quinta-feira, 5 de novembro de 2020

O pudim de panetone!

 

Novembro iniciou e as gôndolas dos supermercados já estão lotadas deste sinônimo de festas de Natal!

O panetone surgiu na Itália. Segundo dizem, seu criador seria um rapaz chamado Toni, um ajudante de cozinheiro do duque de Milão, Ludovico Sforza, chamado "Il Moro", no final do século 15. Na véspera do Natal de 1495, a corte do duque jantava um banquete, com farta mesa. Na cozinha, o chef estava ocupado com a preparação de diferentes iguarias e pediu a seu jovem aprendiz, Toni, que supervisionasse o forno dentro do qual grandes biscoitos estavam sendo assados — estes seriam o grande desfecho do jantar do duque. Mas o ajudante exausto pelo trabalho adormeceu por alguns minutos e os biscoitos queimaram. O jovem cozinheiro então, com medo da reação do chef, do duque e dos convidados que aguardavam a sobremesa, decide, então, sacrificar a massa de fermento que havia guardado para o pão de Natal. Ele mistura farinha, ovos, açúcar, passas e frutas cristalizadas, até obter uma massa macia e muito fermentada, que assa e serve no banquete. O resultado é um sucesso e Ludovico Sforza decide chamar esse doce de "pani de Toni" ou Pão do Toni  em homenagem ao seu criador, tornando-se popular em toda a Itália com o nome "panetone". E é o panetone que dá vida a receita desta semana, o Pudim de Panetone ao Forno. Confira!   


 

Ingredientes

(8 porções)

 

500g de panettone

50g de manteiga

200g de chocolate ao leite picado

100g de chocolate meio amargo picado

500ml de creme de leite

125ml de leite

75ml (uma dose e meia) de grappa (ou licor de laranja ou conhaque)

4 ovos levemente batidos

uma xícara e meia (chá) de açúcar

uma pitada de sal

 

Preparo:

 

Corte o panetone em quatro partes e cada uma das partes em três ou quatro pedaços. Passe um pouco de manteiga previamente aquecida para amolecer nas fatias do panetone e coloque-as no fundo e laterais de um refratário untado com a manteiga também. Sobre o panetone, adicione o chocolate picado e misturado (ao leite e amargo). Para picar a barra de chocolate é muito simples: coloque ela  ainda fechada sobre o tampo  da mesa e com um batedor de carne ou um martelo, dê inúmeras batidas na barra. Após, abra o chocolate e despeje os pedaços no panetone. Em uma tigela, bata o creme de leite, o leite, a bebida, os ovos e o açúcar até obter um composto espumoso. Coloque esta mistura sobre as fatias de panetone e aperte-as para absorverem bem o líquido. Deixe descansar por cerca de 10 minutos, cubra com papel alumínio e leve ao forno pré-aquecido a 150 oC por 30 minutos. Retire o papel alumínio e deixe por mais 10 minutos no forno. Sirva quente, sozinho ou acompanhado de sorvete de creme ou creme inglês.

Neste sábado ocorrerá a 28a. Avaliação Nacional de Vinhos - e os amantes do vinho poderão acompanhar sem sair de casa!

 Representatividade da ‘Safra das Safras’ será conhecida sábado, 7, na Avaliação Nacional de Vinhos, pela primeira vez virtual e aberta ao público




Este ano a maior degustação de vinhos de uma safra do mundo não será presencial. Mesmo assim, a Associação Brasileira de Enologia (ABE) realiza neste sábado, 7, a partir das 17h, a 28ª Avaliação Nacional de Vinhos – Safra 2020, com transmissão ao vivo pelos canais da entidade no Youtube, Instagram e Facebook. O acesso é aberto e gratuito a todas as pessoas. Entretanto, somente 700 poderão acompanhar o evento degustando em casa, ao mesmo tempo que os comentaristas, cada uma das 16 amostras mais representativas da safra. A venda on-line esgotou em menos de duas horas e os privilegiados são de 21 estados brasileiros, além do Distrito Federal, do Uruguai e do Chile.

“A Avaliação Nacional de Vinhos nunca mais será a mesma. Com este formato digital conseguimos chegar na casa de apreciadores de vinhos que nunca antes puderam participar deste evento super disputado, que é único no mundo. Não teremos a emoção do presencial, mas por outro lado o vinho brasileiro poderá ser descoberto por mais pessoas, ganhando mais espaço na mesa do consumidor brasileiro”, destaca o presidente da ABE, enólogo Daniel Salvador. Cada kit poderá ser degustado por até três pessoas.

Os últimos kits chegam aos seus destinos esta semana. Cada kit contém 16 garrafas baby (187 ml), todas numeradas de 1 a 16 para que os apreciadores possam degustar as amostras ao mesmo tempo que os comentaristas, acompanhando a transmissão ao vivo. O conjunto inclui, ainda, duas taças personalizadas de cristal para vinho, além das Fichas de Degustação e da Revista Brasileira de Viticultura e Enologia. O material foi embalado numa caixa personalizada de papelão com proteção para melhor acondicionar as garrafas, todas com rótulo do evento e devidamente identificadas. Uma baby da Chandon acompanha o kit para brindar o momento.

Toda estrutura do evento está sendo montada no SPA do Vinho, no Vale dos Vinhedos, de onde a ABE prepara um espetáculo que convidará os brasileiros a descobrirem seu vinho, o vinho brasileiro, sem sair de casa. Dos 16 comentaristas, 11 são presenciais e cinco participarão diretamente de suas casas. Convidados pela ABE, eles formam um painel diversificado com enólogos, sommeliers, jornalistas, médico, chef, turismóloga, ator e enófilo.

Uma edição histórica

A Avaliação Nacional de Vinhos – Safra 2020 é histórica por quatro motivos. O primeiro, por ser a ‘Safra das Safras’, ou seja, a melhor safra que o Brasil já registrou. O segundo, motivado pelo primeiro, por bater recorde no número de amostras com a inscrição de 395 vinhos de 56 vinícolas. O terceiro, por bater recorde em relação aos estados representados pelo público participante, chegando a 21. E por fim, certamente o mais impactante, é a mudança de formato que sai do presencial e vai para o on-line, em razão da pandemia da Covid-19. A emoção do encontro será substituída por um espetáculo que poderá ser assistido no mundo todo via Facebook, Instagram e Youtube da ABE. No local do evento, somente a presença de comentaristas convidados e equipe de organização e transmissão, seguindo um amplo e rigoroso protocolo de segurança conforme regras do Ministério da Saúde.

 

quarta-feira, 4 de novembro de 2020

Reguengos Reserva Tinto 2014 - do Alentejo direto para a taça!

A Europa passou por várias guerras e pragas e guerras durante a sua história e não foi diferente no mundo do vinho. Pode-se dizer que várias vezes tradicionais vinhedos ressurgiram das cinzas ou foram replantados. No século XIX, devido ao aparecimento do oídio, míldio e filoxera – todos causadoras de doenças fúngicas - os viticultores viram-se obrigados a realizar parcerias e associações entre videiras e olivais, para sobreviverem. Hoje esta junção é usual e boa parte das vinícolas portuguesas por exemplo, possuem as duas culturas disponíveis em seu catálogo comercial e eno-turístico. É neste contexto que a Carmim – Cooperativa Agrícola de Reguengos de Monsaraz – foi criada em 1971 por um grupo de 60 viticultores com o objetivo de produzir e comercializar vinho, a partir da uva de um grupo de viticultores da região. Possui hoje 900 associados que somados cultivam 3.600 hectares de vinhas. E é desta vinícola que vêm o vinho comentado desta semana, o Reguengos Reserva Tinto 2014, da região do Alentejo, um saboroso blend elaborado om as castas Alicante Bouschet, Aragonez e Trincadeira. Colhido de videiras plantadas em solo argiloso, com afloramentos calcários e graníticos e mergulhadas no clima mediterrâneo seco e com grande amplitude térmica apresenta cor rubi profunda e traz aromas com muita fruta negra madura e fresca, tostado, chocolate, tabaco e um toque mineral. Na boca traz igual fruta estendida sobre taninos redondos e plenos, com ótimo volume e intensidade que resulta num amplo final.

Um percentual deste vinho estagia em barricas de carvalho português e francês por 12 meses.

Faz par gastronômico com espinhaço de ovelha e aipim, carne de porco no forno, carne vermelha grelhada, queijos de média cura e uma diversidade de risotos.

Possui 14,5% de graduação alcoólica e o ideal é ser degustado na temperatura de 16oC.

Você encontra os vinhos Carmim na Wein Haus, loja especializada em vinhos, localizada na Rua João Pessoa 895, Santa Cruz do Sul, fone (51) 3711.3665, tele entrega pelo (51) 98416.6407 e site www.weinhaus.com.br

E lembre-se: se beber, NÃO DIRIJA!     

sexta-feira, 30 de outubro de 2020

O dia mundial do sushi!

 

No domingo, 1º. de novembro, é comemorado o Dia Mundial do Sushi! Confira uma receita fácil e deliciosa desta iguaria de origem japonesa

Um dos restaurantes que mais curto ir são os que servem comida japonesa. O sushiman (chef responsável pela cozinha deste) não é um cozinheiro, é um artista, que retrata em seus pratos inusitadas criações com muito colorido. Esta arte que envolve a elaboração dos pratos e das iguarias servidas está presente nas formas, cores e apresentações, aguçando a curiosidade dos comensais. Embasada no tripé qualidade, sabor e tradição, a gastronomia japonesa se sustenta um destes pratos talvez seja o mais emblemático representante desta culinária oriental: o sushi. Para elaboração caseira do sushi são necessários alguns utensílios, como uma faca bem afiada, uma esteirinha de bambu (para auxiliar a enrolar os sushis), potinhos individuais para o molho shoyu, uma espátula para espalhar o arroz sobre a alga assim como uma tábua para o preparo e corte dos sushis e um pano úmido. Vamos a receita!

 


Ingredientes (arroz):

 

- 500g de arroz japonês

- 600 ml de água

- 80 ml de vinagre de arroz

- 60g de açúcar

- 15g de sal

- 1g de glutamato de sódio (Ajinomoto)

 

Preparo:

 

Lavar e escorrer o arroz quatro vezes. Deixar descansar por 15 minutos e colocar na panela o arroz e a água fria, tampar e levar ao cozimento em fogo alto até a água ferver. Após, deixar em fogo bem baixo, mas baixo mesmo, até a água secar. Por fim, o arroz deve descansar por mais 10 minutos, ainda na panela tampada. Juntar o vinagre, o açúcar, o sal e o glutamato de sódio, dissolvendo bem. Em seguida, despejar este tempero sobre o arroz e misturar com a espátula com movimentos para que o utensílio "corte" o arroz, liberando o amido necessário para dar liga.

 

Ingredientes (rolinhos de sushi):

 

- 10 ml de vinagre de arroz

- 250 ml d’água

- 4 a 5 folhas de alga (chamada nori)

- 300g de arroz cozido

- 100g de filé de salmão

- Raiz-forte (chamada wasabi) a gosto

 

Preparo:

 

Misturar a água e o vinagre em uma tigela e reservar. Corte o salmão em fatias finas e compridas e reservar. Para fazer os rolinhos, colocar a esteira de bambu sobre a mesa de trabalho bem limpa, quebrar uma folha de alga em duas metades e colocar uma delas sobre a esteira com o lado brilhoso e liso para baixo. Molhar as mãos na mistura de água com vinagre para evitar que o arroz grude nos dedos. Pegar um punhado de arroz e colocar no centro da folha de alga. Com a ponta dos dedos, espalhar regularmente sobre a superfície da alga. Deixar uma faixa de 1 cm sem arroz na parte superior da folha. Com o dedo, afundar um pouco o arroz e colocar uma pequena quantidade de wasabi. Em seguida, colocar as fatias de salmão sobre o arroz. Levantar a borda frontal da esteira e rolar delicadamente o conjunto em um movimento contínuo. Continuar com este procedimento de maneira que a borda superior se junte à borda inferior. Pressionar levemente para compactar e manter o formato de roliço. Quando chegar à parte da alga não coberta pelo arroz, continuar formando um rolo com as duas mãos e pressionando regularmente sobre todo o comprimento. A umidade do arroz irá agir sobre a alga como um adesivo. Empurrar os grãos excedentes de arroz para o interior do rolo. Reservar em um local fresco (mas não refrigerado) durante a confecção dos outros rolinhos.

 

Montagem dos sushis:

 

Umedecer um pano limpo com água e reservar. Para cortar os enrolados, umedecer a lâmina da faca nesse pano, sempre que necessário, para que o arroz não grude no utensílio. Cortar o rolo em duas metades. Juntá-las e cortar em três partes para obter 6 sushis de tamanho igual. Servir imediatamente.

 

Sugestões de recheio:

Salmão, requeijão e cebolinha picada; salmão, kani e pepino; kani, requeijão e kiwi; atum;  

 

 

terça-feira, 27 de outubro de 2020

Torres Mas Rabell Rosé 2017

 

Recordo-me há alguns anos atrás em minhas andanças pelo mundo do vinho de um produtor espanhol (mas com vinhedos fincados também no Chile e EUA) que elaborava tintos, brancos e rosés de excepcional qualidade, entre estes o Celeste e o Atrium, belíssimos vinhos. Pois por um bom tempo não mais encontrei tais vinhos ou quem sabe acabei atraindo-me por outros e o fato é que chegou as minhas mãos na semana passada um rótulo desta consagrada vinícola, produzido na Catalunha e elaborado com Garnacha e Cariñena, o Torres Mas Rabell Rosé 2017, um delicioso cor cereja, com fruta destacada ao nariz com floral e boca seca, fresca, frutada e com amplo final.

Na harmonização gosto da flexibilidade do rosé, que acompanha desde saladas passando por canapés e entradas, até frutos do mar como salmão e assados de carne magra.

Possui 12,5% de graduação alcoólica e o ideal é ser degustado na temperatura de 8 a 10oC.

Você encontra os vinhos Torres na Wein Haus, loja especializada em vinhos, localizada na Rua João Pessoa 895, Santa Cruz do Sul, fone (51) 3711.3665, tele entrega pelo (51) 98416.6407 e site www.weinhaus.com.br

E lembre-se: se beber, NÃO DIRIJA!     

quinta-feira, 22 de outubro de 2020

A salada grega!

      O Mediterrâneo e sua culinária fresca e aromática servem de inspiração a receita desta semana!

A gastronomia mediterrânea com sua proposta saudável, colorida, saborosa, aromática e criativa enche os olhos e fazem a boca salivar! Neste cesto encaixamos a cozinha grega com seu azeite de oliva e temperos frescos com quase nada de fritura e pratos gordurosos. O azeite é um dos ingredientes mais marcantes. Esta cultura alimentar grega já data de 5 mil anos e foi influenciada pela Itália, Turquia e Arábia. Além de muito azeite de oliva, é rica em peixes e frutos do mar, como marisco, polvo e lula, queijo feta, mel, iogurte e carnes de cordeiro, suína, cabras, ovelhas, cabritos, frango e coelhos, somente animais pequenos, porque a região não tem grandes espaços para criação de gado, sendo as carnes de boi raras. E as suas saladas são espetaculares, como esta de hoje, a Salada Grega!


Ingredientes:
 
1 pepino fatiado
16 tomatinhos cereja cortados ao meio
1 pimentão verde cortado em, pedaços de cerca 3 cm
1 cebola roxa cortada ao meio e fatiada
16 azeitonas pretas
150g de queijo feta
Hortelã fresco
 
Molho grego para temperar a salada:


4 colheres de sopa de azeite de oliva
2 colheres de sopa de vinagre de vinho tinto
1 colher de chá de mostarda tipo Dijon
1 dente de alho amassado
Orégano
Sal e pimenta preta moída na hora
 

Preparo:
 
Misturar bem os ingredientes do molho e levar a geladeira por 30 minutos. Juntar os ingredientes da salada numa vasilha e temperar com o molho. Salpicar com as folhas de hortelã e servir. 

quarta-feira, 21 de outubro de 2020

Brazil Wine Challenge 2020 é a maior da história do concurso


Maior da história porque reuniu 774 amostras (382 vinhos tintos, 218 espumantes, 158 vinhos brancos e rosés e 16 destilados e espirituosos) de 16 países, 27% mais que a edição anterior. Melhor porque devido à qualidade superior conferiu 237 Medalhas, sendo 21 Gran Ouro, ou seja, 21 rótulos que alcançaram 93 pontos ou mais. O 10º Brazil Wine Challenge, realizado pela Associação Brasileira de Enologia (ABE), de 13 a 15 de outubro, em Bento Gonçalves (RS), encerra mostrando ao mercado consumidor que, mesmo com o aumento do grau de rigidez do concurso, a qualidade dos vinhos e espumantes elaborados no mundo todo vem crescendo consideravelmente. Este é o único concurso realizado no Brasil com a chancela oficial da Organização Internacional da Vinha e do Vinho (OIV) e da União Internacional de Enólogos.



“Quem ganha é o consumidor que a cada safra tem o privilégio de poder degustar vinhos e espumantes excelentes, de diferentes procedências”, destaca o presidente da ABE, enólogo Daniel Salvador. Entre os destaques, o Brasil lidera o número de Gran Ouro com 11 Medalhas – sete espumantes, três vinhos finos e um licoroso -, seguido pelo Chile com quatro, Portugal com três e Alemanha, Espanha e Uruguai com um Gran Ouro cada. Dos 237 prêmios, 135 foram para produtos brasileiros (57% do total de premiados), uma realidade comum nos concursos internacionais, por conta do país sede do evento sempre ter o maior número de amostras inscritas. Não houve Medalha de Prata pois os 30% melhor pontuados somaram nota equivalente a Ouro (89 a 92,9) ou Gran Ouro (acima de 93). “Mesmo aumentando o grau de rigidez, elevando as notas em relação a edição anterior, o nível foi elevado. Isso é resultado de melhorias na vitivinicultura, da profissionalização do setor no mundo todo”, afirma Salvador.


Seis júris deram a volta ao mundo pelos vinhos em 13 horas de degustações às cegas. De taça em taça, cada mesa degustou em média, por dia, 43 amostras. Sempre que uma amostra alcançava nota para um Gran Ouro o silêncio dava lugar às palmas do júri, um momento de celebração e alegria pela qualidade evidenciada na taça que foi compartilhado com todos.


PREMIAÇÕES - 21 Medalhas Gran Ouro e 216 Medalhas de Ouro

Espumantes – 68 – 28,7% das premiações

Vinhos tintos – 121 – 51,1%

Vinhos brancos e rosés – 39 – 16,4%

Outros – 9 – 3,8%

 

Países premiados:

 

África do Sul – 2 Ouro

Alemanha – 1 Gran Ouro e 1 Ouro

Argentina – 4 Ouro

Austrália – 1 Ouro

Bolívia – 3 Ouro

Brasil – 11 Gran Ouro e 124 Ouro

Chile – 4 Gran Ouro e 22 Ouro

Espanha – 1 Gran Ouro e 6 Ouro

França – 1 Ouro

Itália – 4 Ouro

Portugal – 3 Gran Ouro e 30 Ouro

Uruguai – 1 Gran Ouro e 18 Ouro

 

PAÍSES REPRESENTADOS POR AMOSTRAS (16) – África do Sul, Alemanha, Argentina, Austrália, Áustria, Bolívia, Brasil, Bulgária, Chile, Espanha, Estados Unidos, França, Itália, Marrocos, Portugal e Uruguai

*fotos de Jeferson Soldi