólica de 7%.

Prosit!

E lembre-se: se beber, não dirija!


*artigo de Matheus Muller

Você encontra esta e dezenas de rótulos de cervejas especiais além de cortes de carne premium das raças Angus e Hereford, complementos, molhos, geleias e especiarias na Best Beef Boutique, na Rua Marechal Deodoro 05, fone 51.3902-0630, em Santa Cruz do Sul. Confira!

terça-feira, 13 de setembro de 2016

13 de setembro, Dia Nacional da Cachaça


Neste dia que celebra uma das bebidas mais consumidas por aqui e que faz parte da caipirinha, uma das bebidas mais apreciadas no mundo, acompanhe 10 dicas para cozinhar com cachaça


A cachaça é um ícone brasileiro e já conquistou o status de um bom destilado ao redor do mundo. Deixou de ser uma bebida popular e hoje circula em diversos ambientes – da mesa dos bares mais simples até ao setor de ingredientes das cozinhas mais requintadas. Confira abaixo 10 dicas de como aproveitar o melhor desse verdadeiro patrimônio nacional.
 
1 – Cuidados básicos na hora de preparar receitas
O sabor da cachaça é marcante e, portanto, é preciso usar na dose certa para não estragar uma receita, com seu sabor sobressaindo ao da carne e dos demais ingredientes.

2 – Pontos positivos
A cachaça pode agregar maciez em carnes, cortar o teor de gordura de alguns pratos e ainda criar um sabor inesquecível. Isso pode variar muito de acordo com a cachaça escolhida. A tradicional, branca, é mais fresca e mais pronunciada. Já a amarelinha é envelhecida geralmente em tonéis e isso traz a ela nuances amadeiradas.

3 – Momento certo de usar
Dependendo do resultado esperado dá para colocar a bebida no início da receita ou em outros momentos e ir reduzindo junto ao cozimento, ajudando neste caso a amaciar uma carne, por exemplo. Quando a cachaça é levada ao fogo, ela pode ser adicionada no final, se quiser flambar. Esse processo trará características diferenciadas para a finalização, pois o álcool evapora e o que fica é o sabor adocicado da cana. Dá para flambar um filé em uma cachaça envelhecida em tonéis de carvalho, que vai dar um toque amadeirado na carne. A técnica é usada também em pratos como estrogonofe, que, por tradição, leva conhaque, mas pode ser substituído por cachaça.

4 – Carne bovina marinada na cachaça
A cachaça mais indicada para marinar carnes é a branca. O álcool, neste caso, é indispensável, assim como um ingrediente ácido, ervas, especiarias e até legumes.

5 – Aproveite a marinada
Leve o líquido da marinada para o forno ou panela juntamente com a carne, isso rende um molho que vai reduzir com o fogo.

6 - Carnes que mais combinam com cachaça como ingrediente culinário
Muitos cortes combinam com uma boa cachaça, o que felizmente nacionaliza cada vez mais a nossa culinária. Mas, os principais que vão bem com a cachaça na panela são a maminha, a picanha, a costela, o assado de tira e o filé mignon.


7 – A cachaça ideal
Escolha sempre uma cachaça de boa qualidade. Uma dica é reparar no fundo garrafa para verificar se não há depósitos decorrentes dos processos da cachaça, pois esses resíduos podem acabar indo para a comida.

8 - Cozinhas que harmonizam com cachaça
Culinárias típicas regionais casam muito bem com a bebida. Por exemplo, a cachaça tradicional servida junto com uma rabada dá um toque ainda mais brasileiro ao prato. Ela sempre vai ressaltar o sabor e aguçar ainda mais o paladar, além de agregar novas nuances por conta dessa harmonização.

9 – Coquetéis com cachaça
Churrasco vai muito bem com caipirinhas de frutas cítricas. A tradicional, com limão vai bem também com costela bovina no bafo, servida com manteiga aromatizada com ervas, quebrando muito bem a gordura desta carne e fazendo uma combinação perfeita. Já um drinque como o rabo de galo, vai bem com o bom e velho contrafilé acebolado.

10 – Cachaça e a culinária sofisticada
Um prato leve pede uma cachaça com menor teor alcoólico, ao passo que uma preparação mais encorpada, pede uma de grau dosagem de álcool maior. Comidas condimentadas pedem uma aguardente mais aromática; pratos gordurosos pedem cachaças com toque amadeirado.

*Estas são as regras básicas dos especialistas Andrea Hunka, Cleto Oliveira, Daniele Johnnei e Simone Valvassori, consultados pela Academia da Carne Friboi



segunda-feira, 12 de setembro de 2016

Vega Murillo Tinta de Toro 2012 - a Tempranillo ainda mais fresca!

O vinho espanhol Vega Murillo Tinta de Toro 2012 é produzido pela bodega espanhola Frontaura, com varietal 100% Tempranillo oriundo de vinhas da região de Pago de Valdelacasa, em Toro, na Vieja Castilla. 

Apresenta coloração rubi com reflexos violáceos com lágrimas médias. Exponencia aromas de frutas frescas  - framboesa, morango, groselha, cereja e ameixas - herbáceo doce (funcho e fumo em corda), floral (violetas), alcaçuz, nuance tostada e leve cedro. 

Em boca traz taninos muito agradáveis e redondos, fruta macerada, muito frescor e vivacidade, com final longo e persistente com toque de chocolate amargo. Passa 3 meses hibernando em barrica de carvalho francês. 

Um vinho fácil e prazeroso de beber!

Possui 13,7% de graduação alcoólica e o ideal é ser servido na temperatura de 14 a 16oC.

Combina muito bem com pizzas, queijos de média cura, carnes vermelhas e legumes grelhados ou na chapa, molho de tomate e algumas caças.

Você encontra o vinho Veja Murillo na Wein Haus, loja especializada em vinhos, localizada na Rua João Pessoa 895, em Santa Cruz do Sul, fone (51)3711.3665 e site www.weinhaus.com.br 


E lembre-se: se beber, NÃO DIRIJA!          

quinta-feira, 8 de setembro de 2016

As almôndegas recheadas com muçarela!


Pensou numa receita fácil, barata, saborosa e nutritiva? É esta!

Podemos dizer que almôndega nada mais é que um bolinho de carne com origem datada de séculos atrás, elaborada com restos de carne e legumes que sobravam nas cozinhas. Toda boa e tradicional receita quase sempre se reporta a períodos difíceis de crise, guerra e pobreza, nas quais para sobreviver a raça humana usava de muita criatividade na busca de ingredientes e mistura dos mesmos. Com o passar do tempo, esse preparo à base de carne encontrou sua alma gêmea, o macarrão, e foram unidos pelo molho de tomate num casamento que perdura até hoje. Tal receita, almôndegas de carne recheadas com muçarela com espaguete e molho de tomates, veremos a seguir!


Ingredientes:
(para 4 pessoas)

500g de espaguete
400g de carne moída magra
1 linguiça suína sem pele e triturada
Meia xícara de pão ralado fresco
4 colheres de sopa de queijo parmesão ralado
1 cebola pequena finamente picada
1 colher de chá de orégano seco
1 ovo batido
2 colheres de sopa de azeite
Sal e pimenta à gosto
200g de queijo muçarela ralado grosso
Queijo parmesão ralado para decorar
Manjericão fresco para decorar
Molho de tomate com receita à gosto

Preparo:

Aqueça o forno a 200oC. Em um bowl ou outro recipiente misture com as mãos a carne, a linguiça, a cebola, o pão, o ovo, o orégano, tempere com sal e pimenta. Com as mãos molde uma pequena bola do tamanho de uma bola de golfe (cerca 5cm de diâmetro) e em seguida achate-o formando uma bolacha. Coloque no meio um pouco de muçarela e molde novamente ao formato de uma bola, com cuidado. Faça várias assim com os ingredientes. Leve a assadeira por cerca de 20 a 25 minutos. Aqueça água e cozinhe o espaguete. Aqueça o molho de tomates, retire as almôndegas do forno e leve a este molho deixando uns dois ou três minutos. Escorra e sirva o espaguete acompanhado do molho e das almôndegas recheadas decorando com o parmesão e o manjericão.




quarta-feira, 7 de setembro de 2016

Prosit! - Gulden Draak 9000: levedura de vinho, mas é cerveja!


A origem do dragão dourado, símbolo desta cerveja, remete às cruzadas no ano de 1111, quando o rei norueguês Sigrid Magnusson ofereceu uma estátua com tal símbolo ao imperador de Constantinopla. Séculos mais tarde, em 1382, a estátua do dragão foi conquistada em uma batalha e colocada no topo do campanário da cidade de Ghent, na Bélgica.

Quatro séculos mais tarde a cervejaria é criada nos arredores de Ghent mais como necessidade, já que na época era recomendável tomar cerveja ao invés de água pois era extremamente tóxica.

Passados mais dois séculos, em 1982, a cervejaria Van Steenberge cria suas obras primas, a cerveja Piraat e Gulden Draak, sua história começar a mudar com a produção destas cervejas de alta fermentação e graduação alcoólica elevada. O sucesso não é imediato, em um mercado onde ainda eram preferidas as tão conhecidas cervejas lager.
 No inicio dos anos noventa, o mercado cervejeiro passa por uma grande mudança, onde o público começa a migrar para as de alta fermentação. O dragão dourado começa a ganhar o mundo. O nome 9000 é referência ao código postal da cidade de Ghent, onde é produzida.

Levando ainda mais malte que a Gulden Draak original, trata-se de uma quadrupel de coloração indo do âmbar ao vermelho brilhante, linda. No aroma já sentimos uma das mais fortes características da cervejaria, a fermentação secundária com levedura de vinho. Um forte aroma frutado e floral une-se ao aroma de malte e caramelo. No gosto picância e final seco, o caramelo aparece novamente com notas de frutas secas.  No final, o álcool com seus 10,5% de graduação alcóolica não passa despercebido.

Experimente com macarrão ao molho gorgonzola, picanha grelhada ou também com chocolate amargo e tiramisù.

Possui 10,5% de graduação alcoólica

Prosit!

E lembre-se: se beber, não dirija!



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