sexta-feira, 30 de setembro de 2016

Bahia retira Substituição Tributária para vinhos


Decisão é comemorada pela indústria vinícola, já que não é preciso antecipar o pagamento do ICMS a partir do dia 1º de outubro



O Governo do Estado da Bahia anunciou a suspensão da necessidade de destacar na nota fiscal o Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) de Substituição Tributária (ST) para vinhos. Na prática, as empresas ficam desobrigadas de pagar o tributo de forma antecipada. A decisão vale a partir do próximo dia 1º e foi publicada nos decretos nº 16.984, de 24 de agosto de 2016, e 16.987, de 24 de agosto de 2016. Nas vendas para a Bahia, somente deverá ser destacada a taxa de 7% de ICMS.

O coordenador de Informações Tributárias e Auto Controle do Instituto Brasileiro do Vinho (Ibravin), Darci Dani, explica que o pagamento antecipado da ST retira a competitividade do vinho brasileiro perante o importado e restringe o mercado. "Torcemos para que esta decisão do estado da Bahia seja tomada em outros estados para que as vinícolas tenham melhores condições de acessar novas praças, sem comprometer o equilíbrio financeiro", avalia. Dani afirma que, como o pagamento da diferença entre as alíquotas estaduais deve ser realizado no momento da venda, o mecanismo acaba reduzindo o capital de giro das vinícolas. "Apesar de não ter impacto no preço final, o fim da cobrança da ST na nota fiscal dá um fôlego extra para a indústria", acredita. 

O Ibravin vem trabalhando junto ao Governo Federal e aos governos estaduais para a redução da tributação de vinhos. O principal pleito é a redução do Imposto Sobre Produtos Industrializados (IPI) dos atuais 10% para 6%. Outra reivindicação é a inclusão das micro e pequenas vinícolas no Simples Nacional. O trabalho junto aos estados é focado na diminuição da Margem de Valor Agregado (MVA) que compõe as alíquotas de ICMS e na suspensão da ST.


quinta-feira, 29 de setembro de 2016

1º. Jantar Enogastronômico APAE Santa Cruz do Sul

Neste próximo dia 4 de outubro, a partir das 20 horas, a APAE Santa Cruz do Sul, estará promovendo a primeira edição do Jantar Enogastronômico, nas dependências do Restaurante Quiosque da Praça, no centro da cidade. O evento inédito é uma parceria com o curso de Gastronomia da UNISC, e o jantar será servido em cinco etapas (cinco pratos devidamente montados) e cada qual harmonizado com um vinho. Os ingressos são limitados e a causa nobre. 


Couvert
(chips de batata, grissinis e molhos de mostarda Dijon e de ervas)

Mix de folhas com tilápia defumada
(Mix de folhas, lascas de tilápia defumada, tomate cereja, queijo Minas e vinagrete)
Harmonização - Don Guerino Sauvignon Blanc

Sorrentino quatro queijos ao sugo
(Massa recheada com queijo gorgonzola, provolone, requeijão e mussarela ao molho sugo finalizado com parmesão)
Harmonização - Tarapacá Cosecha Carmenère

Matambre à brasileira
(Matambre recheado com lingüiça, cebola e cenoura guarnecido com farofa de banana e couve chiffonade)
Harmonização – Casa Valduga Origem Cabernet Sauvignon

Ragù e Musseline de Cabotiá
(Ragù bovino e musseline de moranga cabotiá com especiarias e brotos)
 Harmonização – Benjamim Nieto Malbec

Brownie de chocolate com pimenta rosa
(Brownie, mousse de chocolate, calda de chocolate e pimenta rosa)
Harmonização - Ponto Nero Celebration Moscatel


Os convites podem ser adquiridos diretamente na entidade pelo fone (51) 3711.3098 e pelo email comunicação@apaescs.com.br

sábado, 24 de setembro de 2016

A Avaliação Nacional de Vinhos – safra 2016 - em primeira mão!

Se pudéssemos resumir o evento que ocorreu neste sábado nos pavilhões do Parque de Eventos de Bento Gonçalves que recebeu mais uma Avaliação Nacional de Vinhos seria: espetacular!



Somente a terra do vinho poderia sediar a maior degustação coletiva de uma safra de vinhos do mundo, já na sua 24ª. edição! E esta bateu todos os recordes possíveis, afinal mais de 850 pessoas acompanharam com muita expectativa as amostras desta conturbada safra 2016, que teve uma quebra de mais de 50% de sua produção e que deu muito trabalho aos produtores e enólogos.   
 
850 participantes puderam degustar as 16 amostras mais representativas comentadas pelo júri internacional

Este impressionante público presente formado por produtores, distribuidores, estudantes de enologia, enólogos, enófilos, imprensa e amantes do vinho somou-se ao painel composto por 15 personalidades do mundo do vinho e mais uma pessoa do público escolhida por sorteio no evento e juntos degustaram as 16 amostras selecionadas entre as 30% mais representativas de um total de 241 inscritas vindas de 5 estados brasileiros. Bases de espumante, brancos e tintos foram servidos pelos estudantes de enologia na tradicional logística de serviço que é praticamente um balé de garrafas e taças desenrolado dentro dos pavilhões do evento.     


A safra 2016 do vinho gaúcho – que teve a maioria nas amostras inscritas - despertou destacada expectativa tanto por parte dos produtores quanto dos consumidores com relação ao volume e qualidade da safra. Fatores climáticos oriundos do fenômeno “El Niño” tiveram efeitos muito fortes sobre o estado e região Sul, impactando também nos vinhedos. Geadas na metade de setembro no ano passado; depois incidências de granizo em novembro e dezembro; além de excesso de chuvas em dezembro (período de desenvolvimento dos compostos fenólicos que estão relacionados direta ou indiretamente com a qualidade do vinho, sendo os responsáveis pela cor, corpo e adstringência da bebida e os grandes responsáveis pelas diferenças entre uvas ou vinhos tintos e brancos, pela presença ou ausência de antocianinas) apontaram segundo estimativas da Embrapa, mais de 50% de quebra na safra 2016.



As planilhas para avaliação digital das amostras que estrearam no ano passado foram dinamizadas e ficaram com o processamento mais rápido e atestaram que cada vez mais tecnologia e vinho estão andando juntos. Através de um sistema totalmente digital via intranet as notas do público e a dos jurados, mais a dos enólogos da Embrapa imediatamente foram conhecidas de maneira ágil e precisa. O público presente recebeu senha e login próprios para acessar a ficha digital de seu smartphone ou tablet e o sistema computou imediatamente o conceito dado por cada integrante da plateia, calculando a mediana do público a cada amostra servida. 

O presidente da ABE – Associação Brasileira de Enologia - Juliano Perin, destacou em seu pronunciamento o incansável trabalho reeditado pela Embrapa em conjunto com a ABE nas semanas dedicadas as coletas e provas das amostras desta que é a maior avaliação coletiva de uma safra no mundo. E ressaltou que “o grande valor da Avaliação está na representatividade e na promoção dos vinhos brasileiros. Com diferentes solos e condições climáticas, o Brasil tem potencial para cultivar muitas variedades de uva e produzir vinhos diversos. Isso apareceu na multiplicidade de amostras inscritas e se comprova no resultado que apresentamos ao público, pois foi o ano em que a Avaliação classificou a maior diversidade de variedades”, frisa.


Este ano o tradicional agraciamento com o Troféu Vitis Amigo do Vinho Brasileiro foi para o professor Roberto Rabachino, italiano de nascimento e que nutre uma paixão especial pelo Brasil, seu vinho e sua gente. Doutor em Ciências da Alimentação, jornalista enogastronômico e professor universitário no Brasil, China e Itália, é autor de mais de 22 livros e já formou mais de 1.500 sommeliers internacionais no Brasil.

O Troféu Vitis Destaque Enológico foi para Antônio Agostinho Czarnobay, advogado, enólogo e viticultor. Primeiro a conquistar o título de Enólogo do Ano, em 2004, Czarnobay é bioquímico formado pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul, com especialização em Tecnologia de Alimentos (produção e controle) e atua como jurado em importantes concursos internacionais, como Vinalies, Vinitaly, Seléctions Mondiales, Vinagora e Mondial de Bruxelles. Ele foi o primeiro não europeu a integrar a União Internacional de Enólogos. “Estou muito emocionado. Como dizia o poeta Vladimir Maiakovski, ‘minha anatomia ficou louca. Sou todo coração’”, declarou Czarnobay.
 
Juliano Perin, presidente da ABE entre os agraciados com o Troféu Vitis Roberto Rabachino e Antonio Agostinho Czarnobay
As degustações da amostras iniciaram com as bases para espumantes, depois vinhos brancos e por fim vinhos tintos. Chamou especial atenção de todos os presentes as elevadas notas atribuídas pelos comentaristas sendo a amostra 14, Cabernet Sauvignon, com 93 pontos atribuídos por Aldemir Dadalt, além de 92 pontos dados pelo sommelier Diego Arebola a amostra 11, casta Marselan.  As bases para espumante e os brancos transitaram na média histórica entre 88 e 91 pontos, destacando-se pelo tradicional frescor, leveza e citricidade. Afinal depois de uma tumultuada safra por conta dos efeitos climáticos, percebe-se que a baixa na quantidade produzida não afetou a qualidade dos vinhos impulsionada pelo brilhante trabalho enológico.  

Novas castas entre as amostras mais representativas atestaram o potencial do vinho nacional
Ano a ano novas castas começam a surgir entre as amostras mais representativas mostrando afinal que o terroir brasileiro pode dar origem a vinhos de várias castas e desmistificando a idéia daqueles que tentam fazer da Merlot a uva símbolo do Brasil. Este ano entre esta casta e Cabernet Sauvignons tivemos novamente as ótimas Tannat, Cabernet Franc e Marselan, mas também Tempranillo e até Alicante Bouschet.


Antes da divulgação das amostras vencedoras, show de música e circo moderno com a Companhia Sorriso da Arte.


Foram inscritos nesta edição 241 amostras vindas de 46 vinícolas de cinco estados brasileiros, distribuídas em:
Base de espumante: 67 amostras
Branco não-aromático: 27 amostras
Branco aromático: 25 amostras
Tinto jovem: 16 amostras
Tinto: 106 amostras.

Os representantes das 46 vinícolas inscritas 

Os 16 vinhos mais representativos entre os 241 inscritos:

Categoria Vinho Base para Espumante:
1. Chardonnay – Casa Venturini Vinhos e Espumantes (Flores da Cunha – RS)
2. Chardonnay – Domno do Brasil (Garibaldi – RS)
3. Chardonnay/Pinot Noir – Vinícola Geisse Ltda. (Pinto Bandeira – RS)

Categoria Branco Fino Seco Não Aromático
4. Riesling Itálico – Vinícola Salton (Bento Gonçalves – RS)
5. Chardonnay – Cooperativa Agroindustrial Nova Aliança (Santana do Livramento – RS)
6. Chardonnay – Basso Vinhos e Espumantes (Farroupilha – RS)

Categoria Branco Fino Seco Aromático
7. Sauvignon Blanc – Rasip Agropastoril (Vacaria – RS)
8. Moscato Giallo – Vinícola Don Guerino (Alto Feliz – RS)

Categoria Tinto Fino Seco Jovem
9. Merlot – Vinícola Casa Motter (Caxias do Sul – RS)

Categoria Tinto Fino Seco
10. Tempranillo – Miolo Wine Group Vitivinicultura (Bento Gonçalves – RS)
11. Marselan – Casa Valduga Vinhos Finos (Bento Gonçalves – RS)
12. Cabernet Franc – Casa Perini (Farroupilha – RS)
13. Cabernet Sauvignon – Guatambu Estância do Vinho (Dom Pedrito – RS)
14. Cabernet Sauvignon – Vinícola Almaúnica (Bento Gonçalves – RS)
15. Tannat – Dunamis Vinhos e Vinhedos (Dom Pedrito – RS)
16. Alicante Bouschet – Dal Pizzol Vinhos Finos (Bento Gonçalves – RS)

O painel de personalidades que comentaram as amostras foi formado por:

1. Aldemir Dadalt – sommelier e empresário (Brasil)
2. Baudouin Havaux – jornalista (Bélgica)
3. Christian Bernardi – Enólogo do Ano 2015 (Brasil)
4. Cristián Aliaga  – enólogo (Chile)
5. Diego Arrebola – sommelier (Brasil)
6. Guilherme Velloso – jornalista (Brasil)
7. Juan Carlos Rincón – jornalista (Reino Unido)
8. Liana Sabo – jornalista (Brasil)
9. Marcelo Copello – jornalista (Brasil)
10. Pascal Marty – enólogo (França)
11. Petrus Elesbão –  organizador Vinum Brasilis (Brasil)
12. Rebecca Murphy – jornalista (USA)
13. Stavroula Liapi – enóloga (Grécia)
14. Thiago Rodrigues – ator (Brasil)
15. Túlio Dek – músico (Brasil)
16. Salvador Antonio Portela – São Paulo – Sorteado no público

* Fotos: Emerson Haas, Vinhos do Brasil, Bruna Cristófoli, Daniel Arraspide, Danúbia Otobelli, Jeferson Soldi

sexta-feira, 23 de setembro de 2016

Prosit! - Mongozo Premium Pilsener: a belga sem glúten


Quando falamos em produtos sem glúten, já são por si difíceis de encontrar, quando falamos em cerveja, a busca fica quase impossível. Imagine que a cerveja deve conter ao menos uma parte de malte de cevada, ou seja, o processo para retirar o glúten torna-se caro e trabalhoso. A técnica desenvolvida pela Mongozo e guardada a sete chaves permite retirar o glúten e ainda assim manter as características de uma cerveja pilsen tradicional.

A Mongozo, que na língua de um de seus fundadores, descendente do povo Chokwe da África, significa “saúde”, buscou desde seu inicio em 1998 ingredientes exóticos em diversas partes do mundo, e em 2001 produziu sua primeira cerveja com banana, depois vieram outras com coco, manga, entre outros. Em 2010 a cervejaria inovou e lançou a primeira cerveja que combina três elementos exclusivos: Comércio justo, orgânica e sem glúten.

O selo “Fairtrade” ou comércio justo é certificado pela organização Max Havelaar – Fairtrade, que garante que a empresa que o tem compra seus ingredientes diretamente de agricultores de países em desenvolvimento por um preço justo. Países como Gana, Sri Lanka, Indonésia, Costa Rica e, inclusive, o Brasil. Já o selo de orgânico é garantido pelo uso de malte de cevada, arroz e lúpulo orgânicos.

Tais credenciais já tornariam suficientemente intrigante esta Premium Pilsener, mas além destas ainda levou por três anos consecutivos medalha de ouro do WBA (World Beer Awards). É uma pilsen de corpo dourado e de média carbonatação, aroma que remete a biscoito, no gosto uma leve picância e amargor, equilibrada. Um boa cerveja para matar a sede, no fim se esquece que trata-se de uma cerveja sem glúten. Vai muito bem com peixes grelhados, frutos do mar e pizza marguerita.


Possui 5% de graduação alcoólica.

Prosit!

*artigo de Matheus Muller


E lembre-se: se beber, não dirija!

Você encontra esta e dezenas de rótulos de cervejas especiais além de cortes de carne premium das raças Angus e Hereford, complementos, molhos, geleias e especiarias na Best Beef Boutique, na Rua Marechal Deodoro 05, fone 51.3902-0630, em Santa Cruz do Sul. Confira!

quinta-feira, 22 de setembro de 2016

A bruschetta de berinjela!


Ideal para quem não possui carne em sua dieta, a receita de hoje traz muito sabor e aroma e é preparada somente com legumes!

Gosto muito de berinjela, também chamada de carne vegetal devido a sua textura, talvez devido a sua versatilidade pois vai muito bem desde patê até grelhada na brasa. Tal fruto nasceu na Índia e foi cultivado em primeira instância na China no século 5 a.C.  Invadiu a Europa vinda pelas mãos árabes e a Itália – país que mais receitas com berinjela se tem notícia – chegou no século XIV.  O fruto de berinjela é uma boa fonte de sais minerais e vitaminas e seu valor nutricional total pode ser comparado ao do tomate. Nela encontram-se os minerais cobre, enxofre, magnésio, manganês, zinco, potássio, sódio, cálcio, ferro e fósforo além das vitaminas A, B1, B2, B3 e C. Portanto pense bem antes de torcer o nariz ao ver uma berinjela! E a receita de hoje une este fruto a uma delícia italiana, a seguir a Bruschetta de Berinjela!  


Ingredientes:
(para 4 pessoas)

2 berinjelas médias cortadas em fatias de 1,5 cm
1 pimentão vermelho finamente picado
1 cebola roxa média finamente picada
1 colher de sopa de alcaparras em conserva escorridas
2 colheres de sopa de folhas de hortelã frescas e rasgadas
2 colheres de sopa de queijo parmesão ralado
5 colheres de sopa de azeite extra virgem
1 colher de chá de vinagre de vinho tinto
Sal e pimenta do reino a gosto

Preparo:

Unte uma assadeira com duas colheres de azeite de oliva. Disponha as fatias de berinjela, regue com mais uma colher de oliva e leve ao forno pré-aquecido a 200oC e asse por cerca de 20 minutos. Vire-as e deixe assar por mais 10 a 15 minutos. Enquanto a berinjela está no forno misture em um bowl o pimentão vermelho, a cebola, as alcaparras, o restante do azeite de oliva, o vinagre, as folhas de hortelã e uma pitada de sal e pimenta. Retire a berinjela do forno e sobre cada fatia coloque um pouco da mistura preparada e sirva. Para comer basta pegar com a mão e um guardanapo, sem talheres ou pratos, muito fácil e informal. E totalmente vegano!




segunda-feira, 19 de setembro de 2016

Ca del Magro Custoza Superiore 2012 - tão refrescante que encobre o fato de ser meio-seco!

A vinícola italiana Monte del Frá produz em Ca del Magro em Custoza, um pequeno vilarejo da cidade de Sommacampagna, a sudeste do Lago de Garda, apenas 15 Km de Verona. Um de seus vinhos é o Ca del Magro Custoza Superiore 2012,  elaborado por um blend que utiliza as variedades Garganega, Trebbiano, Incrocio Manzoni, Cortese, Tocai, Friulano, Chardonnay, Riesling Itálico e Malvasia. Destas a uva Garganega amadurece 4 meses de maturação em barris de carvalho e o vinho mais 6 meses em caves.

Possui coloração amarelo dourado com nuances esverdeadas, muito límpido é brilhante. Trouxe aromas cítricos com abacaxi, pomelo, pera, amêndoas, manteiga, brioche e toque floral (laranjeira) além de certa mineralidade. Boca de persistência media, acidez presente, muito cítrico e mineral. Refrescante, saboroso, com abacaxi em compota ressaltado ao final (bala chita)

Possui 13% de graduação alcoólica e o ideal é ser degustado na temperatura entre 8 e 10oC.

Manda muito bem com saladas verdes com frutas, sushis, frango na chapa, frutos do mar com tempero tradicional e canapés.

Você encontra este e mais algumas centenas de rótulos de vinhos e espumantes na Wein Haus, loja especializada em vinhos, localizada na Rua João Pessoa 895, Santa Cruz do Sul, fone (51)3711.3665 e www.weinhaus.com.br     

E lembre-se: se beber, NÃO DIRIJA!